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Elevados níveis de dióxido de enxofre no ar em Setúbal devido ao incêndio de fábrica

O incêndio, que deflagrou terça-feira na fábrica da SAPEC, na península da Mitrena, em Setúbal, está em fase de rescaldo, mas ainda não há estimativa para a sua extinção.

Esta quinta-feira, os estabelecimentos de ensino vão estar encerrados. Em conferência de imprensa, o diretor-geral de saúde, Francisco George, esclareceu que as crianças, os idosos e os doentes com problemas respiratórios crónicos ou cardiovasculares não devem sair de casa e devem fechar bem as janelas das suas casas por causa da “nuvem tóxica” que se criou.

A fábrica continua a libertar dióxido de enxofre, tendo-se registado esta tarde um pico de poluição na cidade de Setúbal de 503 microgramas por metro cúbico (de ar) durante uma hora.

O valor do nível de alerta para este poluente é uma concentração de 500 microgramas por metro cúbico durante três horas.

Num comunicado a Câmara de Setúbal, diz que “a autoridade sanitária aconselhou cuidados especiais à população, como evitar a permanência no exterior ou fazer esforços ao ar livre, em particular a alguns grupos, como crianças, idosos e portadores de doenças do foro respiratório ou cardíaco”.

105 anos depois, novos estudos indicam que pode não ter sido um iceberg a afundar o Titanic

Afinal, o culpado do naufrágio do Titanic pode não ter sido um icebergue.

Um jornalista irlandês, que investiga há mais de 30 anos o afundamento do Titanic, encontrou novas provas que indicam que o choque com o icebergue não foi o principal responsável pelo naufrágio. Semanas antes de seguir viagem, o navio foi fustigado por um grave incêndio, afirma Senon Molony.

Esta tese, defendida num novo documentário da cadeia britânica, Channel 4 – Titanic the new evidence – baseia-se em fotografias leiloadas recentemente e que mostram sinais de incêndio no casco do navio quando estava nos estaleiros de Belfast, antes da chegada ao porto de saída em Southampton. Segundo esta teoria, nos dias que antecederam à inauguração do navio, e ainda em Belfast, deu-se um incêndio num depósito de carvão na zona das caldeiras que acabaria por ser apagado pelos bombeiros, sem antes deixar graves danos estruturais no barco. Durante a navegação, os especialistas acreditam que as caldeiras tiveram de receber mais carvão do que o normal, o que acelerou de forma imprudente o navio. As altas temperaturas terão deixado o aço do casco até 75% menos resistente, o que terá feito com que não resistisse ao impacto com o icebergue. No documentário “Titanic: The New Evidence”, o jornalista afirma que a tragédia deu-se graças à negligência dos donos da embarcação e que esta nunca devia ter ido para o mar.

Incêndio em campo de migrantes na Grécia, milhares de pessoas em fuga

Milhares de migrantes fugiram esta segunda-feira à noite do campo de Moria, na ilha grega de Lesbos, devido a um incêndio aparentemente ateado de forma voluntária, indicou a polícia local.

“Entre 3 mil e 4 mil migrantes fugiram do campo de Moria” por causa do fogo, disse uma fonte policial citada pela agência noticiosa francesa AFP, sublinhando que ventos fortes estão a propagar as chamas.

Cerca de 150 menores instalados no campo foram retirados das instalações e transportados para um jardim infantil na ilha, indicou a fonte policial.

Há atualmente na Grécia mais de 60 mil refugiados e migrantes, a maioria dos quais quer viajar para a Alemanha e outros países do norte da União Europeia, mas não consegue fazê-lo, depois de vários países balcânicos e do leste europeu terem encerrado as suas fronteiras, no início deste ano.

Os grupos de defesa dos direitos humanos têm repetidamente criticado as condições dos campos de migrantes na Grécia, denunciando a sobrelotação e a falta de condições sanitárias.

A situação é particularmente aguda em Lesbos e outras ilhas do leste do mar Egeu perto da Turquia, onde a maioria dos migrantes chega e fica retida para registo.
De acordo com dados do Governo grego, há mais de 13 mil pessoas em cinco ilhas, em instalações construídas para albergar menos de 8 mil.

A existência de distúrbios nos campos das ilhas é comum.

Condutora salva 20 crianças de autocarro em chamas

Quando Renita Smith se apercebeu que o autocarro escolar que conduzia estava a fumegar após as primeiras paragens, pegou no seu rádio e chamou por ajuda, no exato momento em que, olhando pelo retrovisor, viu as chamas. Imediatamente, pousou o microfone, desapertou o seu cinto de segurança e foi a salvar as 20 crianças que seguiam no veículo, as quais a condutora considera como filhos.

Enquanto as chamas consumiam o autocarro, Renita foi retirando as crianças, assegurando-se de que não deixava ninguém para trás. A condutora admite que, no final, deram um “abraço de grupo e que as crianças não conseguiram conter as lágrimas” mas que ela, “como mãe, tinha de se mostrar forte”.

Renita tem dois filhos mas afirma que é seu dever “cuidar de cada criança com carinho, como uma mãe faria ao seu próprio filho e que foi isso que fez”. Nenhuma criança ficou ferida.

O autocarro já não teve a mesma sorte e acabou “completamente destruído pelas chamas”, referiu Fazlul Kabir, uma testemunha do acidente.

A aldeia de Paradela, no Soajo, Arcos de Valdevez, situada na área do Parque Nacional da Peneda Gerês (PNPG), está a ser evacuada por causa de um incêndio de “grandes dimensões”. Leia mais: Aldeia de Arcos de Valdevez evacuada por causa do fogo

Segundo a informação disponibilizada na página na Internet da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), às 14.53 horas, o combate aquele incêndio mobilizava 39 operacionais apoiados por 11 viaturas e um meio aéreo.

As chamas deflagraram hoje às 9.08 horas em zona de povoamento florestal.

 

Incêndio destruiu edifício no Porto

Um incêndio destruiu um edifício, que se encontrava em remodelação, na Rua de Santa Catarina, no Porto. De acordo com o Jornal de Notícias, o alerta foi dado às 00h56 da madrugada desta terça-feira, e os Sapadores do Porto encontraram o terceiro piso do edifício já totalmente consumido pelo fogo.

Toda a cobertura do edifício acabou por ficar destruída, após as chamas se terem alastrado ao quarto piso. O incêndio afetou também a Fnac de Santa Catarina, que partilha uma parede com o edifício que ardeu.

Às 4h da madrugada, o incêndio foi totalmente controlado, e durante esta manhã a Proteção Civil e os Sapadores têm estado a avaliar os danos causados pelas chamas.

O fogo foi combatido por quatro viaturas dos Sapadores do Porto, e ainda pelos Bombeiros Voluntários do Porto.

Número de mortos em incêndio em bar em França sobe para 14

O número de mortos num incêndio num bar na cidade de Rouen, norte de França, no início de agosto, subiu para 14 na quinta-feira, depois de uma jovem ter morrido num hospital em Paris, segundo o advogado da família.

As chamas mataram 13 pessoas, a maioria com idades entre os 18 e os 25 anos, durante uma festa de anos no dia 06 de agosto no Au Cuba Libre, em Rouen.

Seis pessoas continuam feridas.

O estado de saúde da jovem de 25 anos deteriorou-se nos últimos dias, tendo sido tomada a decisão de “suspender o tratamento” de modo a que não sofresse mais, indicou o advogado.

Na altura, o procurador de Rouen afirmou que a origem do incêndio parece ter sido acidental.

Bombeiros tentam proteger casas em Canedo

Um incêndio está a consumir áreas florestais junto a casas nos lugares de Sobreda, Bouças, Vale Cova e Carvoeiro, em Canedo, concelho de Santa Maria da Feira.

Os bombeiros estão a concentrar os esforços na proteção das habitações.

O combate ao fogo está a ter o apoio de um avião Canadair

 

Grávida e bebé hospitalizados após incêndio em prédio

Por causa do intenso fumo que se espalhou pelo prédio com cerca de 40 apartamentos, dez pessoas tiveram de ser retiradas de casa pela janela com auxílio da auto-escada dos bombeiros e outras seis, entre as quais uma grávida e um bebé de três meses, foram transportadas para o Hospital Padre Américo, em Penafiel. Nenhuma destas vítimas apresenta ferimentos graves.

O fogo teve origem na garagem do edifício e destruiu um carro e uma moto de grande cilindrada. Outros 15 carros estacionados no mesmo local foram afetados pelo fumo.

Para Maria Ferreira, uma das moradoras, este incêndio foi “o maior susto da vida”. “Ainda não eram 4 horas quando ouvi gritos dos vizinhos e a campainha a tocar. Abri a porta, fui ao hall e já estava tudo cheio de fumo”, recordou.

Maria contou ainda que só teve tempo de se vestir e descer as escadas. “No exterior já estavam muitos vizinhos a tentar perceber de onde saía o fumo. Dava a impressão que vinha da garagem, mas também havia muito fumo a sair das janelas dos apartamentos”, descreveu.

Leonel Ribeiro, que partilha um dos apartamentos do prédio com a esposa, referiu que a “primeira reação foi fugir” depois de ter sido acordado pelos vizinhos. “Eu ainda vesti uns calções, mas a minha mulher saiu de casa em pijama. Só víamos fumo”, realçou.

A mesma testemunha declarou ao JN que alguns moradores entraram em pânico, mas que rapidamente acalmaram após terem chegado, em segurança, à rua.

Já Nuno Pinto, outro dos moradores, dirigiu-se à garagem, abriu a porta, mas não conseguiu entrar. “Estava cheia de fumo. Era impossível”, garantiu.

Nuno é o dono da Yamaha R1 de 1000cc que ficou totalmente destruída pelas chamas e não soube explicar o que se passou para que as chamas tenham deflagrado junto ao local onde guardava a moto.

Causas do fogo por apurar

Poucas explicações relativamente às causas do incêndio deu, igualmente, o comandante dos Bombeiros de Baltar. “As chamas começaram na garagem, numa zona onde havia uma máquina de lavar e outros arrumos”, avançou. Delfim Cruz explicou, em seguida, que o alerta foi dado minutos depois das 4 horas e que à chegada da primeira das 11 viaturas acionadas “havia muito fumo a sair pelas janelas”. “Foi necessário evacuar parte do edifício, mas algumas pessoas já não tinham visibilidade para descer as escadas. Tiveram de ser retiradas pela janela com recurso à auto-escada”, esclareceu.

O comandante da corporação de Baltar disse, igualmente, que, já com os moradores em segurança, os 25 bombeiros tentaram identificar a origem do incêndio. “Algumas equipas fizeram buscas nos apartamentos. Outras foram para a garagem e foi aí que se encontraram as chamas”, revelou.

Já pelas 7.30, hora a que o fogo foi dado como extinto, Delfim Cruz confirmou que este incêndio provocou algum pânico entre os moradores do Edifício Cidadela III, mas que nenhum ficou ferido. “As pessoas acordaram com as casas cheias de fumo e assustaram-se. As vítimas foram transportadas para o hospital exatamente devido à inalação de fumo”, justificou.

Caixa Agrícola diz que o seguro “pode não ser suficiente para cobrir os danos”

A seguradora Caixa Agrícola não garante que todos os prejuízos que decorreram do incêndio no festival Andanças sejam cobertos. Em declarações ao Expresso, a CA afirma que tudo depende do “apuramento de responsabilidades e do resultado da investigação em curso” e que o seguro feito pelos organizadores “pode ou não ser suficiente para cobrir os danos”.

Em causa estão 422 veículos que arderam e outros nove que ficaram parcialmente danificados esta quarta-feira. Quatro mil participantes do festival foram na altura retirados.

A investigação ainda decorre e ainda não são conhecidas as causas do incêndio. A Associação Portuguesa de Seguradores aconselhou esta quinta-feira os proprietários de veículos danificados no estacionamento do festival, em Castelo de Vide, a acionarem os respetivos seguros individuais para serem indemnizados, noticiou a Lusa.

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