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“NA ISS TENTAMOS ESTAR SEMPRE um passo mais à frente”

Sobejamente conhecida e reconhecida, a ISS assume-se atualmente como um líder incontestável na prestação de soluções para instalações, oferecendo serviços de excelência e qualidade. Neste sentido, como é que adaptam os vossos serviços às necessidades dos clientes?

As empresas como a ISS não fornecem apenas serviços, pois devemos ser parceiros dos nossos clientes e entender quais são os seus objetivos. Isto parece ser algo básico, mas por vezes focamo-nos apenas nos requisitos básicos, sendo que estas não são as necessidades reais dos nossos clientes. Assim sendo, é fundamental questionar o cliente e entender qual o seu propósito, sendo que a partir deste ponto partimos para a elaboração de um plano específico e à medida.

No domínio da vossa dinâmica, qual a importância da inovação e de que forma é que isso mesmo se reflete no vosso sucesso e satisfação dos clientes?

Na ISS tentamos estar sempre um passo mais à frente e estimular a informação no interior da própria empresa. Posso afirmar que a ISS detém metodologia adequada e os programas específicos para alcançar a melhoria continua, promover prémios e reconhecer o desempenho dos nossos trabalhadores, para que estes partilhem as suas ideias e projetos. Para além de todas as iniciativas internas, na ISS realizamos igualmente workshops com os nossos clientes.

As ferramentas digitais são hoje essenciais para obter ganhos de eficiência nas organizações? Como o perpetuam?

As ferramentas digitais são fundamentais e já não é possível imaginar o nosso dia-a-dia sem a digitalização, pois teve um grande impacto no funcionamento interno da empresa. Na ISS estamos continuamente a analisar todas as áreas, quer sejam funcionais ou operativas, para que as nossas tecnologias se tornem mais sustentáveis, mais eficientes e consequentemente mais competitivas.

Passo a um exemplo prático: no departamento de manutenção, optamos por colocar sensores que avaliam constantemente qual o estado de cada peça ou máquina, permitindo evitar uma avaria. Posso adiantar também que estamos a instalar dispositivos que meçam a temperatura, iluminação e a frequência de uso dos espaços comuns. Estas melhoras continuas, permitem uma manutenção apropriada dos espaços de acordo com as necessidades de cada temporada, otimizando o trabalho da nossa equipa. Estas medidas, são sem dúvida, muito eficazes e poupam tempo.

Essa aposta na inovação que têm realizado perpetuam uma vertente somente direcionada para o cliente ou a mesma pode ser também um caso de eficiência no seio da organização em prol dos vossos recursos humanos?

Claro que sim, somos os primeiros a tentar ser mais eficientes. Em ISS Ibéria deparamo-nos por exemplo, com o facto de haver uma dispersão geográfica dos nossos colaboradores e a dificuldade que temos em certos momentos, como por exemplo, com a assinatura de documentos oficiais. Deste modo, desenvolvemos um projeto, em conjunto com Signaturit para garantir os aspetos legais e a segurança que implicam os processos de assinatura de contratos, sem que o funcionário tenha de ir até aos nossos escritórios. Com este projeto poupamos tempo, papel e trabalhamos com mais segurança, pois o registo é feito numa plataforma especialmente desenhada para tratar de assuntos legais.

Que outros recursos no domínio da tecnologia e da inovação digital é que fomentam no seio da empresa?

Seguindo o exemplo anterior, sobre o modo como a digitalização ajudou na gestão das pessoas, implementamos uma secção de emprego no nosso site, onde qualquer pessoa se pode inscrever. Esta novidade na ISS, veio melhorar as oportunidades de emprego, a visibilidade dos candidatos e tornar o processo de seleção mais transparente. Para além disso, ajudou também a organizar as atualizações dos nossos clientes com uma base de dados ativa e constantemente atualizada. Desenvolvemos também uma plataforma de formação online, Mylearning, bem como cursos complementares para incentivar ao desenvolvimento de outras competências e aprendizagens.

BE quer travar entrada em vigor de “cortes” na pensão especial de invalidez

Alegando que muitas pessoas com doenças “altamente incapacitantes”, como paramiloidose familiar, esclerose lateral amiotrófica ou Alzheimer, podem ficar impedidas de usufruir deste regime especial no futuro, os deputados do BE apresentaram uma apreciação parlamentar que visa manter o regime especial da proteção na invalidez. O debate está marcado para 5 de dezembro no Parlamento.

Com a iniciativa, que vai ser divulgada esta tarde em conferência de imprensa em Aveiro, os deputados pretendem impedir a entrada em vigor do que classificam como “critérios absurdos” para o acesso ao regime especial de proteção na invalidez previstos no Decreto-Lei nº 246/2015, de 20 de outubro”, lê-se no pedido de apreciação parlamentar.

Publicado “no último dia de vigência do anterior Governo”,  o decreto-lei agora contestado “extinguiu a lista de doenças crónicas e incuráveis que recebiam apoio especial, reduzindo-o aos pacientes que tenham prognóstico de dependência ou morte em três anos”, critica o BE.
A solução encontrada foi “estranha”, porque, “em vez de alargar a tabela de doenças,  optou-se por acabar com essa  mesma tabela”, uma alteração que pode acarretar “consequências gravíssimas” para “a vida de muitas dezenas de milhares de doente em Portugal que correm o risco de ficar sem qualquer tipo de apoio”, acrescenta.

São alterações têm merecido “a oposição generalizada” de várias associações de doentes e também do bastonário da Ordem dos Médicos, recordam ainda os deputados. No dia 5 de dezembro,  num congresso da TEM – Associação Doentes com Esclerose Múltipla, este assunto vai também ser debatido pelos representantes de 27 associações de pacientes, na Universidade do Minho.

Também crítica desta solução, a Associação de Aposentados, Pensionistas e Reformados (APRe´s) defende que o decreto-lei está “ferido de inconstitucionalidade orgânica ou de ilegalidade formal” porque o Governo não pode, através de um decreto-lei, revogar uma lei da Assembleia da República. A APRe já anunciou que vai pedir ao futuro Governo a revogação destas alterações.

Começando por esclarecer que não há qualquer alteração à pensão de invalidez no regime geral e à pensão social de invalidez, o Instituto da Segurança Social (ISS) contrapõe que este apoio, no seu regime especial, estava até à data limitado a um conjunto de doenças (oito) e que a revisão até pretendeu “abranger um maior número de pessoas”.

“Mais importante do que a doença diagnosticada” é a sua “consequência e impacto no contexto laboral”, enfatiza o ISS, que nota que a alteração vem “alargar o âmbito do regime especial de pensão de invalidez às situações de incapacidade resultantes de todas as doenças que pela sua gravidade e evolução geram rápidas situações de dependência e de incapacidade permanente para o trabalho”. Desta forma, a lei fica “mais justa, abrangente e equilibrada, sem qualquer perda de direitos”.

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