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Porque deve a sua empresa investir em brindes personalizados?

Mas como? Segundo a National Pen, empresa especialista em brindes personalizados que vende em mais de 20 países, são pensamentos como “Como é que esta ideia vai destacar o logótipo? Este artigo pode ser utilizado todos os dias? Quais são as cores mais apelativas?” que levam a estratégias de brindes bem-sucedidas.

Continue a ler para saber tudo sobre porque é que deve investir em brindes e sobre como pode escolher o brinde certo consoante os seus objetivos.

Porquê investir nos brindes personalizados?

Os Brindes Personalizados são um meio de divulgação da sua marca

Os brindes são objetos que circulam bastante: de acordo com um estudo, 10% das pessoas que recebem brindes transmitem-nos aos seus amigos ou familiares. Esta é, portanto, uma excelente estratégia para fazer com que a sua marca alcance um maior número de pessoas.

Para além disto, os bons brindes são objetos que as pessoas usam frequentemente e acabam por guardar durante muito tempo, aumentando as hipóteses de divulgar a marca. Segundo o mesmo estudo, 90% das pessoas que recebem brindes usam-nos uma vez por semana ou mais frequentemente e 87% guardam um produto promocional durante mais de um ano.

Para obter resultados satisfatórios, é aconselhável que os brindes personalizados tenham não apenas o nome da marca, mas também o contacto. A distribuição também deve ser feita de uma forma estratégia, de modo a que o nome da sua empresa chegue aos ouvidos do público com uma conotação positiva.

Os Brindes Personalizados são uma estratégia de marketing eficaz

Como a melhor forma de comprovar a eficácia de uma estratégia é através de dados estatísticos, apresentamos-lhe alguns. Segundo o PPAI Buyer Study de 2017, 87% das empresas inquiridas creditaram os brindes promocionais como um contributo significativo para alcançar os seus objetivos de marketing e 54% afirmaram que os mesmos produtos lhes permitiam criar ligações com clientes frequentemente.

De acordo com o mesmo estudo, 96% dos Marketers acreditam que os produtos promocionais são umas das formas mas eficientes de publicitar a sua marca.

Para além disto, segundo um outro estudo, 20.9% das pessoas fizeram uma compra após receberem um brinde promocional, um número consideravelmente mais elevado que o da percentagem referente aos anúncios online (4.6%) e aos anúncios televisivos (7.1%).

Os Brindes Personalizados valorizam a imagem da marca

Os brindes publicitários são uma excelente forma de melhorar a imagem da sua marca. Isto acontece porque se estes forem objetos únicos, funcionais e desejáveis, o seu público-alvo tem tendência a desenvolver uma relação positiva com o produto e, por associação, com a própria marca. O objetivo é que as pessoas precisem deles, que os usem frequentemente e que os mantenham sempre por perto. Só assim se poderá criar uma boa relação com o cliente.

No entanto, se o objeto for exageradamente publicitário ou se cumprir mal a sua função, corre-se o risco de projetar a imagem oposta da marca, pelo que se deve ter alguns fatores em atenção na escolha dos brindes.

Como escolher os brindes personalizados certos?

Os brindes ideais são objetos que fazem com que quem os recebe pense “Isto vai ser-me útil” ou “Ter mais um destes dá sempre jeito”. Mais que isto, são objetos que se adequam tanto à marca como aos potenciais clientes. Apresentamos-lhe abaixo duas perguntas essenciais que deve perguntar a si mesmo antes de decidir qual o melhor brinde para a sua marca oferecer.

De que precisa o seu cliente?

É mais provável que os clientes utilizem os brindes e que se lembrem da marca de forma positiva se estes forem objetos que lhes agradam e são úteis. Assim, analisar as necessidades e os interesses do seu público-alvo é uma excelente forma de perceber quais os brindes mais adequados.

Se pretende alcançar desportistas, talvez uma garrafa de água de desporto seja uma boa opção. Por outro lado, se a sua intenção for distribuir brindes num evento de tecnologia, pen drives, power banks e outros brindes USB personalizados são melhores apostas.

Como personalizar o seu brinde?

É necessário ter alguns cuidados com a personalização de brindes, uma vez que esta pode alterar por completo o valor percebido dos objetos.

A chave para fazer com que a personalização acrescente valor ao objeto e cumpra o papel de estabelecer uma relação positiva com o cliente está em não exagerar. Um objeto que fuja ao bom senso ou que tenha um logo muito grande estampado acaba por parecer demasiado publicitário e tem tendência a ser deixado no fundo da gaveta.

Dani Gonçalves, UniK SEO

Nielsen na vanguarda da comunicação digital inteligente

O Digital Audience Profiler pretende responder ao objetivo final de compreensão das audiências como fator-chave para liderar campanhas de marketing eficazes. Face a um universo imenso de público existente em plataformas de social media, como se torna possível às marcas saber o que procuram os seus consumidores, quais os seus interesses, aquilo que os move e qual o meio mais fácil para os alcançar? E como podem adaptar a sua estratégia em termos de targets identificados, canais utilizados e conteúdo elaborado?

Tal como explica João Otávio, Client Development Senior da Nielsen, “a facilidade em utilizar soluções digitais não se verifica apenas entre os consumidores, mas também no crescente investimento realizado por parte das marcas. É cada vez mais notório o interesse por este tipo de veículo de divulgação e, como consequência, a necessidade de conseguir avaliar a eficácia do processo de comunicação, o seu retorno para a visibilidade da marca e o seu impacto nos resultados alcançados. A Nielsen, através de dados quantitativos, é agora capaz de apontar exatamente qual o público online e o caminho mais fácil para o alcançar, cruzando as suas características demográficas e comportamentais.” 

A segmentação dos targets e a definição de um público de referência como objeto de estudo permitem chegar a resultados analíticos e insights relevantes para a implementação de campanhas de sucesso. Cada marca ou insígnia pode, de acordo os seus objetivos específicos, definir a audiência a estudar com base em variáveis sociodemográficas e em comportamentos e interesses identificados. Este perfil é depois analisado em comparação com um universo de referência, de forma a que sejam tiradas conclusões sobre as especificidades do público a analisar.

No sentido de exemplificar a solução disponibilizada, a Nielsen realizou uma análise aos Fado Lovers, procurando identificar interesses partilhados dentro deste grupo. Neste caso, a audiência estudada foram os utilizadores de redes sociais localizados em Portugal, com idades entre os 18 e os 65 anos, que manifestam interesse em Fado, analisados em comparação com a população em geral.

A avaliação implementada através da solução Digital Audience Profiler permitiu constatar que quem aprecia este estilo musical possui gostos mais amplos em termos de música. O público-alvo expressa, de forma global, uma maior afinidade pela generalidade dos estilos, o que parece indicar um genuíno gosto pela música, sendo a música clássica a que mais se destaca. A afinidade é demonstrada também relativamente a atividades artísticas como o teatro, a arquitetura, a pintura, a escrita e eventos musicais diversos, tais como espetáculos de ópera, concertos e teatro musical.

A solução da Nielsen revela ainda que os amantes de Fado são também leitores ávidos, com uma particular inclinação pela obra de Fernando Pessoa. Outros autores, como Luís de Camões, José Saramago ou Sophia de Mello Breyner Andresen, são também escolhas relevantes entre este grupo.

São também fãs de diferentes tipos de cozinha. Se as cozinhas francesa, italiana e espanhola (mediterrânica) estão em evidência, são também referenciadas opções mais exóticas, exemplo da japonesa, chinesa, coreana ou do Médio Oriente.

Os integrantes deste grupo são mais atentos a temáticas e preocupações sociais do que o público em geral. Tópicos como o voluntariado, a ecologia, os direitos humanos, a política, o ambiente e a sustentabilidade são os que representam uma maior motivação para este grupo.

Um interesse especial pelo Fado é notório em Coimbra e Lisboa, assim como nos vários distritos do Centro e Sul de Portugal, tais como Évora, Santarém, Beja, Setúbal e Portalegre, que apresentam uma maior proporção de Fado Lovers, comparativamente com a população em geral. Este perfil é mais feminino (60%) e mais maduro do que média da população nacional.

A solução Digital Audience Profiler, da Nielsen, permite-nos ainda compreender, por exemplo, quais as redes sociais mais utilizadas por este público, os canais de informação que visitam, as personalidades por quem se interessam ou as marcas com que têm maior afinidade, entre muitas outras variáveis.

O LG Xplorers está de volta e procura jovens talentos para a LG Portugal

A 2ª edição do LG Xplorers, o programa de estágios da LG Portugal, já teve início e as candidaturas encontram-se abertas até 12 de julho. A iniciativa da empresa de tecnologia dará a oportunidade a 6 jovens talentos de terem sua primeira experiência profissional nas áreas de Sales Support, Marketing, Supply Chain Management, Finance & Accounting, IT Sales Support ou Business Division – Energy.

À semelhança da edição de 2018, o processo de seleção contará com 5 fases, entre as quais uma entrevista em vídeo e um final pitch nos escritórios da LG Portugal, sendo a principal inovação a possibilidade de candidatura através do Messenger do Facebook.

Os escolhidos para integrar a Leading Generation terão acesso a um estágio de 9 meses, com o objetivo de implementarem projetos específicos nas áreas funcionais para que serão selecionados, e ainda a uma bolsa de estágio.

Face ao sucesso da primeira edição, que foi acolhida como um caso de sucesso dentro da LG e replicada noutros países da Europa, Rui Moita, Diretor de Recursos Humanos da LG Portugal refere que “a 2ª edição do LG Xplorers traz mais inovação e mais oportunidades de crescimento para todos os interessados em pertencer ao universo LG” e sublinha que “a 1ª edição do programa chegou a mais de 3900 pessoas e gerou 229 candidaturas, números que colocam uma fasquia ambiciosa para 2019”.

Os jovens interessados poderão submeter a sua candidatura no website oficial do programa em www.lgxplorers.pt ou através da página de Facebook – https://www.facebook.com/lgxplorers/ – até dia 12 de Julho.

Experiência e criatividade culminam em empresa de excelência

Maria de Fátima Bacelos

A TerraDesign atua em diversos segmentos da comunicação e dispõe de uma equipa multidisciplinar que avalia, investiga, cria e implementa soluções de comunicação empresarial e de produto.
Através do conhecimento e parceria estabelecida com os seus clientes, desenvolve e implementa ações de comunicação, sendo a criatividade orientada por objetivos e centrada nas necessidades das empresas.
“O resultado são relações de sucesso e confiança”, afirma Maria de Fátima Bacelos, Administradora da marca. De acordo, com os dados da APAP – Associação Portuguesa das Empresas de Publicidade e Comunicação – a relação entre um cliente e uma agência tem uma duração média de quatro anos. A Terradesign ultrapassa essa média estipulada, trabalhando com empresas que se fidelizaram e nela depositam confiança, criando-se assim uma relação de verdadeira parceria.
A empresa afirma-se no mercado como uma marca resistente, sólida e consistente pelo serviço de qualidade prestado aos seus clientes, pela diferenciação e criatividade dos projetos elaborados e pelo rigor na sua execução. Com capacidade de inovação, presta assim múltiplos serviços de: publicidade, ativação da marca, branding, editorial, eventos, ilustração, institucional, comunicação interna, marketing tools, filmes, packaging, radio, webdesign, entre outros.
Desde logo, inovar, renovar e inventar tornaram-se características intrínsecas ao ADN desta equipa que procura surpreender e adaptar-se às novas e crescentes exigências do mercado.
A sua missão passa por serem um parceiro dos seus clientes, com o propósito de ajudá-los no seu crescimento e criação de valor. “Mais do que uma agência, queremos acompanhar as empresas na «mudança» e ser o seu parceiro para as ajudar a encarar o futuro com otimismo”. “O nosso principal objetivo é prestar um serviço de excelência, com uma abordagem objetiva, célere e eficaz, acompanhando sempre os clientes e aconselhando-os de forma a encontrar as melhores soluções para cada caso”, relata a empresária.
A TerraDesign trabalha sempre no sentido de exceder as expetativas dos seus clientes. Para isso contribuirá, em grande parte, a experiência de 15 anos desta equipa pluridisciplinar nas mais diversas áreas, tais como Banca e Seguros; Estado/Organizações; Grande Consumo; Marcas de Luxo; Hotelaria e Restauração; Saúde; Imobiliária; Sustentabilidade; Turismo, entre outras áreas. “A TerraDesign é uma marca e sempre foi uma empresa que teve uma atitude no mercado de não se especializar apenas numa área, o que nos cria alguma distinção no mercado”. “Muitas vezes conseguimos ganhar projetos, porque temos uma visão alargada sobre vários setores do mercado do que alguém que já esteja muito viciado dentro de apenas um setor”, explica.
A solução passa por serem criativos e terem conhecimento suficiente o que lhes permite, por um lado, serem consultores, mas principalmente, desenvolverem projetos/campanhas eficientes.
“Começamos cada projeto do zero e fazemo-lo crescer em colaboração com o nosso cliente, trazendo obviamente a nossa experiência e sugestões para a mesa. Acredito que esta humanização e personalização dos nossos projetos, percebendo as necessidades e expetativas dos clientes nos distingue”, comenta Maria de Fátima Bacelos.
Apesar de ser uma empresa portuguesa a TerraDesign opera em Portugal e há cerca de dez anos começaram a atuar noutros mercados.
“Temos consciência de que uma empresa, principalmente dentro da nossa área, para ganhar alguma robustez e solidez com o mercado interno em crise tinha que se internacionalizar e, nessa altura, nem foi muito por fazer face à crise foi mais num processo de expansão para crescer e obter alguma dimensão, que sempre fez parte dos nossos objetivos como empresa”, esclarece a administradora.
Assim instalaram-se em Luanda e, posteriormente em Maputo sendo, atualmente, Angola um dos principais mercados da agência. Mas a TerraDesing também já se aventurou por outros continentes e, neste momento, estão a negociar no Irão. “Neste momento, estamos a analisar uma parceria, toda a parte de design foi bem recebida e quando viram a nossa carteira de clientes e o nosso portfólio ficaram realmente encantados”, conta a empresária.

Liderança no Feminino versus liderança no Masculino
Questionada sobre a diferença de liderança no feminino e no masculino, a administradora, afirma que “Nunca senti discriminação direta por ser mulher. E não sei se há uma distinção, não vejo por esse prisma. O que eu vejo é que há maus líderes, bons líderes e pessoas que não são líderes de todo. Reconheço que as mulheres, pela sua natureza, conseguem abarcar uma panóplia de tarefas diferentes em simultâneo. Somos polivalentes, gerimos a casa, o orçamento familiar, as empresas e a nossa vida. A única coisa que posso referir é que quando iniciei a minha carreira, por ser mais nova, não me levavam tão a serio, e essa talvez tenha sido a minha maior dificuldade que eu tive de contornar ao longo da vida”.

Desafios & Prioridades
Quanto ao futuro a empresária ambiciona trabalhar a área do marketing político e, neste momento, não podendo adiantar muito mais, tem em mãos um projeto desafiante que abrange o desenvolvimento de regiões “já trabalhamos o turismo de Portugal e algumas regiões, mas nunca tivemos a oportunidade de desenvolver o renascer de uma região, o que é bastante aliciante”, confessa. E pretende ainda, continuar as negociações com o mercado do Irão, que neste momento, é o mais desafiante dos projetos uma vez que é um mercado com uma cultura diferente e bastante regulamentado, principalmente no que toca a headlines para campanhas.

O pioneirismo está-lhes no sangue

Diretoras da Agência na comemoração dos 20 anos

Com 23 anos, Mónica Chaves não imaginaria o que viria a construir. “Longe disso” acrescenta. Mas a verdade é só uma. A mulher que é hoje CEO da Brandkey ajudou a escrever as primeiras linhas da história do marketing promocional no nosso país, com a criação da Nomimarketing. No livro de Marketing “Mercator” de 1989, que fazia alusão ao nascimento da primeira agência de marketing promocional em Portugal, a Nomimarketing começou logo a dar que falar e numa das frentes deste barco estava Mónica Chaves, convidada por dois marketeers para integrar este projeto. O marketing promocional passou a marketing below-the-line, com especializações nas áreas de trade marketing, design e eventos e, num mercado em constante transformação, outras mudanças foram surgindo. Em 2006, a Nomimarketing deixa de existir, dando lugar à Brandkey, uma agência “guiada” por Mónica Chaves que manteve as suas equipas de trabalho, desenvolvendo ainda mais a atividade e a sua carteira de clientes, um fator que “nos diferencia da concorrência e que é o nosso sinal de confiança, credibilidade no mercado e know how acumulado”, garantiu a responsável.
Desde logo, inovar, renovar e inventar tornaram-se características intrínsecas ao ADN desta equipa que procurou surpreender e adaptar-se às novas e crescentes exigências de clientes que se mantiveram fiéis a uma empresa que não é de todo igual a tantas outras. Aliás, de acordo com dados da APAP (Associação Portuguesa das Empresas de Publicidade e Comunicação), a relação entre um cliente e uma agência tem uma duração média de quatro anos. A Brandkey ultrapassa qualquer média estipulada, trabalhando há 26 anos com empresas que se fidelizaram e nela depositam total confiança, criando-se assim uma relação de verdadeira parceria, tais como a Unilever, SumolCompal, PT, entre muitas outras!
Desenvolvendo campanhas e estratégias criativas e eficazes, a Brandkey consegue “de A a Z implementar dentro de casa um serviço integrado que vai desde o desenvolvimento da ideia criativa à execução das campanhas, como assegura a sua implementação em várias vertentes (como a adaptação do conceito às redes sociais, novas plataformas comunicacionais estratégicas)”, explicou. E para que o sucesso seja garantido, criatividade não basta. “A solução passa por sermos criativos e termos conhecimento suficiente que nos permita, por um lado, sermos consultores mas, principalmente, desenvolvermos campanhas eficientes. Não podemos ter uma ideia ‘out of the box’ mas que, no terreno, não é implementável e/ou não produz resultados eficazes”, exemplificou Mónica Chaves. Assim, mais do que criativa, a Brandkey acumula o conhecimento necessário para saber se uma solução é funcional ou não.

Recuar no tempo
Falar dos momentos mais importantes que dão cor à história de uma empresa que sempre se habituou a dar asas ao seu espírito pioneiro é já por si uma tarefa difícil. De qualquer modo, mesmo defendendo que todos os dias são importantes desde que se tenha o reconhecimento dos clientes e o sucesso das suas marcas, Mónica Chaves recordou algumas passagens que tornaram esta equipa a melhor dentro das suas áreas de especialização. A cisão da Nomimarketing foi, inquestionavelmente, uma delas. “Fiquei sozinha. Eu e o meu ex sócio tínhamos criado duas empresas dentro do mesmo ‘umbrella name’ (a Nomimarketing) e, com a cisão, continuei com a minha equipa e com a minha carteira de clientes”, relembrou. Com a criação de um departamento especializado em Marketing Infantil em 2005, a Brandkey encabeçou outros três momentos pioneiros em Portugal, tal como explicou a empresária. “Fui co-autora do primeiro livro de Marketing Infantil (Kids Power – A geração net em Portugal), lançámos os primeiros seminários de Marketing Kids & Teens que perduram até hoje e realizámos o maior estudo de mercado feito no país de forma contínua sobre comportamentos e atitudes das crianças portuguesas, o Fórum Criança, em colaboração com a Apeme”, contou Mónica Chaves, uma profissional referenciada no setor.
Se, por um lado, a sua maior obra-prima são os seus quatro filhos, a nível profissional, Mónica orgulha-se daquilo que construiu. “Considero uma grande conquista ter dado um emprego feliz a centenas de pessoas até hoje. E fico feliz por realizar que formei tantos óptimos profissionais”, defendeu. Quanto ao sucesso, em primeira instância importa relativizar este conceito. “Há dias com sucesso, outros não”, brincou. Mas a verdade é que Mónica Chaves é constantemente requisitada como oradora ou júri de vários eventos da área, o que, por si só, reflete o “peso” do seu nome neste mercado. Por isso, falar em sucesso não é, de todo, algo desapropriado e, para Mónica Chaves, este reflete-se no reconhecimento do mercado. “São 26 anos de experiência a trabalhar numa área com muita paixão. São 26 anos a trabalhar muitas marcas de setores completamente distintos e esta abrangência deu-me um conhecimento muito transversal do marketing e da comunicação”, afirmou. Para os próximos 26 anos quem sabe, Mónica Chaves tem um grande objetivo: “quero fazer com que a Brandkey perdure no tempo e não esteja dependente de um nome”. Para esta passagem de testemunho, a CEO da Brandkey deposita nas suas pessoas total confiança para que continuem à frente deste barco com os mesmos valores e princípios que têm feito com que esta empresa todos os dias chegue a bom porto. E, confidencia-nos: “a qualidade do trabalho da equipa é, por si só, o segredo da fiabilidade da marca Brandkey”.

Holding Brandkey é composta por:
-Brandkey;
-Brandkey Digital (trabalha as marcas na construção de canais de comunicação e marketing digital);
-Intess (agência de promotoras, hospedeiras e tradutores profissionais);
-Call to Action (empresa consultora em Fundraising e Marketing Social para o terceiro setor).

Mónica Chaves
Mónica Chaves

Biografia de Mónica Chaves
– Licenciou-se em Relações Públicas e Publicidade pelo Instituto de Novas Profissões.
– Foi sócia-fundadora de uma das primeiras agências de Marketing promocional em Portugal, a Nomimarketing, em 1989.
– Após a cisão desta empresa, em 2005, fundou a Brandkey – agência de ativação de marca.
– Trabalha há mais de 25 anos com empresas como o grupo Unilever, Sumol-Compal, Nestlé, Nespresso, Colgate, Unicer, PT, Pepsi Internacional, Matutano, entre outras, participando ativamente nas estratégias e campanhas de marketing e comunicação das suas marcas (Marketing Promocional, Trade Marketing, Eventos – BtoB and BtoC – e Marketing Infantil).
– Em 2003 abriu o Departamento de Marketing Infantil, especializado em comunicação para este target específico, reconhecendo o seu elevado potencial.
– No mesmo ano, realizou o Primeiro Seminário de Marketing Infantil em Portugal, o qual conta já com a organização da sétima edição.
– Lançou, com dois parceiros, projetos inovadores como o Fórum Criança e o All About Teens, que visam promover o conhecimento e incrementar a comunicação com os segmentos infantil e adolescente.
– É coautora do primeiro livro de Marketing Infantil em Portugal – “Kids Power – a geração net em Portugal”.
– Em 2007 foi uma das sócias fundadoras da Call to Action, uma empresa de consultoria em Fundraising e Marketing Social para o terceiro setor.
– No mesmo ano fundou a Brandkey Digital, uma agência especializada em comunicação web, verificando que a comunicação on-line e o off-line estão interligadas.
– Em 2008, aproveitando o know-how acumulado de duas décadas, a Brandkey entrou em Espanha.
– Em 2009, Mónica tornou-se membro da Direção da APAP (Associação Portuguesa de Agências de Publicidade), assumindo a direção da área de ativação.
– Foi em 2010 que adquiriu a Intess, uma agência com 30 anos no mercado, de hospedeiras, promotores e tradutores, integrando-a no departamento de eventos.
– Faz parte do grupo de peritos do projeto Media Smart, da APAN (Associação Portuguesa de Anunciantes), bem como do painel ThinkTank, uma iniciativa da revista Briefing.
– Foi júri no Festival Eurobest, na categoria de Direct, Promo&Activation, bem como júri nos Young Lions pela terceira vez consecutiva.
– Como especialista em comunicação, tem sido requisitada como oradora para Seminários da especialidade, bem como alvo de entrevistas diversas nos meios de comunicação social.

VIVEMOS O TEMPO DO MARKETING

Rui Gomes

Há uns meses fui convidado para falar sobre o que é isto do Marketing, um pouco ao jeito de “Da teoria à prática”, para uma plateia de estudantes, professores e empresários. Por ter à minha frente uma plateia tão diversificada, confesso que fiquei algo admirado com a forma como o Marketing ainda é entendido e, por esse motivo, acho importante fazer algumas considerações.

Vivemos em tempos empresariais, a época mais competitiva de que há memória. Uma época em que competimos diariamente não só com os nossos concorrentes diretos, da “porta ao lado”, mas também com quem está do outro lado do mundo. À distância de um clique pode estabelecer-se um primeiro contacto, apresentar-se um produto, uma campanha, um orçamento, analisar-se mercados ou comportamentos de consumo, sem que para isso tenhamos de sair do escritório. Esta é época de sermos inovadores, eficazes, e, de preferência, anteciparmos as necessidades, para que possamos estar um passo à frente da nossa concorrência, que nos espreita, não apenas em cada esquina, mas em cada meio ou suporte de comunicação digital.

Por estas e outras razões, é imprescindível ter um plano estratégico que diga claramente o que pretendemos e onde queremos chegar, com quem pretendemos comunicar e de que forma. Tudo isto para que possamos antecipar e melhor nos precavermos da ferocidade da globalização. Mas esta circunstância não tem que ser somente uma ameaça. Afinal de contas, como nos dizem os srs. da conceituada Universidade de Harvard, devemos conseguir transformar ameaças em oportunidades. Se a nossa concorrência o pode fazer, nós temos a obrigação de fazê-lo! E qual é o departamento responsável por essa tarefa? O de Marketing.

O Marketing, enquanto filosofia de gestão, conjuga conhecimentos das mais diversas áreas. Das ciências empresariais às ciências sociais, da gestão à comunicação ou ao comportamento do consumidor. Marketing é análise, planeamento, execução, obtenção de resultados e avaliação permanente dos mesmos. Para além de gerir relações de troca, tendo sempre um horizonte de longo prazo, o Marketing tem também de ser uma atividade planeada e orientada por objetivos. Não faz sentido realizar uma campanha, lançar um produto ou serviço, se não tivermos bem definidos quais são os objetivos a atingir. Caso contrário, arriscamo-nos a desperdiçar tempo e recursos financeiros. Da mesma forma que uma empresa, ao definir o objetivo da internacionalização, não pode focar-se apenas no plano financeiro, no organizacional ou nos recursos humanos, se o que pretende é alargar o seu mercado, aumentar as suas vendas ou potenciar os seus recursos. Deste modo, também no plano da internacionalização, o Marketing está mais uma vez intrinsecamente ligado a toda a estratégia da empresa e nunca foi uma área tão importante à sua vida como o é atualmente.

Tive um professor que defendia que “um bom plano de marketing é aquele que, de tão objetivo e simples, ao ser lido por um colega, mesmo não sendo do departamento de Marketing e não conhecendo a matéria, irá compreender o seu papel enquanto colaborador e a sua relevância para os objetivos da empresa”. Acrescentou ainda que “um plano de marketing não é um documento acabado” e que “deverá estar em constante atualização” e, nesta “atualização”, devem ser incluídos todos os outros departamentos ou setores da empresa como, por exemplo, o setor da produção. Esta premissa remete-nos para uma outra que nos diz que “o Marketing é demasiado importante para ficar restringido a um departamento da empresa”. De facto, não faz sentido pertencermos a uma organização se não partilharmos todos a mesma missão ou se não tivermos em conta quais são os principais Stakeholders. Uma campanha de venda de “N” produtos, uma quebra na produção ou no fornecimento de matéria-prima ou uma alteração no circuito de distribuição são razões para inviabilizar os nossos objetivos.

Quando uma empresa pretende alargar o seu mercado e internacionalizar-se precisa de ter em conta as variáveis que irá encontrar no país onde quer entrar e conquistar quota de mercado. O Marketing terá de se ajustar às novas ameaças destes mercados. Se tivéssemos de definir o Marketing Internacional numa frase seria “Think Global, Act Local.”, ou como diz o velho ditado, “para terra para onde fores viver, faz como vires fazer”, sendo que nunca devemos perder de vista a inovação que colocamos nessa estratégia de abordagem.

É portanto fulcral que saibamos estabelecer pontes com quem conhece o mercado para onde pretendemos alargar os nossos horizontes, seja na forma de parceria ou de join venture. As empresas dos países da CPLP devem saber aproveitar as vantagens das relações políticas e empresariais já existentes. Há muito trabalho já realizado junto das Câmaras do Comércio e que pode e deve ser valorizado para transformar rapidamente as ameaças em oportunidades e as fraquezas em forças.

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