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Diga não ao «um serve para todos»

silhouette of an unknown woman on a dark background

A indústria da moda de hoje é ágil e implacável. Entregar coleções on-trend respeitando prazos, é apenas um dos muitos itens na lista de tarefas de uma empresa de moda. O panorama da moda está a passar por uma revisão completa graças a quatro megatendências: Millennials, Digitalização, a ascensão da Indústria 4.0 e o crescimento económico da China. Este é um teste decisivo para empresas. As apostas são altas. Aqueles que conseguem acompanhar essas mudanças vão sair vencedores do jogo da moda. Mas o que significam essas mudanças para o seu negócio? Como a sua empresa deve adotá-las? Acreditamos que não existe uma solução única para todas as empresas. Porque todos os negócios são diferentes. E todas as empresas têm diferentes necessidades, desafios e objetivos. Nós sentamo-nos com os nossos clientes para perceber como essas mudanças podem afetar os seus negócios. Com base nessas conversas e pesquisas, escrevemos três artigos breves para três segmentos de mercado: retalhistas, marcas e fabricantes. Fizemos um resumo para cada segmento de mercado, onde abordamos detalhadamente todos os desafios do setor, e como podem ser superados.

Para ter uma ideia do que vai encontrar, aqui estão alguns dos desafios referidos pelos retalhistas, marcas e fabricantes.

Aqui estão alguns dos desafios comuns no negócio do RETALHO:

Responder às exigências do consumidor está a ficar cada vez mais difícil.

Com consumidores da geração Millennial a pedir mais produtos personalizados, para serem entregues em prazos mais curtos, todos os retalhistas precisam de produzir um maior número de coleções de pequeno volume e avançar rapidamente nas tendências. O prazo médio de entrega na indústria passou de 12 semanas para uma. E está a ficar mais difícil responder e adaptar-se a estas novas procuras.

Manter as margens de lucro está a ser difícil devido ao aumento dos custos de material.

Os custos de material estão a aumentar e isso está a afetar o resultado final das empresas. O sourcing em países de mão-de-obra barata é uma abordagem de curto-prazo para um problema a longo-prazo, mas até agora, não há alternativa viável.

Designers estão a lutar com a criatividade sob pressão.

Os prazos estão cada vez mais curtos, os consumidores exigem mais coleções com mais variedade de estilos e personalidade, enquanto que o número de pessoas na equipa de design permanece a mesma. Tem de haver uma forma de os libertar de tarefas administrativas para que possam começar a focar-se no seu trabalho.

Uma MARCA de moda pode estar a enfrentar estas dificuldades neste momento:

Está a ficar cada vez mais difícil oferecer coleções únicas, com alta qualidade a preços competitivos.

As marcas querem a fidelidade do consumidor. Isto significa que precisam de garantir que a qualidade dos seus produtos é consistente e que os seus preços permanecem os mesmos enquanto salvaguardam o ADN da marca. Existem lacunas na cadeia de fornecimento que têm de ser identificadas e corrigidas. Onde a empresa está a gastar mais e menos? Em que áreas se deveria concentrar?

As equipas de desenvolvimento de produto estão a lutar constantemente para entregar coleções inovadoras, porque as tarefas administrativas estão, literalmente, a limitar a sua criação.

Os consumidores de hoje querem mais variedade, mais coleções e mais personalização. Mas os criadores e modelistas também precisam de tempo para pensar e se inspirar entre coleções. Como podem aliviar a sua carga de trabalho para ganhar tempo para o fazer?

A marca está a perder dinheiro devido à ineficiência dos processos de aprovação de protótipos e produtos.

A empresa tem utilizado métodos manuais. Como resultado, modelos em papel são perdidos e fichas técnicas não padronizadas levam a más interpretações. Precisam de encontrar uma forma de capitalizar os dados existentes para acelerar a validação de processos e criar produtos com tamanhos, qualidade e fit precisos.

Tem havido um excesso de material em stock e uma regular ocorrência de custos inesperados.

A falta de comunicação está a causar imensos problemas para todos. Ao não serem capazes de comunicar com os fornecedores em tempo real, muitos fabricantes não estão a receber a quantidade certa de tecidos ou não estão a produzir a quantidade certa de produtos. Os membros da equipa estão a ter problemas para estimar a quantidade exata de tecido antes da produção. Isto resulta em quebra do preço.

As amostras estão a consumir demasiado tempo.

O tempo é precioso na moda. É importante obter os dados certos de forma a fazer os produtos certos com a qualidade e fit desejados. Muitos membros da equipa acabam por refazer amostras porque receberam informações erradas. Quando o tempo é apertado e existe procura de mais variedade de produtos, é frequente acontecer erros. O que pode ser feito para os evitar?

Os clientes estão a colocar encomendas de grande volume à última da hora, o que vai afetar os resultados finais da sua empresa.

Como a indústria da moda é muito rápida, é inevitável que os seus clientes tenham necessidade de ocasionalmente, colocarem encomendas de última hora. Logo, essa necessidade passa a ser a sua, uma vez que não terá tempo de procurar melhores fornecedores e perder uma boa parte do lucro no processo.

Quer saber mais sobre como ultrapassar estes desafios?

Contacte-nos: s.costa@lectra.com

Poderão as empresas continuar a ignorar a Transformação Digital?

Business concept on tablet with hologram

Bem implementada, a digitalização envolve muito mais, do que um simples acrescentar ou substituir softwares e máquinas. É uma profunda transformação que reinventa a estratégia e processos da empresa completamente. A tecnologia é apenas um meio para atingir um fim – para facilitar a transformação.

Ao abordar a digitalização desta forma, as empresas vão adaptar-se mais facilmente a um ambiente em mudança constante. As empresas mais pró-ativas, vão colher os frutos da Indústria 4.0, cujo desenvolvimento se intensificará nos próximos anos. Apesar de muitos líderes da indústria ainda o verem como um desafio muito complexo, é na verdade uma oportunidade para libertar o potencial criativo da base industrial em Portugal, desde que as empresas comecem a transformar as habilidades e o conhecimento das suas equipas o quanto antes.

OS DADOS ALIMENTAM  A CADEIA DE VALOR

Com a globalização em ascensão, a digitalização facilita a partilha entre cadeias de valor cada vez mais fragmentadas. As empresas estão a expandir os seus departamentos de criação, desenvolvimento de produto e produção para diferentes regiões geográficas, isto é especialmente visível em setores altamente internacionalizados, como o da Moda (do luxo ao pronto-a-vestir) e do Automóvel. Para permitir que as equipas internacionais trabalhem juntas o mais efetivamente possível, há apenas uma solução: plataformas digitais que incorporem dados confiáveis e completos, acessíveis em tempo real por todos os envolvidos no processo de trabalho. Estas ferramentas são ainda mais relevantes, pois as empresas precisam de estruturar uma série de dados de várias fontes e utilizá-los em todos os departamentos da empresa.

No mercado atual os clientes esperam mais: personalizar o artigo encomendado, recebê-lo de imediato, conhecer a sua origem, etc. Isto, por sua vez, implica que cada etapa do ciclo de vida do produto, de uma ponta à outra da cadeia de valor, tenha de se acelerada, garantindo a rastreabilidade de cada modelo comercializado. Uma vez mais, a chave está na partilha de dados, sem falhas e imediata entre as pessoas, organizações e soluções envolvidas.

A PRODUÇÃO ESTÁ A TRANSFORMAR-SE

As tecnologias digitais são especialmente cruciais na etapa da produção. As fábricas estão a ficar mais inteligentes e conectadas, adquirindo um papel central na cadeia de valor.

Uma fábrica 4.0 é conectada internamente (produtos, máquinas, pessoas, processos, todos comunicam), bem como, com todo o ecossistema de parceiros, subcontratados e distribuidores. Não esquecendo os próprios consumidores, que estão cada vez mais envolvidos no design dos produtos.

Essa fábrica também é inteligente. Máquinas com sensores transmitem dados continuamente, que quando analisados, permitem a máxima qualidade, eficiência e retorno do investimento. Mais próxima do que nunca da eficiência operacional, a fábrica 4.0 também adquire a flexibilidade necessária para se adaptar a pedidos alternados de alto e baixo volume, pequenos lotes ou até mesmo o feito-à-medida. Esta produção transformada permite uma variedade de modelos económicos sem precedentes.

COMO SE ENCAIXAM OS SERES HUMANOS NESTA IMAGEM?

No gabinete de design, a tecnologia liberta a criação de inúmeras restrições. Com as soluções 3D atuais, ou mesmo realidade virtual ou aumentada, um universo sem limite de criação está a abrir-se para as equipas de design. Os departamentos de desenvolvimento de produto estão também capacitados com ferramentas altamente efetivas e ergonómicas, para desenvolver rápido e melhor os produtos esperados pelos consumidores. Os designers podem, a partir de agora, dedicar-se totalmente à sua principal missão: criar.

À medida que a fábrica recupera a importância na cadeia de valor, o mesmo acontece com o papel das equipas que nela trabalham. As máquinas inteligentes substituem os seres humanos para remover tarefas repetitivas, e acompanham-nos na sua atividade diária para que possam alinhar os seus papéis e trazer valor acrescentado onde a sua contribuição é insubstituível.

Seria um erro subestimar o impacto destas mudanças, todavia benéficas, na definição das profissões: a aquisição de novos conhecimentos e habilidades é fundamental à sua transformação digital bem-sucedida. Assumir o controlo das tecnologias da era digital é uma oportunidade das empresas se projetarem serenamente na quarta revolução industrial. As mais perspicazes vão antecipar-se, repensando a forma de abordar o desenvolvimento pessoal das suas equipas.

Artigo de opinião, Lectra

Lectra Fashion PLM 4.0 classificada como número um pelos especialistas da indústria

Faça aqui o download da avaliação

A Lectra, a parceira tecnológica de empresas que utilizam tecidos e couros, recebeu a pontuação máxima no recente estudo de referência da WhichPLM relativamente à mais recente solução Lectra Fashion PLM 4.0.

A solução adaptada à Indústria 4.0 foi louvada pela fonte independente de consultoria gratuita para as indústrias de RFA e CPG por proporcionar uma “experiência de utilizador fantástica” fornecida numa estrutura com todas as funcionalidades e modular, adaptável a negócios de média e grande dimensão e disponível a um nível de preço atrativo.

Disponível em três configurações de entrada desenvolvidas para processos específicos da indústria da moda (Design to Source, Develop to Source e Develop to Manufacture), a Lectra Fashion PLM 4.0 personifica a missão da Lectra de capacitar as empresas da moda para navegar pelos desafios e oportunidades da Indústria 4.0. A Lectra Fashion PLM 4.0 obteve uma classificação acima da média da indústria em 32 das 44 áreas funcionais que a WhichPLM estabeleceu e avaliou. A plataforma foi avaliada como sendo uma solução fundamental que liga os processos, sistemas e cadeias de fornecimento. Recorrendo a ensinamentos da aprendizagem automática, a solução equipa os utilizadores com ferramentas que lhe permitem trabalhar de forma mais eficiente e acelerar o processo de desenvolvimento do produto.

” A Lectra Fashion PLM 4.0 representa, na opinião da WhichPLM, o culminar de uma viagem de várias décadas para ligar as marcas e os retalhistas com as suas cadeias de fornecimento e para construir um conjunto abrangente e integral de soluções integradas que podem ser adaptadas e configuradas para praticamente todos os modelos de negócio,” declarou Mark Harrop, CEO e fundador da WhichPLM.
A WhichPLM Supplier Evaluation é uma avaliação global anual de soluções PLM atualmente no mercado. Os especialistas avaliam as soluções com base em critérios como, por exemplo, competências do fornecedor e conhecimento da indústria, plano e desenvolvimento, visão executiva e feedback do cliente. Nas palavras da WhichPLM, a Lectra Fashion PLM 4.0, que conquistou 3,75 estrelas das cinco possíveis, pontuação acima da média da indústria, “tem um preço adequado, com todas as funcionalidades, tem uma excecional experiência de utilizador que é consistente em todos os módulos, e é vendida e suportada por uma empresa que compreende pormenorizadamente o futuro da indústria.”

A Lectra foi amplamente louvada pela sua pesquisa e desenvolvimento constantes para melhorar a experiência de utilizador ano após ano. “Para sermos absolutamente claros, consideramos esta como a melhor forma possível de abordar o design UX e UI moderno”, acrescenta Mark Harrop. A Lectra Fashion PLM 4.0 obteve pontuações superiores aos concorrentes em mais dez áreas, incluindo integração com Adobe Illustrator, ferramentas de design 3D, gestão BOM, bibliotecas, custos com rentabilidades de materiais avançadas e interface de utilizador gráfico. Em termos de configurabilidade, a Lectra foi valorizada pelo desenvolvimento das Lectra Easy Tools, que permitem aos implementadores e aos utilizadores a gestão de blocos de dados padrão, adicionar novos, exportar configurações e muito mais, tornando o processo de integração muito mais rápido e fácil.

Empowering customers through industrial intelligence 2/2

Graças a um circuito ativo de feedback do cliente, a Lectra tornou também a interface de utilizador da solução mais acessível e intuitiva. Estas alterações incluem uma página inicial que se adapta automaticamente ao comportamento do utilizador, funcionalidade de pesquisa consistente, integrações claras entre módulos e soluções, novo estilo das páginas de visão geral e de detalhes do produto e uma nova função “adicionar ao carrinho” que possibilita que os utilizadores organizem as suas cargas de trabalho.

“Temos muito orgulho da nossa classificação, pois este estudo foi realizado por especialistas reputados com mais de 30 anos de experiência em PDM & PLM da moda. Ao estarmos orientados para a experiência de utilizador, passámos o poder aos nossos clientes, que foram a força motriz por trás destes melhoramentos. Como resultado, conseguimos desenvolver um produto que se adequa perfeitamente às suas necessidades de negócio numa base individual. A nossa classificação significa que iremos continuar a trabalhar nessa direção,” Céline Choussy Bedouet, diretora de marketing e comunicações da Lectra.

Lectra apresenta a solução Connected Development

Conectar pessoas, dados e processos, e trazer mais eficiência para o seio da equipa de desenvolvimento do produto das empresas é o que se pretende com o Lectra Connected Development.

O Connected Development integra modelistas, graduadores, designers técnicos, gerentes, responsáveis pelo custo-margem, colocadores e equipas de prototipagem. Os membros dessa equipa podem conectar-se pelo software de modelagem Lectra Modaris 2D e 3D e o sistema de colocação Lectra Diamino Fashion para estabelecer especificações técnicas através de bibliotecas de padrões e aplicativos móveis integrados, evitando erros e garantindo a qualidade e o ajuste das peças.

Durante a apresentação da solução, a Lectra simulou uma situação real na plataforma de tarefas reais intrínsecas à equipa de desenvolvimento do produto das empresas

Com este simulacro, a Lectra demonstrou que a plataforma é completamente segura e que permitirá rigor na transmissão de informação. “É um processo rígido e altamente controlado na passagem das funções para os responsáveis de diferentes áreas. Mas, sobretudo, a principal vantagem desta plataforma é a redução do tempo usado na gestão de diferentes tarefas e processos”.

Para entrar na plataforma o utilizador terá que se autenticar para aceder à informação e tarefas direcionadas às suas funções ou posição no processo do desenvolvimento do produto. Seja o utilizador o modelista, designer ou comercial, a equipa poderá comunicar de uma forma rápida entre si.

o que eles dizem…

 

Rodrigo Siza

Diretor Regional da Lectra em Portugal e Espanha

“É uma ferramenta que pretende conectar as diferentes equipas e as diferentes etapas do processo de desenvolvimento de produto. Desde as ferramentas tradicionais da Lectra até estas novas soluções, tudo estará integrado na mesma plataforma, o que permitirá gerir uma única versão dos dados relativos a matérias-primas, acessórios ou tabelas de medidas. Pretendemos, por um lado, ter uma plataforma que conecta todas as equipas ligadas ao desenvolvimento de produto e, por outro lado, ter uma plataforma com informação disponível bastante estruturada e o mais atualizada possível”.

 

Roberto de Almeida

Project Director da Lectra

“Esta plataforma contribuirá para uma melhor colaboração entre a equipa de uma empresa. Quando falamos de colaboração falamos de eficiência, através da rapidez dos modelos produzidos em menos tempo e com mais qualidade, o que se traduz num maior conforto para o utilizador final”.

Duarte Azevedo

Diretor Financeiro e Gerente da PA&CO Design Têxtil

“É uma ferramenta extremamente intuitiva e simples. A Lectra está, claramente, a continuar a dar cartas no que diz respeito à inovação, o que a torna num parceiro de excelência para as empresas da indústria têxtil”.

José Manuel Ferreira

CEO da Valérius

“É uma ferramenta útil e com a vantagem de ter uma funcionalidade específica, permitindo medir o trabalho da modelagem, bem como a rentabilidade e produtividade do desenvolvimento de produto da empresa”.

Lectra apresenta a solução Connected Development

Conectar pessoas, dados e processos, e trazer mais eficiência para o seio da equipa de desenvolvimento do produto das empresas é o que se pretende com o Lectra Connected Development.

O Connected Development integra modelistas, graduadores, designers técnicos, gerentes, responsáveis pelo custo-margem, colocadores e equipas de prototipagem. Os membros dessa equipa podem conectar-se pelo software de modelagem Lectra Modaris 2D e 3D e o sistema de colocação Lectra Diamino Fashion para estabelecer especificações técnicas através de bibliotecas de padrões e aplicativos móveis integrados, evitando erros e garantindo a qualidade e o ajuste das peças.

Durante a apresentação da solução, a Lectra simulou uma situação real na plataforma de tarefas reais intrínsecas à equipa de desenvolvimento do produto das empresas

Rodrigo Siza e Roberto de Almeida

Com este simulacro, a Lectra demonstrou que a plataforma é completamente segura e que permitirá rigor na transmissão de informação.

“É um processo rígido e altamente controlado na passagem das funções para os responsáveis de diferentes áreas. Mas, sobretudo, a principal vantagem desta plataforma é a redução do tempo usado na gestão de diferentes tarefas e processos”.

Para entrar na plataforma o utilizador terá que se autenticar para aceder à informação e tarefas direcionadas às suas funções ou posição no processo do desenvolvimento do produto.

Seja o utilizador o modelista, designer ou comercial, a equipa poderá comunicar de uma forma rápida entre si.

 

O QUE ELES DIZEM…

RODRIGO SIZA, DIRETOR REGIONAL DA LECTRA EM PORTUGAL E ESPANHA
“É uma ferramenta que pretende conectar as diferentes equipas e as diferentes etapas do processo de desenvolvimento de produto. Desde as ferramentas tradicionais da Lectra até estas novas soluções, tudo estará integrado na mesma plataforma, o que permitirá gerir uma única versão dos dados relativos a matérias-primas, acessórios ou tabelas de medidas. Pretendemos, por um lado, ter uma plataforma que conecta todas as equipas ligadas ao desenvolvimento de produto e, por outro lado, ter uma plataforma com informação disponível bastante estruturada e o mais atualizada possível”.

ROBERTO DE ALMEIDA, PROJECT DIRECTOR DA LECTRA
“Esta plataforma contribuirá para uma melhor colaboração entre a equipa de uma empresa. Quando falamos de colaboração falamos de eficiência, através da rapidez dos modelos produzidos em menos tempo e com mais qualidade, o que se traduz num maior conforto para o utilizador final”.

DUARTE AZEVEDO, DIRETOR FINANCEIRO E GERENTE DA PA&CO DESIGN TÊXTIL
“É uma ferramenta extremamente intuitiva e simples. A Lectra está, claramente, a continuar a dar cartas no que diz respeito à inovação, o que a torna num parceiro de excelência para as empresas da indústria têxtil”.

JOSÉ MANUEL FERREIRA, CEO DA VALÉRIUS
“É uma ferramenta útil e com a vantagem de ter uma funcionalidade específica, permitindo medir o trabalho da modelagem, bem como a rentabilidade e produtividade do desenvolvimento de produto da empresa”.

 

Lectra lança as bases de uma nova era para os fabricantes de mobiliário

A Lectra, a parceira tecnológica de empresas que utilizam tecidos e couros, revela a sua primeira solução de Sala de Corte 4.0 dedicada à produção sob encomenda de mobiliário estofado a tecido.

Sendo a personificação da nova estratégia da Lectra, esta oferta avant-garde impulsiona os princípios da Indústria 4.0 para proporcionar maior agilidade, rendimento, rentabilidade e, especificamente, dimensionamento aos fabricantes de mobiliário a debater-se com a explosão da procura por mobiliário personalizado, com prazos de entrega mais curtos e de elevada qualidade, mas a um baixo custo.

Com o objetivo de capacitar os fabricantes, através de informação industrial, a alcançar a transformação digital das respetivas empresas, a Sala de Corte 4.0 da Lectra adota novas mentalidades, metodologias e tecnologias. Para ambientes de produção onde cada encomenda é diferente e onde a otimização do planeamento e dos recursos parece ser complexa, se não mesmo impossível, a nova solução da Lectra automatiza ao máximo cada etapa – desde as encomendas até à descarga – respeitando, ao mesmo tempo, os objetivos de eficiência e desempenho.

A base da Sala de Corte 4.0 da Lectra para produção sob encomenda é a sua Plataforma de Corte Digital. Este centro de dados baseado na nuvem liga os departamentos de design e de desenvolvimento de produto, a sala de corte e muito mais. Garante também trocas de dados perfeitas entre os sistemas ERP e a sala de corte. Este fluxo de dados digitalizado e livre de erros entre pessoas, processos e tecnologias fornece ideias e informações que permitem a rápida tomada de decisão e a otimização em tempo real.

“Para a indústria do mobiliário, a única forma de avançar para beneficiar de megatendências como, por exemplo, o surgimento da geração millennial, a digitalização de processos empresariais e o crescimento da China como um mercado orientado pelo consumidor e obcecado pela produtividade, é adotar os princípios da Indústria 4.0. Estamos tão convencidos da importância desta nova abordagem ao fabrico que decidimos aumentar o nosso investimento na Pesquisa e Desenvolvimento em 50% durante os próximos três anos”, afirma Daniel Harari, presidente e CEO da Lectra. “A Sala de Corte 4.0 para produção sob encomenda é o primeiro passo que estamos a dar com os nossos clientes da indústria do mobiliário no nosso percurso para a Indústria 4.0.”

A plataforma é acompanhada pela Virga®, uma nova solução de corte de tecido monofolha. Otimiza os tempos dos ciclos disponibilizando uma linha de corte completa para tecidos sólidos e padronizados, possibilitando o carregamento, digitalização, corte e descarga em simultâneo. Uma renovada experiência do utilizador, orientada para o conforto do operador e para a utilização eficiente da linha de corte Virga, proporciona enormes melhorias na produtividade e na qualidade. Para manter o custo por peça cortada baixo, um desafio no corte de monofolha, a tecnologia de corte Virga elimina a necessidade de papel ou plástico ao cortar, possibilita a gestão ágil dos retalhos e utiliza consumíveis de longa duração.

Testada em meados de 2017 em condições de produção real e concebida com o feedback de clientes selecionados, a nova oferta estará disponível a partir do fim de abril de 2018 na Europa e na América do Norte.

Sobre a Lectra
Para as empresas que dão vida ao nosso guarda-roupa, ao interior do nosso automóvel, ao mobiliário e outros, a Lectra está a criar as tecnologias premium que facilitam a transformação digital da sua indústria. A oferta da Lectra aumenta as capacidades das marcas e dos fabricantes, desde o design até à produção, proporcionando-lhes o respeito do mercado e a paz de espírito que merecem.

Fundada em 1973, a Lectra tem atualmente 32 filiais em todo o globo, prestando serviços a clientes em mais de 100 países. Com mais de 1650 funcionários, a Lectra registou uma faturação de 277 milhões de euros em 2017. A Lectra está cotada na Euronext (LSS).

Para obter mais informações, visite www.lectra.com

Aplicações na nuvem da Lectra conquistam o mundo da moda

A Lectra, a parceira tecnológica de empresas que utilizam tecidos e couros, lança a primeira de uma série de aplicações baseadas na nuvem idealizadas para as equipas de desenvolvimento de produto e de produção. As aplicações Quick Estimate e Quick Nest serão lançadas em França e Itália, ficando mais tarde progressivamente disponíveis noutros países.

Como parte da estratégia da Indústria 4.0 da Lectra, a Lectra colaborou com os seus principais clientes do mundo digital para desenvolver aplicações que dão a capacidade aos decisores para reagir num instante.

A Quick Estimate revoluciona a eficiência do desenvolvimento de produto, sendo fundamental na gestão dos custos. A Quick Nest disponibiliza acesso à criação de colocações automáticas e aproveita a tecnologia na nuvem para lidar com enormes volumes de cálculos em paralelo, maximizando a produtividade e a eficiência das colocações.

Impulsionando a Internet das Coisas industriais, os princípios do desenvolvimento lean e a computação baseada na nuvem, a Lectra tem como objetivo disponibilizar acesso a aplicações de melhoria do negócio em qualquer momento e em qualquer local. Longe vai o tempo do espaço de armazenamento limitado e da baixa velocidade de cálculo. Estas aplicações na nuvem, leves e completas, vão redefinir a forma como os clientes da indústria da moda armazenam e processam dados.

O tecido representa frequentemente valores próximos de 60% a 70% do custo de uma peça de vestuário. A Quick Estimate possibilita às equipas de desenvolvimento de produto calcular de forma instantânea as necessidades de tecido a partir do seu ambiente de trabalho Modaris®—a solução de modelagem 2D/3D e de graduação da Lectra—com acesso direto às aplicações na nuvem. Quem desenvolve modelos tem agora a flexibilidade para efetuar ajustes aos modelos de forma mais rápida, para otimizar os custos, protegendo ao mesmo tempo a qualidade da marca e garantindo rapidez de colocação no mercado.

A Quick Nest pode ser acedida através do Diamino®, a solução de criação de colocações da Lectra. Durante as fases desenvolvimento da produção, os utilizadores da Quick Nest poderão processar colocações mais pormenorizadas de forma mais rápida. A Quick Nest pode também ser utilizada pelas equipas de produção para lidar automaticamente com listas de colocações em tempo recorde através da nuvem.

Estas aplicações vão também garantir transparência em toda a empresa, pois as equipas de gestão obtêm uma visibilidade total das necessidades de consumo para todos os produtos em desenvolvimento e em produção graças ao acesso visível a dados consolidados para aprovação e comunicação.

“O objetivo final na nossa nova estratégia é claro: queremos colocar os nossos clientes no centro do nosso negócio. Queremos que eles prosperem nesta nova era digital. As nossas mais recentes aplicações adaptadas à Indústria 4.0 vão funcionar como catalisadores de crescimento para os seus negócios, dando-lhes a possibilidade de tomar boas decisões com base em informação em tempo real,” explica Daniel Harari, presidente e diretor-executivo da Lectra. “E isto é apenas o início. Vão chegar aplicações ainda mais inovadoras.”

Sobre a Lectra
Para as empresas que dão vida ao nosso guarda-roupa, ao interior do nosso automóvel, ao mobiliário e outros, a Lectra está a criar as tecnologias premium que facilitam a transformação digital da sua indústria.

A oferta da Lectra aumenta as capacidades das marcas e dos fabricantes, desde o design até à produção, proporcionando-lhes o respeito do mercado e a paz de espírito que merecem.

Fundada em 1973, a Lectra tem atualmente 32 filiais em todo o globo, prestando serviços a clientes em mais de 100 países. Com mais de 1650 funcionários, a Lectra registou uma faturação de 277 milhões de euros em 2017. A Lectra está cotada na Euronext (LSS).

iTechStyle Summit: conferência internacional do têxtil e vestuário

Durante três dias, 28 de fevereiro, 1 e 2 de março de 2018, o iTechStyle Summit reuniu inovadores da indústria, provedores de tecnologia, pesquisadores, clusters e outros atores do setor têxtil e do vestuário de toda a Europa.

A segunda conferência internacional de têxteis e vestuário, organizada pelo CITEVE – Centro Tecnológico para a Indústria Têxtil e Vestuário de Portugal em colaboração com a Associação Selectiva Moda e coordenação científica da Universidade do Minho – Centro de Ciências e Tecnologia Têxteis, foi dirigida por vozes líderes da indústria e da academia. Trata-se de um evento cheio de oportunidades para explorar, aprender, compartilhar e de networking.

Aqui, partilharam-se conhecimentos especializados sobre as últimas tendências, estratégias, oportunidades e desafios da Indústria 4.0.

A conferência teve como principais tópicos a funcionalização; materiais responsivos; estruturas 3D; desmaterialização de protótipos; compósitos baseados em têxteis; biomateriais; e métodos de medição de desempenho.

Na sessão em que se falou da digitalização e robotização de produção estiverem presentes oradores representantes de marcas de renome, cuja presença no mercado tem acompanhado toda esta revolução industrial:

Joachim Hensch, Managing Director Hugo Boss Textile Industries, para nos falar sobre a robotização;

Edouard Macquin, Chief Sales Officer da Lectra abordou a ascensão da Indústria 4.0 na moda;

Marc Van Parys, Presidente da UNITEX (BE), falou sobre as Tecnologias digitais para a fábrica do futuro;

Jürgen Thoms R&D Manager da PLEVA, refletiu sobre as últimas soluções para acabamento têxtil: alisamento de alta tecnologia e sensores para secadores;

E, ainda, Tatjana Spahiu, Conferencista da Universidade Politécnica de Tirana, que apresentou o protótipo virtual 3D na indústria da moda.

O QUE ELES DIZEM…

Rodrigo Siza Vieira – Managing Director da Lectra Portugal e Espanha

“Tentámos trazer a este evento a nossa visão para o futuro próximo e que passa por um roadmap estratégico que a Lectra apresentou há um ano e que se pretende cumprido até 2020.

Os desafios atuais dizem respeito aos desafios dos nossos clientes e aos quais temos de responder através da integração de soluções, desde o conceito de produto até à produção, passando pelo desenvolvimento de produto, pelos processos de industrialização, de planeamento e de corte, nos quais estamos tradicionalmente há muitos anos, mas integrando esses processos e automatizando os mesmos.

Tomemos como exemplo a Lectra Cutting Room 4.0 que pretende automatizar e integrar os processos intermédios nos seus recursos e os dados que são gerados por esses processos, desde o pedido do cliente até a saída de peças cortadas para a costura.

Juntar num evento deste tipo a comunidade científica e o universo empresarial é gratificante, não só por tematizar os três dias da conferência, mas também pelo número significativo de visitantes que atrai”. 

Edouard Macquin – Chief Sales Officer da Lectra

“Quando se fala de Indústria 4.0 as pessoas remetem automaticamente para a produção. No entanto, a Indústria 4.0 é uma revolução industrial que diz respeito não só às fábricas, mas sim à cadeia inteira, desde o ponto de venda até à produção, ou seja, toda a cadeia logística. É importante perceber que a Indústria 4.0 começa nos consumidores e esta é a grande mudança. É o consumidor que está no centro de todas as operações. Esta revolução está a aproximar a indústria do consumidor. A Indústria 4.0 é uma necessidade para atingir as necessidades dos consumidores e as novas formas de consumo. Hoje, mais do que nunca, tudo está voltado para o consumidor.

Podemos mesmo afirmar que não é a revolução industrial que vai mudar o mundo da moda, mas sim o mercado que está a contribuir para a mudança de paradigma”.

Joachim Hensch – Managing Director da Hugo Boss Textile Industries

“É importante esta ponte que se pretende construir aqui entre o conhecimento científico das universidades e o universo empresarial por dois motivos. Por um lado, as universidades estão a educar os nossos futuros “dirigentes”. Por isso é relevante que eles tenham contacto com as indústrias durante a sua aprendizagem, para perceberem o que é preciso, em que direção a indústria está a caminhar e quais são os interesses das marcas. Por outro lado, todas as conferências são importantes pela sua diversidade e pela forma como se concentram num tópico, ajudando a perceber e a encaixar todos os elementos que a ele dizem respeito. Quanto à Indústria 4.0, ela é agora um princípio, uma mentalidade. Temos de perceber que os consumidores são o centro da revolução industrial e que temos um trabalho árduo pela frente para conseguir corresponder à complexidade das suas necessidades. Por isso mesmo é necessária esta ligação entre o consumidor e a indústria, a qual é possível através da digitalização, robotização, e a automatização da indústria para aumentar a produtividade e a eficiência e fazer face à complexidade do mercado”. 

LECTRA

Como é que a Indústria 4.0 está a moldar e transformar o mercado global da moda? Para alguns a Indústria 4.0 não só está a revolucionar a forma como os fabricantes operam, mas também como as marcas e os comerciantes precisam de funcionar.

Recentemente, a Lectra apresentou a sua solução PLM modular, a Lectra Fashion PLM 4.0, que atua como um centro conectado e inteligente para a cadeia de fornecimento digital de hoje. A solução permite aos utilizadores de toda a cadeia de logística, desde o desenvolvimento até a produção, passando pelo design, trabalhar juntos através de um sistema que pode ser adaptado a diferentes modelos de negócios e que permite às empresas responder rapidamente às «tendências».

O objetivo da Lectra é fornecer aos seus clientes a tecnologia e o suporte de que precisam para prosperar e ter sucesso neste novo mercado digital.

LECTRA CUTTING ROOM: UMA VANTAGEM COMPETITIVA

No ambiente de moda acelerado de hoje, a produção deve ser rápida e flexível o suficiente para obter um maior volume de pedidos em prazos apertados, mantendo os custos baixos e mantendo os padrões de qualidade. O que acontece na sala de corte pode inclinar o equilíbrio entre lucros e perdas.

A Lectra entende esses desafios, por isso mesmo procura combinar a sua experiência na indústria têxtil com metodologia lean e a tecnologia mais recente para ajudar as empresas a transformar a sala de corte numa vantagem competitiva.

Nova identidade de marca para a Lectra

A Lectra, a parceira tecnológica de empresas que utilizam tecidos e couros, revela uma nova identidade de marca que demostra de forma poderosa a orientação digital da estratégia da Lectra, criada para apoiar as empresas da moda e do vestuário, da área automóvel e do mobiliário a prosperar com sucesso com conceitos da Indústria 4.0.

Concebido em conjunto com a agência ComCorp, o novo universo da marca Lectra reflete a evolução contínua da empresa e realça o seu papel como uma pioneira nas vésperas da quarta revolução industrial. O remodelado universo da marca evoca veementemente a inovação gravada no ADN da Lectra, impulsionando os quatro valores da empresa: Caring, Committed, Insightful e Visionary.
Moderno e elegante, o novo logótipo expressa o posicionamento premium da Lectra – como está orgulhosa por colaborar com empresas avant-garde – e destaca a evolução da oferta da Lectra através da análise de dados. Os “píxeis” quadrados na nova carta gráfica da Lectra são um reflexo visual da direção digital da empresa. Contudo, as cores, tão características da Lectra, permanecem as mesmas. Funcionam como uma representação da lealdade da Lectra em relação aos seus clientes e tem como objetivo ser o seu imprescindível parceiro de eleição para a tecnologia.

O slogan “Empowering customers through industrial intelligence” confirma o compromisso da Lectra em disponibilizar aos clientes os meios para alcançar as suas ambições. Permanentemente atenta às tendências da indústria com impacto nos setores dos clientes, a Lectra concebe incessantemente soluções para apoiar os clientes na era digital, facilitando a sua transição em direção à indústria do futuro.

Uma pioneira na Internet das Coisas industriais desde 2007 e, atualmente, envolvida ativamente no percurso em direção à Indústria 4.0, a Lectra coloca a recolha e análise de dados no coração da sua oferta. A noção de inteligência industrial é crucial para a implantação de uma cadeia de valor digital para os clientes, possibilitando a interligação em tempo real entre as equipas de design e de desenvolvimento de produto, a fábrica inteligente, os fornecedores e os consumidores.

“A nova identidade de marca da Lectra é um reflexo direto da estratégia evolutiva da empresa, dos seus conhecimentos e da sua próspera história”, afirma Alexis Noal, vice-presidente da ComCorp. “A nova imagem de marca é o resultado de uma estreita colaboração com as equipas da Lectra, a todos os níveis, tendo sido sustentada pelos nossos intercâmbios com os clientes e parceiros da Lectra.”

“2017 foi um dos anos mais intensos para a Lectra, começando com o anúncio de uma nova estratégia concebida para ajudar os nossos clientes a entrar com sucesso na era da Indústria 4.0. A estratégia foi uma enorme inspiração para nós quando renovámos todos os fundamentos da marca. A nova identidade de marca da Lectra, que temos o maior prazer em revelar neste momento, expressa o dinamismo da empresa, a sua audaciosa visão e a impulsionadora ambição para apoiar os clientes”, sublinhou Céline Choussy-Bedouet, diretora de marketing e comunicação.

Lectra premiada como “Showcase para a Indústria do Futuro”

O sentimento é comum, a indústria da moda e vestuário está viva e prepara-se para abraçar a Indústria 4.0 com a Lectra, cuja estratégia foi concebida para capacitar as empresas nas áreas da moda e vestuário, automóvel e mobiliário a serem bem-sucedidas à medida que entram na era da Indústria 4.0.

Ancorada na digitalização dos processos industriais, desde a criação à produção, a Indústria 4.0 está a criar uma nova organização dos ecossistemas das fábricas. Cada vez mais flexíveis com recursos otimizados, as fábricas estão a impulsionar um novo ciclo de vida digitalizado, para produtos que irão beneficiar os consumidores.

Além disso, a produção em massa está a aumentar a capacidade para a produção personalizada em grande escala, disponibilizando também produtos de qualidade, de rápido lançamento no mercado, aguardados por consumidores cada vez mais impacientes e exigentes.

Para fazer face a estas mudanças, é essencial uma cadeia de valor digital para fornecer ligações em tempo real entre as equipas criativas e as equipas de desenvolvimento do produto, fábricas inteligentes, fornecedores e consumidores.

“Para satisfazer estes novos desafios, os nossos clientes podem confiar na nossa oferta de software e equipamentos, já compatíveis com os princípios da Indústria 4.0, no nosso profundo conhecimento da Internet das Coisas industriais, desde 2007, e na experiência das nossas equipas em indústrias específicas,” declarou Daniel Harari, CEO de Lectra. “Graças a estes fortes fundamentos, estamos a enriquecer de forma massiva a nossa oferta, aproveitando as mais recentes tecnologias e integrando as melhores práticas, para assim consolidar a posição da Lectra como uma visionária da Indústria 4.0.”

O lançamento de uma oferta de Software como um Serviço (SaaS) reflete a nova estratégia da Lectra, reforçada pela nuvem e desenvolvida desde 2015. Esta oferta, tirando partido da análise e exploração de dados, irá traduzir-se em equipamentos ainda mais inteligentes e interligados e numa excelente integração entre equipamentos, software e serviços. Novos serviços específicos da indústria irão reforçar a oferta, permitindo à Lectra melhorar continuamente os processos do cliente. Inicialmente testada em 2017 com clientes selecionados, alguns dos quais têm estado envolvidos com a oferta desde o início da conceção, a nova oferta será comercializada a partir de 2018.

“Ao proporcionar um aumento de valor aos nossos clientes, a Lectra irá aumentar a quota de receitas dedicada à pesquisa e desenvolvimento para 10% para o período entre 2017 e 2019, representando um aumento de cerca de 50% entre 2016 e 2019. Desta forma, podemos apoiar os nossos clientes no seu percurso para a excelência operacional, indispensável para ter sucesso no contexto da quarta revolução industrial,” conclui Daniel Harari.

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