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França reconhece estado de desastre natural devido a inundações

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medida, publicada hoje no Jornal Oficial francês, permite aos afetados serem recompensados rapidamente pelas seguradoras, sob o regime de “desastres naturais”, prometido na segunda-feira pelo primeiro-ministro Edouard Philippe.

De acordo com o novo balanço das autoridades, seis pessoas morreram em Trèbes, três em Villegailhenc, duas em Villaliers, uma em Villardonnel, uma em Carcassonne e uma em Saint-Couat d’Aude.

As fortes chuvas que atingiram o sul da França na noite de domingo causaram uma subida de sete metros no rio Aude, que dá nome à região, algo que não ocorria desde 1891.

As chuvas causaram também danos elevados em Villardonnel, onde uma mulher perdeu a vida depois de ser arrastada pelas águas, existindo ainda relatos de pelo menos oito feridos graves devido à intempérie.

LUSA

Nigéria: Inundações matam cerca de 200 pessoas

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As fortes chuvas sazonais fizeram transbordar os rios Níger e Benue, inundando aldeias e bloqueando dezenas de milhares de pessoas em suas casas, enquanto outras fugiram das áreas inundadas.

O estado de calamidade foi declarado há dez dias em quatro estados: Kogi, Delta, Anambra e Níger.

Kogi e Níger situam-se no centro da Nigéria, enquanto os estados do Delta e Anambra são no sul.

O secretário-geral da Cruz Vermelha nigeriana, Abubakar Kende, expressou preocupação com o risco de cólera após as fortes inundações.

No nordeste, um surto de cólera já matou quase 100 pessoas nas últimas duas semanas, segundo a ONU (Organização das Nações Unidas).

A estação chuvosa é propícia para a propagação da epidemia, que ressurge todos os anos quase sempre no mesmo período, em campos de deslocados internos ou em locais onde as condições sanitárias estão muito deterioradas.

A cólera é uma infeção diarreica aguda causada pela ingestão de água ou alimentos contaminados. O seu tratamento é fácil, nomeadamente pela reidratação, mas se não for tratada pode matar em poucas horas.

LUSA

Pelo menos 12 mortos e 148 mil deslocados após inundações em Myanmar

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área mais afetada pelas chuvas que têm assolado o país desde meados de julho é a região de Bago (centro), onde 94 mil pessoas estão alojadas em 157 centros.

No estado de Kachin, no norte, existem mais de 25 mil afetados, enquanto a sul estão identificados 15.884 deslocados no estado de Mon e 5.895 na região de Tanintharyi.

LUSA

 

Água da barragem que colapsou no Laos inunda Camboja

“Dezassete aldeias ficaram submersas devido às inundações causadas pelo desmoronamento da barragem no Laos”, afirmou Men Kong, porta-voz da província de Stung Streng, à agência noticiosa France-Presse (AFP).

O responsável disse à AFP que 5.600 aldeões foram retirados das suas casas, sem indicar se as inundações provocaram mortos ou desaparecidos.

As autoridades do Camboja esperam um aumento nos níveis de água e a necessidade de proceder a novas evacuações.

O chefe do Governo laosiano, Thongloun Sisoulith, divulgou na quarta-feira à noite um primeiro balanço do desastre no país, dando conta de 131 desaparecidos, mas sem mencionar dados sobre mortos e feridos, mesmo depois do cônsul tailandês no Laos ter afirmado que foram recuperados 26 corpos.

A China, o Vietname e a Tailândia já mobilizaram equipas de socorro para o Laos, onde as monções estão a complicar os trabalhos das equipas de resgate.

Mais de 50 projetos hidroelétricos estão em curso naquele pequeno país rural e montanhoso no coração da Indochina. O Laos exporta a maior parte dessa eletricidade para a China, Vietname e Tailândia.

LUSA

Chuva intensa provocou 21 inundações no distrito de Beja

Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Beja indicou à agência Lusa que a Escola E/B, 2/3 José Gomes Ferreira, em Ferreira do Alentejo, sofreu danos em salas, corredores e no quadro elétrico, devido à inundação, e vai encerrar na quarta-feira, “por precaução e segurança”.

Segundo a mesma fonte, os concelhos de Beja e de Ferreira do Alentejo foram os mais afetados com as inundações registadas até cerca das 23:00, em habitações, vias públicas e estradas.

Na zona de Beja foram registadas nove inundações, em Ferreira do Alentejo sete, tendo as restantes ocorrido nos concelhos de Serpa, Moura, Barrancos e Odemira.

Vietname: 89 mortos devido ao tufão Damrey

O anterior balanço da intempérie, considerada como a pior das últimas décadas naquele país, dava conta de 61 mortos.

Com registo de graves inundações e de danos pessoais e materiais consideráveis, o tufão Damrey atingiu o Vietname a poucos dias do país receber a cimeira do Fórum de Cooperação Económica da Ásia-Pacífico (APEC) que vai reunir, a partir de quarta-feira, vários líderes internacionais.

Apesar do cenário de devastação, a cidade central de Danang, anfitriã do fórum, sofreu danos menores.

Já a antiga cidade de Hoi Na (património mundial), a uma distância de 30 minutos de carro de Danang, ficou submersa.

Neste momento, as autoridades vietnamitas não sabem se a deslocação a Hoi Na pelos cônjuges dos líderes da APEC, prevista para sábado, será possível.

Um representante do comité nacional de operações de busca e salvamento informou que vários recursos, nomeadamente militares, elementos das forças policiais e civis, foram mobilizados para o terreno para procurar as pessoas desaparecidas.

O mesmo representante, que falou sob anonimato, indicou ainda que a intempérie provocou pelo menos 174 feridos.

Os serviços meteorológicos vietnamitas divulgaram entretanto que o nível da água da maioria dos rios da região afetada pelo tufão Damrey está a baixar gradualmente.

Apesar deste desagravamento, os constrangimentos de circulação ainda permanecem em algumas vias rodoviárias da região.

Grande Porto com inundações devido a chuva forte

No Porto, os Sapadores registaram “mais de 20” pedidos de ajuda, a maioria das quais relacionadas com pequenas inundações em habitações, canos entupidos e lençóis de água na via pública.

Contudo, segundo disse à Lusa fonte dos Sapadores Bombeiros do Porto “não se registou qualquer situação grave”.

Também em Vila Nova de Gaia, os Bombeiros receberam muitos pedidos de socorro, principalmente entre as 00:30 e as 01:45, quando choveu mais intensamente.

“Neste período recebemos mais de 12 chamadas, muitas relacionadas com inundações em casa, a maioria delas porque as pessoas se esquecem de limpar os canos das varandas e pátios”, disse, apontando o caso de uma idosa, que vive sozinha, e que “foi necessário auxiliar porque estava a entrar água pelo telhado”.

Registaram também vários pedidos relacionados com inundações na via pública.

Também no concelho de Gondomar se registaram inundações de estruturas e superfícies devido à precipitação intensa.

Vietname: Sobe para 54 número de mortos em inundações e deslizamentos de terras

Segundo a Autoridade de Gestão de Desastres do Vietname, existem ainda pelo menos 31 feridos e 39 desaparecidos.

Mais de 30 mil casas ficaram submersas na sequência da intempérie que fez ainda estragos em colheitas.

Nguyen Thi Lien, da Autoridade de Gestão de Desastres de Yen Bai, indicou que 580 soldados e polícias e mais de 2.000 residentes foram mobilizados para as operações de busca por 16 pessoas que foram dadas como desaparecidas naquela província do norte do Vietname, onde as cheias fizeram seis mortes.

O Vietname foi atingido por uma depressão tropical na terça-feira, e uma outra tempestade, a Khanun, move-se atualmente no Mar do Sul da China em direção ao país, de acordo com as previsões dos serviços de meteorologia vietnamita.

O Vietname é atingido a cada ano por uma dezena de tempestades e tufões.

Pelo menos 56 mortos em inundações no sudeste asiático

Equipas de socorro vietnamitas estão a tentar localizar 15 desaparecidos, tendo advertido as populações para o risco de deslizamento de terras no país, onde os prejuízos do desastre natural foram estimados pelas autoridades em 940 milhões de dong (35 milhões de euros).

Na Tailândia, dez províncias continuam afetadas pela subida das águas ocorrida na sequência de um forte temporal que atingiu a zona durante o mês passado.

As autoridades tailandesas disseram que 1,8 milhões de pessoas foram afetadas em 44 províncias, mas não facultaram estimativas dos prejuízos causados pelas inundações.

No Laos, duas pessoas morreram no sábado, também devido à subida repentina dos rios, na sequência do forte temporal que se abateu sobre a região do norte do país no fim de semana.

Coreia do Sul rejeita ajudar Coreia do Norte após graves inundações

Mesmo se a Coreia do Norte nos pedir ajuda, acreditamos não haver grandes possibilidades de disponibilizar assistência, considerando a situação atual”, disse à agência espanhola Efe uma representante do Ministério da Unificação de Seul.

Até ao momento, o regime de Kim Jong-un não pediu ajuda ao país vizinho para enfrentar os danos do tufão Lionrock, que causou 133 mortos e 395 feridos, além de 100 mil deslocados, segundos dados de Pyongyang publicados na semana passada pela Cruz Vermelha.

O Ministério da Unificação sul-coreano criticou hoje o facto de “apesar de ter sofridos graves danos devido às inundações”, a Coreia do Norte ter realizado “pouco depois um teste nuclear”, em referência ao quinto ensaio atómico efetuado a 09 de setembro.

Assim, o Governo da Coreia do Sul instou o Norte a “centrar-se nos esforços de reabilitação e bem-estar do seu povo, ao invés de gastar dinheiro no seu programa nuclear”.

O desastre natural ocorrido nos finais de agosto, no nordeste do país, também danificou cerca de 35 mil casas, 24 mil das quais ficaram totalmente destruídas — 140 mil pessoas ainda precisam de ajuda urgente.

Diversas organizações internacionais, incluindo a Cruz Vermelha e agências humanitárias da ONU, trabalham na restauração de áreas afetadas pelas inundações.

Entre as organizações que prestam ajuda à Coreia do Norte não há nenhuma sul-coreana, já que Seul impõe restrições a trocas bilaterais devido às relações tensas, derivadas dos testes de mísseis e nucleares de Pyongyang.

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