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Novo iPhone vai ter duas câmaras e um novo botão

Como já vem sendo habitual, ainda não há data de lançamento para o próximo modelo de iPhone mas já se conhecem algumas das características que deverá assumir. Os rumores sobre os novos lançamentos da Apple são cada vez mais certeiros.

Já se sabia que o design do iPhone 7 não vai diferir muito dos antecessores 6S e 6S Plus e que ia perder a entrada para auriculares ou auscultadores (decisão que já tem causado alguma polémica). Agora, a Bloomberg avança que o novo modelo vai ter duas câmaras que permitem captar imagens com melhor qualidade e um novo botão home – que na verdade, poderá não ser um botão propriamente dito, mas uma zona no ecrã que responde ao toque de uma forma particular.

A combinação das duas câmaras permite fundir as imagens captadas simultaneamente. As câmaras têm sensores diferentes e, por isso, captam cores diferentes. O resultado é uma imagem com mais detalhe e resolução, em especial em ambientes com pouca luz. Vai ser possível também manter a qualidade mesmo quando se faz zoom.

Contudo, os últimos rumores indicam que o iPhone 7 terá três versões: 7, 7 Plus e 7 Pro, sendo esta última a que deverá receber o novo sistema de câmara dupla. Os outros modelos, deverão manter a câmara única.

Em 1985, um iPhone custaria 32 milhões de dólares

Vamos começar por traduzir o valor para euros: 28, 7 milhões. Era isto que teria de pagar se, há 30 anos, quisesse ter um iPhone, smartphone ou até mesmo o cada vez mais caído em desuso Blackberry.

A Apple vendeu o iPhone número 1.000.000.000

É mais um marco para a Apple. A empresa atingiu mil milhões de vendas de iPhones, anunciou o presidente executivo, Tim Cook. As ações da empresa fecharam esta quarta-feira a 6,6%, numa altura em que já tinham sido ultrapassadas as expectativas de ganhos para o primeiro quadrimestre fiscal.

O primeiro modelo do telefone foi lançado em 2007 e revolucionou a indústria. Desde então já foram lançados oito modelos diferentes. Todos os iPhones correm no sistema operativo da Apple, o iOS, que é o segundo sistema operativo mais utilizado em smartphones. A partir do terceiro quadrimestre de 2015, a Apple tornou-se a segunda maior fabricante de telemóveis no mundo.

As vendas de iPhones têm vindo a aumentar. Em 2015, o smartphone da empresa gerou mais de 31 mil milhões de dólares (cerca de 27 mil milhões de euros) em lucros.

O telemóvel da empresa tem contribuído para o crescimento da marca, que tem uma legião de seguidores fiéis. As inovações tecnológicas e umdesign atrativo e minimalista são parte do segredo da Apple. A empresa viu os lucros subirem de 8 mil milhões de dólares em 2004 para 180 mil milhões de dólares em 2014.

O novo modelo, o iPhone 7, ainda não tem data de lançamento, mas já se conhecem algumas das suas características. O smartphone tem umdesign semelhante ao modelo anterior, mas não vai ter entrada para auscultadores, o que tem gerado alguma controvérsia.

Insólito. Tim Cook vê um iPhone em pintura de 1670

E esta, hein? Tim Cook, diretor executivo da Apple, acredita ter descoberto um iPhone num quadro datado de 1670. O insólito aconteceu em Amesterdão por ocasião da feira de empreendedorismo Startup Fest e durante uma visita ao Rijksmuseum, acompanhado pela ex-comissária europeia Neelie Kroes.

Pormenor do objeto misterioso (HOOCH/Rijksmuseum)

De acordo com o jornal espanhol ABC, terá sido Kroes a reparar primeiro no detalhe numa das obras do pintor holandês Pieter de Hooch. Na tela é possível ver um jovem a agarrar num objeto bastante semelhante a um iPhone branco. Ora, o telemóvel só foi inventado em 2007, ao que Cook terá afirmado: “Sempre pensei que sabia quando é que [o iPhone] tinha sido inventado. Agora não tenho tanta certeza.”

Porém, a obra em questão tem como título Man Handing a Letter to a Woman in the Entrance Hall of a House — “Homem entrega uma carta a uma mulher na entrada de uma casa”, em português. Parece claro: o objeto misterioso é um simples pedaço de papel, pelo que Tim Cook acabou por admitir que tudo não passou de uma divertida coincidência.

“Apple não está a lutar por privacidade; está a lutar por lucro”

Num artigo de opinião na revista Time, Tom Cotton, senador norte-americano pelo estado do Arkansas acredita que a marca Apple não substitui a segurança dos Estados Unidos.

O senador Cotton é da opinião que Tim Cook “está errado” na sua explicação de que desbloquear o iPhone de San Bernardino colocar em causa os “dados de segurança de centenas de milhões” de pessoas porque, diz, “o que está verdadeiramente em jogo é o futuro da nossa [Estados Unidos] habilidade em manter os norte-americanos seguros”.

“Apesar dos protestos de Cook, a Apple não tem base legal para recusar a ordem do tribunal para desbloquear o iPhone do terrorista”, afirma Tom Cotton, acrescentando que “o FBI está a pedir à Apple para desligar um mecanismo de ‘auto-destruição’ do iPhone que apaga toda a memória se a password for colocada incorretamente muitas vezes”.

O senador relembra, depois, que a Apple já ajudou as autoridades em casos semelhantes no passado, com a diferença que o sistema operativo era mais antigo. “Em 70 casos anteriores, a Apple ajudou o FBI a desbloquear o iPhone conforme um mandato válido”.

Tom Cotton questiona, depois, o que mudou então. Na sua opinião, mudou a “estratégia de marketing da Apple”. “A Apple construiu o seu último sistema operativo móvel para ser mais resistente a tais desbloqueios. E no final do último ano, a Apple quebrou a sua prática passada tendo recusado diferentes ordem do tribunal para desbloquear iPhones com sistemas operativos antigos – os mesmos sistemas que ajudou a desbloquear no passado”.

“A Apple argumentou em tribunal que consentir com essa ordem iria ‘destruir a marca Apple’ (…). Em suma, a Apple diz que não pode cooperar mais com as investigações porque agora é o seu modelo de negócio”, acusa Cotton, afirmando que a “Apple não está a lutar por privacidade” mas sim “por lucro”.

Microsoft foi rainha das aquisições tecnológicas no ano passado

Nem Facebook, nem Alphabet, nem Apple, nem Yahoo: o setor tecnológico tem uma nova rainha das aquisições. A Microsoft assumiu a liderança do ranking de compras de empresas, assumindo um lugar de destaque que estava reservado a outros gigantes do setor nos últimos anos.

Segundo a consultora CB Insights, a empresa fundada por Bill Gates registou uma ‘explosão’ de compras com 18 aquisições entre janeiro e dezembro do ano passado, mais do que as 16 da segunda classificada da lista, a Alphabet. A Apple surgiu em terceiro lugar com 11 negócios concluídos, enquanto a Yahoo deu sinais da fraqueza recente e acertou apenas uma aquisição, depois das 48 compras de empresas em 2013 e 2014.

Entre as compras da Microsoft em 2015 destacam-se as decisões tomadas pela presidente executiva Satya Nadella de pagar quase 2.300 milhões de euros pela empresa criado do videojogo Minecraft, a Mojang e a aquisição da Acompli, aplicação de e-mail que acabou por tornar-se no novo Outlook para Android e iPhone.

O maior negócio do ano, no entanto, foi feito pela Alphabet, que pagou 20.000 milhões de euros pela aplicação de mensagens gratuitas WhatsApp.

Vendas do iPhone desceram pela primeira vez

As vendas do iPhone, da Apple, desceram mesmo pela primeira vez no último trimestre de 2015, confirmando as previsões de que a tecnológica de Cupertino iria ver as suas vendas a descer.

Diz o Wall Street Journal, citando números da Gartner, que a Apple perdeu quota de mercado principalmente para fabricantes de países em desenvolvimento.

Nos últimos três meses de 2015, a quota de mercado da Apple desceu 4,4%, para 17,7%. No último trimestre de 2014, a quota da Apple no mercado de smartphones era de 20,4%.

A nível geral, foi a Huawei a grande vencedora do trimestre, tendo passado de uma quota de 5,7 em 2014, para 8% em 2015. A Samsung teve uma ligeira subida no mesmo período (de 19,9% para 20,7%), com a Lenovo/Motorola e a Xiaomi a descerem de 6,6% para 5% e 5,1% para 4,5%, respetivamente.

Apple não vai obedecer a ordem para desbloquear iPhone de terrorista

No massacre, que ocorreu no passado mês de dezembro, morreram 14 pessoas. O Estado Islâmico reivindicou o ataque, garantindo que Syed Rizwan Farook, de 28 anos e nacionalidade norte-americana, e a sua mulher, Tashfeen Malik, de 29 anos e nascida no Paquistão, os autores do tiroteio, eram seguidores do grupo terrorista.

Cook escreveu um extenso comunicado para explicar que a ordem da magistrada Sheri Pym ameaça a segurança e a privacidade dos clientes da Apple e tem “implicações que vão para além do caso legal em questão”.

Na terça-feira, a magistrada do tribunal de Los Angeles declarou que a Apple deveria fornecer “assistência técnica” aos investigadores que estão a tentar aceder aos dados guardados no iPhone 5C de Syed Farook. Numa carta aos clientes da Apple, Tim Cook escreve que o FBI pedira à empresa para construir uma “porta das traseiras para entrar no Iphone”.

“O governo está a pedir à Apple para piratear os nossos próprios utilizadores e minar décadas de avanços de segurança para proteger os nossos clientes – incluindo dezenas de milhares de cidadãos americanos – de ‘hackers’ sofisticados e cibercriminosos”, afirma Cook. “Não encontramos precedente de uma empresa americana ser forçada a expor os seus clientes a um risco maior de ataque”, critica.

Na declaração, colocada no site da Apple, Cook refere que a companhia ficou “chocada” com o ato mortífero de terrorismo em San Bernardino e garante que quer justiça para todos os que foram afetados, detalhando que nos dias que se seguiram ao ataque colaborou com as autoridades, tendo fornecido toda a informação na sua posse. Os engenheiros da Apple disponibilizaram-se a auxiliar o FBI e ofereceram as suas “melhores ideias” para uma série de opções de investigação. “Pedem-nos para fazer algo que não temos, e que consideramos demasiado perigoso criar”, sublinha o presidente executivo da Apple, referindo-se à “porta das traseiras” para aceder ao iPhone.

“Especificamente, o FBI quer que construamos uma nova versão do sistema operativo do iPhone, contornando importantes ferramentas de segurança, e que o instalemos num iPhone recuperado durante a investigação. Nas mãos erradas, este software – que hoje não existe – teria o potencial para desbloquear qualquer iPhone”. Cook acrescenta ainda que, apesar de as autoridades garantirem que este software serviria apenas para este caso, não existe garantia de controlo. “Uma vez criada, a técnica poderia ser usada vezes sem conta, num sem número de dispositivos. No mundo físico, seria equivalente a uma chave mestra, capaz de abrir centenas de milhões de fechaduras – de restaurantes a bancos, lojas e casas”.

O CEO da Apple conclui a declaração admitindo que irá desafiar a exigência do FBI com o maior respeito pela democracia americana e amor pelo país. “Ainda que acreditemos que são boas as intenções do FBI, seria errado para o governo forçar-nos a construir uma porta das traseiras para os nossos produtos. E, no limite, receamos que esta exigência minasse as liberdades que o nosso governo tem o objetivo de proteger”.

Apple pode lançar iPhone com duas câmaras traseiras

No sistema com duas câmaras, uma teria uma lente larga e a outra teria uma distância focal mais profunda, permitindo que o utilizador alternasse as duas lentes sem perder a resolução. Além disso, a Apple poderia incluir outros recursos a esse sistema, como mapeamento 3D, tirar fotos e gravar ao mesmo tempo e disparos em velocidades diferentes.

Ainda não é possível afirmar o quão seriamente a Apple está a lidar com esta patente, mas alguns relatos de um iPhone com câmara dupla já haviam sido registados. A patente reviveu boatos para o iPhone 7; resta agora esperar para descobrir o que a Apple vai criar.

Próximo iPhone pode ter 256GB de armazenamento

Um novo relatório indica que o iPhone 7 Plus vai ter a maior bateria alguma vez colocada num dispositivo da Apple, assim como 256GB de armazenamento interno, indica o Business Insider.
O rumor foi avançado pelo site chinês MyDrivers que cita fontes da cadeia de fornecimento da Apple: o iPhone 7 e o iPhone 7 Plus terão ecrãs de 4.7 e 5.5 polegadas, respetivamente, como os modelos existentes, mas com melhoramentos.
Um desses melhoramentos pode ser a opção de armazenamento com 256GB, o dobro do que atual se consegue num iPhone. Não é certo se a Apple vai disponibilizar o armazenamento como adicional, ou se vai acabar de vez com o modelo de 16GB.

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