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João Madeira é o novo presidente da APOGEN

“O objetivo da APOGEN continua a ser a defesa dos medicamentos genéricos e biossimilares e a consequente sustentabilidade e preservação do SNS, permitindo maior acesso aos tratamentos e uma poupança significativa, por parte dos doentes, com medicamentos de elevada qualidade” refere João Madeira. “Queremos sempre fazer mais e melhor, e tendo em conta o excelente trabalho feito nos últimos anos, esta direção fará, também, um trabalho de continuidade, reforçando as relações institucionais com os diferentes stakeholders”, conclui.

João Madeira, atual Vice-President & Country Manager da Mylan conta com uma carreira de mais de vinte anos na indústria farmacêutica com passagens por companhias como Boehringer Ingelheim, Eli Lilly e Pfizer antes de se juntar à Mylan em 2011. Formado em Assuntos Económicos Internacionais pela Universidade de Lisboa, João Madeira tem apostado na sua formação com diversas pós-graduações e um MBA.

A eleição, em Assembleia Geral, decidiu ainda a manutenção de Maria do Carmo Neves, em representação da Farmoz, como vice-presidente e a manutenção de Paulo Lilaia na direção, em representação da Generis, agora como vice-presidente.

Além da Direção da APOGEN, foram também eleitos os representantes das empresas farmacêuticas na Mesa da Assembleia-Geral, Conselho Fiscal e Conselho Estratégico da associação:

Mesa da Assembleia-Geral

Presidência: Bluepharma Genéricos – Comércio de Medicamentos, S.A. representada por Paulo Barradas Rebelo;

Secretariado: Teva Pharma, Lda representada por Mário Madeira.

Conselho Fiscal

Presidência: ToLife Produtos Farmacêuticos, S.A. representada por João Paulo Nascimento;

Vogal: Alter, S.A. representada por Ana Pelicano;

Vogal: Zentiva Portugal, Lda representada por Ana Falé Lopes.

Conselho Estratégico

Alter, S.A. representada por Ana Pelicano;

Bluepharma Genéricos – Comércio de Medicamentos, S.A. representada por Paulo Barradas Rebelo;

Fresenius Kabi Pharma Portugal, Lda. representada por Glenn Luís;

Teva Pharma Produtos Farmacêuticos, Lda. representada por Mário Madeira;

ToLife Produtos Farmacêuticos, S.A. representada por João Paulo Nascimento.

Sobre a APOGEN:

A APOGEN – Associação Portuguesa de Medicamentos Genéricos e Biossimilares – representa as empresas de medicamentos genéricos e biossimilares em Portugal.

A APOGEN tem como missão divulgar os conceitos de medicamento genérico e medicamento biossimilar contribuindo ativamente para a sustentabilidade e preservação do SNS, ao mesmo tempo que promove o acesso dos doentes portugueses a medicamentos de elevada qualidade, com poupanças significativas.

Os medicamentos genéricos e biossimilares desempenham um papel fundamental no desenvolvimento de um sistema de saúde sustentável ao proporcionarem melhores resultados em saúde e uma maior eficiência dos serviços hospitalares ao serviço dos doentes.

Medicamentos genéricos atingem recorde de utilização

Os medicamentos genéricos atingiram um recorde de utilização em 2017, passando de 47,1% em janeiro, para 47,8% em julho, de acordo com dados provisórios do Infarmed. Este aumento da quota é um sinal de que o envolvimento dos médicos, farmacêuticos e doentes tem tornado possível o acesso ao tratamento mais adequado e com a máxima poupança para os utentes e para o Serviço Nacional de Saúde.

A subida de 0,7% no último semestre foi possível com as campanhas de informação a todos os envolvidos, particularmente aos utentes, mas também com medidas recentes como a do pagamento de um incentivo de 35 cêntimos por cada embalagem dispensada na farmácia. Estes contributos visam alcançar uma meta de 50%.

Esta quota de medicamentos genéricos veio contribuir para a redução da despesa dos utentes com medicamentos, que atingiu cerca de oito milhões de euros nos últimos dois anos. Entre janeiro e julho de 2017, os utentes despenderam 407,6 milhões de euros, menos 7,8 milhões de euros face ao mesmo período de 2015.

A confiança nos medicamentos genéricos e biossimilares tem aumentado todos os anos e os dados de segurança e qualidade dos mesmos têm contribuído para isso. Segundo informação do Laboratório do Infarmed, os medicamentos de marca e genéricos têm a mesma qualidade e um número residual de não-conformidades. As não-conformidades críticas, que implicam a recolha de lotes, são de apenas 1,5% em ambos os casos.

Nos últimos 13 anos, foram analisados 2624 medicamentos genéricos comercializados, relativos a mais de 500 substâncias ativas diferentes. Omeprazol, amlodipina, ramipril, alprazolam e sertralina foram as cinco substâncias ativas com mais genéricos analisados.

Ao tratar com medicamentos que têm a mesma composição, efeitos, qualidade e segurança, mas que são mais baratos, contribui-se para uma melhor gestão dos recursos disponíveis permitindo que mais doentes, aqueles que necessitam, tenham acesso aos medicamentos verdadeiramente inovadores.

Entrada gratuita nos museus ao domingo de manhã e feriados

No segundo dia de votações na especialidade das várias propostas de alteração e da proposta de lei do Orçamento do Estado para 2017 (OE2017), a bancada parlamentar do PCP viu aprovadas três propostas simbólicas, com o voto favorável de quase todos os outros partidos.

Uma das propostas apresentadas pretende que, em 2017, seja reposta a gratuitidade da entrada nos museus e monumentos nacionais nos domingos e feriados até às 14:00 para todos os cidadãos residentes em território nacional.

A proposta foi aprovada com o voto favorável de todas as bancadas à exceção da do PS, que se manifestou contra.

Os comunistas apresentaram ainda uma proposta de alteração para que a apresentação e entrega de dissertações, trabalhos de projetos, relatórios e teses possa ser feita apenas em formato digital.

A medida foi aprovada com o voto contra do PSD e a favor dos restantes partidos, sendo que também o Bloco de Esquerda submeteu uma proposta com o mesmo objetivo.

Finalmente, o PCP apresentou uma proposta de alteração ao OE2017 para que, ao longo do próximo ano, o Governo reforce as medidas de incentivo à utilização dos medicamentos genéricos “com vista a aumentar a quota destes medicamentos para os 40% em valor”. Esta proposta foi aprovada por unanimidade.

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