Inicio Tags Infraestruturas de Portugal

Tag: Infraestruturas de Portugal

Lançada app para reduzir morte de animais nas estradas

“A aplicação vai permitir saber onde existe maior atropelamento de animais para tomarmos medidas mais eficazes e conseguirmos reduzir as mortes”, explicou a bióloga da direção de engenharia da IP, Graça Garcia, numa apresentação na sede da empresa, em Almada, no distrito de Setúbal.

Com a ajuda dos cidadãos, a informação registada sobre a morte de um animal, em qualquer estrada do país, vai ser incluída numa base de dados já existente, uma vez que a IP dinamiza o projeto Life Lines desde 2014, com várias iniciativas de preservação da natureza.

A ferramenta digital foi desenvolvida em parceria com a Universidade de Évora e, segundo o coordenador do projeto na instituição, António Mira, além de mitigar efeitos negativos, pretende-se “sensibilizar as pessoas e envolvê-las”.

De acordo com o responsável, entre 2005 e 2019, morreram 81.972 animais nas estradas portuguesas, com maior incidência em anfíbios, aves e mamíferos.

“As mortes acontecem mais no outono e afetam sobretudo animais de pequena dimensão, como os anfíbios. Há uma mortalidade em massa, mas passam despercebidos por serem pequenos. As pessoas questionam porque andamos a gastar dinheiro a salvar rãs e sapos, mas estes animais são importantes, por exemplo, para evitar pragas”, frisou.

Ainda assim, como sublinhou Graça Garcia, “não é só a segurança dos animais que está em causa, mas também das pessoas, para evitar acidentes”.

O Life Lines tem vindo a ser testado no Alentejo Central e dinamizou várias medidas para “minimizar o efeito barreira que as estradas criam aos habitats” de corujas, anfíbios ou mamíferos, que podem posteriormente ser replicados onde for necessário, segundo a bióloga.

No caso das aves, foram colocadas barreiras de rede e vegetação arbustiva para que voem mais alto, assim como refletores que expandem a luz dos faróis na direção das áreas exteriores à via.

Já para os animais terrestres, foram implementadas passagens hidráulicas e vedações que os encaminham para as mesmas, além de um sinal de trânsito “inovador” em Portugal, que alerta os condutores de que estão num troço com grande risco de atropelamento de anfíbios.

A aplicação já está disponível para ‘download’ no Google Play, é gratuita e permite registar a mortalidade de um animal em qualquer estrada do país, a espécie, o sexo, a idade, as coordenadas GPS e fotografias, no entanto, se o condutor não souber nenhuma destas informações, existe a opção “não sei”.

Além da IP e da Universidade de Évora, também cooperaram neste projeto os municípios de Évora e Montemor-o-Novo e a ONG Marca — Associação de desenvolvimento Local.

Túnel do Marão vai dispor de sala de emergência

Infraestruturas de Portugal (IP) informou hoje que a sala de emergência do Túnel do Marão fica instalada no edifício do centro de controlo localizado junto à saída da galeria norte, sentido Vila Real/Amarante.

A IP não especificou, no entanto, a forma como esta estrutura vai funcionar.

Os secretários de Estado das Infraestruturas, Guilherme d’Oliveira Martins, e da Proteção Civil, Artur Neves, vão estar juntos na quinta-feira no Túnel do Marão, o maior da Península Ibérica, que possui 5.665 metros e está incluído no Autoestrada 4 (A4).

O evento inclui a assinatura de um protocolo de colaboração entre a IP, a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) e a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Salvação Pública e Cruz Branca de Vila Real.

À agência Lusa, o presidente da Câmara de Vila Real, Rui Santos, disse que uma “equipa de três bombeiros estará em permanência no Túnel do Marão, preparada para uma intervenção imediata em caso de acidente ou incêndio”.

O autarca adiantou ainda que estarão afetos à infraestrutura “16 a 18 bombeiros”, que atuarão em turnos.

A 11 de abril o Ministério das Infraestruturas anunciou a apresentação, nesta quinta-feira, dos novos planos para o túnel e a data para a realização de um simulacro de incêndio dentro da infraestrutura.

A elaboração do Plano de Prevenção e a revisão dos planos de Emergência Interna e Prévio de Intervenção foram determinados por um despacho conjunto dos secretários de estado da Proteção Civil e das Infraestruturas, tendo sido entregues ao Governo, em março, pela IP e pela ANPC.

O despacho conjunto foi publicado a 8 de fevereiro e surgiu na sequência do inquérito ordenado ao incêndio num autocarro que ocorreu em junho de 2017, dentro do túnel do Marão, que não provocou feridos, levou ao encerramento da infraestrutura e originou muitas críticas relacionadas com a segurança.

Na sequência do incêndio no autocarro em junho de 2017, o secretário de Estado da Proteção Civil ordenou à ANPC a realização de um inquérito para avaliação da resposta operacional à ocorrência.

Entretanto já se se registaram mais dois incêndios em viaturas dentro da infraestrutura. Em todos os casos não se registaram vítimas, contudo, o túnel ficou fechado ao trânsito por diferentes períodos de tempo.

O relatório ao primeiro incidente apontou lacunas na resposta ao incêndio. O documento revelou um hiato temporal de 36 minutos entre o alerta inicial e o início do combate e aconselhou uma revisão dos procedimentos para agilizar a chegada dos meios.

O relatório ao incidente fez ainda referência ao centro de controlo de trânsito, localizado junto à saída de Amarante, considerando que deveria ser reaberto para fazer uma ligação operacional, a articulação, assistência, intervenção e apoio com os agentes de proteção e socorro.

Este centro foi desativado e transferido para as instalações da IP, em Almada

Na quinta-feira, o secretário de Estado da Proteção Civil vai ainda presidir à assinatura de um protocolo com vista à construção do Centro de Proteção Civil de Vila Real, junto ao aeródromo.

Este centro prevê um investimento de cerca de dois milhões de euros e concentrará os meios da proteção civil distrital, municipal e ainda o Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro (GIPS) da GNR.

LUSA

 

90% de adesão à greve na Infraestruturas de Portugal

Em declarações aos jornalistas em Lisboa, José Manuel Oliveira estimou que a greve no setor ferroviário seja superior a 90% e que no setor rodoviário se aproxime desse valor também.

O coordenador da Fectrans lamentou que esta greve tenha de se fazer face “à intransigência da administração da IP”, salientando que a proposta que lhes foi apresentada no sábado apontava para um aumento salarial inferior a dois euros mensais.

“Não faz sentido que haja um acordo aqui relativamente à IP diferente daquele que foi conseguido na CP, onde houve um aumento intercalar de salários até estar terminada a negociação do Acordo Coletivo de Trabalho”, disse.

Os trabalhadores da Infraestruturas de Portugal (IP) fazem hoje uma greve para reclamar aumentos salariais de cerca de 4%, prevendo-se “fortes perturbações e supressões” na circulação de comboios, estando salvaguardadas 25% das ligações em Lisboa e no Porto.

Os serviços mínimos definidos preveem 25% da circulação em Lisboa e no Porto, em horário normal e nos serviços Alfa, Intercidades e Internacionais, bem como no comboio da Ponte 25 de Abril (Fertagus).

Segundo a CP — Comboios de Portugal, num dia normal teriam circulado, entre as 00:00 e as 10:00, 463, comboios, mas hoje realizaram-se 137, ou seja, foram suprimidos 326.

Dos serviços mínimos decretados (25%), efetuaram-se até essa hora cinco comboios, referiu a mesma fonte.

Na Fertagus, que faz a ligação ferroviária na Ponte 25 de Abril, entre Lisboa e Almada, entre as 00:00 e as 09:39 circularam 16 dos 21 comboios habituais.

O próximo comboio na ponte só vai circular às 14:58.

Infraestruturas de Portugal diz que obra na Ponte 25 de Abril “não é urgente”

“Não é uma obra urgente nem emergente”, apesar de ser “prioritária” para a IP, declarou o responsável, que falava em conferência de imprensa na sede da empresa, em Almada.

António Laranjo admitiu que a IP já sabia da existência de fissuras na Ponte 25 de Abril – que liga as duas margens do rio Tejo entre Almada e Lisboa – há dois anos, mas rejeitou perigo, alegando que, nessa situação, “a ponte estaria fechada”.

De acordo com o responsável, o concurso público internacional de reabilitação da estrutura deve ser lançado no dia 22 de março e estimou que as obras arranquem no final deste ano, início do próximo.

A revista Visão noticiou hoje que o Governo recebeu no mês passado um relatório do Laboratório Nacional de Engenharia Civil que alerta para a necessidade de “medidas urgentes” de reparação da ponte, depois de “terem sido detetadas ‘fissuras’ numa zona estrutural da travessia”.

LUSA

Câmara de Oeiras estuda desnivelamento da Marginal em Santo Amaro

Em comunicado, o presidente da autarquia, Isaltino Morais, referiu que esta “vai ser a única ligação direta pedonal” do jardim à praia em toda a linha do Estoril, salientando estar já a ser realizado um estudo que prevê o desnivelamento da Marginal, por túnel ou viaduto.

“Já pedimos uma reunião com as Infraestruturas de Portugal [entidade que gere a Marginal] para autorizar o nosso projeto ou, se acharem mais apropriado, passarem a gestão da Marginal para o Município de Oeiras”, afirmou o autarca.

De acordo com o comunicado, o estudo está a ser elaborado sob duas formas: desnivelamento inferior da Marginal, com circulação automóvel a passar a ser feita por túnel ou através de passagem superior, em viaduto.

LUSA

Automóvel incendiou-se no Túnel do Marão

Fonte da Infraestruturas de Portugal (IP) referiu que o alerta para o fumo na viatura foi dado às 12:26, tendo sido logo acionado o plano de emergência e contactados os meios, bombeiros e GNR, que se deslocaram imediatamente para o local.

O Túnel do Marão foi fechado nos dois sentidos. O acidente ocorreu na galeria sul, que liga Amarante a Vila Real, e a galeria norte foi fechada para servir de saída de emergência e de evacuação.

Os quatro ocupantes da viatura ligeira saíram ilesos pelo próprio pé.

A fonte referiu que, cerca de uma horas depois de ter sido dado o alerta de incêndio, foi reaberta a circulação entre Vila Real e Amarante.

Do outro lado procede-se à limpeza da via, remoção da viatura e irá ser feita uma verificação dos danos provocados na infraestrutura.

Para o local foram mobilizados 36 operacionais e 11 viaturas.

A 11 de junho, um incêndio num autocarro com 20 passageiros obrigou ao encerramento do túnel, cuja reabertura total se verificou a 18 de junho.

O túnel que liga Amarante, no distrito do Porto, a Vila Real, abriu em maio do ano passado e tem duas galerias gémeas, cada uma com duas faixas de rodagem e com um comprimento de 5.665 metros.

LUSA

Trânsito condicionado no túnel do Marão devido a incêndio com autocarro

Em comunicado, a IP informou que o trânsito do Túnel do Marão, sentido Vila Real-Porto, foi restabelecido às 06:30 de hoje.

“O tráfego no sentido Amarante-Vila Real, será reposto após se determinar com exatidão a extensão dos danos, o que será feito ao longo do dia de hoje com as equipas da IP e das empresas construtoras e instaladoras”, indica a IP.

De acordo com a empresa, a “reabertura está dependente da disponibilidade de reposição dos equipamentos afetados, prevendo-se que possa ocorrer dentro de alguns dias”.

Anteriormente, uma fonte da Infraestruturas de Portugal (IP), que gere a rede rodoviária nacional, tinha adiantado à agência Lusa que o trânsito tinha sido reaberto no sentido Amarante-Vila Real, mas entretanto a empresa esclareceu que a reabertura foi no sentido contrário.

A circulação automóvel foi cortada no domingo às 20:35 em ambos os sentidos, e desviada para o IP4, devido a um incêndio com um autocarro com 20 passageiros, que ardeu dentro do túnel sem causar vítimas.

Fonte do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro disse à Lusa que “quatro jovens pediram assistência por inalação de fumo”, mas foram situações “muito ligeiras”.

A Rodonorte, empresa proprietária do autocarro, anunciou no domingo que vai abrir um inquérito para apurar as causas do incêndio, ocorrido no sentido Amarante-Vila Real.

O Túnel do Marão, que liga Amarante, no distrito do Porto, a Vila Real, abriu em maio do ano passado e tem duas galerias gémeas, cada uma com duas faixas de rodagem e com um comprimento de 5.665 metros.

O incêndio com o autocarro de passageiros foi o primeiro acidente do género, em dimensão, ocorrido num túnel em Portugal.

Quem tem rampas de acesso a estradas nacionais vai pagar taxa

Uma portaria de outubro de 2015 fixa as taxas a pagar à Infraestruturas de Portugal para quem tiver rampas de acesso a estradas nacionais. Diz o JN que se um proprietário, seja ele particular ou empresa, quiser fazer uma reabilitação tem de pagar 500 euros para informar o processo, 200 para a emissão de parecer, 250 para uma vistoria extraordinária e 300 para revalidação ou autorização. A tudo isto acresce uma taxa anual pela utilização ou ocupação do solo que pode ir até quatro euros por metro quadrado.

A Associação Nacional de Municípios Portugueses já se manifestou contra esta lei, bem como os autarcas da Área Metropolitana do Porto.

Hermínio Loureiro, presidente do Conselho Metropolitano do Porto, disse que a cobrança destas taxas, fixadas numa portaria dos ministérios das Finanças e da Economia publicada a 14 de outubro de 2015, “foi aliviada” depois de o anterior governo ter sido chamado a atenção, mas esse “alívio foi suspenso e a pressão continua a existir”. “Estamos a falar de taxas e taxinhas que vão desde a realização daquela procissão daquela festividade religiosa que todos gostam de ver, mas que se utilizar ou cruzar uma estrada nacional tem uma taxa adicional com alguma violência e de alguma dimensão, [mas que são] válidas para as empresas também, quando querem, por exemplo, reparar o muro das suas empresas”, frisou o autarca.

Em resposta, a IP esclareceu que, em relação ao Estatuto das Estradas da Rede Rodoviária Nacional, se limita a cumprir o disposto na legislação, em vigor desde o ano passado. Fonte oficial da empresa explicou à Lusa que as normas aplicadas pela empresa pública decorrem do estatuto que entrou em vigor em julho do ano passado e da tabela com as respetivas taxas, só publicada em outubro, data a partir do qual a companhia passou a notificar os proprietários de imóveis abrangidos pelo regulamento em causa.

IP corrige custo do Túnel do Marão. Derrapagem nas contas das PPP foi menor em 2015

A Infraestruturas de Portugal (IP) veio esclarecer esta quarta-feira que afinal o custo do investimento no Túnel do Marão foi mais baixo do que o reportado pela unidade que controla as contas das parcerias público privadas (PPP). O relatório divulgado esta terça-feira sobre os encargos do Estado com as PPP no ano passado apontava uma derrapagem de 16% face aos custos previstos para 2015, o que representava mais 215,4 milhões de euros.

Segundo o relatório da Unidade Técnica de Acompanhamento de Projeto (UTAP), uma parte deste desvio era explicada pelo custo de investimento no Túnel do Marão, uma obra assumida pela IP, que ascendeu a 131,9 milhões de euros no ano passado. Ora a empresa gestora das estradas veio esta quarta-feira esclarecer que afinal o custo para o Estado daqueleempreendimento foi de 56,2 milhões de euros. Isto porque a empresa não reportou, por lapso, o financiamento obtido através de fundos comunitários.

“Efetivamente o total do investimento pago em 2015 para a execução do empreendimento do Túnel do Marão, inaugurado a 7 de maio passado, ascendeu a 131,9 milhões de euros, mas a este montante há que abater o cofinanciamento de 75,7 milhões de euros já recebido no ano passado, atribuídos a este projeto no âmbito dos Fundos de Coesão da União Europeia”.

Esta explicação, adianta a empresa, não consta na informação disponibilizada à Unidade Técnica de Acompanhamento de Projetos (UTAP), que ontem apresentou o seu relatório anual sobre PPP.

Sendo assim, o desvio nas contas das PPP do ano passado será inferior, da ordem dos 140 milhões de euros, uma parte da qual é explicado pela não concretização da receita com adjudicação da concessão da A23, projetada para 2015. A UTAP alerta ainda para o atraso na materialização de poupanças previstas com a renegociação dos contratos de subconcessões que ainda aguardam a luz verde final do Tribunal de Contas.

Infraestruturas de Portugal fecha 2015 com lucro de 12,5 milhões

Em conferência de imprensa para apresentação dos primeiros resultados anuais da IP, após a fusão a 01 de junho, o presidente da IP, António Ramalho, realçou a melhoria dos resultados em 85 milhões de euros face ao período homólogo, resultado sobretudo do aumento dos rendimentos da Contribuição do Setor Rodoviário (CSR).

Já as receitas de portagem caíram 1% em 2015, devido à transferência das receitas da concessão Beira Interior para a concessionária.

Sem o efeito desta operação, as receitas de portagem teriam crescido 9% em 2015, adiantou o gestor.

 

EMPRESAS