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Lectra anuncia a aquisição da Retviews

A Lectra anuncia a assinatura de um acordo com os acionistas da empresa belga Retviews para adquirir 100% do capital e dos direitos de voto.

Criada em 2017, a Retviews desenvolveu uma oferta tecnológica inovadora que permite às marcas de moda analisar dados de mercado em tempo real, com o objetivo de aumentar as vendas e as margens. Atualmente, mais de 30 marcas usam a Retviews em França e na Bélgica.

“Ao unirmo-nos com a Retviews confirmamos mais uma vez a ambição de ajudar os nossos clientes a entrarem rapidamente na era da Indústria 4.0. Graças a algoritmos de inteligência artificial, a oferta da Retviews permite às marcas as melhores tomadas de decisão, a cada momento, ao longo do ciclo de vida do produto, com vista à otimização das coleções”, afirma Daniel Harari, presidente do conselho de administração e CEO da Lectra. “Estamos muito satisfeitos por acolher as talentosas equipas da Retviews. Em conjunto, vamos criar sinergias com a atual oferta da Lectra, desenvolver a tecnologia e comercializar a solução junto dos nossos clientes de moda em todo o mundo, graças nomeadamente às nossas 32 subsidiárias de vendas e serviços presentes em mais de 100 países.”

Segundo Loïc Winckelmans, cofundador e CEO da Retviews, “Em alguns meses, a Retviews tornou-se líder de benchmarking automatizado na área da moda, em França e na Bélgica”. “Estamos convictos de que ao juntarmo-nos à Lectra vamos beneficiar do seu conhecimento para trazer inovações para as marcas de moda, que vão permitir-lhes colocar produtos no mercado que respondam de forma constante às expetativas dos consumidores.”

“As empresas de moda têm grandes volumes de dados com um valor incrível. E só conseguirão utilizá-los com a implementação de inteligência artificial e Big Data”, reconhece Lorenzo Pellizzari, cofundador e diretor de I&D da Retviews. “Com a Lectra, vamos ajudar as marcas a fazer a diferença. Estamos ansiosos por trabalhar no desenvolvimento de novas ofertas integradas com as da Lectra.”

A transação envolve a aquisição de 70% da Retviews por 8 milhões de euros. A compra do restante capital e direitos de voto vai acontecer em três momentos distintos: em julho de 2020, julho de 2021 e julho de 2022. Os valores serão cerca de 0,9 vezes as receitas de 2020, 0,7 vezes as receitas de 2021 e 0,5 vezes as receitas de 2022, respetivamente. Estes valores serão provenientes de fundos disponíveis da Lectra, sem recurso a financiamento bancário.

Polipol implementa a Sala de Corte 4.0 da Lectra para Made to Order

Após mais de 20 anos de colaboração, a Lectra e a Polipol expandiram a parceria para o corte de tecido assente nos princípios da Indústria 4.0. A Polipol optou por implementar a solução de Sala de Corte 4.0 da Lectra para Made to Order como parte da sala de corte existente. A Polipol foi um parceiro importante de I&D durante a fase de desenvolvimento da Sala de Corte 4.0 para Made to Order, assegurando que a nova solução iria satisfazer os requisitos dos fabricantes de mobiliário.

A Sala de Corte 4.0 para Made to Order consiste na plataforma de corte digital e na solução de corte de tecido em folha simples Virga® da Lectra. Em conjunto, criam um processo de produção inteligente que interliga todas as etapas desde o processamento da encomenda até ao corte. As tecnologias da Indústria 4.0 permitem a gestão da complexidade da produção por encomenda e eliminam as limitações existentes na sala de corte.

Com fluxos de dados digitalizados entre o sistema ERP e o departamento de corte, a Polipol adquire mais transparência e controlo sobre todo o processo de produção. Desta forma, o fabricante de mobiliário estofado pode fazer face às exigências crescentes de individualização, prazos de entrega mais reduzidos e alta qualidade a preços acessíveis. A Polipol deseja alcançar mais agilidade e produtividade mais elevada, eficiência de custos e expansibilidade.

“Para suportarmos o crescimento futuro da Polipol, precisamos de uma base bem estruturada de inovação e tecnologia de vanguarda. A Lectra é um dos parceiros-chave para a nossa sala de corte Indústria 4.0 voltada para o futuro”, afirmou Gerd Hemmerling, fundador e diretor-geral, Polipol.

“A Polipol e a Lectra partilham a mesma filosofia de inovação: as duas empresas assumem o compromisso de operarem como pioneiras na indústria. A implementação da Sala de Corte 4.0 para Made to Order na Polipol é um projeto inovador para a transformação digital na indústria de mobiliário estofado e outro ponto importantíssimo na nossa estratégia para a Indústria 4.0”, afirmou Daniel Harari, Presidente e CEO, Lectra.

O projeto Indústria 4.0 segue a implementação por parte da empresa de um centro de competência em pele na instalação fabril da Polipol em Wagrowiec, Polónia, uma das fábricas de mobiliário estofado mais avançadas do mundo. O centro, que tem oito máquinas de corte Versalis da mais recente geração, com 14 estações de digitalização, está na vanguarda da inovação no mercado de produção de mobiliário estofado.

Uma vez que a indústria do mobiliário está a passar por uma mudança acentuada, a estratégia Indústria 4.0 da Lectra disponibiliza soluções de vanguarda que irão ajudar os fabricantes a colocar o mobiliário mais rapidamente no cliente, de forma mais rentável e com mais opções de customização do que nunca. Seguindo a introdução da Sala de Corte 4.0 para Made to Order no ano passado, a Lectra anunciou mais ofertas para 2019, com vista a desenvolver ainda mais esta estratégia na indústria de mobiliário estofado.

Lectra enfrenta os desafios da personalização no mobiliário

1.Lectra enfrenta os desafios da personalização no mobiliário

1.1   O regresso ao futuro do mobiliário:

Os produtos personalizados eram a grande tendência nas sociedades pré-industriais. Com a chegada da Revolução Industrial, os produtores adotaram o modelo de produção em série e deixaram-se seduzir pelos produtos baratos e fáceis de conseguir, o que afastou os consumidores das peças únicas que caracterizavam a era do artesanato. Com a chegada do seculo XXI, uma reação contra a uniformidade dos produtos fabricados em série fez com que os consumidores desejassem produtos personalizados e únicos, como eles próprios.

No caso do mobiliário, apesar do modelo de produção em série oferecer um certo grau de personalização, os consumidores já não se contentam em poder eleger entre 10 a 15 cores. Cada vez exigem uma maior variedade de materiais, modelos e outras opções de personalização. A mentalidade deste mercado deu início a uma procura de moveis que não só consigam adaptar-se à decoração de interiores como também consigam refletir o próprio consumidor, que valoriza a autenticidade, a autoexpressão e a personalização.

À medida que aumenta a procura do mobiliário personalizado, o processo de produção vai-se tornando cada vez mais complexo. Esta crescente procura está a pôr em causa a eficiência e a rentabilidade dos atuais modelos de produção. Não obstante, as empresas que não conseguem acompanhar esta nova tendência e oferecer níveis cada vez maiores de personalização correm o risco de perder a lealdade dos clientes e, consequentemente, notoriedade no mercado.

 

Assim, como poderão fazer os produtores de mobiliário estofado para se adaptarem às contantes mudanças do mercado e prosperar num mercado dinâmico e global?

Aqui surge a Indústria 4.0, proporcionando meios às empresas para que estas possam responder às crescentes dificuldades dos processos de produção. Desta forma, criar-se-ão mais oportunidades para inovar os produtos e transformar os modelos de negocio.

1.2  Os millenials e a personalização:

Os millenials, como se denomina a população nascida entre 1980 e 2000, representam uma importante força de mudança na industria do mobiliário, uma vez que cresceram numa época em que a personalização do produto é algo habitual e a satisfação instantânea uma regra. Para esta geração, que agora constitui o grupo mais numeroso dos consumidores que compram mobiliário, a personalização está a converter-se em algo imprescindível.

A personalização não é a única preocupação dos produtores de mobiliário estofado. Em 2016, o Centro de Estudos Industriais (CSIL), em conjunto com a Lectra, fez um estudo entre os produtores de mobiliário estofado de 26 países, com o objetivo de entender o estado atual deste setor, a nível mundial.

Para além da personalização, as empresas apontaram como maiores desafios a exigência de entregas mais rápidas, a pressão para baixar os preços e a escassez de mão-de-obra qualificada.

Como pioneiros da Indústria 4.0 temos o dever de ajudar a fazer face a estes desafios através do fornecimento de soluções inovadoras.

1.3   Sala de corte 4.0 da Lectra para produção sob encomenda (MTO – Made To Order):

A nova sala de corte 4.0 da Lectra para produção MTO supera as limitações dos atuais processos de produção de moveis personalizados. Combina a plataforma de corte digital da Lectra e a Virga®, a nova solução de corte de folha única. Esta solução, baseada em dados, transfere digitalmente as informações entre sistemas de TI e a sala de corte e automatiza tarefas sem valor agregado. Seja em corte de tecido liso ou com estampado, a Virga® oferece uma linha de corte completa.

Este sistema de produção totalmente digitalizado constituirá uma grande ajuda para os produtores de mobiliário personalizado, uma vez que lhes proporcionará os meios para fabricar de forma eficiente e rentável pequenas séries a um preço e com um prazo de entrega comparável com o mobiliário de produção em série.

Com esta nova solução, os produtores que fabricam para outras marcas poderão oferecer um modelo de negócio mais orientado ao serviço que lhes é pedido. Os clientes podem seguir e controlar o estado da produção da sua encomenda em tempo real.

A sala de corte 4.0 para MTO da Lectra reaproveita os princípios da Indústria 4.0 e a tecnologia para ajudar as empresas a tornarem ágil, produtivo e rentável o processo de produção de móveis em séries pequenas, de peça única e sob encomenda.

1.4   Redução do tempo de ciclo:

Alta velocidade do corte garante rendimento e tempo de mercado mais rápidos. Parece óbvio, mas será verdade? Apenas altas velocidades do corte não garantem a máxima eficiência do processo. É por isso que a nova sala de corte 4.0 da Lectra, foi desenvolvida para reduzir o tempo de ciclo e acelerar a velocidade do corte.

A abordagem de tempo de ciclo é importante, mas porquê?

– A velocidade do corte não ajudará a identificar e eliminar o estrangulamento de produção.

– Os pedidos de corte são enviados diretamente do ERP e processados automaticamente na nova plataforma digital de corte.

– Não adianta ter uma solução de corte de alta velocidade se o operador não puder acompanhá-la.

– Um ciclo equilibrado, da preparação do corte até alimentação e descarga, permite que o operador mantenha a produtividade ideal.

– O controle de qualidade pode sofrer se a velocidade for a preocupação principal.

– O operador tem tempo de focar no controle de qualidade e, imediatamente, gerir quaisquer peças rejeitadas.

A velocidade importa, mas não é uma estratégia. Ao analisar o tempo de ciclo, o operador pode aumentar a visibilidade e pode tomar decisões geradas por dados que otimizem a eficiência e rentabilidade. Além disso, a nova solução corta até 120 metros por minuto, com aceleração de 1,2G, com uma qualidade de corte perfeita.

Adote a nova sala de corte 4.0 para produção MTO com a Lectra. Com uma linha de corte completa e de alto desempenho, a solução foi projetada para mínimas intervenções manuais e para reduzir erros que surjam. Inteligente e conectada, a linha de corte Virga® é suportada pela plataforma de corte digital da Lectra para obter produtividade máxima e coleta de dados.

Esta solução exclusiva garante tempo de ciclo de corte eficiente, flexibilidade e rentabilidade. Junte-se a nós e enfrente os desafios da personalização no setor do mobiliário.

 

Lectra reforça o Comité Executivo

A Lectra está a reforçar os seu Comité Executivo para acelerar a implementação da sua estratégia Lectra 4.0, iniciada no início de 2017, com o objetivo de se tornar o principal player na Indústria 4.0 no mercado.

O plano estratégico 2017-2019, o primeiro passo na transformação da empresa, tem 5 objetivos: acelerar o crescimento das vendas, tanto orgânicas como através de aquisições específicas; acentuar a sua liderança tecnológica para aumentar ainda mais o valor da sua oferta de produtos e serviços; reforçar a sua posição competitiva e relações de longo prazo com os seus clientes; lançar progressivamente novas ofertas de software no modo SaaS; e autofinanciar o seu desenvolvimento interno e externo.

Para capacitar os seus clientes na implementação dos princípios da Indústria 4.0, a Lectra tem, ao longo dos últimos 3 anos, aumentado significativamente os investimentos em criação e desenvolvimento de novas linhas de produtos e no aperfeiçoamento das suas existentes soluções de software e corte. A empresa baseia-se principalmente em quarto tecnologias chave: Big Data, Inteligência Artificial, IoT Industrial e Cloud. As primeiras ofertas Lectra para a Indústria 4.0 foram lançadas em 2018 em alguns países como piloto e vão sendo progressivamente lançadas mundialmente em 2019.

Até agora, o Comité Executivo da Lectra era composto por Daniel Harari, Céline Choussy,
Edouard Macquin, Jérôme Viala e Véronique Zoccoletto. Para acelerar a execução da sua estratégia, o grupo decidiu rever a organização das suas filiais, redirecionar os esforços para o Sucesso do Cliente e expandir o seu Comité Executivo, que permanece sob a liderança de Daniel Harari, Presidente e CEO.

Jérôme Viala, Vice-Presidente Executivo, é agora Vice-Presidente do Comité Executivo, com responsabilidades acrescidas nas operações das filiais, enquanto mantem as suas atuais funções.

As filiais da Lectra foram recentemente organizadas em 4 regiões principais. O propósito é uma melhor adaptação à estratégia da Lectra 4.0 aos diferentes mercados da Lectra, acelerar o desenvolvimento do negócio e reforçar sinergias no seio de cada área geográficas novas regiões são Américas, liderada por Edouard Macquin; Ásia-Pacífico, liderada por Javier Garcia; Europe do Norte & Este, Médio Oriente, liderada por Holger Max-Lang; e Europa do Sul & Norte África, liderada por Fabio Canali. Fabio Canali, Javier Garcia e Holger Max-Lang integraram o Comité Executivo.

Para estar ainda mais próximo das necessidades dos clientes e garantir uma ótima utilização das soluções, a Lectra criou a posição de Chief Customer Success Officer, encabeçada por Laurence Jacquot, que também integrou o Comité Executivo.

Maximilien Abadie, Chief Strategy Officer, tornou-se membro do Comité Executivo, com a missão de apoiar a implementação da estratégia Lectra 4.0 dentro das equipas do grupo e preparar o plano estratégico 2020-2022.

Olivier du Chesnay, Chief Financial Officer, integrou o Comité Executivo com o objetivo de reforçar os fundamentos do modelo económico da Lectra.

Céline Choussy, Chief Marketing & Communications Officer, terá como principal missão assegurar o lançamento e desenvolvimento das novas ofertas.

Véronique Zoccoletto, Chief Transformation Officer, vai concentrar-se na escalada da digitalização e uso contínuo das quatro tecnologias chave da Lectra.

“O nosso plano de crescimento é ambicioso e tivemos de criar uma estrutura que nos permita atingir rapidamente os nossos objetivos. A nova dinâmica das nossas regiões, juntamente com a criação de uma equipa dedicada ao Sucesso Cliente, irá reforçar mais a intimidade que partilhamos com os nossos clientes. Trabalho há já muito tempo com cada um dos membros do novo Comité Executivo e tenho admirado e apreciado com o passar dos anos a sua paixão pela Lectra e a profundidade e amplitude dos seus talentos. Temos uma equipa de gestão mais robusta e coesa, na qual tenho toda a confiança para levar a Lectra a uma nova e importante fase do seu desenvolvimento,” afirma Daniel Harari.

Lectra faz história com a “Fashion On Demand”, a primeira oferta de personalização integral da indústria da moda

A Lectra lança a sua oferta “Fashion On Demand”, capacitando os intervenientes da indústria para descobrir novas oportunidades de negócio criadas pela forte procura da personalização na indústria da moda. A Lectra está a possibilitar pela primeira vez aos seus clientes a produção sob encomenda com uma oferta integral que automatiza todo o processo de personalização, desde o desenvolvimento do produto até às etapas finais de corte.
A “Fashion On Demand by Lectra”, com base nos princípios da Indústria 4.0, é o resultado de quatro anos de Pesquisa e Desenvolvimento com uma forte equipa de inúmeros especialistas, como parte do percurso estratégico da Lectra anunciado em 2017. Será realizada uma implementação global progressiva a partir de janeiro de 2019.

A revolução digital incentivou os consumidores atuais a procurar produtos e experiências personalizados. Este é um modelo de negócio vantajoso para as empresas de moda, pois possibilita-lhes fazer corresponder a oferta à procura de forma precisa e solucionar inúmeros problemas enfrentados pelos modelos de negócio padrão. Sabendo antecipadamente o que os seus consumidores pretendem e a quantidade pretendida, as empresas podem produzir em quantidades precisas e evitar o excesso de stock e os descontos. Para além disso, como os consumidores pagam antecipadamente as suas encomendas, aumenta assim a liquidez para os negócios. As empresas de moda podem utilizar a personalização como uma forma de superar os seus concorrentes e obter a fidelidade do cliente, disponibilizando produtos exclusivos que fazem com que estes se sintam únicos.

Apesar da produção sob encomenda ser um modelo de negócio atrativo que apresenta um baixo risco financeiro, as empresas de moda estão a deparar-se atualmente com enormes barreiras para entrar neste mercado. Sem o savoir-faire e a tecnologia apropriada, muitas empresas têm de apoiar-se na sua infraestrutura de cadeia de abastecimento padrão que não possui a flexibilidade para criar e produzir estes produtos. Como resultado, têm de desenvolver fluxos de trabalho independentes para cada produto, incorrendo em custos de produção adicionais, aumentando os prazos de entrega e até colocando em risco as suas linhas de produtos existentes. Ao ter tempos de entrega maiores, correm o risco de incomodar os seus clientes fiéis que pagaram preços mínimos pelos seus produtos personalizados.

A “Fashion On Demand by Lectra” é uma importante inovação para a indústria. Recorrendo a 45 anos de experiência a trabalhar com retalhistas, fabricantes e marcas internacionais, a Lectra desenvolveu a sua oferta para derrubar estas barreiras e capacitar as empresas de moda com as melhores soluções para satisfazer as necessidades específicas dos seus clientes ávidos pelo digital. A “Fashion On Demand by Lectra”, disponível em dois pacotes, um dedicado ao feito sob medida e outro à personalização, é uma solução completa que automatiza a produção sob encomenda, desde a receção da encomenda até às etapas de desenvolvimento da produção e da sala de corte. As empresas podem definir os critérios e a extensão de personalização do produto para cada item, dependendo do pacote (tal como alterar as características do produto para a personalização e ajustes aos modelos para o feito sob medida), e lançar processos de produção logo desde o início, sem interferir com os seus fluxos de trabalho padrão.

“A personalização, ou melhor, a produção sob encomenda, vai ser um fenómeno em toda a indústria. É assim o dever da Lectra, como pioneira da Indústria 4.0, pensar antecipadamente e liderar este movimento. Tendo em mente os melhores interesses dos nossos clientes, trabalhámos com conceituados especialistas em personalização de diversos países para desenvolver esta solução. Com a “Fashion On Demand by Lectra”, estamos a fazer o impensável. Pela primeira vez na indústria da moda, existirá uma abrangente solução de personalização com a capacidade para funcionar sob as mesmas condições de mercado do segmento de pronto a vestir e produzir os mesmos ou talvez até melhores resultados”, afirmou Daniel Harari, presidente e diretor-executivo da Lectra.

Esta oferta de rutura dá às empresas de moda uma visão de 360° de todo o processo de personalização, proporcionando-lhes a visibilidade para otimizar múltiplos processos de produção e gerir procuras individuais complexas, desde a encomenda personalizada até ao corte da peça. Graças à flexibilidade obtida pelas empresas na cadeia de abastecimento com esta inovadora solução da Lectra, estas poderão expandir a sua gama de produtos e oferecer mais variedade, independentemente de ser vestuário feminino, masculino ou infantil, atraindo um público mais abrangente e apostando nas tendências sem interromper os processos de produção existentes. Não irão perder tempo a consolidar e a comunicar informações de uma etapa de produção para outra. Estão garantidos fluxos de processos suaves e, consequentemente, tempos de entrega rápidos que podem competir com os tempos de entrega dos produtos padrão.

 

 

Vestuário: produção mais eficiente com a Lectra

DESAFIO

Criada em Zhengzhou, China, em 2001, a Ese.Y tem-se dedicado ao aperfeiçoamento da I&D e da produção no seio da sua atividade industrial, o que a posiciona como líder na categoria de calças para senhora. A sua fábrica de produção no Parque Industrial Têxtil de Zhengzhou é o maior local de produção de calças para senhora na China.

Apesar do êxito, a Ese.Y sabia que não podia dar-se ao luxo de parar de inovar. Na China, a procura de moda por parte do consumidor tem crescido de forma constante, as vendas online aumentaram drasticamente, e a promoção do comércio eletrónico está a fazer mudar a forma de trabalhar da indústria da moda. A Ese.Y decidiu dar o salto para a produção inteligente, que lhe iria permitir criar uma cadeia de fornecimento mais ágil e processar de melhor forma as encomendas de pequenas quantidades que se tornaram uma caraterística destes novos mercados.

SOLUÇÃO

Depois de analisar as opções, a Ese.Y escolheu as máquinas de corte Vector da Lectra. As máquinas de corte de alto desempenho trouxeram uma ampla variedade de opções de gestão de tecido, e eram suficientemente versáteis para darem conta até das encomendas mais complicadas. Cada máquina Vector ajudou a Ese.Y a economizar mais de 300 000 RMB anualmente só em custos de mão-de-obra. As máquinas também fizeram reduzir o desperdício de material e ajudaram a baixar o custo de tecido por peça cortada, graças ao corte preciso, sem zonas intermédias entre as peças.

“Assistimos a um aumento drástico na produtividade e na agilidade, o que nos permite responder com rapidez e eficiência aos requisitos de produção em evolução”, afirma Sun Yifei, vice-presidente da Ese.Y. “A Lectra ajudou-nos a adaptar a nossa operação à produção de pequenas quantidades, a melhorar a qualidade do produto e a reduzir os custos”.

Com o cada vez maior apetite por moda e os eventos de compras online como o Double 11 (“Dia dos Solteiros”), que estão a levar as pessoas a comprar desenfreadamente, o negócio de vestuário online na China está em expansão. Este rápido crescimento do comércio eletrónico ajudou o fabricante de vestuário Ese.Y a atingir um estatuto lendário. Em 2011, as vendas de calças de senhora da Ese.Y no site Tmall.com atingiram 8 milhões de RMB. No ano seguinte, aumentaram para 80 milhões de RMB, e depois para 200 milhões de RMB em 2013, antes de ultrapassarem os 300 milhões de RMB em 2015. Hoje em dia, a Ese.Y detém o primeiro lugar na categoria de calças de senhora no Tmall.com.

PRODUÇÃO PARA COMÉRCIO ELETRÓNICO

O comércio eletrónico pode ter trazido o êxito à Ese.Y, mas o modelo de negócio online também acarreta grandes desafios para o fabricante de roupa. Os picos de procura imprevisíveis e a preferência dos millennials por produtos personalizados exigem uma produção com uma configuração mais flexível em vez de convencional, baseada em encomendas. Durante o festival “Double 11” em 2016, a loja Tmall. com da Ese.Y fez 10 milhões de RMB em vendas em apenas 20 minutos — um novo recorde em calças de senhora. A Ese.Y precisava de uma configuração de produção ágil para processar um tão elevado pico de encomendas num período tão curto.

A Ese.Y percebeu que uma combinação de produção inteligente e tecnologia avançada era a chave para criar uma cadeia de fornecimento mais flexível e para conciliar a configuração de produção convencional com as necessidades do comércio eletrónico. “A solução de sala de corte da Lectra tornou a nossa unidade de produção mais ágil, para que pudéssemos lidar mais facilmente com as flutuações da procura”, afirma Sun Yifei. “Durante o Double 11 em 2012, demorámos dez dias a entregar 80 mil encomendas. Em 2016, concluímos a produção no primeiro dia — o dia em que as encomendas foram recebidas —, o que constituiu uma verdadeira prova da melhoria da nossa eficiência”.

PROCURA DE PRODUTOS DE EXCELÊNCIA

Na China, o mercado online começou a dar primazia às marcas de gama-alta, com os consumidores jovens a procurarem qualidade de excelência e personalização. A Ese.Y concentrou a atenção na melhoria da qualidade, com vista à adição de uma gama de produtos de qualidade superior à loja de comércio eletrónico.

As peças cortadas numa sala de corte manual variam geralmente de peça para peça, em valores que podem atingir os vários milímetros, o que resulta em desperdício de tecido e impacto negativo na eficiência de montagem e na qualidade. A máquina de corte Vector da Lectra produzia peças cortadas normalizadas, eliminando irregularidades, melhorando o processo de montagem e assegurando sempre um produto sistematizado e de qualidade.

“Mesmo em modelos, tecidos e operadores similares, as calças que custam entre 100 e 200 RMB irão diferir substancialmente em qualidade das que custam entre 700 e 800 RMB”, explica Yifei. “A tecnologia da Lectra ajudou-nos a atingir estes padrões mais elevados sem aumentarmos os nossos custos”.

PEQUENAS QUANTIDADES, PROCESSAMENTO MAIS RÁPIDO

Anteriormente, no site Taobao.com, um único artigo campeão de vendas era potencialmente suficiente para sustentar toda a loja. Hoje em dia, as marcas precisam de dezenas de campeões de vendas para conseguirem o mesmo objetivo. Como resposta, a Ese.Y está a explorar um novo modelo de retalho que combina a venda online e offline, e a renovar as operações, para que possam consolidar a multi-especificação e a produção de pequenas quantidades, o que lhes permitirá dar uma rápida resposta às novas encomendas e às flutuações na procura. As soluções de sala de corte da Lectra fazem parte destas instalações inteligentes atualizadas, que ajudam a produção da Ese.Y a manter-se rápida, flexível e lean.

“A nossa meta é tornarmo-nos totalmente automatizados, flexíveis e 100% inteligentes”, afirmou Sun Yifei. “As soluções de corte da Lectra têm-nos ajudado a melhorar a nossa qualidade de corte, a capacidade de produção, a taxa de utilização de material e a eficiência global. Acreditamos plenamente que a tecnologia da Lectra, preparada para a Indústria 4.0, irá continuar a ajudar-nos a melhorar e a aperfeiçoar o funcionamento da nossa sala de corte, e a criar uma base bem estruturada na qual poderemos fazer assentar uma unidade de produção plenamente inteligente”.

Lectra faz história com a “Fashion On Demand”

A Lectra disponibiliza às empresas de moda uma inovadora solução que lhes possibilita personalizar à velocidade de produção do pronto a vestir

Paris, 4 de dezembro de 2018 – A Lectra lança a sua oferta “Fashion On Demand”, capacitando os intervenientes da indústria para descobrir novas oportunidades de negócio criadas pela forte procura da personalização na indústria da moda. A Lectra está a possibilitar pela primeira vez aos seus clientes a produção sob encomenda com uma oferta integral que automatiza todo o processo de personalização, desde o desenvolvimento do produto até às etapas finais de corte.
A “Fashion On Demand by Lectra”, com base nos princípios da Indústria 4.0, é o resultado de quatro anos de Pesquisa e Desenvolvimento com uma forte equipa de inúmeros especialistas, como parte do percurso estratégico da Lectra anunciado em 2017. Será realizada uma implementação global progressiva a partir de janeiro de 2019.
A revolução digital incentivou os consumidores atuais a procurar produtos e experiências personalizados. Este é um modelo de negócio vantajoso para as empresas de moda, pois possibilita-lhes fazer corresponder a oferta à procura de forma precisa e solucionar inúmeros problemas enfrentados pelos modelos de negócio padrão. Sabendo antecipadamente o que os seus consumidores pretendem e a quantidade pretendida, as empresas podem produzir em quantidades precisas e evitar o excesso de stock e os descontos. Para além disso, como os consumidores pagam antecipadamente as suas encomendas, aumenta assim a liquidez para os negócios. As empresas de moda podem utilizar a personalização como uma forma de superar os seus concorrentes e obter a fidelidade do cliente, disponibilizando produtos exclusivos que fazem com que estes se sintam únicos.
Apesar da produção sob encomenda ser um modelo de negócio atrativo que apresenta um baixo risco financeiro, as empresas de moda estão a deparar-se atualmente com enormes barreiras para entrar neste mercado. Sem o savoir-faire e a tecnologia apropriada, muitas empresas têm de apoiar-se na sua infraestrutura de cadeia de abastecimento padrão que não possui a flexibilidade para criar e produzir estes produtos. Como resultado, têm de desenvolver fluxos de trabalho independentes para cada produto, incorrendo em custos de produção adicionais, aumentando os prazos de entrega e até colocando em risco as suas linhas de produtos existentes. Ao ter tempos de entrega maiores, correm o risco de incomodar os seus clientes fiéis que pagaram preços mínimos pelos seus produtos personalizados.
A “Fashion On Demand by Lectra” é uma importante inovação para a indústria. Recorrendo a 45 anos de experiência a trabalhar com retalhistas, fabricantes e marcas internacionais, a Lectra desenvolveu a sua oferta para derrubar estas barreiras e capacitar as empresas de moda com as melhores soluções para satisfazer as necessidades específicas dos seus clientes ávidos pelo digital. A “Fashion On Demand by Lectra”, disponível em dois pacotes, um dedicado ao feito sob medida e outro à personalização, é uma solução completa que automatiza a produção sob encomenda, desde a receção da encomenda até às etapas de desenvolvimento da produção e da sala de corte. As empresas podem definir os critérios e a extensão de personalização do produto para cada item, dependendo do pacote (tal como alterar as características do produto para a personalização e ajustes aos modelos para o feito sob medida), e lançar processos de produção logo desde o início, sem interferir com os seus fluxos de trabalho padrão.
“A personalização, ou melhor, a produção sob encomenda, vai ser um fenómeno em toda a indústria. É assim o dever da Lectra, como pioneira da Indústria 4.0, pensar antecipadamente e liderar este movimento. Tendo em mente os melhores interesses dos nossos clientes, trabalhámos com conceituados especialistas em personalização de diversos países para desenvolver esta solução. Com a “Fashion On Demand by Lectra”, estamos a fazer o impensável. Pela primeira vez na indústria da moda, existirá uma abrangente solução de personalização com a capacidade para funcionar sob as mesmas condições de mercado do segmento de pronto a vestir e produzir os mesmos ou talvez até melhores resultados”, afirmou Daniel Harari, presidente e diretor-executivo da Lectra.
Esta oferta de rutura dá às empresas de moda uma visão de 360° de todo o processo de personalização, proporcionando-lhes a visibilidade para otimizar múltiplos processos de produção e gerir procuras individuais complexas, desde a encomenda personalizada até ao corte da peça. Graças à flexibilidade obtida pelas empresas na cadeia de abastecimento com esta inovadora solução da Lectra, estas poderão expandir a sua gama de produtos e oferecer mais variedade, independentemente de ser vestuário feminino, masculino ou infantil, atraindo um público mais abrangente e apostando nas tendências sem interromper os processos de produção existentes. Não irão perder tempo a consolidar e a comunicar informações de uma etapa de produção para outra. Estão garantidos fluxos de processos suaves e, consequentemente, tempos de entrega rápidos que podem competir com os tempos de entrega dos produtos padrão.

Diga não ao «um serve para todos»

silhouette of an unknown woman on a dark background

A indústria da moda de hoje é ágil e implacável. Entregar coleções on-trend respeitando prazos, é apenas um dos muitos itens na lista de tarefas de uma empresa de moda. O panorama da moda está a passar por uma revisão completa graças a quatro megatendências: Millennials, Digitalização, a ascensão da Indústria 4.0 e o crescimento económico da China. Este é um teste decisivo para empresas. As apostas são altas. Aqueles que conseguem acompanhar essas mudanças vão sair vencedores do jogo da moda. Mas o que significam essas mudanças para o seu negócio? Como a sua empresa deve adotá-las? Acreditamos que não existe uma solução única para todas as empresas. Porque todos os negócios são diferentes. E todas as empresas têm diferentes necessidades, desafios e objetivos. Nós sentamo-nos com os nossos clientes para perceber como essas mudanças podem afetar os seus negócios. Com base nessas conversas e pesquisas, escrevemos três artigos breves para três segmentos de mercado: retalhistas, marcas e fabricantes. Fizemos um resumo para cada segmento de mercado, onde abordamos detalhadamente todos os desafios do setor, e como podem ser superados.

Para ter uma ideia do que vai encontrar, aqui estão alguns dos desafios referidos pelos retalhistas, marcas e fabricantes.

Aqui estão alguns dos desafios comuns no negócio do RETALHO:

Responder às exigências do consumidor está a ficar cada vez mais difícil.

Com consumidores da geração Millennial a pedir mais produtos personalizados, para serem entregues em prazos mais curtos, todos os retalhistas precisam de produzir um maior número de coleções de pequeno volume e avançar rapidamente nas tendências. O prazo médio de entrega na indústria passou de 12 semanas para uma. E está a ficar mais difícil responder e adaptar-se a estas novas procuras.

Manter as margens de lucro está a ser difícil devido ao aumento dos custos de material.

Os custos de material estão a aumentar e isso está a afetar o resultado final das empresas. O sourcing em países de mão-de-obra barata é uma abordagem de curto-prazo para um problema a longo-prazo, mas até agora, não há alternativa viável.

Designers estão a lutar com a criatividade sob pressão.

Os prazos estão cada vez mais curtos, os consumidores exigem mais coleções com mais variedade de estilos e personalidade, enquanto que o número de pessoas na equipa de design permanece a mesma. Tem de haver uma forma de os libertar de tarefas administrativas para que possam começar a focar-se no seu trabalho.

Uma MARCA de moda pode estar a enfrentar estas dificuldades neste momento:

Está a ficar cada vez mais difícil oferecer coleções únicas, com alta qualidade a preços competitivos.

As marcas querem a fidelidade do consumidor. Isto significa que precisam de garantir que a qualidade dos seus produtos é consistente e que os seus preços permanecem os mesmos enquanto salvaguardam o ADN da marca. Existem lacunas na cadeia de fornecimento que têm de ser identificadas e corrigidas. Onde a empresa está a gastar mais e menos? Em que áreas se deveria concentrar?

As equipas de desenvolvimento de produto estão a lutar constantemente para entregar coleções inovadoras, porque as tarefas administrativas estão, literalmente, a limitar a sua criação.

Os consumidores de hoje querem mais variedade, mais coleções e mais personalização. Mas os criadores e modelistas também precisam de tempo para pensar e se inspirar entre coleções. Como podem aliviar a sua carga de trabalho para ganhar tempo para o fazer?

A marca está a perder dinheiro devido à ineficiência dos processos de aprovação de protótipos e produtos.

A empresa tem utilizado métodos manuais. Como resultado, modelos em papel são perdidos e fichas técnicas não padronizadas levam a más interpretações. Precisam de encontrar uma forma de capitalizar os dados existentes para acelerar a validação de processos e criar produtos com tamanhos, qualidade e fit precisos.

Tem havido um excesso de material em stock e uma regular ocorrência de custos inesperados.

A falta de comunicação está a causar imensos problemas para todos. Ao não serem capazes de comunicar com os fornecedores em tempo real, muitos fabricantes não estão a receber a quantidade certa de tecidos ou não estão a produzir a quantidade certa de produtos. Os membros da equipa estão a ter problemas para estimar a quantidade exata de tecido antes da produção. Isto resulta em quebra do preço.

As amostras estão a consumir demasiado tempo.

O tempo é precioso na moda. É importante obter os dados certos de forma a fazer os produtos certos com a qualidade e fit desejados. Muitos membros da equipa acabam por refazer amostras porque receberam informações erradas. Quando o tempo é apertado e existe procura de mais variedade de produtos, é frequente acontecer erros. O que pode ser feito para os evitar?

Os clientes estão a colocar encomendas de grande volume à última da hora, o que vai afetar os resultados finais da sua empresa.

Como a indústria da moda é muito rápida, é inevitável que os seus clientes tenham necessidade de ocasionalmente, colocarem encomendas de última hora. Logo, essa necessidade passa a ser a sua, uma vez que não terá tempo de procurar melhores fornecedores e perder uma boa parte do lucro no processo.

Quer saber mais sobre como ultrapassar estes desafios?

Contacte-nos: s.costa@lectra.com

Poderão as empresas continuar a ignorar a Transformação Digital?

Business concept on tablet with hologram

Bem implementada, a digitalização envolve muito mais, do que um simples acrescentar ou substituir softwares e máquinas. É uma profunda transformação que reinventa a estratégia e processos da empresa completamente. A tecnologia é apenas um meio para atingir um fim – para facilitar a transformação.

Ao abordar a digitalização desta forma, as empresas vão adaptar-se mais facilmente a um ambiente em mudança constante. As empresas mais pró-ativas, vão colher os frutos da Indústria 4.0, cujo desenvolvimento se intensificará nos próximos anos. Apesar de muitos líderes da indústria ainda o verem como um desafio muito complexo, é na verdade uma oportunidade para libertar o potencial criativo da base industrial em Portugal, desde que as empresas comecem a transformar as habilidades e o conhecimento das suas equipas o quanto antes.

OS DADOS ALIMENTAM  A CADEIA DE VALOR

Com a globalização em ascensão, a digitalização facilita a partilha entre cadeias de valor cada vez mais fragmentadas. As empresas estão a expandir os seus departamentos de criação, desenvolvimento de produto e produção para diferentes regiões geográficas, isto é especialmente visível em setores altamente internacionalizados, como o da Moda (do luxo ao pronto-a-vestir) e do Automóvel. Para permitir que as equipas internacionais trabalhem juntas o mais efetivamente possível, há apenas uma solução: plataformas digitais que incorporem dados confiáveis e completos, acessíveis em tempo real por todos os envolvidos no processo de trabalho. Estas ferramentas são ainda mais relevantes, pois as empresas precisam de estruturar uma série de dados de várias fontes e utilizá-los em todos os departamentos da empresa.

No mercado atual os clientes esperam mais: personalizar o artigo encomendado, recebê-lo de imediato, conhecer a sua origem, etc. Isto, por sua vez, implica que cada etapa do ciclo de vida do produto, de uma ponta à outra da cadeia de valor, tenha de se acelerada, garantindo a rastreabilidade de cada modelo comercializado. Uma vez mais, a chave está na partilha de dados, sem falhas e imediata entre as pessoas, organizações e soluções envolvidas.

A PRODUÇÃO ESTÁ A TRANSFORMAR-SE

As tecnologias digitais são especialmente cruciais na etapa da produção. As fábricas estão a ficar mais inteligentes e conectadas, adquirindo um papel central na cadeia de valor.

Uma fábrica 4.0 é conectada internamente (produtos, máquinas, pessoas, processos, todos comunicam), bem como, com todo o ecossistema de parceiros, subcontratados e distribuidores. Não esquecendo os próprios consumidores, que estão cada vez mais envolvidos no design dos produtos.

Essa fábrica também é inteligente. Máquinas com sensores transmitem dados continuamente, que quando analisados, permitem a máxima qualidade, eficiência e retorno do investimento. Mais próxima do que nunca da eficiência operacional, a fábrica 4.0 também adquire a flexibilidade necessária para se adaptar a pedidos alternados de alto e baixo volume, pequenos lotes ou até mesmo o feito-à-medida. Esta produção transformada permite uma variedade de modelos económicos sem precedentes.

COMO SE ENCAIXAM OS SERES HUMANOS NESTA IMAGEM?

No gabinete de design, a tecnologia liberta a criação de inúmeras restrições. Com as soluções 3D atuais, ou mesmo realidade virtual ou aumentada, um universo sem limite de criação está a abrir-se para as equipas de design. Os departamentos de desenvolvimento de produto estão também capacitados com ferramentas altamente efetivas e ergonómicas, para desenvolver rápido e melhor os produtos esperados pelos consumidores. Os designers podem, a partir de agora, dedicar-se totalmente à sua principal missão: criar.

À medida que a fábrica recupera a importância na cadeia de valor, o mesmo acontece com o papel das equipas que nela trabalham. As máquinas inteligentes substituem os seres humanos para remover tarefas repetitivas, e acompanham-nos na sua atividade diária para que possam alinhar os seus papéis e trazer valor acrescentado onde a sua contribuição é insubstituível.

Seria um erro subestimar o impacto destas mudanças, todavia benéficas, na definição das profissões: a aquisição de novos conhecimentos e habilidades é fundamental à sua transformação digital bem-sucedida. Assumir o controlo das tecnologias da era digital é uma oportunidade das empresas se projetarem serenamente na quarta revolução industrial. As mais perspicazes vão antecipar-se, repensando a forma de abordar o desenvolvimento pessoal das suas equipas.

Artigo de opinião, Lectra

Lectra Fashion PLM 4.0 classificada como número um pelos especialistas da indústria

Faça aqui o download da avaliação

A Lectra, a parceira tecnológica de empresas que utilizam tecidos e couros, recebeu a pontuação máxima no recente estudo de referência da WhichPLM relativamente à mais recente solução Lectra Fashion PLM 4.0.

A solução adaptada à Indústria 4.0 foi louvada pela fonte independente de consultoria gratuita para as indústrias de RFA e CPG por proporcionar uma “experiência de utilizador fantástica” fornecida numa estrutura com todas as funcionalidades e modular, adaptável a negócios de média e grande dimensão e disponível a um nível de preço atrativo.

Disponível em três configurações de entrada desenvolvidas para processos específicos da indústria da moda (Design to Source, Develop to Source e Develop to Manufacture), a Lectra Fashion PLM 4.0 personifica a missão da Lectra de capacitar as empresas da moda para navegar pelos desafios e oportunidades da Indústria 4.0. A Lectra Fashion PLM 4.0 obteve uma classificação acima da média da indústria em 32 das 44 áreas funcionais que a WhichPLM estabeleceu e avaliou. A plataforma foi avaliada como sendo uma solução fundamental que liga os processos, sistemas e cadeias de fornecimento. Recorrendo a ensinamentos da aprendizagem automática, a solução equipa os utilizadores com ferramentas que lhe permitem trabalhar de forma mais eficiente e acelerar o processo de desenvolvimento do produto.

” A Lectra Fashion PLM 4.0 representa, na opinião da WhichPLM, o culminar de uma viagem de várias décadas para ligar as marcas e os retalhistas com as suas cadeias de fornecimento e para construir um conjunto abrangente e integral de soluções integradas que podem ser adaptadas e configuradas para praticamente todos os modelos de negócio,” declarou Mark Harrop, CEO e fundador da WhichPLM.
A WhichPLM Supplier Evaluation é uma avaliação global anual de soluções PLM atualmente no mercado. Os especialistas avaliam as soluções com base em critérios como, por exemplo, competências do fornecedor e conhecimento da indústria, plano e desenvolvimento, visão executiva e feedback do cliente. Nas palavras da WhichPLM, a Lectra Fashion PLM 4.0, que conquistou 3,75 estrelas das cinco possíveis, pontuação acima da média da indústria, “tem um preço adequado, com todas as funcionalidades, tem uma excecional experiência de utilizador que é consistente em todos os módulos, e é vendida e suportada por uma empresa que compreende pormenorizadamente o futuro da indústria.”

A Lectra foi amplamente louvada pela sua pesquisa e desenvolvimento constantes para melhorar a experiência de utilizador ano após ano. “Para sermos absolutamente claros, consideramos esta como a melhor forma possível de abordar o design UX e UI moderno”, acrescenta Mark Harrop. A Lectra Fashion PLM 4.0 obteve pontuações superiores aos concorrentes em mais dez áreas, incluindo integração com Adobe Illustrator, ferramentas de design 3D, gestão BOM, bibliotecas, custos com rentabilidades de materiais avançadas e interface de utilizador gráfico. Em termos de configurabilidade, a Lectra foi valorizada pelo desenvolvimento das Lectra Easy Tools, que permitem aos implementadores e aos utilizadores a gestão de blocos de dados padrão, adicionar novos, exportar configurações e muito mais, tornando o processo de integração muito mais rápido e fácil.

Empowering customers through industrial intelligence 2/2

Graças a um circuito ativo de feedback do cliente, a Lectra tornou também a interface de utilizador da solução mais acessível e intuitiva. Estas alterações incluem uma página inicial que se adapta automaticamente ao comportamento do utilizador, funcionalidade de pesquisa consistente, integrações claras entre módulos e soluções, novo estilo das páginas de visão geral e de detalhes do produto e uma nova função “adicionar ao carrinho” que possibilita que os utilizadores organizem as suas cargas de trabalho.

“Temos muito orgulho da nossa classificação, pois este estudo foi realizado por especialistas reputados com mais de 30 anos de experiência em PDM & PLM da moda. Ao estarmos orientados para a experiência de utilizador, passámos o poder aos nossos clientes, que foram a força motriz por trás destes melhoramentos. Como resultado, conseguimos desenvolver um produto que se adequa perfeitamente às suas necessidades de negócio numa base individual. A nossa classificação significa que iremos continuar a trabalhar nessa direção,” Céline Choussy Bedouet, diretora de marketing e comunicações da Lectra.

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