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Julius Baer confirma a contratação de uma equipa de dez experientes gestores de fortunas para desenvolver o mercado português

Ontem, uma equipa de 10 experientes gestores de fortunas começou a trabalhar no Julius Baer, em Madrid, com o objetivo de desenvolver e fazer crescer o mercado português numa base transfronteiriça.

Os recém-nomeados José Maria do Cazal-Ribeiro, Market Head Portugal (responsável pelo mercado português), e Gonçalo Maleitas Correia, Team Head Portugal Domestic (responsável de equipa para o mercado português), dependem hierarquicamente de Carlos Recoder, Head Western Europe (responsável pela Europa Ocidental), do Julius Baer.

Após a consolidação da nossa presença em Espanha com a abertura de um novo escritório em Barcelona, em abril de 2019, a contratação desta ampla equipa de quadros superiores para acompanhar o mercado português é mais uma prova do investimento contínuo do Julius Baer, em linha com a sua inteligente estratégia de acompanhamento do mercado.

Carlos Recoder, Head Western Europe, afirmou: «O Julius Baer define Portugal como um mercado em “desenvolvimento” e está empenhado em investir no seu crescimento. Através de uma relação mais próxima com os clientes privados e de uma oferta exclusiva enquanto banco privado, o Julius Baer está numa posição privilegiada para captar quota de mercado local em Portugal e expandir a sua atual base de clientes. A contratação desta ampla equipa de quadros superiores demonstra o nosso compromisso a longo prazo com o crescente mercado português.»

As principais contratações para o mercado português incluem:

José Maria do Cazal-Ribeiro – Market Head Portugal
José Maria será responsável pelo desenvolvimento e expansão do mercado português no Julius Baer. Com cerca de 30 anos de experiência neste domínio, possui um impressionante percurso na promoção de um forte crescimento empresarial. Nas suas funções mais recentes, José Maria trabalhou no Credit Suisse durante 14 anos, onde foi fundador da sucursal portuguesa, com acompanhamento em Lisboa e noutras localizações internacionais. Anteriormente, exerceu funções como gestor de clientes sénior no Merrill Lynch International e no Banco Espírito
Santo.

Gonçalo Maleitas Correia – Team Head Portugal Domestic

Gonçalo vem do Credit Suisse, onde foi Branch Manager (diretor de sucursal) e, mais recentemente, Market Head da sucursal de Lisboa durante vários anos. Anteriormente, trabalhou no Banque Privée Edmond de Rothschild Europe, onde foi responsável pelas áreas de assuntos jurídicos, compliance e desenvolvimento comercial.

Gonçalo Pinto Basto – Gestor de clientes sénior
Após dez anos na banca de investimentos, Gonçalo rumou ao Merrill Lynch, em 2000, onde desempenhou um papel fundamental na criação do Portugal Desk. Depois disso, trabalhou durante 14 anos no Credit Suisse, como gestor de clientes.

Francisco Pimentel – Gestor de clientes sénior Francisco esteve no Credit Suisse durante 6 anos e possui uma carreira notável no nosso setor. Antes disso, foi gestor de clientes no Barclays Bank, onde teve igualmente a oportunidade de desenvolver uma unidade de negócio dedicada à gestão de fortunas de muito alto rendimento (UHNWI, ultra high net-worth individual) de Portugal.

Outros membros da equipa para o mercado português:

Gonçalo Viana de Sousa – Gestor de clientes sénior
Luis Barata – Gestor de clientes sénior
Salvador Roque de Pinho – Gestor de clientes sénior
Luis Barreto Xavier – Consultor de investimentos
Ana Maria Da Silva – Gestora de clientes adjunta
Maria João Abreu – Gestora de clientes adjunta

GLS inaugura novo hub internacional em Madrid que dará suporte a toda a estrutura ibérica

© GLS

O hub da GLS em Madrid opera como ponto de distribuição nacional e como hub internacional para o mercado europeu do Grupo GLS, sendo Portugal um dos países que beneficia bastante com este incremento de capacidade. «Com a aposta nesta nova infraestrutura ibérica temos ainda melhores condições para continuar a crescer e para Portugal continuar a servir ainda melhor os seus clientes e oferecer um serviço de maior qualidade, algo que assume na nossa estratégia uma grande importância», explica o Diretor Geral da GLS em Portugal, Victor Gonzalez. Ao mesmo tempo, o investimento irá contribuir para otimizar o fluxo das encomendas na rede da GLS.

Maior, central e sustentável

A nova unidade conta com uma superficie de 11 200 metros quadrados e quatro digitalizadores com mais 130 classifcações automatizadas tornam possível uma operação mais rápida e eficiente. As câmaras de segurança registam cada envio e um total de 111 cais que facilitam a carga e descarga dos veículos de distribuição e dos camiões de transporte de longa distância.

Outra grande vantagem deste novo hub está diretamente ligado às preocupações ambientais do Grupo, já que a iluminação LED e o aquecimento feito por bombas de calor reduzem significativamente o consumo de energia e consequentemente o impacto ambiental. As estações de carga para veículos elétricos  abrem o caminho para a futura entrega de encomendas sem emissões. 

Sobre o Grupo GLS

GLS, General Logistics Systems B.V. (com sede em Amesterdão), realiza os seus serviços de forma confiável e com alta qualidade para mais de 270,000 clientes, complementados por uma logística de serviços express.
“Ser uma transportadora de logística líder de qualidade Europeia” é o objetivo principal da GLS, tendo a sustentabilidade como um dos seus principais valores. Através das suas  parcerias,  o grupo possui conexões em 41 países europeus, em oito estados americanos, no Canadá e  está globalmente conectada através de diversos acordos. Com cerca de 50 pontos centrais e mais de 1,000 armazéns e agências estão à disposição da GLS. Com a sua rede terrestre a GLS é uma das principais transportadores na Europa. A GLS conta com 18,000 funcionários e todos os dias possui cerca de 30,000 veículos em percurso. No ano 2017/18 a GLS obteve receitas financeiras de 2,9 biliões de euros e transportou 534 milhões de encomendas.

Nelson Évora em segundo lugar no ‘meeting’ de Madrid

A dois meses de completar 34 anos, o antigo campeão olímpico e mundial continua na primeira linha da especialidade e supera pela primeira vez Pedro Pablo Pichardo, naturalizado português em dezembro passado (nasceu em Cuba) e que na pista madrilena chegou aos 17,01 metros, fechando o pódio.

Com alguma surpresa, triunfou o brasileiro Almir dos Santos, com 17,35 metros, nova melhor marca mundial do ano, quando faltam só três semanas para os Mundiais de Birmingham, em Inglaterra. Até ao ano passado Almir ainda não tinha superado a ‘fasquia’ dos 17 metros, mas este ano já tinha dado boas indicações, em pista coberta, com 17,06 metros em janeiro.

O primeiro líder do concurso foi Évora, com saltos a 17,02 e depois 17,30. Almir ‘respondeu’ na terceira série de saltos, com a marca com que ganharia, o que levou o português a arriscar mais nos quatro saltos que ainda tinha – mas sem sucesso, já que fez quatro nulos.

Os 17,30 de hoje são o melhor registo de Évora em dez anos, em pista coberta, muito próximo dos 17,33 e 17,32 que conseguiu em 2008, o ano em que se sagrou campeão olímpico, em Pequim.

Por outro lado, bateu pela primeira vez Pichardo, com quem já se tinha cruzado sete vezes, sempre com vantagem para o ex-cubano, um dos poucos homens que já superou a barreira dos 18 metros, ao ar livre.

No seu primeiro concurso como português, começou forte, com 16,93 e 17,01, após o que fez dois nulos e dois saltos menos bons.

Passa, de qualquer forma, para terceiro português de sempre, atrás de Évora e de Carlos Calado, o anterior recordista, com 17,09.

O concurso de hoje ‘revolucionou’ o top do ano do triplo, agora com Almir e Évora nos dois primeiros lugares e Hughes Fabrice Zango, do Burkina Faso, a cair para terceiro, com 17,23 metros.

Mais dois portugueses competiram em Madrid, Cátia Azevedo e Emanuel Rolim, mas com menos sucesso.

Nos 400 metros, Cátia foi a quarta classificada, com 53,98 segundos, distante da marca de acesso a Birmingham e também do seu recorde pessoal, de 53,30.

Quanto a Rolim, participou na corrida ‘2’ dos 1.500 metros, para ser sétimo com 3.44,38 – um registo que fica a quase cinco segundos do ‘passaporte’ para Birmingham.

LUSA

Madrid confirma hoje se controla efetivamente o Governo regional da Catalunha

Os olhares vão estar centrados na sede da Generalitat (Governo regional) para ver se o líder separatista demitido, Carles Puigdemont, irá apresentar-se no seu gabinete, depois de, no sábado, ter desafiado Madrid, antes de ter desaparecido.

Numa declaração oficial gravada previamente e transmitida nas televisões espanholas, Puigdemont indicou a meio do dia de sábado que não aceitava o seu afastamento e pediu aos catalães para fazerem uma “oposição democrática”.

A vice-presidente do Governo de Madrid, Soraya Sáenz de Santamaría, mandatada pelo primeiro-ministro, Mariano Rajoy, vai assim verificar se encontra obstáculos à intervenção de Madrid autorizada pelo Senado (câmara alta) e que vai implicar a substituição de cerca de 150 cargos nomeados diretamente ou através de confiança política.

A ministra da Saúde espanhola, a catalã Dolors Montserrat, que no domingo esteve numa grande manifestação, em Barcelona, pela unidade de Espanha, mostrou-se convencida de que os funcionários da Generalitat (Governo regional) irão estar “do lado da lei”.

No entanto, alguns responsáveis regionais, como o ministro do Território exonerado, Josep Tull, anunciaram através das redes sociais que se iriam apresentar nos seus gabinetes já como “ministros” da nova “República da Catalunha”.

Por outro lado, o Ministério Público espanhol deverá hoje apresentar as queixas, que tem vindo a preparar, por rebelião, contra os autores da declaração de independência aprovada na sexta-feira no parlamento regional.

O parlamento regional da Catalunha aprovou, na sexta-feira, a independência da região, numa votação sem a presença da oposição, que abandonou a assembleia regional e deixou bandeiras espanholas nos lugares que ocupavam.

Ao mesmo tempo, em Madrid, o Senado espanhol deu autorização ao Governo para aplicar o artigo 155º. da Constituição para restituir a legalidade na região autónoma.

O executivo de Mariano Rajoy, do Partido Popular (direita), apoiado pelo maior partido da oposição, os socialistas do PSOE, anunciou ao fim do dia a dissolução do parlamento regional, a realização de eleições em 21 de dezembro próximo e a destituição de todo o Governo catalão, entre outras medidas.

Espanha: Continua a luta de Catalunha pela sua independência

Créditos: Rita Barros

A manifestação começou às 17h (16h em Lisboa) com centenas de milhares de catalães a manifestar-se e a apoiar a separação da Catalunha de Espanha e a formação de um estado independente e soberano, dando o seu apoio à tentativa em curso de marcação de um referendo independentista vinculativo.

O Governo da Catalunha (Generalitat) assinou o decreto que convoca para 1 de outubro a realização de um referendo independentista nesta comunidade autónoma espanhola.

Os independentistas reclamam há muito tempo um referendo sobre a independência da Catalunha, em moldes semelhantes aos que foram realizados em Quebec (Canadá) e Escócia (Reino Unido).

A “Diada”, como é conhecido o dia que assinala a conquista de Barcelona pelo rei de Espanha Filipe V em 1714 depois de um cerco de 14 meses, é utilizada anualmente para defender a causa da independência com imagens que passam em todas as televisões do mundo de uma manifestação ordeira e de grandes dimensões.

 

Presidente da Câmara de Madrid quer criar “polícia comunitária”

A partir de janeiro, 8 voluntários começarão a patrulhar a zona de Lavapiés, no bairro de Embajadores, em Madrid. São os primeiros agentes da nova “polícia comunitária”. A Câmara de Madrid está a colocar em prática a fase experimental do programa de Governança Comunitária da Segurança e Convivência.

Na prática, Manuela Carmena, a presidente da câmara, quer criar um serviço de polícia comunitária em cada um dos 121 bairros da capital espanhola, assegurado por voluntários. A ideia é delegar nos próprios cidadãos a gestão dos assuntos correntes do bairro e a mediação dos conflitos.

O programa é divulgado pelo El País, e implica a criação de novas figuras políticas e policiais (ver caixa). A cidade passa a ter uma estrutura paralela de segurança, apoio social, e até de justiça.

O jornal sublinha que este novo modelo, proposto pelo Ahora Madrid (partido que resulta de um acordo entre o Podemos e a plataforma Ganemos Madrid, para a candidatura às autárquicas), vai chocar com o sistema que existe. Atualmente, a segurança na cidade é da responsabilidade da Polícia Municipal e da Polícia Nacional, e os serviços sociais dependem da Comunidade Autónoma de Madrid. Já tudo o que tenha a ver com justiça é da competência dos tribunais.

Quem é quem na “Governança Comunitária”

Gestor de bairro
Será o responsável máximo pela polícia comunitária no bairro, e é nomeado diretamente pela câmara municipal. Vai coordenar, dentro do bairro, os organismos associados ao projeto. Terá de ser alguém que conheça “a fundo o bairro, e seja conhecido pelo bairro”.

O júri do bairro
Será responsável por mediar os conflitos entre os habitantes do bairro, e tentar que cheguem a acordos. Esses acordos devem ser ratificados por um juiz oficial.

Círculos de custódia cidadã
A “rede comunitária pública e privada” e o “conselho cidadão” seriam órgãos responsáveis por melhorar “a qualidade do lugar, reduzindo as infrações”, designadamente as referentes à poluição e ao ruído. A Polícia Municipal perderia esta competência.

Agentes voluntários
A Unidade de Polícia Comunitária vai depender dos voluntários, que integrarão as equipas de intervenção.

Fonte: El País
Uma das principais medidas é a introdução de um júri do bairro, responsável pela mediação dos conflitos locais. Os envolvidos nesses conflitos “têm a oportunidade de se encontrar no ambiente social em que aconteceu a infração, reconhecer a culpa e acordar conjuntamente vias para reparar o dano feito à comunidade”, explica o documento, citado pelo El País. “A comunidade, por seu lado, aceitará o reconhecimento de culpa e colaborará para definir uma medida adequada de reparação do dano.” O objetivo é evitar a passagem pelos tribunais, e resolver os conflitos sem sair do bairro.

À frente de todo o processo vai estar o gestor do bairro. Os gestores de cada um dos 121 bairros de Madrid serão nomeados diretamente pela câmara municipal, e irão coordenar tudo o que esteja relacionado com o programa de Governança Comunitária. De acordo com o documento divulgado, o gestor será um “community manager do bairro, que dinamiza a participação cidadã, a convivência e a colaboração entre serviços”.

Além disso, é alguém que “conhece a fundo o bairro, e é conhecido pelo bairro. É quem impulsiona e fortalece a governança no terreno, incluindo todos os recursos formais e informais”, explica o programa. Está responsável por serviços como a polícia comunitária, os serviços sociais e de limpeza, entre outros.

O projeto-piloto, no bairro de Lavapiés, deve arrancar a partir de janeiro do próximo ano, com os primeiros oito agentes da polícia comunitária. Durante o ano, o projeto deverá expandir-se para as restantes zonas da capital espanhola.

Escritórios da Google alvo de buscas em Madrid

O El Pais está a noticiar que dois escritórios da Google em Madrid estão a ser alvo de buscas pela autoridade tributária. Em causa estarão crimes ligados a evasão fiscal, uma vez que os lucros da empresa estão a ser geridos na Irlanda.

Desta forma, escreve o jornal, a Google faz com que a fatura fiscal em Espanha seja reduzida.

O jornal detalha que as buscas estão a ser feitas na Torre Picasso e no Campus Google.

A empresa – que é o maior motor de busca da internet – já veio dizer que cumpre a lei e que está a cooperar com a autoridade tributária.

“Cumprimos a legislação fiscal em Espanha e noutros países onde operamos. Estamos a cooperar com as autoridades em Espanha para responder a todas as suas perguntas, como sempre”, assegurou o porta-voz espanhol da empresa.

Catalunha. Declaração de independência causa êxodo de empresas

A decisão de independência desta região espanhola, promovida pelo Juntos pelo Sim e pelo partido de Artur Mas, presidente do governo autonómico da Catalunha, provocou um alarme generalizado entre a comunidade empresarial sediada naquela região.

Segundo um artigo do “El País”, o “Economia Circle”, que reúne as maiores empresas catalãs, já tinha advertido que “desde o primeiro minuto” a resolução ia afetar o investimento e a localização das sedes das empresas na região.

Até agora, a comunidade perdeu 683 empresas que, juntas, faturavam mais de 1500 milhões de euros por ano, a maioria das quais migrou para Madrid.

É o caso da cadeia de hotéis Derby ou do agronegócio multinacional Suez. O que está a acontecer, dizem diversas fontes citadas pelo “El País”, já tinha sido anunciado muito antes das eleições, com vários grupos a advertirem que o ato iria forçá-los a repensar a sua presença na Catalunha. Além dos bancos, os primeiros a reagir, seguiram-se o grupo editorial Planeta, a empresa de moda Pronovias e a Indukern farmacêutica.

E muitas dessas empresas passaram mesmo da ameaça à prática. De acordo com a agência de classificação Axesor, 3286 empresas deixaram a Catalunha desde 2012. Os empregadores enfatizam em particular o clima de “insegurança jurídica” que se vive na região, não só pela questão da soberania mas também pelo aumento da carga fiscal, que é uma das mais altas da Espanha.

Ironicamente, Madrid tem sido a cidade mais beneficiada por esta migração. Só este ano, e ainda segundo o “El País”, a capital conseguiu atrair 306 empresas catalãs.

Uma delas é a Inaves, que agrega várias empresas agroalimentares como a Companys Valls, um dos maiores grupos industriais catalães, com um volume de negócios de 1350 milhões de euros por ano e cerca de dois mil trabalhadores.

Estas transferências de sedes têm reforçado a atividade empresarial em Madrid, o movimento também foi seguido pelas multinacionais norte-americanas como a Mondelez, a cadeia de distribuição Schlecker – hoje Clarel, depois de ser adquirida pela Arbora & Ausonia, propriedade da P&G.

Grandes empresas de advogados citadas pelo diário espanhol explicam que a reforma da Lei de Sociedades de Capital que entrou em vigor este ano simplificou os procedimentos para a transferência das sedes sociais das empresas, que passaram apenas a depender do acordo dos conselhos de administração.

E embora o poder político local queira minimizar as transferências, os empregadores catalães começam a ficar preocupados com as migrações para Madrid. Fontes do ministério do Trabalho atribuem este verdadeiro êxodo à “insegurança jurídica” que representa o processo de soberania da região e às razões de índole fiscal.

Já o governo autonómico nega veemente que as empresas estejam a deixar a Catalunha na sequência do processo de separação. O secretário para a Administração e Competitividade, Pere Torres, disse sexta-feira que em cada ano, entre 700 e mil empresas deixam a região, o que representa cerca de 0,2 % a 0,3 % das companhias com sede na região, sugerindo que o Estado espanhol está a atacar a reputação da economia catalã.

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