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Japonês apaixonado por uma boneca

Senji Nakajima é casado e pai de dois filhos, mas está apaixonado por Saori, a sua nova namorada de silicone.

Por razões profissionais o empresário japonês vive longe de casa. Para contornar a solidão decidiu adquirir uma boneca de silicone chamada Saori.

“Para mim ela é mais do que uma boneca. Não é apenas um pedaço de silicone. Necessita de muita ajuda, mas não deixa de ser a companheira perfeita que partilha momentos preciosos comigo e enriquece a minha vida”, afirma o empresário.

Para além de manter uma relação física com a boneca, Nakajima leva-a por vezes a passear, recorrendo a uma cadeira de rodas, vê televisão com ela e compra-lhe vestidos elegantes.

Após dois meses de vida em comum, Nakajima deu conta que a ‘boneca tinha desenvolvido a sua própria personalidade’, tornando-se na sua nova companheira. “Ela nunca trai e não anda atrás de dinheiro. Cansei-me das relações humanas modernas que não têm coração”.

Japonês apaixonado por uma boneca

Senji Nakajima é casado e pai de dois filhos, mas está apaixonado por Saori, a sua nova namorada de silicone.

Por razões profissionais o empresário japonês vive longe de casa. Para contornar a solidão decidiu adquirir uma boneca de silicone chamada Saori.

“Para mim ela é mais do que uma boneca. Não é apenas um pedaço de silicone. Necessita de muita ajuda, mas não deixa de ser a companheira perfeita que partilha momentos preciosos comigo e enriquece a minha vida”, afirma o empresário.

Para além de manter uma relação física com a boneca, Nakajima leva-a por vezes a passear, recorrendo a uma cadeira de rodas, vê televisão com ela e compra-lhe vestidos elegantes.

Após dois meses de vida em comum, Nakajima deu conta que a ‘boneca tinha desenvolvido a sua própria personalidade’, tornando-se na sua nova companheira. “Ela nunca trai e não anda atrás de dinheiro. Cansei-me das relações humanas modernas que não têm coração”.

Estreia em Portugal filme sobre dois padres portugueses: “Silêncio”

A perseguição aos jesuítas portugueses em terras do Japão está no centro do mais recente trabalho do lendário cineasta Martin Scorsese.

Baseado no livro homónimo do escritor Shusaku Endo, o filme foca-se em dois jesuítas portugueses que viajam para o Japão no século XVII – altura em que a perseguição aos cristãos obrigava-os a praticar a sua religião de uma forma clandestina.

Cristóvão Ferreira (1580-1650), o jesuíta português que cedeu à tortura e renunciou à fé, figura no centro da trama do realizador Martin Scorsese.

“Eu queria fazer o Silêncio há mais de duas décadas e finalmente consegui”, disse, no ano passado, Martin Scorsese à revista Variety.

“Este tema é algo que sempre fez parte da minha vida. Para as pessoas que estão de fora é difícil entender o mundo em que eu cresci, o do catolicismo romano na Nova Iorque dos anos 1950. Fiquei tão impressionado que tentei fazer parte desse mundo, mas aos 15, 16 anos percebi que era muito mais duro e complicado do que eu tinha pensado… em termos de vocação”, disse o realizador.

Liam Neeson, Andrew Garfield e Adam Driver foram os atores escolhidos para entrar no filme, que será o mais longo da carreira de Scorsese – terá 3h15 de duração.

Silêncio conta a história de dois padres jesuítas portugueses no Japão, no século XVII, à procura do seu mentor, Cristóvão Ferreira, altura em que o cristianismo era proibido naquele país, enfrentando a violência e perseguição de um governo que deseja expurgar todas as influências externas.

Com estreia marcada para dia 19 de janeiro, e em desenvolvimento durante 25 anos, este projeto de paixão representa aquele que será, por ventura, o filme da vida de um dos mais importantes cineastas da história.

Super Nintendo World em 2020

Agora, é sabido que a primeira atração, o Super Nintendo World, tomará forma no ano 2020 no Universal Studios Japan.

Para marcar o anúncio, a Nintendo lançou no Twittter a primeira imagem que pode dar uma ideia já bastante aproximada sobre o que oferecerá aos visitantes do parque temático localizado em Tóquio. Os detalhes ainda são escassos mas é de esperar que marquem presença no Super Nintendo World as séries mais icónicas desta empresa nipónica.

Como conta o Engadget, o projeto deverá ultrapassar os 408 milhões de euros de orçamento, com a Nintendo a afirmar que ajudará a criar mais de um milhão de empregos na década seguinte à abertura. Está também nos planos da empresa levar o Super Nintendo World para outras localizações do parque temático Universal Studios, nomeadamente para Hollywood, no estado da Califórnia e Orlando, na Flórida.

Partido japonês elege pela primeira vez uma mulher como líder

Uma antiga apresentadora de televisão tornou-se na primeira mulher japonesa a ser eleita líder de um partido, neste caso, líder do partido da oposição. Renho Murata derrotou facilmente as suas duas rivais para a liderança do partido de centro-esquerda democrático.

É esperado que agora a mulher de 48 anos, nascida no Japão mas com o pai de origem tailandesa, dê uma ‘lufada de ar fresco’ ao seu partido, depois dos fracos resultados nas últimas eleições. Para já, Renho afirmou que a sua prioridade é estabelecer o partido como uma alternativa ao partido Democrático Liberal que domina o parlamento.

“A partir de agora estamos a enfrentar um partido gigante. Queria pedir a todos que se juntassem a mim para que juntos possamos criar um partido que não critica mas que faz propostas. Tudo para que um dia nos tornemos numa escolha entre os eleitores japoneses”, disse a líder.

Murata, uma antiga modelo de fatos de banho que exercia jornalismo, passou a ocupar um lugar no parlamento desde 2004.

Diplomacia reúne-se para tentar resolver ameaça norte-coreana

Quinze dias depois de a Coreia do Norte ter realizado mais um teste nuclear, o secretário de Estado norte-americano John Kerry vai reunir-se no domingo com os ministros dos Negócios Estrangeiros do Japão e da Coreia do Sul para discutirem uma resposta à ameaça.

Os três países apelam à aplicação de novas sanções por parte do Conselho de Segurança da ONU, uma vez que a realização do quinto teste nuclear da Coreia do Norte viola as resoluções do organismo.

John Kerry já alertou regime de Pyongyang que a realização deste teste nuclear vai ter “graves consequências”, enquanto a chefe do governo sul-coreano acusou a Coreia do Sul de “imprudência”, que conduzirá o país à sua “destruição”.

O ministro dos Negócios Estrangeiros chinês também condenou a execução do teste nuclear, mas disse que os EUA – que exigem mais ação por parte da China (aliada da Coreia do Norte) neste assunto – está a fugir às suas responsabilidades.

Entretanto, o regime de Seul anunciou estar a planear uma estratégia para destruir a capital da vizinha Coreia do Norte, caso se verifiquem sinais eminentes de um ataque nuclear por parte do país.

A comunidade internacional voltou a ficar alerta em janeiro quando o regime de Pyongyang levou a cabo mais um ensaio nuclear, com o lançamento de misséis balísticos. Essa ação conduziu em março ao agravamento das sanções à Coreia do Norte, desde que iniciou estes testes em 2006.

Morreu a mulher que beijou ao fim da II Guerra

Greta não conhecia George e nem sequer sabia o seu nome. O que fez, naqueles poucos segundos, em Times Square, Nova Iorque, no dia 14 de Agosto de 1945, só lhe regressou à memória vinte anos depois, enquanto folheava um livro de imagens do fotojornalista alemão Alfred Eisenstaedt. Ali estava, o V-J day, o nome pelo qual ficou conhecido nos EUA o derradeiro final da II Guerra Mundial – o dia da rendição japonesa, já após a queda de Berlim e de Hitler.

A enfermeira, que parece arrebatada por um passe de tango argentino, tem o rosto coberto quase completamente pela mão e pela cara do marinheiro que a beija. Homens e mulheres que passam em redor reparam no beijo, ou no fotógrafo que segura a Leica que o regista, e sorriem. A revista Life coloca a imagem na página 27 da sua edição seguinte, vendida por 10 cêntimos. Mas Greta Friedman não viu a revista. Nesse dia, depois do beijo, voltou ao consultório do dentista para quem trabalhava.

Afinal, fora a Times Square apenas ver para crer. Ouvira a notícia do fim da Guerra mas queria ter a certeza. E fez o que se deve fazer nessas circunstâncias: desceu as escadas e comprovou. Havia festa na rua.

George Mendonsa, o marinheiro que a beijou, saíra a meio de um espectáculo no Radio City Music Hall, logo depois de ser dada a notícia. Foi para a rua comemorar. Estava livre da guerra. “Estava felicíssimo, vi uma enfermeira e beijei-a por pura alegria.”

Greta tem uma versão parecida. “De repente, um marinheiro agarrou-me. Não foi bem um beijo, foi uma comemoração: ele já não precisava de voltar à frente do Pacífico, onde tinha combatido. Não foi romântico, foi apenas uma maneira de dizer: ‘Graças a Deus, acabou a guerra’.”

Ambos tinham razões próprias para festejar. Greta tinha chegado aos EUA com 15 anos. Era uma refugiada austríaca, judia, órfã de vítimas dos campos de extermínio nazis. George era um luso-descendente, filho de emigrantes madeirenses radicados em Newport. George até estava acompanhado por uma “linda rapariga”, com quem fora ao espectáculo, e que viria a ser a sua mulher nos mais de 70 anos seguintes.

Mas nesse dia, em Nova Iorque, muitas outras pessoas deram, ou quiseram dar, o mesmo beijo. E a história de Greta e George foi também a história de Edith Slain, Glenn McDuffie e Carl Muscarello. A controvérsia sobre a identidade do par de Times Square durou até 2012, quando uma investigação rigorosa permitiu concluir que Greta era, com o grau de certeza que se pode ter, a enfermeira nos braços do marinheiro.

Os dois reencontraram-se em Times Square, em 2012. George é um pescador reformado. Greta, que tirou um curso de Artes, dedicava-se então ao restauro de livros antigos. Morreu este domingo, na Virginia, aos 92 anos.

O Nadador japonês “rivaliza” com Clooney e Brad Pitt

O japonês Toshio Tominaga, de 73 anos, tornou-se a pessoa mais velha de sempre a percorrer, a nado, o estreito de Tsugaru, no norte do Japão, um dos mais difíceis e perigosos do mundo. Durante mais de 10 horas, o nadador percorreu cerca de 38 quilómetros, lutou contra correntes fortes e imprevisíveis e passou por zonas de tubarões, medusas e lulas.

Depois do Ocean’s Eleven, protagonizado por George Clooney e Brad Pitt, do Ocean’s Eight, anunciado para 2017, com Sandra Bullock, Rihanna e Cate Blanchett, este nadador japonês já fez parte do Ocean’s Seven. Não no cinema, mas no mar. O Ocean’s Seven é a designação das sete longas travessias em águas abertas, consideradas a “maratona de natação”, que muitos nadadores tentam completar.

Aos 73 anos, Toshio Tominaga dificilmente completará o Ocean´s Seven, mas já poderá dizer que fez uma das mais difíceis travessias desse lote de maratonas aquáticas. O nipónico nadou em Honshu e Hokkaido e acabou “esgotado e a precisar de descansar”, depois de nadar para norte, com correntes a puxá-lo para leste.

Apesar do mérito, o japonês teve bastante sorte. A sua equipa de apoio estimava que Tominaga demoraria, pelo menos, uma dúzia de horas a completar o percurso, mas “as correntes não estavam tão fortes como o previsto”, explicou um dos membros da equipa.

“Vou dar o meu melhor e terminar este desafio de natação, de certeza”, dizia o japonês, confiante, antes da partida. Aquela que, para o cidadão comum, seria uma tentativa de procurar uma nova forma de morrer, para Tominaga era uma maratona aquática destinada ao sucesso. Texto editado por Jorge Miguel Matias

Novo ministro da Justiça japonês defende pena de morte para “crimes cruéis”

Kaneda manifestou assim a sua vontade de que o Japão continue a ser o único país industrializado, juntamente com os Estados Unidos, a manter a pena de morte, depois de ter sido nomeado para o cargo na quarta-feira pelo primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, no âmbito de uma remodelação governamental.

“É inevitável aplicar a pena de morte a uma pessoa que tenha cometido um crime cruel e com clara responsabilidade penal”, afirmou Kaneda nas suas primeiras declarações como titular da pasta da Justiça, citadas pelo diário Sankei.

Kaneda, de 66 anos e ex-vice-ministro dos Negócios Estrangeiros, também destacou a necessidade de “ter prudência” na hora de emitir ordens de execução, assim como de considerar “a opinião pública e a conceção social de justiça” para aplicar este castigo.

O até agora deputado do conservador Partido Liberal Democrata (PLD) na câmara alta do Parlamento japonês acrescentou que o seu principal objetivo como ministro é tornar o Japão “o país mais seguro do mundo”.

As mais recentes execuções no Japão foram em março passado, quando foi aplicada a pena capital a dois condenados por múltiplos homicídios. Foram feitas 16 execuções deste que o atual Governo de Shinzo Abe está no poder.

No Japão, onde é usada a forca, os réus são informados de que vão ser executados horas antes, o que é criticado pelas organizações não-governamentais, que sublinham que muitos prisioneiros permanecem isolados durante décadas.

As organizações de defesa dos direitos humanos também pressionam regularmente Tóquio para abolir a pena de morte, enquanto o Governo insiste que é necessário debater a questão dado o apoio maioritário, segundo as sondagens (cerca de 80%).

Japão descarta ligações a terrorismo islâmico no ataque em centro para pessoas com deficiência

“Para já, não temos informação que vincule o suspeito a grupos islamitas”, disse o porta-voz do Governo, Yoshihide Suga, numa conferência de imprensa, citado pela agência de notícias Kyodo.

Yoshihide Suga considerou o “incidente extremamente trágico e chocante”.

O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, lamentou a morte dos 19 deficientes, que vivam numa residência de Sagamihara, nos subúrbios de Tóquio.

“Temos de procurar a real causa deste crime e o Governo vai esforçar-se por isso”, afirmou, numa reunião do Partido Liberal Democrata (PLD).

Pelo menos 19 pessoas morreram e 20 ficaram feridas com gravidade neste ataque, segundo os bombeiros e a polícia.

O atacante é um homem de 26 anos que já trabalhou no centro de deficientes.

O homem entregou-se à polícia e declarou-se culpado.

Segundo os meios de comunicação social japoneses, que citam elementos da polícia, o homem declarou que queria “acabar com os deficientes deste mundo”.

As vítimas mortais têm entre 18 e 70 anos, ainda segundo os bombeiros.

Este foi o maior massacre no Japão desde a Segunda Guerra Mundial, escreve a AFP.

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