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Porque uma empresa também é como uma casa…

“Tal como uma pintura de uma parede ou a maçaneta de uma porta, também a empresa é como uma casa que precisa de uma manutenção regular.”

Todas as empresas nascem de um sonho. Todas começam por ser uma ideia, mas é o concretizar dessa ideia que permite que ela saia da esfera do sonho e, por fim, exista e prospere. A “Mil Projetos” ​não é exceção: saltou da mente do seu CEO para o mundo real e, com esse salto, chegou um conjunto de aspetos que sintetizam claramente a vida dentro do que é “ser empresa”: vieram os funcionários, os procedimentos, os clientes e, 5 anos volvidos desde a sua criação, tudo parece correr dentro do esperado na ​”Mil Projetos”.

Até que um dia, e como numa casa que começa a pedir manutenção, ora com uma parede cuja tinta descasca, ora com uma maçaneta que parte, a “Mil Projetos”​ passou a exigir pequenas atenções, daquelas que se traduzem no bom ou mau funcionamento daquele micro ecossistema, na diferença entre uma máquina bem ou mal oleada.

As necessidades eram novas e surgiam dentro e fora da empresa. Por um lado, alguns dos funcionários necessitavam de acompanhamento para estarem a par de algumas mudanças que se iam efetivar em alguns processos, muitos deles antigos; por outro, esses processos antigos tinham que dar lugar a novos, mais adaptados às recentes mudanças no sector, precisando por isso de ser devidamente documentados; a “Mil Projetos”​ queria passar a oferecer mais serviços, novos serviços, que tinham de ser comunicados sem erro e no tempo certo, da forma certa.

Tudo isto preocupava o CEO da ​”Mil Projetos” que via, em mãos, a existência de uma tarefa quase hercúlea: como iria ele ter tempo de pensar e agir sobre todas estas variáveis, quando já tanta coisa fazia parte do seu dia-a-dia enquanto líder da sua empresa?

Se pudéssemos continuar a escrever esta história, prevendo o seu final, aqui entraria a LogicalBrain. A “​Mil Projetos” e o seu CEO são fictícias, mas esta empresa e o contexto que aqui descrevemos podia ser o de um dos nossos clientes. Dentro da “​Mil Projetos”, a LogicalBrain ofereceria uma solução integral que cobriria todas as áreas de intervenção identificadas pelo seu CEO: primeiro, e porque o olhar para dentro deve ser uma prioridade antes de todas as outras prioridades, os nossos serviços de Produtividade e Motivação representariam uma porta de entrada para um conjunto de ações concretas e concertadas junto dos colaboradores da ​”Mil Projetos”​, auxiliando-os, igualmente, no que à Gestão de Processos e Mudança diz respeito.

Desta forma, far-se-ia a ponte entre a comunicação e apreensão de novos processos & procedimentos e o primeiro público de cada empresa, os colaboradores, que é quem porá, na verdade, estes novos processos em prática.

À Gestão de novos Projetos e de Serviços dentro do seio da ​”Mil Projetos”​, e porque esta é uma empresa que lida com dados sensíveis, não podemos esquecer a auditoria e levantamento das necessidades relacionadas com o novo Regulamento Geral de Proteção de Dados, de forma a garantir que todos os processos são ​em conformidade ​com o RGPD.

Por último, e porque o CEO da ​”Mil Projetos”​ precisa, também, de comunicar os novos serviços disponibilizados pela empresa, a LogicalBrain ofereceria, dentro do pacote de outsourcing criado especificamente para a “Mil Projetos”​, o seu serviço de Copywriting e Produção de Conteúdo, que incluiria um ​update​ integral no conteúdo do website da empresa, bem como produção de novo conteúdo para as redes sociais onde a “​Mil Projetos”​ está presente.

Assim, e com uma abordagem circular, 360º e perfeitamente interligada, a LogicalBrain seria capaz de intervir dentro das necessidades apontadas pelo CEO da ​”Mil Projetos​”, cruzando-as com uma resposta única e personalizada às questões que se haviam tornado pertinentes para a empresa. Desta forma, e usufruindo do melhor que o sistema de outsourcing tem para oferecer, o CEO da ​”Mil Projetos”​ conseguiria melhorar infra (e info) estruturas, alterar e documentar procedimentos, re-fidelizar e motivar equipas e colaboradores, comunicar aos atuais e potenciais clientes, sem falhas, a existência de novos serviços, enfim, estabelecer as condições para prosperar durante, pelo menos, mais cinco anos.

Tal como uma pintura de uma parede ou a maçaneta de uma porta, também a empresa é como uma casa que precisa de uma manutenção regular. É aqui que entramos nós, LogicalBrain, como o seu parceiro ideal no cuidado de um dos valores mais importantes para si: a sua empresa.

Opinião de Francisco Almeida sobre consultoria.

Tem uma empresa? A Logicalbrain ajuda-o a pensar no que pode melhorar

A aventura começou há quase há um ano e veio colmatar lacunas existentes em áreas como o RGPD: “havia poucas empresas a perceber e tratar esta área. Surgimos neste nicho de mercado e todas as relações de negócio prestadas até agora avaliam, analisam e corrigem processos de trabalho das empresas, com especial incidência na forma de trabalhar das pessoas”.

“Hoje, todas as áreas de atividade das empresas necessitam de processos bem definidos, seguros e totalmente adaptados às atuais necessidades informáticas. E, obviamente, colaboradores ou prestadores de serviço alinhados com esse objetivo.”

A LogicalBrain oferece, assim, serviços de consultoria informática, gestão de projetos e processos, proteção de dados, auditorias informáticas a sistemas de informação e arquitetura de sistemas, bem como produção de conteúdo e copywriting, em regime de outsourcing.

“Ter um firewall não livra as empresas de riscos informáticos”

“Esta é uma área interessante e desafiante porque o mercado precisa de quem realmente se interesse pela segurança informática. Raramente as empresas conhecem os riscos que correm”, esclarece o especialista, que explica que “a informação e a formação são fundamentais para combater estes riscos”.

Porém, apesar de se apontar o caminho a seguir, a alteração de hábitos e processos implementados é “de difícil concretização, com grande resistência à mudança”. Algo que, segundo Francisco, se contorna provando que a mudança é positiva. “Temos de transmitir conhecimento e provar às pessoas que elas vão trabalhar melhor, de forma mais fácil e com resultados surpreendentes”.

“Nem todos os riscos podem ser anulados mas podem e devem ser reduzidos. Depois de analisarem os resultados as empresas ficam recetivas. Passam a ouvir mais, a pedir conselhos. E a melhor forma de trabalhar é sempre em equipa, que deve ser ouvida e estar sempre envolvida. Depois, quem decide verá o fruto desta atitude.

“A palavra depende devia ser menos usada”

Por vezes reparo que é complicado responder à questão “o que é que faz na empresa?”. Normalmente respondem “Depende”, que fazem um pouco de tudo. Segmentar, compartimentar, criar procedimentos, são ações importantes para clarificar questões e responsabilizar intervenientes, reduzindo drasticamente os riscos existentes.

A passagem da informação entre os elementos das equipas de trabalho deve ser feita de forma cuidada e limpa, assim como a gestão deve ser objetiva e envolvente, resultando em produtividade pura. Documentar processos e procedimentos é quase como criar um livro de estilo que auxilia em situações de crise, simplifica ações e guia os colaboradores no sentido do que se espera que seja feito por cada um deles, de forma integrada.

“Fatiar o elefante”

O termo é aplicado a projetos, problemas, necessidades em geral, que normalmente possuem uma dimensão considerável e são de difícil execução. A estratégia que deve ser adotada é dividir (fatiar) essas necessidades em pequenas partes exequíveis, e esta é a maravilha da gestão de processos.

“Formação contínua”

“Uma parte considerável das empresas está sustentada em pessoas únicas, que utilizam no seu dia a dia metodologias pessoais, não formatadas. Essas empresas funcionam para elas e não elas para a empresa e essas pessoas sentem-se insubstituíveis. Nada mais errado. De forma a prevenir a falta que certas pessoas possam fazer, os empresários devem perceber a importância de formar continuamente os seus colaboradores”.

Porém, segundo o consultor, muitas empresas continuam a considerar a formação um custo e não um investimento. Aliados às necessidades das empresas, “os colaboradores devem aceitar e entender que quem mais vai ganhar com a sua formação são eles mesmos, são eles que vão ficar mais ricos em conhecimento”.

O que é urgente mudar?

“Formas e métodos de trabalho e nessa área a LogicalBrain colabora e ajuda a dinamizar. Os empresários têm de passar a ouvir mais e tentar que os seus colaboradores percebam que são realmente úteis e parte essencial do sucesso de um projeto. Pessoas motivadas e valorizadas trabalham melhor e sentem orgulho no seu trabalho.”

 

 

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