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A Ciência vive no Centro Vasco da Gama

Nos pisos 0 e 1 do centro, poderá encontrar:
A Harpa com cordas invisíveis, que pode ser tocada e emite sons. As notas são reproduções de sons de harpa que foram armazenados eletronicamente e quando os dedos “soltam as cordas”, a nota faz-se ouvir.
A esfera de plasma que irradia pequenos raios elétricos, mas não dá choque! A esfera contém gás a baixa pressão, neste circulam minúsculas correntes elétricas que originam descargas luminosas de plasma.
A cadeira de Beuchet que “encolhe” a pessoa sentada porque o cérebro reconhece as duas peças da cadeira como uma só, dificultando o reconhecimento das distâncias.
Uma cabeça para jantar. Uma ilusão que separa a cabeça do corpo e para a descobrir, só servindo o prato principal.
Quente ou frio? A bobina tem placas com diferentes temperaturas, como o cérebro não identifica as diferentes temperaturas na mesma zona do corpo, dá informações erradas sobre o que está a sentir.
A tempestade fluvial. Ao girar a esfera faz circular a água que esta contém, se a água girar suficientemente rápido, arrasta consigo partículas de areia. A uma determinada velocidade, a areia irá formar uma série de dunas, este processo é semelhante à forma como o vento cria dunas na praia.
Direcionada para famílias, a exposição Ciência Viva estará patente de 27 de abril a 5 de maio, no Centro Vasco da Gama, é gratuita e pode ser visitada durante o horário de funcionamento do centro
Sobre o Centro Vasco da Gama
Estrategicamente localizado numa zona nobre de Lisboa – no Parque das Nações – o Centro Vasco da Gama dirige a sua oferta aos turistas, habitantes e trabalhadores da zona da sua área circundante, cidade de Lisboa e Loures, alargando desta forma o seu público-alvo. Inaugurado em 1999, o Centro Vasco da Gama é já uma referência para quem gosta de fazer as suas compras, aliadas às atividades de lazer e ocupação de tempos livres.
O Centro dispõe de cerca de 2.600 lugares de estacionamento e 170 lojas distribuídas pelos 48.914 m2 de Área Bruta Locável (ABL). Para além de uma vasta oferta comercial, o Centro Vasco da Gama tem à disposição dos seus visitantes 6 salas de cinema, um Health Club  e magnificas esplanadas com vista para o Parque das Nações e para o Rio Tejo.
A par da experiência única de compras e de lazer que oferece aos seus clientes, o Centro Vasco Gama assume a responsabilidade de dar um contributo positivo para um mundo mais sustentável, trabalhando ativamente para um desempenho excecional nas áreas ambiental e social.
Todas as iniciativas e novidades sobre o Centro podem ainda ser consultadas no site www.centrovascodagama.pt.

“The power of imperfection” é o evento que vem provar que as imperfeições têm lugar nas empresas

O evento que teve lugar no dia 14 de março, Pavilhão Carlos Lopes, em Lisboa prometia ser disruptivo logo à chegada com um staff e espaço arrojado capaz de fazer inveja aos bastidores do filme “Back to the Future” de 1985. O conceito foi apreciado com agrado a cada convidado que ia enchendo o espaço reservado à receção. Os maiores mistérios residiam nas salas onde os mais recentes produtos da consultora iam ser apresentados.

Aos poucos, foram sendo desvendados. Divididos por pulseiras de cores diferentes, assim se formaram três grupos de convidados que, encaminhados pelo staff iam sendo levados de sala em sala. Uma sala para cada produto e apresentações extenuantes dos responsáveis por cada nova aposta da consultora.

Os novos produtos são fruto de muita investigação, brainstorming e de uma visão de futuro arrojado. Para pessoas que não querem rotinas, para empresas que não querem burocracias e para consumidores que querem acima de tudo inovação.

Chamam-se Diversity Driving DNA; Mapping and Matching (M&M); High Organic Performance (HOPe) e SPIL program.

A tocar uma visão futurista, os convidados eram surpreendidos sempre com salas repletas de surpresas. Com apresentações diferentes do habitual, a SDO Consulting quis provar que, o fazer diferente e bem, é uma realidade.

DIVERSITY DRIVING DNA

Este é um produto para impulsionar equipas através da colaboração e diversidade.

“A diversidade das equipas é o novo DNA das equipas”. Tal diversidade procura transformar as equipas ao invés de se concentrar na busca incessante de altos rendimentos. Esta solução pode ser vista como um projeto de transformação aproveitando as diferenças com que cada elemento da equipa contribui. Tal transformação revela benefícios como inovação, colaboração, capital intelectual e EVP e employer branding, que nada mais é do que tornar a marca atrativa e, por conseguinte, mais forte.

HOPE – HIGH ORGANIC PERFORMANCE

Já não se fala em mudança na SDO mas em evolução permanente e, neste sentido, nasce o HOPe – uma solução ambiciosa e que ajudará as organizações a ganharem agilidade competitiva para uma gestão consistente. Tudo isto através de cinco dimensões: pessoas, arquitetura, estratégia, cultura e liderança.

Esta solução pretende romper com os clássicos e, muitas vezes ineficazes, modelos de gestão. Para contrariar um tipo de liderança mais rígida e começar a olhar para o potencial humano como motor para a evolução tecnológica inevitável. Para isso existe um fator-chave: feedback contínuo de forma a conquistar uma melhoria contínua. O HOPe fará um speed scanning do que se passa na organização e para depois, através de uma análise possa implementar um plano de ação com base nas necessidades de cada cliente/organização.

M&M – MAPPING AND MATCHING

Tornar as organizações mais ágeis e eficazes para conseguirem ter equipas mais diversas e robustas.

A SDO está certa de que as empresas ainda padecem de uma lentidão na tomada de decisões e de que grande culpa do flagelo reside na falta de equipas rápidas e ágeis. Por isso mesmo esta solução incide na origem da formação de uma equipa.

São então criadas as chamadas UPTeams com base nas competências pretendidas para dar resposta a um determinado desafio organizacional.

De forma a criar as UPTeams, a SDO propõe fazer um mapeamento das capacidades e talentos dos colaboradores para descobrir o match perfeito. Com esta abordagem, a M&M promete conseguir resultados, compromisso e empoderamento.

São seis pilares de abordagem: estratégia, singularidade, organicidade, proatividade, agilidade e transparência.

Nesta era, a empresa consultora sugere aos seus clientes a disrupção com a tentativa, tantas vezes falhadas, de atingir níveis de perfeição e chama à atenção para aquilo que nem sempre é visível como por exemplo as valências de marketeer que um contabilista possa ter.

SPIL PROGRAM

Esta é a solução criada a pensar no líder e em como tornar as suas vulnerabilidades em mais-valias. A liderança é posta à prova todos os dias e nem sempre corresponde às expectativas. De forma a tornar a liderança mais eficaz, poderosa e certeira, antes de conhecer as suas equipas, um líder tem que se conhecer primeiro. As dúvidas fazem parte e as perguntas podem e devem ser feitas. A SDO desafia assim pessoas que ocupem cargos de liderança reflitam e entendam que o que, à partida parecem fraquezas, podem ser desmontadas e tornarem-se casos de sucesso e superação.

O programa desenvolve-se em três fases:

Selfie report, onde é realizado um diagnóstico sobre as vulnerabilidades de cada participante; o deep program, uma fase de três workshops: (in (pulse), inner (pulse) e our (pulse) e o Call2Action, um período de coaching individual para a implementação do programa que foi sendo definido ao longo das duas etapas anteriores. Com este produto, a SDO acredita que haverá um maior envolvimento das equipas, um maior foco no autodesenvolvimento, uma consciencialização acerca dos objetivos comuns, uma maior elasticidade no papel do líder perante uma gestão relacional e emocional. Tudo isto trará uma promoção de práticas inovadoras e adaptadas à realidade organizacional, tendo por base uma cultura de autenticidade.

As quatro soluções apresentadas são o resultado de anos de pesquisa e de rígida investigação e pretende revolucionar métodos arcaicos e sem resultados que persistem nas empresas teimosamente. O evento terminou com um jantar onde todos os convidados se mostraram alegremente surpreendidos e convencidos a tornarem as suas empresas um lugar onde os seus colaboradores gostem de estar.

O QUE ELES DIZEM…

Paula Oliveira senior partner na SDO Consulting

“Este evento é o lançamento da nova SDO e de um conjunto de serviços que propomos ao mercado para contrariar a tendência da perfeição e mostrar assim que é na nossa imperfeição que reside muitas vezes a nossa mais-valia”.

Patrícia Halm Administradora na SDO Consulting

“Este é um dia histórico para a SDO, que se reinventou passados 26 anos e, que está a fazer história no novo mercado das organizações. Este evento representa aquilo em que na SDO acreditamos: nas pessoas e nas suas singularidades. Queremos celebrar isto e trabalhar as pessoas neste sentido”.

Ricardo Fortes da Costa Managing partner na SDO Consulting

“Este evento é extremamente importante para nós porque é hoje que celebramos com os nossos clientes aquela que é a grande mudança que estamos a operar. Querendo, no fundo, lançar as tendências atuais no mercado e que cultivamos dentro da SDO”.

O Rock in Rio não pára

No ano em que comemora o seu 15.º aniversário em Portugal, o Rock in Rio apresenta um conjunto de eventos para 2019 que reforçam a oferta de entretenimento no país, seguindo assim a estratégia implementada no Brasil que visa dar vida a conteúdos do festival fora da Cidade do Rock. Música, gaming e inovação são os principais temas deste Celebration Year, que terá o seu ponto alto nos dias 6, 7 e 8 de setembro, num grande evento de entrada livre que irá acontecer num dos ex-libris da capital – a Torre de Belém. Um espectáculo majestoso, de celebração e de agradecimento à cidade e aos portugueses, que irá combinar música, video mapping e o maior fogo-de-artifício jamais visto no rio Tejo. 

São 15 anos de história em Portugal. Parece que foi ontem que chegámos a Lisboa, com o sonho de implementar o maior evento de música e entretenimento que o país alguma vez havia visto. Os números falam por si – cerca de 200 milhões de euros investidos no país, mais de 73 mil postos de trabalho gerados (entre diretos e indiretos), milhares de artistas que passaram pelos nossos palcos, mais de 2 milhões de pessoas que já visitaram a Cidade do Rock. Mas é a emoção, os sorrisos no rosto de todos os que passam pelo recinto do evento e as memórias inesquecíveis que levam de cada edição que nos fazem querer entregar cada vez mais e melhor”, afirma Roberta Medina, Vice-Presidente Executiva do Rock in Rio. 

Além do calendário de eventos apresentado, que arranca já em abril e se prolonga até 2020, a Organização do Rock in Rio-Lisboa aproveitou a ocasião para confirmar as próximas duas edições do festival em solo português. O Parque da Bela Vista volta, assim, a receber o maior evento de música e entretenimento do mundo em 2020 e em 2022, com a 9.ª edição a abrir portas nos dias 20, 21, 27 e 28 de junho do próximo ano. Com a confirmação das próximas edições chega, também, o anúncio de um novo Patrocinador Principal. A Galp, gigante energética portuguesa, vai ser Patrocinador Principal das próximas duas edições do festival, dando naming ao palco Music Valley – um dos grandes êxitos da edição de 2018 – e juntando-se às comemorações dos 15 anos do Rock in Rio-Lisboa, com várias iniciativas a terem lugar durante o ano de 2019. 

Com esta associação ao Rock in Rio a Galp dá, assim, um novo passo na sua estratégia de posicionamento no território da música, arrancando já em abril com as Galp Music Valley Sessions – encontros inéditos entre artistas portugueses e brasileiros que num primeiro momento poderão ser vistos em Lisboa e, em Setembro, repetem-se para mais de 100 mil pessoas na Cidade do Rock do Brasil, no palco Sunset. 

Estes encontros representam, também, parte do espírito que levou a Galp a associar-se ao Rock in Rio. No fundo, esta é uma parceria entre duas marcas líderes, que os portugueses acarinham e com as quais se sentem em casa, com as suas atividades, tanto em Portugal como no Brasil”, resume a Diretora de Marketing e Comunicação da Galp, Joana Garoupa. “As famílias portuguesas sabem que podem contar com a energia da Galp para viver, trabalhar, viajar… mas também para se divertirem e celebrarem. E nós queremos estar com elas, em todos esses momentos. E lá estaremos, agora também no Rock in Rio, para partilhar com elas a boa energia deste festival”, acrescenta.

Exames cardiovasculares com radiação são potencialmente prejudiciais para a saúde

Apesar de as recomendações das Sociedades Científicas e da Comunidade Europeia da Energia Atómica (EURATOM) apontarem para o uso preferencial de métodos complementares sem radiação, não é essa a prática em Portugal e noutros países da Europa, onde o primeiro exame com imagem usado para estudo da doença coronária continua a ser a cintigrafia de perfusão miocárdica. Quem o diz é Carlos Cotrim, médico cardiologista e presidente da 1ª reunião do Heart Center do Hospital da Cruz Vermelha. A reunião, que irá decorrer no próximo dia 30 de março, no Museu do Oriente, irá compreender e debater porque existem exames prejudiciais para a saúde do doente e quais as alternativas que devem ser usadas nos hospitais portugueses.

“A cintigrafia de perfusão miocárdica que é utilizada para o diagnóstico não invasivo de doença coronária aterosclerótica pode usar doses de radiação que chegam a ultrapassar o equivalente a 500 radiografias do tórax, o que significa um impacto muito negativo para o doente. A relação entre a radiação e o desenvolvimento do cancro é amplamente compreendida: uma única tomografia computadorizada, ou cintigrafia de perfusão miocárdica expõe o paciente a uma quantidade de radiação que a evidência epidemiológica mostra que pode causar cancro,” começa por explicar o médico cardiologista.

“Em alternativa à cintigrafia de perfusão miocárdica, que tem sido usada na maioria dos hospitais do SNS, o que deve ser utilizado é a ecocardiografia de sobrecarga. A ecocardiografia de sobrecarga tem sido usada, para além da doença coronária, em vários contextos, com recurso a fármacos, ao esforço em cicloergômetro, ou em tapete rolante, mas neste caso convencionalmente com aquisição de imagens no pós-esforço imediato. Os benefícios para o doente e para quem analisa os resultados são amplamente maiores,” acrescenta Carlos Cotrim.

E conclui: “O problema é que o SNS continua a financiar, sem qualquer obstáculo a cintigrafia. Pelo contrário o médico de família não tem a possibilidade de solicitar um ecocardiograma de esforço, apesar do preço de uma cintigrafia ultrapassar o dobro do preço de um ecocardiograma de esforço (cerca de 200 euros um ecocardiograma de Esforço e cerca de 400 euros uma cintigrafia). Para além dos custos económicos dos exames com radiação serem maiores também os riscos biológicos com o aumento da incidência de cancro nos devem levar a analisar a prática atual em que a cintigrafia de perfusão miocárdica continua a ser o exame mais utilizado em Portugal para deteção de doença coronária.”

A 1ª reunião do Heart Center do Hospital da Cruz Vermelha vai receber médicos especialistas nacionais e internacionais, para troca de experiências e divulgação de trabalhos clínicos e de investigação sobre o tema. A reunião contará com a presença de especialistas internacionais, como o Professor Eugénio Picano, especialista italiano do Instituto de Fisiologia Clínica de Pisa, Itália, autor de mais de 250 artigos originais publicados em revistas científicas e pioneiro no uso da ecografia de sobrecarga, que irá ajudar a ilustrar como estas técnicas podem revolucionar o tratamento dos doentes, com uma significativa redução da morbilidade e mortalidade.

Seminário sobre Mieloma Múltiplo ajuda doentes e profissionais de saúde a lidar com esta doença

O mieloma múltiplo é uma doença hemato-oncológica rara que tem uma taxa de mortalidade de aproximadamente 600 portugueses por ano. Apesar de ainda não existir cura para esta doença, muitos têm sido os avanços realizados, podendo hoje em dia ser uma doença controlada. É neste sentido, que vários especialistas se juntam neste seminário para discutir quais as principais barreiras que ainda existem nesta área e quais as principais necessidades dos doentes ou cuidadores.

Em primeiro lugar, será explicado o que é o mieloma múltiplo e de que forma é que pode ser feito um diagnóstico. Este tema será apresentado pelo Dr. Fernando Leal da Costa, médico oncologista no IPO de Lisboa, que é também, responsável pela coordenação deste seminário. “É com muito gosto que apoio a APCL na organização deste seminário. É importante mostrar a todos os interessados o que estamos a tentar desenvolver nesta área e os avanços que existem quer na área terapêutica quer nos cuidados que podemos prestar a estes doentes”, explica.

O seminário irá ainda contar com a intervenção de outros especialistas que irão debater temas como a “Abordagem da Dor no Mieloma”, “Cuidados Domiciliários”, “Novos Tratamento e Ensaios Clínicos” e “Terapia Ocupacional”.

“É muito importante para a APCL poder organizar este género de seminários formativos para apoiar os doentes e profissionais de saúdes com informação prática sobre questões que afetam o seu dia-a-dia, como a gestão da dor ou os cuidados domiciliários.””, refere Carlos Horta e Costa, vice presidente da APCL.

O Seminário APCL sobre o Mieloma Múltiplo, destina-se a pacientes, cuidadores, enfermeiros, médicos e outros profissionais de saúde. As inscrições devem ser realizadas através do geral@apcl.pt ou 213 422 205.

Mais dados sobre a doença:

  • O mieloma múltiplo é o tipo mais comum de tumor das células plasmáticas e a esperança média de vida das pessoas que sofrem de mieloma múltiplo é de sete a dez anos.
  • Em Portugal, estima-se que surjam, em cada ano, 300 novos casos desta doença. Alguns destes casos não chegam a ser diagnosticados. Os últimos dados indicam o mieloma múltiplo afeta mais de 1500 portugueses.
  • O Mieloma Múltiplo atinge mais os homens do que mulheres, mas a diferença entre ambos não é significativa.
  • A doença ocorre mais frequentemente entre os 50 e os 70 anos.
  • A doença tem um pico de incidência entre os 60 e os 65 anos.
  • Apenas em 3% dos casos a pessoa tem idade inferior a 40 anos.
  • Até hoje ainda não existe um tratamento que cure esta doença. No entanto, já existem diversas terapêuticas que permitem controlar este tipo de cancro e que melhoram significativamente a sua qualidade de visa. Há doentes que necessitam de se submeter ao transplante para tratamento da doença: estamos a falar de impacto na qualidade de vida na medida de qualquer outro transplante – hospitalização, o que leva à ausência no trabalho, ausência da vida familiar e dos cuidados redobrados que terá de ter após a cirurgia.

Sobre a APCL

A Associação Portuguesa Contra a Leucemia (APCL) foi fundada em janeiro de 2002 em resultado da iniciativa de um conjunto de doentes que sobreviveram a patologias do foro Hemato-Oncológico (Leucemias e Linfomas) e de um grupo de médicos do Instituto Português de Oncologia Francisco Gentil (IPOFG) de Lisboa que os trataram.

A principal motivação dos Fundadores da APCL radicou na sua compreensão da importância de consciencializar e mobilizar a sociedade civil no apoio a todos os que diariamente lutam contra a devastadora doença que é a Leucemia.

A APCL tem como missão contribuir, a nível nacional, para aumentar a eficácia do tratamento das Leucemias e outras neoplasias hematológicas afins, investindo para isso em investigação científica com um programa de atribuição de Bolsas e investindo na Formação para profissionais de saúde.

A APCL assume ainda como sua missão o aumento da literacia do doente, promovendo e organizando workshops sobre patologias do sangue e temas relacionados, com envolvimento de profissionais de saúde.

A promoção de encontros entre pares para partilha de experiências e informações, bem como o apoio financeiro a doentes com Leucemia e às suas famílias, são outras valências que doentes e cuidadores encontram da APCL.

A APCL iniciou um processo de construção de uma casa de acolhimento para doentes hemato-oncológicos e seus familiares com

carências financeiras que se encontrem deslocados da sua área de residência e se encontrem em tratamentos específicos ou transplante em Lisboa.

“Cidades Inteligentes – Um novo centro de competências em Portugal?”

Num momento em que as “Smart Cities” estão na agenda da União Europeia e em que já emergiram em Portugal projetos nesta área, a plataforma Portugal Agora junta em conferência representantes de empresas de referência e do Setor Público para debater o tema “Cidades Inteligentes – Um novo centro de competências em Portugal?”. A iniciativa tem lugar a 26 de março, no Jupiter Lisboa Hotel, em Lisboa.

Inês Ferreira (Altice Portugal), José Gonçalo Regalado (Millennium BCP), Miguel Pinto Luz (Câmara Municipal de Cascais), Nuno Piolty de Almeida (Samsung Electronics Portugal) e Luís Bravo Martins (IT People Group) são os oradores convidados para tentar responder a questões relacionadas com o papel da tecnologia e da inovação, processos de gestão urbana, sustentabilidade, atratividade e qualidade de vida das cidades e a possibilidade de criar um novo centro de competências em Portugal.

“A tecnologia atual apresenta-nos possibilidades de inovar na gestão urbana de forma nunca antes vista: no planeamento de espaços, numa maior conectividade entre pessoas e instituições, na busca de soluções que maximizem a eficiência energética, na gestão de resíduos e sustentabilidade ambiental, em novos modelos de mobilidade urbana e mesmo na alavancagem da uma cidadania mais ativa. Todas estas dimensões se conjugam nas chamadas Smart Cities.” explica Carlos Sezões, Coordenador do Portugal Agora.

O responsável do projeto acrescenta que “governar é tomar opções e definir uma estratégia, é decidir o que fazer e o que não fazer. Parece-me, pois, que criar condições para uma maior atratividade e qualidade das nossas cidades devia ser um desígnio para a próxima década.”

O tema em discussão encerra notório potencial, com a expectativa que o mercado global de Smart Cities alcance mais de 1,5 triliões de dólares até 2020, entre projetos embrionários e experiências mais consolidadas. Estudos recentes estimam mais de 600 projetos de cidades inteligentes a nível global até ao final da presente década. Muitas são iniciativas de “refundação” inteligente de cidades com séculos de história, exemplo de Santander, Barcelona ou Amesterdão, a par da construção de cidades de raiz.

As cidades, como polos de atração e inovação social, têm e continuarão a ter um papel importantíssimo no desenvolvimento humano. O talento, capacidade de inovação e competências tecnológicas de instituições portuguesas, pode ser decisivo, com ideias a aplicar na inovação local e, quem sabe, a exportar. Iniciativas meritórias, como eventos, debates e plataformas, têm emergido nos últimos anos, agregando os esforços de dezenas de entidades para potenciar o desenvolvimento de soluções inovadoras nestas áreas.

A participação na conferência, à semelhança de todos os eventos da plataforma Portugal Agora, é de entrada livre mediante inscrição prévia através do endereço info@portugalagora.com. 

PROGRAMA:

17.30h – Abertura: Carlos Sezões (Coordenador do Portugal Agora)

17.45h – Painel de oradores:

  • Inês Ferreira (M2M and IoT Group Product Manager – responsável pela Internet Of Things da Altice Portugal)
  • José Gonçalo Regalado (Chief Marketing Officer – Corporate & SMEs ∙ Millennium BCP)
  • Miguel Pinto Luz (Vice-Presidente da Câmara Municipal de Cascais)
  • Nuno Piolty de Almeida (B2B Enterprise Sales Manager – gestor de desenvolvimento de negócio da Samsung Electronics Portugal)
  • Luís Bravo Martins (Head of Marketing – IT People Group, especialista em AV/VR – Realidade Aumentada e Realidade Virtual)

19.00h – Debate

19.30h – Encerramento 

Sobre o Portugal Agora:

O projeto “Portugal Agora” destina-se a criar uma visão, desdobrada em modelos estratégicos para o país, para as próximas décadas. Tal será conseguido através de um espaço plural de discussão, durante um período delimitado, com o intuito de determinar onde são possíveis convergências, que se materializem em prioridades, nas quais Portugal se possa desenvolver. O projeto assume dimensões estratégicas – Atratividade, Conhecimento, Empreendedorismo – para Portugal e quer ligá-las à execução e à ação. Informações adicionais: http://www.portugalagora.com/

Portuguese Makers de regresso num novo formato em Lisboa

Depois de duas edições, a primeira em Cascais, na Casa de Santa Maria, e a segunda no Porto, na Fundação de Serralves, 2019 trouxe novidades. O evento que reúne amadores e profissionais das técnicas de produção nacional regressa com workshops de criação de cestas de verga totalmente personalizadas, com a ajuda da Toino Abel.

“Um dos grandes objetivos desta iniciativa é dar a conhecer marcas e técnicas de produção portuguesas. Nestas edições sentimos que conseguimos dar uma cara e uma história às marcas que estão presentes no evento, criando uma ligação muito especial entre os participantes e os nossos parceiros. É uma experiência muito forte para ambos e que certamente nunca irão esquecer”, refere Vasco Braga da Costa, co-fundador da Portuguese Makers. O responsável acrescenta ainda: “Para esta edição quisemos trazer um material à muito solicitado pelos nossos participantes em edições anteriores. Estamos muito entusiasmados e temos a certeza de que irão sair objectos muito originais.”

Formada por Nuno Henriques, Sara Miller e Alice Sireau, a Toino Abel é uma promissora marca de malas de junco feitas à mão, através de uma técnica artesanal que se mantém inalterada desde a sua origem. Nascida em 2010 numa aldeia do interior de Portugal, conta já com encomendas de todo o mundo e com destaques nas principais revistas internacionais de Moda como a Vogue, a Brigitte, a Elle, entre outras.

Além de todas as surpresas já habituais nas edições anteriores, a Portuguese Makers e o Museu da Água irão desafiar todos os participantes a criar objectos únicos para uma Edição Especial. Algumas das peças finais irão ser produzidas e colocadas à venda na loja do Museu.

Os bilhetes para o Portuguese Makers Weekend já se encontram disponíveis aqui. Para mais informações visite a página da Portuguese Makers em portuguesemakers.com ou as redes sociais Facebook e Instagram.

 

Cisco expande Organização do Costumer Experience (CX) na EMEAR e abre novo Centro CX em Portugal

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O novo centro reforça o compromisso da Cisco em Portugal, um país com um banco de talento diverso e robusto. Tanto engenheiros com experiência como recém-licenciados terão oportunidades de prestar serviço a clientes seja através de planeamento, desenvolvimento, implementação, otimização e apoio técnico. O recrutamento irá começar no fim de fevereiro com foco em pessoas com especialização em segurança, rede empresarial e centro de dados.

Os clientes um pouco por toda a região EMEAR e por todo o mundo estão a acelerar a digitização em todos os setores. O centro de Lisboa irá servir os clientes e parceiros à medida que utilizam as últimas tecnologias da Cisco, como uma base para esta transformação digital, ajudando-os a tirar o maior partido destas soluções tecnológicas.

O centro de Lisboa apoia também o compromisso da Cisco em ajudar Portugal a alcançar o seu potencial digital. Portugal faz parte do programa de Aceleração da Digitização do País (CDA) da Cisco e de um grande centro de inovação e empreendedorismo na Europa. O apoio do Governo Português face aos investimentos com base no conhecimento, em conjunto com a qualidade das universidades Portuguesas, uma força de trabalho sólida e um ecossistema empresarial, foram fatores chave para a tomada de decisão de abrir o centro de Lisboa.

Declarações de apoio:

  • Phil Wolfenden, Vice-Presidente, Centros de Costumer Experience, da Cisco EMEAR: “A experiência do cliente é uma área essencial de crescimento para a Cisco. Estamos muito satisfeitos por trazermos este novo centro para Portugal, que irá desempenhar um papel importante na estratégia global da Cisco para satisfazer os seus clientes, parceiros e partes interessadas internas na EMEAR e mais além.”
  • Santiago Solanas, Vice-Presidente do Sul da Europa da Cisco: “Portugal é um mercado importante para a Cisco, demonstrado pela sua inclusão no programa de Aceleração da Digitização do País. Estamos muito entusiasmados em reforçar ainda mais o nosso compromisso para acelerar a agenda digital no nosso país. Este Centro CX altamente estratégico em Portugal irá trazer investimento e oportunidades de emprego para profissionais de engenharia e de negócio. 

Acerca da Cisco

A Cisco (NASDAQ: CSCO) é líder mundial em tecnologia e tem ajudado a manter a Internet a funcionar desde 1984. As nossas pessoas, produtos e parceiros ajudam a sociedade a estar conectada de forma segura e encontrar hoje a oportunidade digital de amanhã.

Contributos para a implementação de um Business Intelligence no SNS

O encontro vai revelar os resultados de um White Paper desenvolvido pelo Grupo de Trabalho para a Gestão da Informação em Saúde da APAH sobre a tecnologia atual das ferramentas de Business Intelligence e os fatores essenciais para os sistemas de saúde, nomeadamente no que respeita a melhorar os aspetos clínicos e a prestação de cuidados ao utente.

A participação de várias personalidades de destaque do setor da saúde nacional vai motivar um debate focado na visão do Estado sobre a utilização de dados e informação na saúde e no acesso a esses dados na perspetiva dos utilizadores.

Conheça os temas de discussão e oradores em detalhe no programa.

A participação é gratuita, mas está sujeita a inscrição prévia.

Lisboa acolhe projecto pioneiro de gatos silvestres para prevenir aparecimento de roedores

O programa “Patrulha Gato” foi agora aprovado pela Câmara Municipal de Lisboa e começará a ser executado já este mês, depois de ter sido recomendado em Dezembro de 2018 pela Provedora Municipal de Lisboa. A implementação deste projecto, que prevê a recolocação de colónias de gatos em risco – ou de felinos capturados que, devido às suas condições de saúde, devam viver num ambiente mais controlado -, em zonas com queixas sobre a presença de roedores, será feita no âmbito do Protocolo entre o Município de Lisboa (Casa dos Animais de Lisboa) e a Associação Animais de Rua, iniciado já em 2013. Os estudos demonstram que os felinos não assumem, por norma, um comportamento predador, no entanto, a sua presença revela-se dissuasora do surgimento de várias espécies de roedores, incluindo ratos e ratazanas.

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