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Vamos falar sobre a Indústria 4.0 ?

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A Indústria 4.0 descreve um futuro estado da indústria caracterizado por uma completa digitalização dos fluxos económicos e produção. Requer uma integração horizontal em cada fase do processo de produção, em interação com máquinas. No mundo globalmente interligado da Indústria 4.0, as máquinas também interagem umas com as outras.

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O Boston Consulting Group[1] identificou os nove pilares tecnológicos da Indústria 4.0:
[1] www.bcg.com

  • Robôs autónomos. Desde há muito tempo utilizados para enfrentar as tarefas complexas, os robôs oferecem uma gama cada vez maior de serviços e estão cada vez mais autónomos, flexíveis e cooperativos. Eles vão interagir uns com os outros e trabalhar em segurança com humanos (o termo “cobotics” é utilizado para descrever robôs que ajudam operadores na realização das suas tarefas). Eventualmente, vão ser capazes de aprender com os humanos.
  • Simulação. A simulação 3D do desenvolvimento do produto, desenvolvimento do material e processos de produção vai generalizar-se. Usará dados em tempo real para espelhar o mundo físico no mundo virtual que vai incluir máquinas, produtos e humanos. Operadores vão ser capazes de, por exemplo, testar e otimizar as definições da máquina para o próximo produto mesmo antes de começar a produção, reduzindo assim os tempos de preparação da máquina e aumentando a qualidade.
  • Integração de sistemas horizontais e verticais. Atualmente, os sistemas de informação não estão totalmente integrados. As empresas raramente estão conectadas com os seus fornecedores e clientes. Os departamentos de engenharia de projeto raramente são ligados à produção dentro da sua própria organização. Mas com a Indústria 4.0 toda a organização estará interligada e as empresas vão estar ligadas umas com as outras.
  • Internet Industrial das Coisas. Atualmente poucas máquinas estão equipadas com sensores e interligadas. Com a Internet Industrial das Coisas, um número cada vez maior de produtos vai incorporar inteligência e ser ligado utilizando protocolos standard. Isso vai descentralizar a análise e a tomada de decisão, permitindo respostas em tempo real.
  • Segurança cibernética. Os dias de sistemas de gestão operacional fechados e desconectados terminaram. Os protocolos de comunicação e conectividade estão a tornar-se norma. Proteger os sistemas de informação e as linhas de produção de ameaças de crime cibernético está a tornar-se uma questão crítica. Sistemas sofisticados de gestão de identidade e acesso à maquinaria vão ser utilizados para proporcionar comunicações seguras e fiáveis.
  • CloudOs processos operativos da Indústria 4.0 requerem mais partilha de dados entre locais e empresas. O desempenho da tecnologia na cloud vai melhorar, conseguindo um tempo de resposta de algumas milésimas de segundo. Isto vai promover o desenvolvimento de um cada vez maior número de MESs (Manufacturing Execution Systems) baseados em dados de máquinas armazenados na cloud.
  • Additive manufacturing. As empresas estão agora a adotar a impressão 3D para protótipos e produção unitária. Com a Indústria 4.0, estas tecnologias vão ser escolhidas pelo seu elevado desempenho na produção de pequenas quantidades de produtos customizados. Sistemas descentralizados vão reduzir custos de gestão de transporte e inventário.
  • Realidade aumentada. As ferramentas de realidade aumentada estão ainda na fase de infância, mas estão a abrir caminho para novos serviços. Por exemplo, darão informações aos operadores em tempo real para que possam tomar decisões rapidamente e melhorar os processos de trabalho.
  • Big data e análises. Existem ainda enormes conjuntos de dados inexplorados no mundo industrial. A sua análise vai otimizar a qualidade da produção, poupar energia e melhorar serviços. Aqui também, o objetivo é permitir tomadas de decisão em tempo real.

Chamada de “Industry 4.0” na Alemanha, esta revolução industrial é refletida em todo o lado em expressões como “Made in China 2025” e “Manufacturing Renaissance”(EUA). Este conceito é objeto de discussão generalizada, mas o seu impacto na indústria atual continua relativamente modesto.

Especialistas alemães acreditam que estamos agora a 3.8, e que levará cerca de uma década até chegarmos a uma produção 100% Indústria 4.0. Nenhuma empresa passará de 3.0 para 4.0 num passo único. Apesar da sua velocidade, esta migração ocorrerá por etapas.

www.lectra.com

Vamos falar sobre jeans ?

Usar roupas desportivas no dia-a-dia tornou-se elegante e o nosso estilo de vida tornou-se mais ativo, criando uma geração de consumidores que exigem conforto e desempenho nas suas peças de vestuário bem como o estilo. Em resposta, as marcas de jeans estão a apressar-se em seduzir os consumidores caprichosos com tecidos de alto desempenho que moldam o corpo, além dos novos cortes e lavagens modernas.

 

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Desafios específicos

No mercado global atual, as marcas de jeans precisam de ter em mente uma maior variedade de formas e tamanhos ao criarem as suas coleções. Os novos tecidos stretch podem comportar-se de maneira imprevisível e os acabamentos podem encolher o tecido após a montagem das peças, tornando complexo o processo de desenvolvimento do produto. Para além disso, há uma grande competição entre as marcas para acompanhar o ritmo do fast fashion, criando e colocando rapidamente novos modelos no mercado, enquanto lidam com o aumento de custos ligados ao crescente preço do algodão e da mão-de-obra, assim como da crescente pressão da opinião pública, para o uso de métodos de produção que respeitem o meio ambiente.

Uma questão de estilo e ajuste

Se houvesse algo como o “Santo Graal dos jeans”, seria a apoteose do ajuste perfeito. Um par de jeans pode ter até 24 medidas diferentes da cintura ao tornozelo; determinar estas medidas e adaptá-las para outros tamanhos, pode ser uma tarefa gigantesca.

Enquanto isso, a crescente procura de jeans na China e noutros mercados internacionais está a levantar novos desafios, à medida que as empresas adaptam estilos e tamanhos para abraçar uma maior variedade de morfologias em diferentes regiões.

Ser capaz de prever o look dos jeans e o seu comportamento depois de lavado, tratado quimicamente ou mecanicamente envelhecido é essencial para tomar boas decisões de design e desenvolvimento; mas tudo isto pode ser complicado, uma vez que as peças jeans são mais afetadas pelo encolhimento do que qualquer outra categoria de vestuário. Adicionar novos tecidos stretch aos múltiplos existentes para decidir quais os acabamentos a utilizar e o processo de desenvolvimento torna-se demorado, trabalhoso e dispendioso.

Uma cadeia de fornecimento eficiente nunca foi tão essencial: a criação de elementos e os acabamentos precisam de ser decididos e modificados rapidamente, e a produção tem que ser rápida e exata, se esse par de jeans estilizado e de ajuste perfeito deve estar na prateleira da loja a tempo de capitalizar as tendências de mercado!

Soluções de tecnologia para jeans

Tecnologias combinadas tais como o 3D e a gestão do ciclo de vida do produto (PLM), podem acelerar e melhorar o processo de desenvolvimento, conectando a criação e as equipas técnicas, para que possam trabalhar em conjunto na criação de produtos de moda atraentes, com bom ajuste e dentro do orçamento.

As equipas de desenvolvimento podem utilizar a tecnologia 3D para provas virtuais até ao ajuste perfeito, ou adaptar modelos a diferentes formas de corpo e tamanhos, reduzindo o longo processo de protótipos. Reduzir o número de amostras físicas necessárias significa menos desperdício de tecido e menos sessões de provas, menos envios e menos testes, para um processo de desenvolvimento mais rápido e mais eficiente com um reduzido impacto ambiental.

A tecnologia na produção faz avançar, maximiza a eficiência na sala de corte. As soluções smart de planeamento da produção, que comunicam entre si, ajudam as marcas a aproveitar o tecido ou a decidir a melhor forma de mobilizar os recursos disponíveis. Máquinas de corte robustas, criadas especialmente para denim, podem lidar com camadas espessas e pesadas ou matéria-prima stretch com velocidade e precisão. Acrescentando a isto um processo de produção lean que minimiza erros, reduz o tempo de colocação no mercado, e o resultado final é um produto com melhor qualidade, maior margem de lucro e cadeia de fornecimento mais simples e eficiente do início ao fim.

A Lectra e os jeans

Com 40 anos de experiência na indústria da moda, a Lectra ajuda as maiores marcas de jeans do mundo a ultrapassar os seus desafios de design, desenvolvimento e produção. As soluções da Lectra dedicadas à moda, ajudam as marcas a dominar o ajuste, o estilo e o conforto, a acelerar o processo de desenvolvimento, a maximizar as margens de lucro e a reduzir o tempo de colocação no mercado. Com a Lectra, os fabricantes de jeans podem garantir a qualidade dos seus produtos, mantendo a sua oferta atualizada e apelativa para os consumidores, face à crescente concorrência das marcas desportivas.

lectra.com

“Do primeiro flash criativo ao produto final” – Esta é a Lectra

Se podemos falar em segredos de negócio, o da Lectra poderá cingir-se a um: uma aposta vincada e contínua na inovação. “Nos últimos dez a 15 anos, a Lectra tem investido em média cerca de 10% do seu volume de negócios em Investigação e Desenvolvimento. Está no ADN da empresa e isso materializa-se não só nos produtos que disponibiliza ao mercado mas também na capacidade que foi tendo ao longo dos anos de inovar”, explicou Rodrigo Siza Vieira, Diretor da Filial em Portugal, em conversa com a Revista Pontos de Vista. Esta componente inovadora traduz-se na disponibilização de serviços não só de suporte direto às suas soluções, como manutenção e suporte, mas também na área dos serviços que permitem que os clientes implementem e otimizem as soluções Lectra já em fase de utilização produtiva. Ajudar o cliente a automatizar e otimizar a criação do produto, desenvolvimento e produção é, por isso, a pedra basilar do trabalho aqui desenvolvido.

Esta criação de soluções que poderão ser incorporadas em todas as indústrias que utilizem tecidos, peles, têxteis técnicos e materiais compósitos exige uma outra postura que a Lectra sempre soube assumir. “Ao longo do tempo fomos modificando e adaptando a estratégia permanentemente não só em função dos comportamentos e evoluções dos mercados onde atuamos, mas também em função de uma estratégia global adaptável à cultura e ao contexto local de cada região”, esclareceu Rodrigo Siza Vieira. O sucesso da Lectra resume-se, portanto, a três principais vetores: “a tecnologia assente num esforço e investimento permanente na pesquisa e desenvolvimento; as metodologias que se repercutem nos serviços de otimização e implementação e, por fim, a experiência nas diferentes indústrias em que atua”. Falamos essencialmente da indústria da moda e vestuário, um setor para o qual a Lectra nasceu e que ainda hoje é o seu mercado principal, com um volume de negócios que representa os 50 a 60% anualmente.

Lectra está “onde a moda e a tecnologia se encontram”

IMG_2017Em mais de cem países, 24 horas por dia, a Lectra tem procurado responder com mestria aos desafios do século XXI, seguindo tendências e auxiliando as operações do quotidiano operacional dos seus clientes. Acompanhando todo o ciclo de vida de um produto, a atividade da Lectra abrange mercados tão distintos como a moda casual, desportiva ou de lazer, jeans e lingerie, em segmentos que vão desde a moda rápida (fast-fashion) aos artigos de luxo e ao pronto-a-vestir.

Com uma experiência neste setor de mais de 40 anos, a Lectra sentiu as várias dinâmicas vividas em Portugal nos últimos anos e sobre isso Rodrigo Siza Vieira tem uma posição muito clara. “Hoje o setor é bastante mais pequeno, tanto em número de empresas e trabalhadores como no volume global de negócios. Mas é uma indústria saudável, que se fortificou com as dificuldades”, contextualizou o responsável que, perante a pujança deste setor, não se cansa de dizer: “a Lectra em Portugal deve o seu sucesso naturalmente aos seus produtos e serviços, à sua equipa que é muito experiente e conhecedora, mas também ao mercado português que mostrou ser capaz de atravessar dificuldades e sair delas ainda mais forte”, defendeu Rodrigo Siza Vieira.

Quando chegou ao mercado nacional em 1985, a Lectra deparou-se com uma série de desafios que se colocavam às empresas deste setor ao nível da modernização e introdução de novas tecnologias. “Fomos capazes de trazer o aporte tecnológico que necessitavam, mantendo sempre uma enorme proximidade com o cliente. Aliás, essa capacidade de construir relações de longo prazo com os nossos clientes faz parte dos nossos valores”, assumiu, não sendo por acaso que o núcleo duro dos clientes da Lectra acompanha a empresa desde os seus primeiros passos em território português. Além desta fidelização, há ainda a preocupação de descobrir novos clientes e “trazê-los para esta equipa alargada” que se diferencia das demais precisamente por isso, por “ser uma equipa”, defendeu o responsável.

Lectra e a educação

“Lectra, liderando o caminho para aqueles que querem criar o futuro”. Mais do que um chavão, esta é uma responsabilidade desde sempre assumida pela empresa que também encara esta vertente como um “veículo de promoção do nome Lectra”. “Faz parte do nosso posicionamento estar junto das escolas dos diferentes níveis com formação especializada nesta área para assim promovermos junto dos futuros profissionais a empresa e os nossos produtos”, revelou. Como tal, com o intuito máximo de reforçar os estudos profissionais através das mais recentes tecnologias Lectra, a empresa tem desenvolvido um programa de parceria com mais de 850 escolas e universidades em 60 países.

Continuando a estimular este compromisso com as instituições de ensino, para o futuro, a Lectra seguirá a linha de atuação que tem sido trilhada desde 2014. As ambições passarão ainda pelo reforço das soluções CAD/CAM no mercado tradicional e pela promoção de uma das áreas que Rodrigo Siza Vieira acredita que terão mais futuro: o 3D na área de desenvolvimento de produto. Além disso, passa ainda pelos planos da Lectra dar mais visibilidade aos seus produtos e serviços com metodologia lean, uma prática já bastante recorrente na indústria automóvel mas que ainda não é muito praticada no setor da confeção. “Estes serão os grandes desafios que marcam a evolução para 2016, na continuidade do plano de ação já definido para o período anterior”, concluiu Rodrigo Siza Vieira.

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