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Nova Iorque: Sobe para 12 o número de mortos em incêndio em prédio

O autarca democrata afirmou, numa declaração à imprensa no local do incêndio, que pelo menos quatro residentes do prédio com ferimentos graves estavam a lutar pelas suas vidas.

Informações preliminares davam conta de pelo menos seis mortos no incêndio que deflagrou pelas 19:00 de quinta-feira (00:00 de hoje em Lisboa), num prédio de cinco andares localizado perto do jardim zoológico do Bronx.

Antes, os bombeiros de Nova Iorque informaram que 15 pessoas tinham ficado gravemente feridas no incêndio.

O comissário dos bombeiros Daniel Nigro considerou o fogo “histórico na sua magnitude”, devido ao número de vidas perdidas.

Cerca de 170 bombeiros combateram as chamas, que deflagraram antes das 19:00, e resgataram residentes do edifício.

Um dos mais mortíferos recentes incêndios no Bronx remonta a 2007, quando um fogo provocado por um aquecedor causou a morte de nove crianças e de um adulto.

LUSA

Café em Vila Verde assaltado e incendiado

Segundo a fonte, o assalto registou-se cerca das 06:00, tendo os assaltantes abordado o proprietário e exigido que lhes desse o dinheiro que tinha.

Os assaltantes feriram o proprietário numa mão, com uma faca, e atearam fogo ao café, alegadamente com recurso a gasolina.

O fogo foi apagado pelos Bombeiros Voluntários de Vila Verde, que mobilizaram para o local duas viaturas e quatro homens.

O dono do café foi transportado ao hospital, para ser assistido.

A GNR tomou conta da ocorrência, tendo entretanto o caso passado para a Polícia Judiciária.

Malásia: Pelo menos 25 mortos em incêndio em escola em Kuala Lumpur

Pelo menos 25 pessoas, na sua maioria estudantes, morreram esta quinta-feira na sequência de um incêndio que deflagrou numa escola religiosa em Kuala Lumpur, anunciou o departamento de bombeiros da capital da Malásia.

“Segundo a informação que temos, 25 estudantes e professores morreram no incêndio” ocorrido numa escola no nordeste de Kuala Lumpur, indicou fonte dos bombeiros ao jornal The Star.

O fogo deflagrou na escola Tahfiz Darul Quran Ittifaqiyah, no bairro de Datuk Keramat.

As vítimas “podem ter sucumbido à inalação de fumo ou ter sido apanhados pelas chamas”, afirmou o diretor dos bombeiros de Kuala Lumpur à agência noticiosa francesa AFP.

“Penso que é um dos piores dramas dos últimos 20 anos. Vamos investigar as causas do incêndio”, acrescentou.

As vítimas mortais são 23 estudantes e dois professores.

Doze alunos e dois docentes conseguiram fugir, mas pelo menos quatro ficaram feridos com gravidade e foram hospitalizados, indicaram as autoridades.

O primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak, enviou as condolências aos familiares das vítimas, através de uma mensagem publicada na sua conta na rede de mensagens instantâneas Twitter, a partir dos Estados Unidos, onde se encontra em visita oficial.

Segundo os media malaios, os bombeiros alertaram em agosto para as escassas medidas de segurança contra incêndios nos centros religiosos privados.

De acordo com as autoridades, desde 2015 foram registados 211 incêndios nestes recintos.

Lusa

Incêndio na Mealhada obriga a corte da A1 nos dois sentidos

O incêndio está a acontecer numa área florestal, perto da via. No local estão 74 bombeiros no combate ao incêndio. Estão acompanhados de 16 meios terrestres e por dois meios aéreos, segundo o site da Proteção Civil.

Nesta altura a frente do fogo afasta-se da autoestrada, embora em algumas zonas perto da via o fogo continue a lavrar com alguma intensidade.

A situação ainda pode levar algum tempo a ser resolvida e levará ainda mais tempo até que a circulação seja restabelecida.

As autoridades fizeram aberturas no rail central para que os condutores que seguiam para sul-norte, e que foram apanhados desprevenidos pelo corte da via, pudessem fazer inversão de marcha.

Como alternativa, a Brisa sugere que os automobilistas que se estiverem a deslocar no sentido sul-norte utilizem a A14, a A17 e a A29.

Já no sentido norte-sul, as alternativas são o IC2, o IP3, a A14 e a A17.

Automóvel incendiou-se no Túnel do Marão

Fonte da Infraestruturas de Portugal (IP) referiu que o alerta para o fumo na viatura foi dado às 12:26, tendo sido logo acionado o plano de emergência e contactados os meios, bombeiros e GNR, que se deslocaram imediatamente para o local.

O Túnel do Marão foi fechado nos dois sentidos. O acidente ocorreu na galeria sul, que liga Amarante a Vila Real, e a galeria norte foi fechada para servir de saída de emergência e de evacuação.

Os quatro ocupantes da viatura ligeira saíram ilesos pelo próprio pé.

A fonte referiu que, cerca de uma horas depois de ter sido dado o alerta de incêndio, foi reaberta a circulação entre Vila Real e Amarante.

Do outro lado procede-se à limpeza da via, remoção da viatura e irá ser feita uma verificação dos danos provocados na infraestrutura.

Para o local foram mobilizados 36 operacionais e 11 viaturas.

A 11 de junho, um incêndio num autocarro com 20 passageiros obrigou ao encerramento do túnel, cuja reabertura total se verificou a 18 de junho.

O túnel que liga Amarante, no distrito do Porto, a Vila Real, abriu em maio do ano passado e tem duas galerias gémeas, cada uma com duas faixas de rodagem e com um comprimento de 5.665 metros.

LUSA

Alijó: incêndio com “quatro zonas que inspiram bastantes cuidados”

O ponto da situação foi feito pouco depois das 08:00 pelo comandante operacional no terreno, Pedro Nunes, que deu conta de que  “já não há nenhuma povoação em perigo” e que o itinerário IC5, que esteve cortado no domingo, já reabriu ao trânsito de forma condicionada.

“A situação está francamente melhor. As condições meteorológicas durante o período noturno favoreceram as operações de combate”, indicou o responsável, ressalvando que “o incêndio não está, neste momento, ainda dominado”.

Segundo disse, existem “quatro zonas que inspiram bastantes cuidados” e onde os operacionais estão “a trabalhar arduamente” para conseguirem “dentro do menor tempo alcançar” o objetivo de dominar o fogo que começou na madrugada de domingo.

Precisamente no domingo foram retiradas da localidade de Vila Chã algumas pessoas, como medida preventiva, e que durante o período noturno já regressaram a casa.

A circulação na zona obriga a algumas precauções devido ao intenso fumo que têm condicionado também a ação dos meios aéreos.

O comandante operacional indicou que já esta manhã “na zona norte do incêndio há visibilidade para que os meios aéreos possam operar e já foi dada ordem de missão para que dois aviões médios e dois aviões pesados se desloquem para o teatro de operações”.

No terreno encontram-se cerca de 450 operacionais apoiados por cerca de 140 veículos.

Ainda durante a manhã, são esperadas quatro máquinas de rastro e o reforço de mais quatro destas máquinas do Exército, além de mais quatro pelotões militares, como disse o comandante operacional.

Pedro Nunes afirmou que o combate a este fogo “tem sido um pouco difícil porque a orografia é complicada, a secura dos combustíveis é complicada”, trata-se de “um incêndio com uma intensidade bastante elevada que muitas vezes está acima da capacidade de extinção dos meios de combate”.

As chamas e o fumo estão a condicionar apenas, em termos de circulação na zona, segundo o ponto da situação feito, “algumas estradas locais e alguns caminhos penetrantes para o fogo cortados”.

Relativamente aos prejuízos causados pelo incêndio, o comandante operacional disse que é uma avaliação que ainda não está feita e as “situações estão monitorizadas e avaliadas pelo serviço municipal de Proteção Civil”.

Incendiário apanhado em flagrante delito pela GNR

O caso aconteceu esta terça-feira e o fogo foi detectado através de uma torre de vigia. Instantes depois, a GNR localizou o suspeito.

O homem confirmou ter usado um isqueiro para atear o fogo e confessou ter sido o autor de outro incêndio, há duas semanas na Portela do Vale, também em Monchique. Nesse incêndio, uma viatura dos bombeiros de Portimão ficou destruída.

Portugal está de luto

O número de pessoas que morreram no incêndio florestal que deflagrou no sábado em Pedrógão Grande, no distrito de Leiria, aumentou para 63, disse hoje o presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses. A última vítima mortal confirmada é um bombeiro que estava internado em estado grave no hospital de Coimbra. O bombeiro, que pertencia à corporação de Castanheira de Pera, era casado, tinha 40 anos, era casado e um filho.

Visivelmente emocionado, o presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses explicou que a vítima mortal tinha sido internada com ferimentos no rosto e queimaduras nas vias aéreas, adiantando ainda que era um dos bombeiros que se deslocava numa viatura no Itinerário Complementar 8 (IC8) que colidiu com um veículo ligeiro de civis e que tentaram salvar a vida dos outros, dando a própria vida.

Horas antes, Luís Meira, presidente do INEM, indicou que, dos 135 feridos. Com esta atualização, o número de feridos é de 134, seis em estado grave: quatro bombeiros voluntários e dois civis.

A maior parte dos feridos são ligeiros, tendo 28 necessitado de recorrer ao hospital. Os restantes receberam assistência no local.

Segundo Luís Meira, os psicólogos do INEM, apoiados por profissionais da Cruz Vermelha Portuguesa, autarquias e Proteção Civil, realizaram 354 intervenções.

No local encontram-se 32 elementos do INEM, apoiados por dez viaturas.

O comandante operacional da Proteção Civil disse hoje, no primeiro balanço do dia dos fogos florestais que lavram nos distritos de Leiria, Castelo Branco e Coimbra, que a situação se mantém difícil mas que o combate às chamas está a decorrer de forma favorável.

Elísio Oliveira admitiu, contudo, a possibilidade de novas complicações no combate às chamas, uma vez que os meios aéreos não estão de momento a operar, devido às condições atmosféricas. Em causa está a falta de visibilidade no local.

“É uma situação que se mantém difícil, mas começamos por valorizar o empenho de todos os combatentes. O combate evolui favoravelmente nos três distritos afetados, Coimbra, Leiria e Castelo Branco. Muitos dos setores deste teatro de operações já estão dominados, muitos deles em fase de rescaldo […]”, afirmou Elísio Oliveira.

O presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses apelou esta segunda-feira, 19 de junho, à população que suspenda, por enquanto, a dádiva de bens alimentares e medicamentos, na sequência do incêndio que deflagrou sábado em Pedrógão Grande, por terem já “todos os ‘stocks’ lotados”. Continuam abertas as contas e linhas solidárias. Veja como pode ajudar nesta fase e, pelo contrário, se precisa de ajuda, saiba a quem recorrer.

O Governo decretou três dias de luto nacional, até terça-feira.

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Londres: 6 vítimas mortais em incêndio em prédio residencial

A polícia de Londres confirmou que pelo menos seis pessoas morreram na sequência do incêndio de grandes dimensões que deflagrou numa torre residencial de 24 andares, na capital britânica, esta quarta-feira. As autoridades disseram, porém, que o número de mortos deverá aumentar. As causas do incêndio ainda são desconhecidas.

Enormes labaredas terão tomado conta do edifício, num combate que envolveu, pelo menos, 200 bombeiros apoiados por 40 veículos.

Testemunhas contam que algumas pessoas se atiraram das janelas e garantem que o alarme de incêndio não disparou, acrescentando que foram surpreendidas pelos gritos de socorro e alerta dos vizinhos, perdendo tudo o que tinham. Entre os relatos de desespero está o salvamento de um bebé, atirado do 10.º andar

A comissária dos Bombeiros de Londres, Dany Cotton, afirma que “os primeiros meios de socorro estavam no local em seis minutos”.

A Brigada de Bombeiros de Londres disse que o incêndio alastrou-se a todos os pisos do segundo ao último andar da Torre Grenfell, onde várias centenas de pessoas moravam no Lancaster West Estate, no oeste de Londres.

O incêndio de grandes dimensões deflagrou hoje à 01:15 (mesma hora em Lisboa) na torre Grenfell, de 27 andares, numa zona próxima de Notting Hill.

Enormes labaredas terão tomado conta do edifício e, segundo a agência, há muitas ambulâncias e carros de bombeiros, tendo sido formado um cordão policial a 150 metros do edifício, que ainda está envolto em fumo e onde são visíveis chamas nos andares cimeiros.

Engenheiros no local estiveram a avaliar a estabilidade do edifício e concluíram que a torre não corre o risco de colapsar.

Trânsito condicionado no túnel do Marão devido a incêndio com autocarro

Em comunicado, a IP informou que o trânsito do Túnel do Marão, sentido Vila Real-Porto, foi restabelecido às 06:30 de hoje.

“O tráfego no sentido Amarante-Vila Real, será reposto após se determinar com exatidão a extensão dos danos, o que será feito ao longo do dia de hoje com as equipas da IP e das empresas construtoras e instaladoras”, indica a IP.

De acordo com a empresa, a “reabertura está dependente da disponibilidade de reposição dos equipamentos afetados, prevendo-se que possa ocorrer dentro de alguns dias”.

Anteriormente, uma fonte da Infraestruturas de Portugal (IP), que gere a rede rodoviária nacional, tinha adiantado à agência Lusa que o trânsito tinha sido reaberto no sentido Amarante-Vila Real, mas entretanto a empresa esclareceu que a reabertura foi no sentido contrário.

A circulação automóvel foi cortada no domingo às 20:35 em ambos os sentidos, e desviada para o IP4, devido a um incêndio com um autocarro com 20 passageiros, que ardeu dentro do túnel sem causar vítimas.

Fonte do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro disse à Lusa que “quatro jovens pediram assistência por inalação de fumo”, mas foram situações “muito ligeiras”.

A Rodonorte, empresa proprietária do autocarro, anunciou no domingo que vai abrir um inquérito para apurar as causas do incêndio, ocorrido no sentido Amarante-Vila Real.

O Túnel do Marão, que liga Amarante, no distrito do Porto, a Vila Real, abriu em maio do ano passado e tem duas galerias gémeas, cada uma com duas faixas de rodagem e com um comprimento de 5.665 metros.

O incêndio com o autocarro de passageiros foi o primeiro acidente do género, em dimensão, ocorrido num túnel em Portugal.

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