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Upload Lisboa celebra 10 anos com regresso à capital

Neste regresso, o Upload Lisboa quer juntar as várias gerações de profissionais de marketing digital numa partilha de conhecimento que permite aprender e ensinar a fazer e a ser “digital”! Entre os principais oradores da 6ª edição estão já confirmados o estrategista Rob Campbell, o data scientist Ricardo Cappra e o Diretor Criativo Hugo Veiga.

Rob Campbell dispensa apresentações: é atualmente o Head of Strategy EMEA na conhecida R/ GA. Tem também um currículo invejável no que toca a estratégia de marketing digital em agências como a Wieden + Kennedye R/GA EMEA para marcas como a NIKE, Google, Diageo e Samsung e um projeto único de inovação e criatividade com os Metallica (sim, a banda de rock!). Já Ricardo Cappra tem vindo a pesquisar o impacto dos dados na sociedade e nos negócios como alguns dos seus projetos Coca-Cola, Rede Globo e Governo dos Estados Unidos. O seu mais recente desafio é o Cappra Institute, um instituto independente de pesquisa internacional criado por ele, projeto que soma ao seu trabalho como cientista-chefe na sua consultora Cappra Data Science – é um dos mais reconhecidos data scientists no Brasil.  Uma das frases que mais se destaca no discurso de Ricardo é sobre a importância de “preparar as pessoas e negócios para viverem melhor num futuro cada vez mais analítico”. Hugo Veiga, o criativo português que se mudou para o Brasil, liderou projetos criativos para empresas como Netflix e Farfetch, trabalhou também com Elton John e Lady Gaga, recebeu vários prémios em Cannes e até foi considerado um dos melhores copywriters do mundo. Regressa agora a casa para o Upload Lisboa, onde vai partilhar a sua experiência nos projetos desenvolvidos, por exemplo a conhecida campanha Dove Beauty.

A edição deste ano terá a presença de oradores com carreiras profissionais internacionais e tem como principal objetivo discutir diferentes perspetivas de todo o ciclo estratégico do marketing digital. O fio condutor passa pela abordagem dos cinco passos de implementação de um projecto e campanha, com foco no digital: Research, Estratégia, Mensagem, Meios e Data, sendo que para cada um dos tópicos serão trazidos diferentes oradores internacionais.

De volta está Virgínia Coutinho, fundadora do Upload Lisboa e diretora-geral da Lisbon Digital School, com uma equipa composta por Daniel Caeiro, Rute Ferreira e Carla Rodrigues – todos profissionais experientes com conhecimentos em marketing digital e estratégico e também media e influencer marketing. Este ano é esperada a presença de cerca de 500 pessoas.

Digitalização das empresas: muito mais do que Marketing Digital

ARIEL ALEXANDRE (E-COMMERCE EXPERIENCE) E FRANCISCO SÁ (CEO DO LISPOLIS) NO BOOTCAMP E-COMMERCE EXPERIENCE

Mais de metade das empresas portuguesas não têm presença online – seja através de um website ou de redes sociais. Segundo o estudo Economia Digital em Portugal 2018, elaborado pela ACEPI – Associação da Economia Digital e pela consultora tecnológica IDC, não conseguimos encontrar 59% das empresas portuguesas online.

Este dado indica que é necessária uma educação para o digital no tecido empresarial português, caracterizado por ter 90% de pequenas e médias empresas, que nem sempre alocam os seus recursos à vertente de negócios digitais.

É por este motivo que o LISPOLIS tem vindo a realizar um trabalho de apoio a eventos focados na literacia digital. Em setembro de 2018, realizámos um evento para mais de 700 pessoas focado no E-Commerce em Portugal, o Bootcamp E-Commerce Experience, no qual se exploraram as melhores práticas que estão a ser implementadas por empresas portuguesas e estrangeiras. Nesta sessão, foi possível assistir aos casos das marcas Chronopost, Salsa, Undandy e do grupo Sonae.

Este evento marcou o início do programa de aceleração E-Commerce Experience, que se aproxima agora do fim da sua primeira edição. Durante cerca de seis meses, este programa tem vindo a oferecer formação na área do e-commerce com profissionais de renome que atuam no mercado português e brasileiro, e a proporcionar a troca de experiências entre 20 marcas através de encontros semanais.

Já em outubro de 2018, o Fórum Tecnológico (espaço no LISPOLIS preparado e equipado para acolher eventos de várias dimensões) acolheu o evento CLICKSUMMIT, focado no marketing e vendas online, que recebeu mais de 500 pessoas durante dois dias e mais de 40 oradores.

Mais recentemente, nos dias 20 e 21 de março de 2019, o LISPOLIS recebeu 720 pessoas para o evento Expo Fórum Digitalks 2019, um evento proveniente do Brasil, onde já realizou nove edições (desde 2009) com mais de seis mil participantes por ano.

Pela primeira vez em Portugal, o DIGITALKS Lisboa trouxe aos dois palcos do Fórum Tecnológico 58 oradores versados em e-commerce e marketing digital, que falaram sobre omnichannel, anúncios online, vídeo marketing, customer journey, growth hacking, entre outros temas atuais dos negócios digitais.

Além da partilha de conhecimento, este evento teve como principal objetivo a criação de uma ponte de negócios entre Portugal e o Brasil, sendo 36% dos participantes provenientes do Brasil. O evento contou com mais de 15 empresas em exposição, no piso zero do edifício, e com dois momentos de sunset, no final das palestras de cada um dos dias, que proporcionaram um ambiente descontraído de networking entre oradores e participantes.

Acreditamos que estes eventos são fundamentais para as empresas portuguesas partilharem conhecimentos nesta área, se atualizarem sobre as novas tendências e criarem redes de contactos cada vez mais amplas. E não são apenas interessantes a nível de partilha, mas também a nível comercial, uma vez que no DIGITALKS foram várias as empresas que participaram e finalizaram negócios!

O consumidor está a mudar

“Hoje a jornada não é mais linear, e o objetivo do profissional de marketing é estar lá nos momentos certos”, dizia Daniel Galvão da CRP Mango no palco principal do DIGITALKS. O digital assume aqui um papel fulcral na apresentação de uma boa experiência do consumidor, que pode determinar a sua compra (ou não) do produto ou serviço.

Adriana Lima, da Google, revelou na abertura do segundo dia deste evento que 60% dos utilizadores deixaram de comprar uma determinada marca devido à má experiência de serviço recorrente. Assim, perceber e melhorar a Customer Journey é fundamental não só para angariar novos clientes como para fidelizar os que já compraram.

A estratégia Omnichannel é uma das formas apontadas por vários oradores do evento para melhorar a experiência do consumidor: um cliente deve poder comprar pelo canal que prefere, seja digital ou físico, e receber o mesmo atendimento em todos os pontos de contacto, fazendo com que a sua perceção de marca seja coerente. O cuidado no atendimento ao cliente nos vários canais (por exemplo online, por telefone ou em loja física), seja na pré ou na pós-venda, é outro fator determinante na escolha de um produto em detrimento dos seus concorrentes.

O Modelo Customer Centric ganha assim maior expressão, transformando a forma como as empresas encaram a sua comunicação – passa de uma comunicação focada no que as empresas querem dizer para mensagens mais dirigidas para o que o cliente quer ouvir. No fundo, assiste-se a uma mudança de paradigma em que as pessoas se tornam no centro do negócio, seja a nível interno seja a nível externo.

O Mobile assume aqui um papel fundamental: as marcas têm vindo a apostar num modelo Mobile First por perceberem que o consumidor passa uma grande parte do seu tempo neste dispositivo. Dados do relatório mundial Digital 2019, realizado pelas empresas Hootsuite e We Are Social, demonstram que o consumidor português passa cerca de 6h38min por dia na internet, das quais 2h27min são passadas no telemóvel. São mais de 7 milhões de pessoas que utilizam a internet via mobile, o que representa 69% da população total do país.

As empresas têm aqui uma oportunidade de mercado, de chegar ao seu consumidor por via deste canal, pelo que a aposta numa transformação digital dos seus modelos de negócio se afigura fundamental. A mudança passa não só pela adoção de uma estratégia integrada de marketing, que inclua os meios tradicionais e os meios digitais, como pela reformulação completa da forma como as empresas pensam no negócio e o vão adaptar à nova realidade.

As PMEs Tecnológicas com modelos de negócio Business to Business (B2B) têm tido tendência a autoexcluir-se destes canais digitais por não venderem para o cliente final. A questão que lhes deixamos é se pretendem continuar fora do smartphone da pessoa que, mesmo em representação de uma empresa, lhes vai adjudicar ou não determinado serviço.

O LISPOLIS é muito mais que digital. A nossa missão é acolher e apoiar as empresas no seu desenvolvimento, ajudando-as a estabelecer contactos, a procurar investimento ou ainda no processo de internacionalização. Mas a digitalização da economia e dos negócios é um caminho sem retorno, pelo que o LISPOLIS continuará a promover e a divulgar as melhores práticas.

Uma das ferramentas mais recentes de apoio ao desenvolvimento digital das empresas é a SHIFT 4.0 (https://shift4.isq.pt/shift.html#TOP), criada através de uma parceria entre o IAPMEI e o ISQ, que tem como objetivo analisar a maturidade digital das empresas.

Para saber mais sobre o nosso apoio e os eventos futuros, consulte o nosso website em www.lispolis.pt ou contacte-nos via Facebook ou telefone (217 101 700).

Opinião de Pedro Rebordão, Diretor de Promoção e Inovação do Lispolis, e Cíntia Costa, Marketing e Comunicação do Lispolis

blue-infinity: ideias sem limites

Fundada em 1995 a blue-infinity é hoje um importante player na economia digital na Suíça e na Europa. Em Portugal, a blue-infinity surge em outubro de 2014 pelas mãos de três consultores de Salesforce. Hoje, três anos e meio depois, já são cerca de 185 pessoas a trabalhar nesta era da transformação digital.

Com mais de 20 anos, a empresa digital sediada em Genebra, foi adquirida pela gigante Dentsu Aegis Network, com a firme intenção de se desenvolver digital e internacionalmente. “É uma sinergia que fazia todo o sentido”, começa por referir Jorge Conceição

A Dentsu Aegis Network é um grupo especializado em serviços de media, comunicação digital e comunicações criativas que inovam na maneira como as marcas são construídas. Por sua vez, a blue-infinity, enquanto empresa que atua na área da transformação digital, consegue alavancar todo o canal de informação e de dados dos seus clientes a partir desta componente da comunicação e marketing, ajudando as marcas e as empresas a transformarem-se e serem bem-sucedidas nesta economia digital. Para este propósito, a blue-infinity combina serviços apoiando-se no potencial do marketing, criatividade e tecnologia.

Assumem-se uns apaixonados pelas tecnologias e a criatividade sente-se nas próprias instalações da empresa. Aliando a criatividade à tecnologia e com um espírito de uma startup numa empresa com uma maturidade de mais de 20 anos, esta combinação é o fator-chave para o sucesso da empresa que atua fortemente em duas áreas: a ativação de marca e a ativação da empresa.

A operação portuguesa da blue-infinity, com a sua voracidade e criatividade, tece todo o suporte destas duas áreas de atuação, ajudando os clientes a ganhar uma expressão significativa digital ou internacionalmente.

A verdade é que a blue-infinity Linked by Isobar acredita em ideias sem limites. A sua experiência digital é apoiada por sistemas e plataformas robustas, e é apoiada pelo poder e escala da Dentsu Aegis Network, através de mais de 50 mil especialistas, em 145 países, que inovam na maneira como as marcas são construídas.

SALESFORCE MARKETING CLOUD

O marketing digital é hoje um ponto fulcral para a “sobrevivência” das organizações. Falemos, portanto, do Salesforce Marketing Cloud, uma plataforma para profissionais de marketing que permite criar e fazer a gestão dos relacionamentos e campanhas de marketing com os clientes. Trata-se de uma plataforma inteligente, integrada e colaborativa que permite direcionar soluções de marketing digital com base no comportamento, nas preferências ou em qualquer outra informação dos clientes.

“A nossa mais-valia é a forte capacidade que temos de integrar todos os sistemas de uma organização. Numa estratégia de economia digital em que fatores como business-to-business e business-to-consumer são cada vez mais prementes, a nossa capacidade de alavancar os sistemas que já estão em vigor sem sermos disruptivos, transportando os nossos clientes para essa economia digital, é o que nos diferencia. Sabemos fazê-lo e fazemo-lo com bastante sucesso”, garante Jorge Conceição.

Procurando estar sempre um passo à frente com ideias inovadoras, o foco da blue-infinity é a economia digital. A economia digital assenta em quatro pilares tecnológicos – as tecnologias Cloud, Mobile, Social e Big Data – que constituem a denominada terceira plataforma, e que se ligam aos Aceleradores de Inovação: Internet of Things (IoT), Inteligência Artificial (IA)/Computação Cognitiva, Realidade Aumentada/Virtual, Impressão 3D, Robótica e Segurança de Próxima Geração.

OS DESAFIOS DA ECONOMIA DIGITAL

O papel das tecnologias digitais está a mudar e a economia digital está a ganhar uma maior dimensão e a transformar as regras económicas e os papéis que os líderes tecnológicos têm de assumir.

Aqui, Jorge Conceição realça a importância de humanizar nesta transformação digital em que a máquina começa a substituir o homem em algumas vertentes. “Temos a preocupação de ter uma componente emotiva e humana”.

Os desafios da economia digital, esses, passam pela compreensão das tendências geracionais. “As empresas têm de estar preparadas não só para a geração X e Y, mas também para um nicho da população mundial mais envelhecida e que não está tão disponível para as novas tecnologias e para a transformação digital”, conclui o nosso entrevistado.

A SUA GRÁFICA ONLINE

Brindes Publicitários: mais de 70 opções personalizáveis

Os Brindes Publicitários são uma excelente opção para oferecer aos seus Clientes e Parceiros de Negócio. Personalize produtos como Canetas, Porta-Chaves, Abre-Caricas, Mochilas, Lanternas, entre tantas outras opções, e garanta a divulgação da sua empresa.

 

E-Commerce: dê o passo para a globalização

Tratamos de tudo por si, da envelopagem à armazenagem, do marketing direto ao e-commerce, da sua base de dados aos sistemas de gestão integrada da sua empresa. Cobrimos toda a Europa, podendo colocar à disposição dos nossos parceiros sistemas que falem a sua língua. Falamos, escrevemos e personalizamos nas mais variadas línguas. Planeamos as suas campanhas por correio, SMS, e-mail”. Este é o mote da Ship4you. E sobre o E-Commerce e o Marketing Direto, Cristina Coelho começa por explicar que quem já está na venda à distância há algum tempo com o Marketing Direto, dificilmente muda.

E quem transita para o E-commerce por não ter um investimento, à partida, tão elevado acaba por se aperceber que se trata de um processo muito mais complexo do que parece à primeira vista. Então o que é o E-Commerce e o que é que uma empresa deve fazer e saber de antemão antes de criar uma loja online?

Comércio eletrónico ou e-Commerce é a compra e venda de bens ou serviços através de canais eletrónicos. E é, atualmente, um dos mais importantes fenómenos da Internet em crescimento e o passo que qualquer empresa deve dar para alcançar o mercado global e internacionalizar-se.

As compras a partir de casa são uma realidade cada vez mais enraizada e cada vez mais frequente entre os portugueses, os quais, se prevê, deverão gastar 2,665 mil milhões de euros em compras online em 2017. Trata-se de uma nova geração e de uma nova forma de estar. Mas a passagem das organizações para o E-commerce deve ser ponderada e bem estruturada.

Vamos por partes. Existem os dois extremos no E-Commerce, casos excecionais de venda online e casos de insucesso. Vamos perceber porquê.

O marketing digital é imediato enquanto que o marketing direto, com os seus mailings, newsletters, base de dados e redes de contacto, é um marketing que pode ser analisado ao longo do tempo. O marketing digital exige, portanto, que tudo seja feito e analisado “para ontem”. Quando uma determinada empresa lança uma campanha ou um banner publicitário tem de perceber de imediato qual está a ser o seu impacto e o que deve ser feito de diferente para não estar a perder dinheiro. Depois há a questão de saber gerir uma loja online. Um processo mais complexo do que parece.

Para as grandes empresas que têm estrutura suficiente para enveredar pela venda online com alguma segurança e solidez, à partida, será um processo fácil. Já existem, têm armazéns, lojas físicas e distribuidores. A internet será só mais uma loja e apenas terá que se aprender a gerir essa loja online. Se a empresa não souber implementar os novos mecanismos da tecnologia assentes numa boa estratégia, pode estragar a imagem que já tem construída.

Quando falamos da gestão da loja online, falamos de coisas tão simples, mas extremamente importante, como o cuidado com as campanhas de promoção que são lançadas, a gestão de stocks, a rapidez na entrega das encomendas e os transportadores. É preciso ter atenção que nas vendas online os comerciantes estão a trabalhar com clientes globais.

Depois, existe o E-Commerce que surge a partir de pessoas singulares que têm um emprego, mas criam um pequeno negócio caseiro para vender à distância a partir de casa. No início as vendas podem correr bem, mas depois sem uma estrutura, conhecimento suficiente ou investimento para evoluir, o negócio caseiro acaba por não “sair de casa”. Pode acontecer o contrário, as vendas resultarem bem e aumentarem substancialmente, mas depois a estrutura acaba por não aguentar o boom das vendas pela simples falta de espaço físico para a gestão de stock ou a falta de um transportador.

Uma coisa é certa, no E-Commerce tudo tem de ser muito rápido. Os clientes que fazem compras online querem sempre receber a sua encomenda no dia seguinte. Não basta, portanto, abrir apenas uma loja online. E é aqui que entra a Ship4you.

SERVIÇOS DE A A Z

A Ship4you oferece um pacote de serviços completo ao cliente no E-Commerce e no Marketing Direto. No que diz respeito ao Marketing Direto, os serviços vão desde receber a correspondência, fazer o registo de encomendas, armazenagem e expedição das mesmas que, com a maioria dos clientes, tem de ser feita no dia seguinte à receção das encomendas. É um serviço de A a Z que incluí, ainda, serviços pós-venda. Colocam à disposição do cliente uma série de ferramentas informáticas através de um sistema próprio extremamente especializado e dedicado para este tipo de negócio, onde os clientes têm acesso às suas estatísticas e aos seus dados para fazer as suas análises e decidir que campanhas irão fazer posteriormente ao longo de todo o processo.

Com parceiros que se revelam de extrema importância, a Ship4you disponibiliza, ainda, Data Solutions para uma gestão da base de dados eficiente e fidedigna, bem como uma plataforma informática com os sistemas ERP/CRM que permite uma gestão coesa e harmoniosa dos processos e dos dados das empresas, nacionais e internacionais.

CRISTINA COELHOJá no E-Commerce, a Ship4you tem diferentes tipos de clientes. “Temos empresas para quem tratamos do serviço de clientes e tudo o que é online, temos outros clientes onde temos acesso ao backoffice dos seus sites e fazemos todo o acompanhamento desde a gestão de stocks até à expedição das encomendas. Noutros casos fazemos serviços de A a Z, desde a criação do site, a manutenção da base de dados até à integração direta com o nosso sistema, sendo nossa a responsabilidade de todo o processo”, explica Cristina Coelho.

Cristina Coelho salienta a importância do marketing digital para qualquer empresa. É caro, mas é de extrema importância. Dá como exemplo, uma loja situada no Rossio onde facilmente há pessoas a entrar. Mas se essa loja se desloca para uma rua mais escondida tem de se fazer notar. Tem de investir num sistema de publicidade muito bom para encaminhar as pessoas para a sua loja. Nas lojas online acontece exatamente o mesmo. Têm de se fazer notar, têm de conseguir ser aliciantes e levar as pessoas a fazer o clique para o seu site. Têm de saber mostrar que o seu produto é bom e que existem porque quem faz compras online tem um leque de possibilidades para analisar e comparar os produtos. São, normalmente, compras ponderadas.

A par disto, as empresas têm de saber aproveitar o aumento das compras feitas a partir de casa e saber chegar a todos os nichos do mercado, a todas as faixas etárias, dos mais entendidos aos menos entendidos das novas tecnologias, a todas as classes sociais e, sobretudo, a clientes globais. Estamos na era digital e os valores crescem de ano para ano. Hoje em dia podemos comprar praticamente tudo através da internet, até as compras do supermercado.

E-COMMERCE VEIO PARA FICAR

Ship4you – Empresa 100% portuguesa, a Ship4you orienta as empresas no sentido de perceberem que uma boa estrutura online implica uma boa estrutura física e vice-versa para que as organizações tenham um bom desempenho e cresçam de forma consolidada.

E-Commerce – O E-Commerce chegou, veio para ficar e ainda tem muito por onde crescer. Se Portugal ainda está um pouco retraído quando se trata de compras online, noutros países a realidade é completamente diferente e já vivem das vendas à distância há anos. As empresas terão que se readaptar constantemente para fazer face às exigências dos clientes que serão cada vez mais globais. Os portugueses, por exemplo, segundo um estudo, são os que têm mais probabilidade de fazer compras fora do país, sendo que os países de eleição são o Reino Unido (42% do total de compras internacionais), China (41%) e Espanha (38%).

Regras – Há regras de ouro para se estar na internet através do E-Commerce e Cristina Coelho aconselha mesmo os comerciantes a manter todo o processo simples. Quanto mais simples, mais sucesso terão. O cliente que faz compras online é um cliente que procura a comodidade, a rapidez e a eficiência. “Se quer fazer uma compra num site e o próprio processo é demorado e envolve muitos passos, o cliente acaba por desistir da compra”, esclarece a nossa entrevistada.

As empresas têm de ter consciência de que “não basta ter um bom produto”. Têm de estudar o negócio e fazer um bom plano de negócios. Têm de saber exatamente do que é que vão necessitar para ter uma loja online a funcionar. Encontrar os parceiros corretos nas várias áreas e perceber que é necessário um investimento caro. Por fim, tem de ser um processo simples. Simples e transparente”, conclui Cristina Coelho.

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