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Aposta forte na construção nova e nos portugueses

TEMA DE CAPA

No sentido de dar a conhecer um pouco mais da marca, como surgiu a ideia da fundação da JPS Group e que resenha é possível fazer acerca do seu crescimento e contributo no mercado?

O mercado imobiliário em Portugal começou a recuperar ao longo do ano de 2015, tendo sido essa tendência de subida suportada pelo aumento da concessão de crédito por parte da banca, que tinha estado praticamente parada nos anos anteriores.
A par desta situação, começaram a surgir investidores estrangeiros, muitos deles impulsionados pelas políticas de investimento, como por exemplo as vantagens fiscais para não residentes, e os Vistos Gold, criados em 2012 mas que foram ganhando importância nos anos seguintes.

A JPS Group, atenta às oportunidades de mercado, começou nesta fase a abraçar a promoção imobiliária e a dar resposta às necessidades do mercado.

Fomos pioneiros na construção de obra nova em grande escala, para a classe média e média alta, na fase pós-crise, e fomos seguidos posteriormente por muitos outros promotores que estavam nessa altura centrados apenas na reabilitação do centro histórico de Lisboa. Esse talvez tenha sido o nosso maior contributo para o mercado imobiliário, pois os clientes portugueses simplesmente não tinham capacidade de comprar o que o mercado estava a oferecer, e nós ajudamos a mostrar que esse era o caminho, ao abraçar um projeto com mais de 120.000 m2 de construção e ao vendermos a sua totalidade ainda em planta.

Além desta dinamização do mercado, as nossas apostas têm como objetivo alcançar elevadas taxas de rentabilidade com um baixo risco, quer para nós, quer para o cliente. Contudo, é através do imenso trabalho que temos aportado, juntamente com o nosso rigor, excelência e persistência, que posso afirmar que, relativamente ao sucesso de vendas dos nossos projetos, alcançamos um crescimento acima da média.

Podemos afirmar que a aposta na construção nova e em projetos para as famílias portuguesas de classe média/alta está no ADN da JPS Group?

Sim, seguramente que esse é o nosso ADN. A JPS Group tem como missão selecionar os melhores negócios e desenvolver, projetos desde o business plan à construção e comercialização das unidades. Apostamos sim, na construção nova destinada às famílias de classe média/alta, mas sempre uma construção aliada a novos conceitos, de forma a dinamizar o mercado.

Somos uma empresa que dispõe de um conjunto de serviços integrados em todo o âmbito da promoção imobiliária e desenvolvimento imobiliário, desde a área de projeto até à venda e respetiva pós-venda. Não somos um promotor que apenas promove: nós pensamos, criamos, desenvolvemos e vendemos. Isto tudo com equipas próprias de arquitetura, engenharia, marketing, construção e comercial.

Ou seja: somos diferentes. E, além disso não nos fechamos, antes pelo contrário, estamos abertos às mais diversas propostas para desenvolvimento de projetos.  Contamos com uma equipa com uma vasta experiência que trabalha diariamente para atingir os níveis de excelência que também fazem parte deste nosso ADN. Acima de tudo, o nosso conceito integrado permite-nos conseguir preços mais competitivos para o nosso público alvo, sempre sem descurar a alta qualidade que dificilmente se encontra hoje em dia no mercado imobiliário.

O vosso caminho tem sido na construção nova. Contudo, decidiram voltar a apostar na reabilitação, certo?

O nosso caminho é e vai continuar a ser focado na construção nova. O Lapa River é um projeto de charme, muito pequeno, pois conta apenas com 10 frações e situa-se do centro histórico de Lisboa. Sendo que de um edifício antigo inserido num bairro muito tradicional, fizemos um projeto muito tecnológico porque consideramos que o mercado precisava de uma reabilitação aliada às novas tecnologias. Este projeto focou-se sobretudo em transformar apartamentos antigos em apartamentos dotados de alta tecnologia. Um projeto diferente, destinado a quem quer viver dentro do centro histórico de Lisboa com todas as comodidades e tecnologias da construção nova, inclusivamente piscina, mas mantendo o charme do próprio prédio.

Fale-nos um pouco mais do novo projeto do Royal Evolutee Villas and Apartments, uma parceria entre a JPS Group e o Grupo Albatroz.

O Royal Evolutee Villas and Apartments, é um projeto de construção nova e que está inserido num condomínio belíssimo à beira-mar, do qual fazem parte o Evolutee Hotel – Royal Óbidos Spa and Golf Resort 5*, assim como um dos melhores campos de golfe de Portugal.

Para desenvolver a envolvente residencial do Hotel, o Grupo Albatroz necessitava de um parceiro com grande know-how no desenvolvimento e construção de projetos de grande dimensão visto terem para desenvolver cerca de 600 unidades de luxo. Desta forma, vimos a oportunidade de entrar no turismo residencial dentro da Costa Oeste, que tem paisagens maravilhosas e condições únicas a 40 minutos de Lisboa. São 137 hectares com mais de 75.800 m2 de construção, com o loteamento aprovado e totalmente infra-estruturado, com a quase totalidade dos projetos licenciados, bem como um boutique hotel de 5 estrelas e o campo de golfe em pleno funcionamento.

E o que é que o Royal Evolutee Villas and Apartments, trará ao mercado?

Este novo projeto trará ao mercado um novo conceito, tanto para a Costa Oeste, como para o mercado imobiliário em Portugal. É o conceito do “ultra luxo” mas a preços acessíveis. Desenvolvemos a marca Royal Evolutee Villas and Apartments para ser vendida para primeira residência de muitos clientes, portugueses e estrangeiros, mas também para os que querem um retiro de férias próximo de Lisboa. Com estas novas construções, estamos a promover um empreendimento que vai marcar a diferença na Costa Oeste, uma vez que se trata de um “condomínio exclusivo” onde os residentes podem usufruir de piscinas privativas e dos vários serviços da unidade hoteleira de cinco estrelas, como por exemplo o club house, a piscina exterior de horizonte infinito, o ginásio e o Spa. Além disso, é possível usufruir do fantástico campo de golfe, considerado um dos melhores de Portugal, desenhado pelo prestigiado Severiano Ballesteros, onde terá lugar o Open de Portugal 2020. Ou seja, este empreendimento vai marcar a diferença no mercado português, porque oferecemos o expoente máximo do luxo, a preços considerados acessíveis para o segmento em causa, temos por exemplo moradias com piscina e cerca de 2000 m2 de jardim, a partir de 670.000 euros. Temos apartamentos turísticos com 5% de rentabilidade garantida a partir de 505.000 euros. Para um conceito de luxo máximo, são preços considerados muito acessíveis.

O setor imobiliário vive um bom momento e os últimos dados mostram que os preços das casas estão agora a suavizar. Como é que a JPS encara este momento?

Quando se fala em preços que estão a suavizar, fala-se no perfeito equilíbrio da economia do mercado, mas não teve impacto nos nossos projetos. O setor está muito mais profissionalizado e atento nesse aspeto dos preços de mercado. Percebemos também que as necessidades de hoje não vão ser as mesmas que as que existirão daqui a dois anos e a JPS Group prepara-se cada vez mais, para os desafios que vão surgir. E esses desafios vão seguir sempre a base do nosso conceito, ou seja, oferecer habitações de qualidade não entrando nas loucuras de preços.

O que distingue a JPS Group de outras promotoras imobiliárias?

Nós conseguimos distinguir-nos através da proximidade de qualidade que mantemos com o cliente e como já referi anteriormente, mantemos sempre uma qualidade máxima com preços acessíveis. No caso do Royal Evolutte Villas and Apartments até propomos o expoente máximo do luxo, a preços considerados acessíveis e é desta forma que em todos os nossos projetos nos destacamos.

O sucesso dos nossos projetos tem vindo a falar por si. Neste momento temos em desenvolvimento cerca de 1400 frações e mais de 700 já estão vendidas. Podemos afirmar que a JPS Group, faz o “fato à medida” dos seus clientes. Nós analisamos, idealizamos, promovemos, construímos e gerimos para que o resultado final seja satisfatório para o grupo e para os seus clientes.

Qual é o grande desafio para a JPS Group neste ano de 2020?

Pretendemos continuar com o projeto do Royal Evolutee Villas and Apartments, com a aposta de que vamos ter as vendas fechadas da totalidade das moradias isoladas e dos apartamentos turísticos até ao fim de 2020. Ou seja, 2020 será um ano de muito trabalho, com os objetivos focados nas vendas e também na aposta internacional, uma vez que queremos levar a JPS Group além-fronteiras. Neste momento, podemos afirmar que somos um dos maiores promotores imobiliários em Portugal em termos de números, valores de construção e volume de negócio. Os grandes desafios estão lançados, e é preciso continuar a fazer o trabalho que temos feito até aos dias de hoje.

JPS GROUP lança produto inovador no mercado imobiliário

Conhecida por empreendimentos de grande dimensão e notoriedade como o SkyCity, Dream Living, ou o já finalizado 137 Lux Residence, a JPS GROUP associa-se à RealSecure para assegurar o valor investido pelos seus clientes nos imóveis da promotora durante 10 anos.

O processo é simples. Uma vez que se trata de uma compra a médio prazo e em planta ou construção, muitas são as vicissitudes que podem ocorrer na vida de quem adquire um imóvel. E, por vezes, a tomada de decisão na hora de adquirir um bem nestas circunstâncias pode tornar-se mais demorada pelo receio de adversidades.

A pensar nisso mesmo, a JPS GROUP colocou-se um passo à frente e decidiu garantir o valor dos investimentos. Como? Em caso de venda urgente, motivada por situações como morte acidental, divórcio, despedimento, entre outras, a menos-valia será indemnizada pelo segurador. Um seguro que é válido tanto para imóveis adquiridos para residência principal, como secundária, ou apenas investimento.

A RealSecure é uma empresa com 20 anos de experiência na atividade de seguros de garantia de valor imobiliário, com mais de 150.000 bens imóveis seguros. Especializada em riscos de valor imobiliário, é a única no mercado segurador europeu que oferece garantias com durações até 10 anos.

Com esta nova parceria, a JPS GROUP volta a inovar e a apostar num produto a pensar nos seus clientes.

JPS Group, especialista no mercado imobiliário

Como em todas histórias, que precisam de um princípio, meio e fim, vamos começar pelo início. Quem é João Sousa? Durante o seu percurso, o que ditou a sua chegada à fundação da JPS Group?

Formei-me em Direito, mas iniciei o meu percurso com o contacto na área empresarial e dos negócios. Tinha 23 anos quando fiz o meu estágio e rapidamente percebi que estava mais vocacionado para os negócios do que propriamente para exercer direito. Sabia que não era essa a área que iria abraçar. Decidi dedicar-me à consultadoria de investimento financeiro e imobiliário e a partir daí tenho vindo a construir o meu percurso ligado a esta área. Tenho 39 anos e já tenho alguns anos de experiência nesta área. Passei um período da minha vida fora do país em negócios em África, na América do Sul e na Ásia. Fiz consultadoria de investimento da Europa para a América do Sul, mas de há quatro anos para cá comecei a montar uma estratégia para implementar no meu país. Portugal vivia uma crise financeira muito grande, em especial no mercado imobiliário, um dos setores mais devastado pela crise financeira. Comecei, portanto, a olhar para o meu regresso a Portugal e a estruturar um negócio pensado, com base no acumular das experiências lá fora que queria trazer para o nosso país. E assim nasce a JPS Group, desenvolvido e implementado em conjunto com um grupo de investidores que acreditavam neste projeto.

Vamos falar de liderança. Queremos destacar os líderes portugueses e deixar o seu testemunho aos nossos leitores. Portugal precisa de mais líderes ou de uma melhor liderança?

Precisamos de melhores líderes. Precisamos de líderes que compreendam que, por vezes, é preciso ir buscar e perceber o que se está a passar noutros países, ir buscar bons exemplos de liderança, modelos de negócios e soluções para levantar projetos. Esses é que são os bons líderes.

Enquanto havia uma maré de sucesso no setor imobiliário, quando tudo corria bem, era fácil as coisas acontecerem e deixarem-se ir na corrente. Quando chegou a crise ao país, nem todas as empresas tiveram capacidade para resistir e manter o negócio de pé. Faltava uma estrutura sólida e capacidade de se reinventarem.

O que é para si ser um bom líder? 

Acima de tudo é preciso capacidade de resistência e de proatividade. É preciso tentar antecipar aquilo que aí vem.

Às vezes não é fácil, como é óbvio, mas é preciso tentar fazer com que as dificuldades façam parte do aprendizado da pessoa, que façam para do seu crescimento e estar atento aos erros cometidos. Mas acima de tudo perceber que isto tudo é feito de relações humanas. As empresas são feitas de números, é verdade, mas quem faz esses números são as pessoas. A boa capacidade de liderança passa por conseguir retirar o melhor de cada pessoa e fazê-las sentir que fazem parte do projeto. É sempre isso que tento transmitir, por onde passei e em todos os projetos onde estive envolvido, tento fazer com que as pessoas sintam que fazem parte do puzzle. As instituições ficam, as pessoas passam, mas se tivermos a capacidade de trazer as pessoas e envolve-las no projeto e dinamizar o que há de melhor nelas isso vai refletir-se na empresa e no seu sucesso.

Estão presentes no mercado apenas há dois anos e querem marcar a diferença no mercado imobiliário português. Que balanço já é possível fazer?

Estamos presentes há quase três anos no mercado e o balanço já é bastante positivo. Todos os projetos que lançamos têm sido bem aceites. É um projeto que ainda está no início, mas que já tem uma carteira de clientes e uma carteira de investimento elevadas. Tem sido um processo árduo, mas estamos a caminhar para que se torne num projeto de grande dimensão.

Lançámos, recentemente, um empreendimento novo e, em termos de estratégia, temos já um caminho bem delineado para os próximos cinco anos que passa pelo que já foi construído até então. Somos um promotor com uma capacidade singular no mercado imobiliário em Portugal. Temos um conjunto de serviços que permitem levantar, internamente, um projeto no seu todo sem a subcontratação de serviços. Desde a arquitetura e engenharia até ao marketing e publicidade ou ainda do jurídico ao financeiro, disponibilizamos serviços que nos dão a capacidade de erguer um projeto imobiliário. Trata-se do projeto empresarial JPS Real Estate Investments que será o nosso foco nos próximos anos. Neste momento existem muitas aquisições feitas por investidores e com o JPS Real Estate Investments vamos posicionar-nos ao lado do investidor para desenvolver os seus projetos imobiliários, oferecendo as nossas valências. Seremos um parceiro para desenvolver projetos e disponibilizar todos os meios para alcançar o sucesso dos investidores.

Iniciaram atividade com a reabilitação, no centro de Lisboa, agora o foco é a construção nova, dirigida às famílias portuguesas. Porque é que o grupo sentiu esta necessidade de apostar na construção nova?

Lisboa é uma cidade que tem um potencial muito forte. Há a sensação de que só nos últimos dois anos é que se descobriu Lisboa, principalmente porque hoje é um destino Europeu bastante procurado, mas também muito falado e procurado a nível mundial. Lisboa tem potencial para continuar a crescer, os serviços estão melhores, há mais procura face a alguns focos de instabilidade existentes na Europa, é uma cidade segura e o nosso país ainda é um dos países com o custo de vida mais baixo. São fatores que fizeram evidenciar Lisboa no mapa.

Apostámos, assim, na JPS Group que optou por dois caminhos: inicialmente a reabilitação urbana, com foco no investimento estrangeiro, e, posteriormente, a construção nova com foco nas famílias da classe média que estão a sair de Lisboa para os arredores e precisam de habitação. Percebemos que havia uma necessidade de construção nova que não existe. O mercado começa a ter uma procura maior e não há oferta para corresponder às necessidades das famílias portuguesas. Este será o nosso caminho.

Quanto à reabilitação urbana, temos procurado projetos diferentes. Não vamos fazer reabilitar edifícios que não acrescente algo mais. A nossa reabilitação pauta-se pela sua maneira diferente de estar no mercado. Tem de ter uma marca diferenciadora e acrescentar valor.

E assim surge o SkyCity. Em que consiste este projeto?

O SkyCity é um projeto que pode ser considerado emblemático pelo facto de termos conseguido colocá-lo na rota do mercado imobiliário com uma presença muito forte. É acreditar que irá existir uma construção nova com todas as potencialidades de ter um baixo custo, qualidade e proximidade do centro de Lisboa a um preço competitivo e acessível. É um projeto único que vai trazer qualidade de vida às famílias portuguesas.

Já começámos a construção e, neste momento, o projeto SkyCity já está a ser comercializado em planta. Queremos criar uma mais-valia na construção, queremos envolver as pessoas na construção e que sintam que estão a construir a sua casa de sonho. Queremos que as pessoas possam escolher e personalizar cada divisão da casa.

Trata-se de um empreendimento, desenvolvido sobre um conceito de excelência, com 49 moradias isoladas, 66 moradias em banda e 255 apartamentos. 

Como analisa o mercado imobiliário português atualmente? Portugal está na moda? Quais são as perspetivas, a médio/longo prazo, para o mercado imobiliário?

Não é uma moda. Estamos a falar de uma conjuntura propícia e que irá revelar o seu potencial. Estão a ser investidos muitos milhões em infraestruturas e serviços e Lisboa tem todas as condições para continuar a ser dinamizada e oferecer boas condições. A par destes fatores temos ainda outros com as viagens low cost que cada vez trazem mais turistas às nossas cidades ou ainda fatores como qualidade de vida, segurança, estabilidade, bom tempo e boa comida que o nosso país oferece. 

Este setor tem sido devidamente apoiado?

Foram criados e bem, no setor da reabilitação urbana, alguns mecanismos legais para dinamizar a reabilitação. Estes mecanismos funcionaram bastante bem. Se olharmos para Lisboa há quatro anos atrás, a baixa estava completamente deserta. Hoje há vida na baixa de Lisboa, há prédios reconstruídos, turismo e movimentação. Podemos dizer que o apoio na reabilitação urbana foi eficaz. No que diz respeito à promoção imobiliária temos de ter atenção que o Estado não pode substituir os particulares. Pode criar mecanismos que permitem dinamizar o setor, mas há aspetos que não dizem respeito ao Estado e que têm de ser melhorados, como é o caso das questões burocráticas. 

Que maiores desafios enfrenta?

Com a saída de Portugal da crise e com o boom no mercado imobiliário verificou-se uma falta de capacidade de resposta por parte das empresas de construção que não têm mão-de-obra qualificada suficiente. A par das questões burocráticas relacionadas com os processos, como já referi, também há dificuldade em lidar com as próprias entidades licenciadoras.

Portugal quer atrair investimento estrangeiro, quer captar investidores, mas é preciso coordenar o sistema burocrático, que se pauta pela morosidade, para fazer jus à entrada de investimento e de investidores no país.

A JPS Group procura assumir um papel que permita coordenar e agilizar todos estes fatores, inclusive com as entidades, e procura encontrar soluções para ultrapassar obstáculos que possam surgir.

Com o Real Real Estate Investments o nosso foco será associar-nos a mais parceiros, investidores e projetos imobiliários, oferecendo os nossos serviços para desenvolver os seus projetos, sempre assentes no sucesso da operação. Queremos abrir o nosso leque de valências e oferecê-las ao mercado. Enquanto empresa conseguimos fazer o acompanhamento total de um projeto, desde o seu planeamento à concretização, através de uma equipa multidisciplinar e qualificada que irá garantir a taxa de sucesso da operação, Success Fee, a custo zero.

Na reabilitação urbana, no Real Estate Investments, a JPS Group reconstrói e co-investe em projetos de requalificação urbana através de serviços 100% integrados para os seus investidores.

A JPS Group pretende, portanto, assumir-se como um parceiro especialista no desenvolvimento de projetos imobiliários.

JPS GROUP lança boutique de investimento

A JPS Real Estate Investments – JPS REI, é a novidade mais recente da JPS Group e o mote da abertura da sua boutique de investimentos. Situado na Quinta do Lambert, em Lisboa, este novo espaço tem como objetivo receber investidores e procurar novas oportunidades de negócio.

Dispondo de uma panóplia de serviços – tais como departamento de arquitetura, engenharia, marketing e comunicação, comercial, jurídico, procurement e financeiro –, a JPS REI pretende apoiar os investidores na concretização dos seus projetos oferecendo as suas valências. Uma aliança que vai desde o primeiro esboço de um projeto à sua concretização, e chave na mão dos seus clientes. O custo, numa primeira fase, é zero, uma vez que a empresa pretende ser parceiro por excelência, ganhando apenas com o sucess fee da operação.

A abertura deste espaço comercial surge ainda numa altura em que o Estado acaba de lançar o programa IFRRU 2020 (Instrumento Financeiro de Reabilitação e Revitalização Urbanas) que disponibiliza 1.400 milhões para o investimento na reabilitação urbana, e para o qual a JPS REI tem a capacidade de formalizar candidaturas. Neste sentido, já se encontra, inclusive, a aceitar candidatos que possam usufruir desta linha de financiamento à reabilitação urbana.

O programa IFRRU 2020 apoia o investimento na reabilitação urbana, de norte a sul do país e ilhas, suportado quer por fundos europeus e programas operacionais do Portugal 2020, quer por fundos provenientes de entidades como o Banco Europeu de Investimento e o Banco de Desenvolvimento do Conselho da Europa, e fundos da banca comercial (Santander Totta, Banco BPI, Millennium BCP e Banco Popular).

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Com este programa em vigor, a JPS REI não só pretende ser o parceiro por excelência e desenvolver projetos imobiliários, como disponibiliza todo o apoio a quem se quiser candidatar ao IFRRU e obter o financiamento necessário na reabilitação.

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