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PROCURA POR MANUAIS ESCOLARES CAI 157% EM 2019

Este estudo apenas confirma algo que se previa desde a entrada em vigor do decreto-lei que tornou gratuitos os manuais escolares para praticamente todos os alunos do ensino obrigatório. O OLX era uma das principais alternativas para as famílias que queriam poupar algum dinheiro na aquisição destes produtos, mas agora, com a gratuitidade dos mesmos, é natural que a procura tenha uma quebra acentuada. O que acaba por ser impressionante é que, apesar desta condicionante óbvia, ainda continuamos a registar números muito interessantes, tanto ao nível da oferta como da procura, nesta categoria, sobretudo nos grandes centros urbanos”, analisa Andreia Pacheco, Brand Manager do OLX em Portugal.

Uma outra curiosidade interessante prende-se com o ranking das palavras-chave mais pesquisadas nesta categoria, dando uma perspetiva mais precisa sobre o que as pessoas mais procuram: 1º – “8 ano”, 2º – “professor”, 3ª – “5 ano”, 4º – “6 ano”, 5º – “livros escolares”.

PROCURA POR MANUAIS ESCOLARES CAI 157% EM 2019

Este estudo apenas confirma algo que se previa desde a entrada em vigor do decreto-lei que tornou gratuitos os manuais escolares para praticamente todos os alunos do ensino obrigatório. O OLX era uma das principais alternativas para as famílias que queriam poupar algum dinheiro na aquisição destes produtos, mas agora, com a gratuitidade dos mesmos, é natural que a procura tenha uma quebra acentuada. O que acaba por ser impressionante é que, apesar desta condicionante óbvia, ainda continuamos a registar números muito interessantes, tanto ao nível da oferta como da procura, nesta categoria, sobretudo nos grandes centros urbanos”, analisa Andreia Pacheco, Brand Manager do OLX em Portugal.

Uma outra curiosidade interessante prende-se com o ranking das palavras-chave mais pesquisadas nesta categoria, dando uma perspetiva mais precisa sobre o que as pessoas mais procuram: 1º – “8 ano”, 2º – “professor”, 3ª – “5 ano”, 4º – “6 ano”, 5º – “livros escolares”.

“Estão reunidas todas as condições para um bom início do ano letivo”, diz ministro da Educação

Foto LUSA

“Estão todas as condições criadas para que, efetivamente, possa ser um bom início de ano letivo”, referiu aos jornalistas, quando visitava a escola profissional de agricultura da localidade, para assinalar o arranque do novo ano escolar.

Como dados para este ano, assinalou “uma aposta forte na inovação pedagógica, no que é a educação pré-escolar”. “Temos este ano um número significativo de crianças e famílias que vão poder ter acesso. Mais 1.400 e, no total, mais 7.500 famílias nesta legislatura que têm acesso à educação no pré-escolar”, indicou.

O ministro referiu depois que este ano haverá “quase um milhão de famílias que vão ter os manuais escolares gratuitos”. “Isso é algo que restitui rendimento às famílias e nunca como este ano tantas famílias antes de iniciar o ano letivo tinham os livros na sua posse”, destacou, informando que, até ao momento, “70% dos ‘vouchers’ já foram resgatados [pelas famílias].

Tiago Brandão Rodrigues assinalou que este ano haverá mais assistentes operacionais nas escolas [mais 3.500 no total da legislatura] e, por outro lado, “de forma absolutamente inédita”, foi possível colocar os professores contratados “logo a meio de agosto”.

O ministro assinalou, também, a importância de o início deste ano letivo ter sido assinalado pelo Governo numa escola profissional agrícola pública, “para se poder ver que a escola pública tem muitas vertentes”.

Fonte LUSA

Cerca de 70% dos vales emitidos para manuais escolares grátis já levantados

Cerca de 70% dos ‘vouchers’ emitidos para levantamento de manuais escolares já tinham sido usados até à manhã desta segunda-feira, adiantou o Ministério da Educação (ME), que referiu ainda que os pagamentos às livrarias estão em dia.De acordo com um comunicado divulgado esta segunda-feira pelo ME, e num ponto de situação em relação à emissão de vales para levantamento de manuais gratuitos, a tutela destaca “um avanço significativo, em comparação com o final do mês passado”, que permite evitar “uma maior pressão sobre as livrarias no início do ano letivo”.

“No caso dos manuais reutilizados, o Ministério da Educação reforça que alguma inconformidade relativa ao estado de conservação – que deve obedecer aos critérios definidos no Manual de Reutilização – deve ser reportada às escolas para que a sua substituição possa ser feita“, acrescenta o comunicado.

Sobre os pagamentos às livrarias, o ME adianta que estão “em dia” e que decorrem a um ritmo semanal, e não quinzenal, como inicialmente previsto.

“Num esforço extraordinário, o Instituto de Gestão Financeira da Educação (IGeFE) efetuou esta sexta-feira novo pagamento, estando pagas todas as faturas validamente emitidas até esse dia. Deste modo, foi superado o já de si audacioso plano traçado pelo Ministério da Educação – pagamentos a cada 15 dias. Nesta altura, os pagamentos às livrarias estão a ser feitos semanalmente”, afirma o ME em comunicado.

O documento recorda que este ano o processo de faturação dos manuais passou a estar centralizado no IGeFE, retirando esse trabalho burocrático às escolas e permitindo pagamentos mais rápidos.

Fonte: LUSA

Manuais gratuitos para 500 mil alunos disponíveis a partir de hoje

© Lusa

Na plataforma estarão manuais escolares utilizados no ano letivo que agora terminou, mas também livros novos, que podem ser utilizados por famílias, escolas e livreiros.

A plataforma “MEGA — Manuais Escolares GrAtuitos” está preparada para atribuir um ‘voucher’ a cada um dos cerca de 500 mil alunos que frequentam escolas públicas e por isso têm direito a livros gratuitos.

As escolas vão introduzir na plataforma informações relativas aos manuais que, no final do ano letivo, foram devolvidos pelos alunos depois de usados.

Em declarações recentes à Lusa, Miguel Farrajota, do Instituto de Gestão Financeira de Educação (IGeFE), disse que a “percentagem de reutilização” de manuais escolares é “muito aceitável”, e disse que a distribuição pela plataforma dos manuais usados será feita de forma aleatória

Através do site www.manuaisescolares.pt, os encarregados de educação acedem à plataforma que lhes atribuirá um ‘voucher’ para adquirir os manuais nas livrarias que pretendam — desde que estas também estejam inscritas na plataforma.

A plataforma deverá estar ativa até ao final de outubro, para garantir que não ficam de fora alunos que mudam de escola após o arranque do ano letivo.

LUSA

Mais de 350 manuais escolares foram adaptados a braille este ano letivo

Todos os anos, uma equipa de técnicos, que inclui vários professores, adapta centenas de manuais escolares para o formato braille, um trabalho moroso e minucioso destinado a apoiar os alunos cegos.

Tudo de passa no Centro de Produção Braille, da Direção-Geral da Educação, onde chegam os pedidos das escolas de todo o país para adaptação e transcrição em braille de vários manuais escolares para uma mesma disciplina e para o mesmo ano de escolaridade.

Para este ano letivo, os técnicos adaptaram 357 manuais escolares dos ensinos básico e secundário e cursos profissionais, disse à agência Lusa a diretora dos serviços de Educação Especial e Educação Inclusiva, Filomena Pereira, no dia em que se assinala o Dia Mundial do Braille.

Os 357 manuais escolares correspondem a 7.140 volumes em braille (cada volume tem entre 100 e 110 páginas em braille).

A adaptação dos manuais escolares, mas também dos livros de leitura recomendados, de escritores como José Saramago, Eça de Queiroz, Camilo Castelo Branco, de dicionários e gramáticas para o formato braille é feita por professores de várias áreas disciplinares.

A revisão dos manuais é realizada por dois professores cegos, disse Filomena Pereira, sublinhando que a equipa é ainda constituída por técnicos que fazem a expedição dos livros para as escolas.

“É um trabalho muito moroso”, dois volumes demoram uma semana a fazer, mas todos os pedidos são satisfeitos, vincou.

O facto de haver uma grande variedade de manuais para cada disciplina também dificulta o trabalho: “Muitas vezes produzimos um manual só para um aluno ou dez livros só para um aluno”.

“Mas o aluno tem direito a ter esse manual”, que os pais não podem comprar na livraria, defendeu Filomena Pereira, explicando que o serviço é suportado pelo Orçamento do Estado.

O Centro de Produção Braille tem como objetivo produzir materiais em formatos acessíveis para alunos com necessidades educativas especiais, dispondo por isso de um serviço de gravação áudio dos livros e produzindo manuais escolares em DVD destinados aos alunos com grandes dificuldades de visão.

“Os alunos cegos são poucos”, mas “temos muitos alunos com baixíssima visão” que necessitam se receber formação em braille, uma situação que tem vindo a aumentar.

Nestes casos, são fundamentais os livros em formato gravado, explicou.

Além do orçamento dos manuais escolares, o centro dispõe de uma verba de 400 mil euros para atribuição de produtos de apoio, como uma linha braille, um computador, um ‘software’ áudio, para os alunos com necessidades educativas especiais.

Para aumentar a produção de manuais escolares em braille, a Direção-Geral da Educação contratualizou com a Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal (ACAPO) a produção de 42 manuais em braille, o que corresponde aproximadamente a 830 volumes, para os anos letivos de 2017/18 e 2018/19.

Em setembro, o Ministério da Educação destacou três professores para a ACAPO, num investimento de mais de 90 mil euros por ano, e irá suportar todas as despesas inerentes à produção dos manuais.

LUSA

Quais são os benefícios dos manuais digitais?

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, promulgou na terça-feira o diploma da autoria do Partido Ecologista Os Verdes (PEV), que visa fomentar a desmaterialização dos manuais escolares, abandonando progressivamente os materiais em papel.

Para o presidente da associação ambientalista Quercus, João Branco, a “legislação é positiva” porque permitirá poupar “muitos recursos” naturais.

Haverá “uma pressão muito menor sobre o planeta”, porque deixar-se-á de gastar “milhares ou mesmo milhões de toneladas de papel por ano”, disse João Branco à agência Lusa.

Serão também reduzidos outros impactos ambientais relacionados com a produção dos manuais (as tintas) e o seu transporte.

“São muitos milhões de litros de combustível que se gastam todos os anos na distribuição dos manuais” e que serão poupados com esta medida, disse o ambientalista.

Para João Branco, a legislação também constitui “um passo a seguir às tentativas que têm sido feitas de reutilização de manuais escolares, que tiveram algum impacto mas nunca conseguiram atingir grandes objetivos”.

Esta medida também é apoiada pelo presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap), Jorge Ascenção, afirmando que “vai ao encontro” do que tem sido a preocupação dos pais.

“Sempre defendemos que as famílias devem ter a possibilidade de optar por manuais, por conteúdos, pela reutilização, pelo suporte digital”, disse Jorge Ascensão à Lusa.

“Mais do que se estar a falar da reutilização, é permitir às famílias que possam fazer essa opção”, disse, defendendo que “há manuais que faz sentido ser em suporte digital”.

Jorge Ascensão adiantou que há escolas que já adotaram o sistema de não obrigar à compra de manual em papel, o que considerou “uma boa medida porque deixa à família essa opção de acordo com o perfil da criança e com a forma como se sente melhor a trabalhar”.

“Para uma ou duas disciplinas posso comprar e para as outras não comprar. Poderá trazer vantagens para todos”, frisou o presidente da Confap.

Um dos objetivos da legislação é poupar os gastos das famílias com a compra de manuais escolares.

Para o próximo ano letivo, o cabaz médio dos manuais escolares custa 112,5 euros e o ano escolar mais caro é o 11.º ano, onde o valor ronda os 200 euros, segundo a Associação Portuguesa de Editores Livreiros (APEL).

Há muitas famílias que optam por reutilizar os livros, aderindo a plataformas de troca de manuais, poupando assim centenas de euros por ano.

Por outro lado, a legislação também trará benefícios para a saúde dos alunos ao aliviar o peso das mochilas, como apontou Jorge Ascensão, que tem vindo a defender algumas medidas para resolver o problema.

A Confap foi uma das entidades que assinou a petição “contra o peso excessivo das mochilas escolares em Portugal”, que reuniu mais de 40 mil assinaturas e que foi entregue em fevereiro no Parlamento.

Questionado pela Lusa sobre se as editoras estão preparadas para esta medida, Paulo Ferreira Gonçalves, da Porto Editora, que faz parte da APEL, disse que desde há anos que os manuais estão disponíveis em formato digital.

“Esta iniciativa legislativa está desfasada em relação à nossa atividade 10 anos”, disse Paulo Ferreira Gonçalves.

Por isso, sublinhou, “se de hoje para amanhã essa desmaterialização quiser ser concretizada, os pais, os alunos, os professores, o país podem estar perfeitamente descansados porque há conteúdos digitais de carater educativo perfeitamente estruturados, de qualidade, de rigor científico e pedagógicos de acordo com os programas”.

Mas, salientou, “não é sólido que o caminho mais indicado seja o uso exclusivo do digital”.

“Muitas experiências noutros países apontam para a necessidade imperiosa de não haver o uso exclusivo do digital mas sim em complemento com o papel”, rematou.

Manuais escolares gratuitos: Positivo, mas não chega, dizem pais

“É positiva no sentido de que é um sinal de consideração pela educação e pela importância que possa ter, mas não é a medida que maior facilidade trará para as famílias. Estamos a falar de um custo por família baixo. Temos de nos lembrar que as famílias com mais necessidades já têm apoio da ação social escolar”, disse à agência Lusa Jorge Ascenção.

De acordo com o presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (CONFAP), há um conjunto de despesas bem mais relevantes como as refeições, transportes e materiais escolares.

“Estas despesas nem são consideradas em sede de IRS e têm um peso significativo no orçamento familiar e em famílias que não têm apoios. Acho que deve haver uma preocupação e um olhar para esta situação de uma forma mais global”, salientou.

Na opinião de Jorge Ascenção, deve haver um certo equilíbrio em todo o âmbito da educação.

“Claro que sabemos que há sempre a questão dos constrangimentos orçamentais, mas alargar esta medida seria um objetivo nobre”, disse.

O presidente da CONFAP disse ainda ter ficado satisfeito com as declarações do novo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, que no seu discurso sempre que se referiu às políticas sociais falou da importância da educação.

“Esperemos que haja aqui uma mudança de pensamento, de ideia sobre a importância da educação na vida das pessoas”, concluiu.

O Ministério da Educação confirmou na quarta-feira a distribuição gratuita de manuais escolares para os alunos do 1.º ano de escolaridade a partir do próximo ano letivo, na sequência de uma proposta do PCP de alteração ao Orçamento do Estado (OE).

“O ano letivo 2016/2017 será o ano zero desta medida e abrangerá todos os alunos do 1.º ano do 1.º ciclo do ensino básico. Neste ano zero serão distribuídos gratuitamente os manuais escolares. Os restantes recursos didáticos não estão incluídos na medida nesta fase inicial. O custo de implementação desta medida no ano zero está estimado em cerca de três milhões de euros para o ano letivo 2016/2017”, adiantou à Lusa fonte do Ministério da Educação (ME).

Em cima da mesa está a discussão de um modelo que pretende tornar gratuitos não só os manuais, mas todos os recursos didáticos, e para todos os anos da escolaridade obrigatória.

Durante a discussão na especialidade do OE para 2016 na Assembleia da República, o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, reafirmou que o ministério está a negociar com as editoras uma “progressiva redução” do preço dos manuais escolares, visando, de forma faseada, chegar à sua gratuitidade.

A secretária de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão, lembrou na mesma altura que o OE para 2016 prevê um reforço de 9,4% para manuais escolares destinados a alunos carenciados (beneficiários da Ação Social Escolar).

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