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WEGHO entra no negócio da reabilitação digital em Portugal

“Agora conseguimos fazer uma remodelação integral de uma casa de banho ou até de toda a habitação”, assegura Carlos Magalhães, CEO da WEGHO.

Outra enorme vantagem do serviço digital é que os clientes poderão no futuro visualizar o andamento e ponto de situação dos seus projetos, para uma correta gestão de expectativas e para que se anulem os habituais stresses associados ao andamento das obras. Neste ponto, a WEGHO promete novidades para breve.

A aposta na área da remodelação já está disponível na cidade do Porto, mas os clientes em Lisboa poderão usufruir do mesmo serviço já no início de 2020.

O negócio deverá representar um peso de 25% no total das vendas em 2020, que se esperam superiores a €4M, antecipando-se crescimentos anuais superiores a 50% daí em diante, dada a intensidade da diferenciação que o mercado passa a conhecer.

Recorde-se que a empresa lançou um projeto totalmente digital e pioneiro no país de apoio às famílias e às suas necessidades mais prementes na gestão das suas casas, onde, pela primeira vez em Portugal, se transacionam serviços online à semelhança de um qualquer produto.

Truques de limpeza para quem tem cães e gatos

Quando se tem animais de estimação a passar muito tempo dentro de casa a limpeza desta pode acabar comprometida, uma vez que além de ser preciso limpar mais a limpeza também se torna mais difícil.

Mas o site australiano Courier Mail revela alguns truques de limpeza muito úteis para quem tem animais de estimação:

1. Se o seu animal de estimação larga muito pelo, use uma escova limpa vidros seca para tirar os pelos de tapetes e carpetes;

2. Manchas de urina e maus cheiros? Misture dois copos de vinagre branco, dois copos de água morna e quatro colheres de chá de bicarbonato de sódio num recipiente spray. Borrife,esfregue e deixe secar, repita o processo mas deixe atuar o líquido durante cinco minutos, depois esfregue bem novamente e deixe secar;

3. O seu cãozinho fez xixi na cama? Ponha os lençóis a lavar com um copo de vinagre de sidra para se livrar do cheiro a amoníaco;

4. Se o seu animal de estimação tem um local preferido que acaba sempre por deixar cheio de pêlos, coloque uma toalha ou um lençol velho para que ele se passar a sentar em cima destes e para facilitar a remoção dos pelos – depois basta sacudir ou aspirar e lavar a toalha ou o lençol;

5. As escovas da roupa e os rolos com autocolante são ótimas ferramentas para remover os pelos das colchas, sofás ou almofadas das cadeiras;

6. Quanto às caixas de areia, remova os resíduos duas vezes por dia e mude a areia toda pelo menos uma vez por semana. Lava, esfregue e seque ao sol se possível.

GNR incentiva proprietários a limpar terrenos para travar incêndios

Quinze militares e oito viaturas do Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro (GIPS) e do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) percorreram esta manhã algumas aldeias do concelho de Murça, distrito de Vila Real.

Os militares concentraram-se em Fiolhoso, aquela que é considerada a aldeia mais luxemburguesa de Portugal, isto porque são muitos os que dali emigraram para o Luxemburgo e, depois de uma apresentação na junta de freguesia, espalharam-se pelo terreno.

O guarda Costa e o cabo Rodrigues entraram num dos cafés da aldeia e aproveitaram os clientes para passarem a mensagem de que é preciso limpar os matos à volta das habitações, numa área de 50 metros. “Podem ter árvores, mas estas e o mato rasteiro têm de estar limpos”, salientou o cabo Rodrigues.

A chuva intensa que caiu hoje dificultou o contacto com as pessoas na rua, mas é nesta altura, no inverno, que é preciso prevenir para, segundo afirmou à agência Lusa o capitão do GIPS Bruno Antunes, “evitar os incêndios florestais”.

“O objetivo é mesmo esse, mitigar ao máximo este flagelo”, frisou.

É um trabalho que se repete desde 2013 e que, de acordo com o responsável, está a dar resultados.

“No ano passado, no distrito de Vila Real, nos concelhos onde promovemos estas ações houve uma redução de 40% nas ignições”, sublinhou.

Para já identificam-se as situações de infração, sensibilizam-se os proprietários para a limpeza voluntária mas depois, a partir de maio, os militares voltam a passar e aí já são levantados autos de contraordenação.

A grande dificuldade com que os militares se confrontam é identificar os proprietários, uma dificuldade acrescida em localidades como Fiolhoso onde a maioria da população é emigrante e só regressa na altura do verão, o período mais crítico de ocorrência de incêndios.

Mais à frente, na aldeia de Fonte Fria, já na freguesia de Vilares, os guardas pedem ajuda a um casal para tentarem identificar o dono de um terreno, ali ao lado, que precisa de ser limpo. Maria Dulcínia e Américo Correia colaboram prontamente e dizem que estas iniciativas são bem-vindas, até para a segurança da sua própria casa.

O presidente da Junta de Fiolhoso, José Manuel Marcolino, tenta também ajudar os militares mostrando, num mapa, quais são as situações mais preocupantes.

“Aqui há bastantes terrenos muito próximos das habitações e há muitas zonas que não estão limpas e que é preciso limpar”, frisou o autarca.

Para José Marcolino, a vinda da GNR à aldeia pode “incutir mais algum receio e medo de serem autuados” o que pode também servir como incentivo a que os populares cumpram a legislação.

Já Carlos Teixeira, ex emigrante, pede à GNR para “não se compadecer com ninguém”, considerando que “primeiro ainda se pode dar uma advertência mas depois autuar verdadeiramente”.

“Estas ações são boas porque há muitas habitações que estão em risco, portanto se elas estão em risco há que protege-las. Não só as casas como as pessoas. Pode estar uma pessoa a dormir e vir um incêndio de noite e destruir a casa”, referiu.

Carlos Teixeira lembrou a floresta, de pinhal e antigos castanheiros, que havia à volta de Fiolhoso, e lamentou que os incêndios tenham destruído “essa fortuna”.

Durante a manhã, os militares identificaram 30 situações de infração nas freguesias de Fiolhoso e Vilares.

“Este ano, a GNR em Vila Real propõe-se até ao dia 15 de maio conseguir identificar todas as condições de não conformidade”, concluiu o capitão Bruno Antunes.

Em 2015, arderam 68.000 hectares em Portugal, tendo a GNR contabilizado 20.481 ocorrências e 5.864 crimes.

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