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Anticimex utiliza tecnologia de IA para detecção e reconhecimento de insectos

A Anticimex dá mais um passo importante na consolidação da liderança enquanto empresa líder em tecnologia e inovação, com o desenvolvimento de uma aplicação que vai revolucionar o Controlo de Pragas. Com esta nova aplicação móvel, os utilizadores terão a oportunidade de detetar e reconhecer insetos utilizando a tecnologia de IA da Microsoft, no âmbito dos Serviços Cognitivos. Assista ao vídeo:

https://www.youtube.com/watch?v=gtbLhJgYdtU

Sobre a Anticimex

A Anticimex é a “The modern pest control company”. Através da prevenção, novas tecnologias e soluções sustentáveis, vamos ao encontro das novas necessidades para ambientes mais saudáveis, para pessoas e empresas. A Anticimex emprega mais de 6.200 colaboradores em 18 Países, prestando serviços a mais de 3 milhões de clientes. A faturação total em 2018 foi de aproximadamente 600 milhões de euros. Saiba mais em www.anticimex.com e www.anticimex.pt

Microsoft e GNR desafiam colaboradores de empresas a aprender com os filhos sobre Internet Segura

Em 2018, a Associação de Apoio à Vítimia (APAV), através da sua Linha Alerta registou mais de 1.000 denúnias de potencial ilicitude na Internet, incluindo pornografia infantil e discursos de ódio. Todos os anos, mais de 400 milhões de pessoas em todo o mundo são vítímas de cibercrime e esta é a vertente do crime económico que mais tem crescido em Portugal nos últimos anos. Reconhecendo a importância da temática e, enquanto membro do Consórcio do Centro Internet Segura desde a sua constituição, a Microsoft Portugal voltou a unir-se à Guarda Nacional Repúblicana (GNR) para ampliar a intervenção junto de alunos, encarregados de educação, professores, séniores e, este ano, também empresas.

Ao longo do último mês foram promovidas centenas de ações de formação por todo o país, com o objetivo de sensibilizar os participantes para a utilização da Internet de uma forma mais segura, justa e inclusiva.

Com o mote “uma internet melhor começa com cada um de nós”, foram abordadas questões como cyberbulling, furto de identidade, privacidade, incorreção das fontes de informação, vírus informáticos e dependência da internet. Este ano a iniciativa previu ainda que várias empresas acolhessem ações de formação entregues por alunos. Só nos primeiros dias, a iniciativa compreendeu 746 ações de sensibilização e chegou a cerca de 15.000 alunos, 1.200 idosos e centenas de encarregados de educação.

Assim, no próximo dia 27 de fevereiro, pelas 14h30, a Microsoft e a GNR vão fazer um balanço da iniciativa promovida ao longo do mês da Internet Segura. O evento incluirá ainda um debate e uma ação de sensibilização junto de colaboradores de diversas organizações, na sede da EDP, em Lisboa. O Colégio Vasco da Gama, do concelho de Sintra, foi um dos estabelecimentos de ensino que abraçou a iniciativa e, por isso, dois dos seus alunos vão apresentar o que aprenderam aos encarregados de educação presentes no evento.

Beatriz Oliveira, CEO e fundadora da Bindtuning, e Fernando Resina da Silva, Partner da Vieira de Almeida – Sociedade de Advogados, levam também as filhas a palco para discutir a temática, a par de Inês Menezes, fundadora do projeto Design the Future, num painel com moderação da psicóloga Júlia Vinhas.

“Sou apaixonada pelo que faço”

Há sete anos na Microsoft Portugal tinha assumido apenas há dois meses a direção interina quando foi nomeada para liderar a subsidiária portuguesa. Como encarou este desafio?

Acredito que este é o momento ideal para acompanhar e apoiar os nossos clientes e parceiros no processo de Transformação Digital, ajudando-os a inspirar e liderar esta 4ª Revolução Industrial, que já está a ter impacto na sociedade e nas organizações nacionais. O nosso objetivo como empresa é captar para os nossos clientes e parceiros as inúmeras oportunidades de inovação emergentes no mercado garantindo igualmente o desenvolvimento das suas competências digitais, que serão a nova moeda de valorização do talento nacional. Pessoalmente o que me apaixona é acreditar poder contribuir para um país mais competitivo, inovador e socialmente sustentável e considero que tenho as pessoas, a equipa, os parceiros e a tecnologia certas para juntos o conseguirmos.

Licenciada em Engenharia Química-Biotecnologia pelo Instituto Superior Técnico, e com mais de 20 anos de experiência profissional, como descreveria o seu percurso?

Licenciei-me em Engenharia Química-Biotecnologia pelo Instituto Superior Técnico, e ingressei a Procter & Gamble como analista financeira. Ao longo de 15 anos desempenhei muitas outras funções, como a gestão da comunicação e marketing operacional da companhia em Portugal. Depois na Microsoft, fui diretora de Marketing, diretora de Marketing e Operações e diretora Executiva do Setor Público. Ocupei sempre posições com responsabilidades de gestão – quer de negócio, quer de pessoas – que, em última instância, são aspetos fundamentais no dia-a-dia de um diretor geral. Sou muito apaixonada pelo que faço e pela ideia do papel transformador que uma empresa de tecnologia pode ter na sociedade, nos dias de hoje, pelo que é um grande orgulho ter tido um percurso que me permitiu chegar até aqui.

Assumiu ao longo da sua carreira diversas funções na área do marketing e hoje é Diretora Geral de uma das maiores tecnológicas no país. Esteve, portanto, sempre ligada a um mundo considerado e ainda liderado, maioritariamente, por homens. Sentiu dificuldades na sua ascensão profissional pelo facto de ser mulher “neste mundo de homens”?

Diria que não é propriamente uma novidade para mim. No ano em que concluí os meus estudos, no Instituto Superior Técnico – 76% dos alunos admitidos para os diferentes cursos eram homens, 24% eram mulheres. Segundo sei, este ano, a distribuição geral já está nos 69% de homens e 31% de mulheres… Portanto, as áreas da engenharia e das ciências começam a despertar mais curiosidade nas mulheres e isso é ótimo. Na Microsoft Portugal 50% da equipa de direção são mulheres. Na nossa subsidiária, as mulheres representam 31% dos nossos gestores de equipa. Pessoalmente em toda a minha carreira profissional nunca senti qualquer dificuldade inerente ao facto de ser mulher.

E para conciliar papéis e tarefas?

 É mais difícil para uma mulher fazer a gestão da sua vida pessoal com a vida profissional do que para um homem.

Sou apaixonada pelo que faço e isso facilita muito a conciliação. É sempre necessária alguma gestão e se não balizarmos as nossas duas vidas – pessoal e profissional – corremos o risco de falhar em ambas. Por isso, dedico-me muito ao trabalho, mas procuro chegar a casa a tempo de jantar com a minha família, viajar com as minhas filhas e tento desligar a sincronização dos e-mails no telemóvel durante o fim-de-semana. Apesar disso, a minha equipa sabe que estou sempre a um telefonema de distância. Mas para ser feliz preciso na verdade de ambas e isso ajuda a encontrar o equilíbrio certo.

Que características considera essenciais para se ser um bom líder? Para si existem diferenças entre homens e mulheres na forma de liderar empresas e equipas?

Para mim, um líder de hoje tem de ser capaz de ser inovador, assertivo, intuitivo, construtor de pontes e inspirador. Estas são características que valorizo, independentemente do género.

E num processo de liderança contínuo vejo quatro pilares fundamentais: Visão – definir um caminho comum, onde vemos as oportunidades e como nos vamos transformar para alcançar os objetivos a que nos propomos; Energia – entusiasmar a equipa para percorrer esse caminho, para arriscar, para falhar e para celebrar; Capacitação – ser capaz de dotar as equipas de competências, recursos e investimentos, que permitam concretizar esse caminho; Execução – Excelência na execução diária da estratégia. Uma equipa é tanto mais criativa, inovadora e plural, quanto mais equitativa for.

LinkedIn irá ser comprada pela Microsoft

A aquisição, a maior aquisição já feita pela Microsoft, já recebeu luz verde dos Estados Unidos, Canadá, Brasil e África do Sul.

Depois de cerca de seis meses a negociar com as autoridades europeias, a Microsoft irá deter a rede social para profissionais, no entanto, está sujeita a condições impostas pela Comissão Europeia (CE), para assegurar que a concorrência saudável no continente é mantida, ao nível do mercado das plataformas digitais para profissionais.

Segundo o diretor jurídico da Microsoft, Brad Smith, a Microsoft prometeu que, caso venha a criar um aplicativo de desktop para o LinkedIn, ela não fechará negócios com fabricantes de computadores para colocá-lo pré-instalado nos dispositivos na União Europeia de uma maneira que prejudique outras redes sociais. Além disso, caso esse app seja desenvolvido, a Microsoft deverá permitir que fabricantes de PCs na União Europeia optem por não incluí-lo nas versões do Windows que venderão aos seus consumidores.

A Universidade de Coimbra e a Microsoft juntaram-se para ajudar o seu filho a ler melhor

A nova tecnologia, denominada LetsRead (automatic assessment of reading ability of children), consegue “avaliar em tempo real a capacidade de leitura em voz alta das crianças” naquele nível de escolaridade, afirma a UC, numa nota hoje divulgada.

A tecnologia LetsRead, que foi desenvolvida por uma equipa de investigadores do Instituto de Telecomunicações (IT) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da UC (FCTUC), em parceria com a Microsoft, “traduz-se assim numa ferramenta bastante útil, não só para as crianças”, mas sobretudo para professores e tutores.

A capacidade de leitura é uma das principais metas curriculares do programa de português para o ensino básico (EB), estabelecendo, por exemplo, que um aluno do primeiro ano deve ser capaz de “ler um texto com articulação e entoação razoavelmente corretas e uma velocidade de leitura de, no mínimo, 55 palavras por minuto”.

Assente em modelos inteligentes de reconhecimento e processamento de fala de crianças com redes neuronais, esta tecnologia de aprendizagem assistida “deteta e quantifica o número de palavras corretas, erros de pronúncia, hesitações, velocidade de leitura e outros indicadores, calculando de forma automática um índice global de capacidade de leitura do aluno”, explica o coordenador do projeto, Fernando Perdigão, citado pela UC.

Através de “um processo simples e rápido”, acedendo a uma página web criada para o efeito, “o professor obtém o desempenho da turma, permitindo-lhe gerir melhor a expectativa do ano escolar, identificar dificuldades e corrigir discrepâncias entre alunos”, sustenta Fernando Perdigão.

Além disso, acrescenta o investigador e docente da FCTUC, este sistema inteligente poderá ser usado como “uma ferramenta didática ou para detetar problemas como, por exemplo, dislexia”.

Para desenvolver a LetsRead, os investigadores recolheram gravações de leitura de cerca de 300 crianças em escolas primárias da região Centro do país.

“Os textos que foram dados a ler aos alunos eram compostos por frases e pseudopalavras – palavras que não existem no léxico mas que são pronunciáveis e importantes para avaliar se um aluno sabe realmente aplicar as regras do código alfabético para ler”, refere a UC.

Numa segunda fase, as crianças foram avaliadas por mais de uma centena de professores do ensino básico em todo o país para validar o sistema.

A LetsRead está pronta para “ser implementada nas escolas do primeiro ciclo de ensino básico do país, assim o Ministério da Educação tenha essa vontade”, sublinham os investigadores envolvidos na criação da nova tecnologia.

O projeto, desenvolvido no âmbito da tese de doutoramento do investigador Jorge Proença, foi distinguido com o Prémio Camões 2016 para as Tecnologias da Língua Portuguesa.

A ‘guerra’ dos emojis de armas

Um dos novos temas de discussão são os emojis. Esta semana, a Apple introduziu os emojis que vão estar disponíveis no novo sistema operativo para iPhone e iPad e, com eles, chega uma mudança.

Até agora, a Apple tinha um emoji de uma arma que foi agora substituído por uma pistola de água verde. Do outro lado da ‘barricada’ está a Microsoft, que tinha um emoji de uma arma de brincar.

Explica o The Verge que esse emoji mudou com a mais recente atualização de aniversário do Windows 10. Parte de um projeto de redesenhar os emojis, o emoji da pistola de brincar foi substituído por um revolver.

A empresa escreveu no seu blog que os emojis “precisam de se sentir mais humanos, mais pessoais, mais expressivos” e que “era altura de uma atualização significante”. No entanto, não é claro o porquê de ser necessário substituir o emoji de uma pistola de brincar por uma arma de fogo real.

Tem menos de 24 horas para fazer atualização gratuita do Windows 10

A partir de amanhã, dia 30 de julho, vai deixar de ser possível atualizar o seu sistema operativo para o Windows 10 gratuitamente.

Cerca de um ano depois de ter sido lançado, a Microsoft irá terminar com a atualização gratuita a partir do Windows 7, 8 e 8.1. Este foi sempre o objetivo da Microsoft: tornar a atualização gratuita durante um ano e, depois, cobrar como noutras versões.

Para quem ainda não atualizou, saiba que na próxima terça-feira, dia 2 de agosto, chega a chamada ‘atualização de aniversário’ que irá adicionar novas funcionalidades ao sistema operativo da Microsoft.

Microsoft vai despedir mais 2.850 trabalhadores

A Microsoft vai despedir mais 2.850 pessoas em todo o mundo, número que se soma aos 1.850 trabalhadores que disse, em maio, que iria despedir e que pertencem à sua unidade de telecomunicações móveis.

O despedimento de cerca de 2.850 trabalhadores que irá realizar em todo o mundo até ao final do próximo exercício fiscal que termina em junho de 2017 é explicado pelo gigante tecnológico em comunicado enviado à Comissão da Bolsa de Valores dos Estados Unidos (em inglês SEC) pela necessidade de uma melhor gestão dos recursos humanos.

“Esta medida vai permitir complementar e reforçar o corte em pessoal da unidade de telecomunicações móveis já anunciado em maio passado”, salienta.

“No quarto trimestre do exercício de 2016, a equipa de gestão aprovou planos de reestruturação que se traduzem em cortes de postos de trabalho, principalmente no negócio dos ‘smartphones’ e na divisão de vendas globais”, esclarece ainda.

O número global de empregos que serão suprimidos com os planos de reestruturação da Microsoft é de 4.700 pessoas, cerca de 4,1% do total dos trabalhadores da multinacional no exercício que terminou a 30 de junho deste ano, que era de 114.000 colaboradores.

A multinacional, para fazer face aos planos de reestruturação, comprometeu uma verba de 501 milhões de dólares (594 milhões de euros) no exercício fiscal de 2016, incluindo dinheiro para despesas de indemnização e outros custos de reorganização.

A Microsoft não espera ter de afetar novas verbas aos planos de reestruturação nos próximos anos.

Conheça os princípios de robótica da Microsoft

Como tantas outras tecnológicas, a Microsoft encontra-se a trabalhar na área da robótica e inteligência artificial mas, antes de estar demasiado avançada, parece já ter estabelecido os seus próprios princípios para continuar em frente e criar robots cada vez mais realistas e mais próximos da suas ambições.

Estes princípios foram explicados pelo CEO da tecnológica de Redmond num artigo escrito para o Slate, podendo ser comparados com os definidos pelas Três Leis da Robótica de Isaac Asimov em 1942. Ao contrário do que acontecia com o escritor russo, onde as leias estavam cheias de ambiguidade (fruto de liberdade criativa), Nadella está mais preocupado com as implicações práticas que a robótica e a inteligência artificial possam ter no futuro. Pode ficar a conhecê-las em baixo.

– A inteligência artificial deve ser concebida para auxiliar a humanidade

– A inteligência artificial deve ser transparente

– A inteligência artificial deve maximizar as eficiências sem destruir a dignidade das pessoas

– A inteligência artificial deve ser desenhada para privacidade inteligente

– A inteligência artificial deve ter responsabilidade algorítmica

– A inteligência artificial não deve discriminar

Microsoft vai comprar Linkedin por 23 mil milhões de euros

A empresa tecnológica Microsoft vai comprar a rede social Linkedin por 26,2 mil milhões de dólares, cerca de 23,2 mil milhões de euros à taxa de câmbio atual.

O acordo entre as duas empresas para este negócio foi esta segunda-feira anunciado pela Microsoft e a aquisição será feita ao preço de 196 dólares por cada ação da rede social.

Apesar de ser adquirido pela Microsoft, o Linkedin vai manter Jeff Weiner como presidente executivo, anunciou hoje Satya Nadella, presidente da Microsoft. A operação deverá ser concluída este ano.

Logo após este anúncio, as ações do Linkedin estavam a subir 48 por cento na pré-abertura do mercado de Wall Street, em Nova Iorque.

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