Inicio Tags Ministro da Economia

Tag: ministro da Economia

Ordem dos Revisores Oficiais de Contas debate novos caminhos da Auditoria

Os temas escolhidos para o Congresso dos ROC, um evento de referência e de debate incontornável surgem como consequência dos Novos Caminhos da economia, da informação e da Auditoria e passam pelo Desenvolvimento e Novas Tecnologias, Governo das Sociedades, Cibersegurança e Globalização e Tecnologias de Informação e Mercados, Pessoas e Informação.

Para a Sessão de Abertura do evento a OROC endereçou o convite ao Professor Mário Centeno, Ministro das Finanças, à Dra. Gabriela Figueiredo Dias, presidente da CMVM, ao Conselheiro Ernesto Cunha, Vice-Presidente do Tribunal de Contas. Cabe a José Rodrigues de Jesus, Bastonário da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas dar início aos trabalhos.

Com o objetivo de debater o Desenvolvimento e Novas Tecnologias está confirmado um painel de debate composto pela Professora Fernanda Ilhéu, Investigadora e Professora do ISEG, o Padre Afonso Seixas Nunes, Sacerdote Jesuíta e Docente na Universidade de Oxford e o Professor Arlindo Oliveira Presidente do Instituto Superior Técnico.

No XIII Congresso dos ROC irá também ser abordado o tema Governo das Sociedades, Cibersegurança e Globalização, que contará com oradores de renome como o Professor Nadim Habib, Docente da Nova School of Business da Universidade Nova de Lisboa, com o Almirante António Gameiro Marques, Diretor-Geral do Gabinete Nacional de Segurança e com Nicolau Santos, Presidente da LUSA e jornalista.

De seguida será abordado o tema Mercados, Pessoas e Informação pela Dra. Isabel Ucha, Presidente da Euronext, pelo Dr. Francisco Miranda Rodrigues, Bastonário da Ordem dos Psicólogos Portugueses e com Alan Johnson, Vice-Presidente da International Federation of Accountants (IFAC).

A Sessão de Encerramento está a cargo de Óscar Figueiredo, Coordenador da Comissão Organizadora do XIII Congresso dos ROC e conta com Professor Pedro Siza Vieira, Ministro Adjunto e da Economia. José Rodrigues de Jesus, Bastonário da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas fecha os trabalhos.

As inscrições no XIII Congresso da OROC, abertas até 12 de setembro e com um custo de 100 euros, poderão ser feitas utilizando a ficha de inscrição que está no website da OROC – http://www.oroc.pt/ – e enviadas para sec.orgsociais@oroc.pt  ou para XIIICongresso@oroc.pt. Também poderão ser feitas através do telefone 213 536 158.

 

PROGRAMA

08h30 RECEÇÃO DOS PARTICIPANTES

09h00 SESSÃO DE ABERTURA

José Rodrigues de Jesus

Bastonário da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas

Professor Mário Centeno

Sua Excelência o Ministro das Finanças

Dra. Gabriela Figueiredo Dias

Presidente da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM)

Conselheiro Ernesto Cunha

Vice-Presidente do Tribunal de Contas

10h30 COFFEE BREAK

11h00 DESENVOLVIMENTO E NOVAS TECNOLOGIAS

Professora Fernanda Ilhéu

Professora do ISEG, investigadora

Padre Afonso Seixas Nunes

Sacerdote Jesuíta e Docente na Universidade de Oxford

Professor Arlindo Oliveira

Presidente do Instituto Superior Técnico

 12h30 ALMOÇO

14h30 GOVERNO DAS SOCIEDADES, CIBERSEGURANÇA E GLOBALIZAÇÃO

 Professor Nadim Habib

Docente da Nova School of Business – Univ. Nova de Lisboa

Almirante António Gameiro Marques

Diretor-Geral do Gabinete Nacional de Segurança

Nicolau Santos

Presidente da LUSA, jornalista

 16h00 COFFEE BREAK e TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO PARA AUDITORIA

Espaço livre para contactos com os patrocinadores

 16h45 MERCADOS, PESSOAS E INFORMAÇÃO

 Dra. Isabel Ucha

Presidente da Euronext

Dr. Francisco Miranda Rodrigues

Bastonário da Ordem dos Psicólogos Portugueses

Alan Johnson

Vice-Presidente da IFAC

 18h15 SESSÃO DE ENCERRAMENTO

Ministro da Economia desagradado com regresso do défice comercial

“Estes números obviamente que não nos podem satisfazer. É um crescimento face ao ano passado, mas é uma taxa de crescimento que é insatisfatória, afirmou aos jornalistas Manuel Caldeira Cabral, que falava à margem de uma conferência sobre biotecnologia, na Ericeira, Mafra, em que participou na sessão de encerramento.

Apontando como motivos “questões conjunturais”, o governante defendeu que é necessário “inverter a tendência” e adiantou que o Governo está a trabalhar em medidas de apoio ao investimento para ajudar as empresas a “voltar a aumentar as exportações”.

De acordo com os dados relativos ao comércio internacional de Portugal até fevereiro divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), “excluindo os combustíveis e lubrificantes, as exportações aumentaram 2,9% e as importações cresceram 7,7%” em fevereiro deste ano face ao mesmo mês de 2015.

Assim, o défice da balança comercial de bens registou um aumento homólogo de 206 milhões de euros em fevereiro de 2016, para os 713 milhões de euros, “similar ao acréscimo registado no défice da balança comercial excluindo os combustíveis e lubrificantes (-204 milhões de euros)”, que totalizou os 524 milhões de euros.

Os mesmos dados apontam para uma quebra de 44,6% nas exportações das empresas portuguesas para Angola, assim como as importações oriundas daquele país africano também caíram mais de 18%.

“Estamos preocupados. A queda das exportações para Angola começou na segunda metade do ano passado, continuou no início deste ano, as empresas portuguesas obviamente estão a passar por dificuldades”, reagiu o ministro da Economia, adiantando que o Governo está não só atento à ajuda que o Fundo Monetário Internacional vai dar a Angola, como também a “rever os instrumentos de apoio existentes e a criar novos”.

Apesar da quebra das exportações com Angola, Manuel Caldeira Cabral salientou que, ao contrário, as exportações cresceram para outros mercados, dando o exemplo dos Estados Unidos da América.

A conferência ‘Biotecnologia: Um Caminho para Portugal na 4.ª Revolução’ foi promovida pela Associação Portuguesa de Bio-indústrias (P-BIO).

 

Governo aponta novo IKEA como exemplo de “dinamismo” da economia

Em declarações aos jornalistas, à margem da abertura daquela estrutura comercial, Manuel Caldeira Cabral escusou-se a comentar noticias que avançam com a possibilidade de ser necessário um corte de mil milhões de euros nas contas do Governo, reafirmando que na quarta-feira foi aprovado um Orçamento dO Estado (OE2016) de “confiança” com “redução da carga fiscal”.

Segundo o governante, a abertura do novo centro comercial em Braga, o qual integra uma loja do grupo sueco IKEA, é “prova acabada” que há quem acredite em Portugal e que não é mais preciso “adiar” projetos de sucesso por causa da crise.

“Este é um espaço que estava para abrir há seis anos, com a crise ficou parado e agora reabre em força. É um bom exemplo de uma perspetiva firme de comercializar e produzir em Portugal”, referiu Caldeira Cabral, lembrando que o IKEA tem unidades de produção no país.

O ministro considerou, assim, que a nova unidade comercial é uma “sinal de confiança no país, de esperança e de que há dinamismo na economia portuguesa para que as coisas hoje, em vez de fecharem, voltem a abrir e a criar postos de trabalho que é o que a economia precisa”.

“Estamos aqui como a prova acabada de há quem acredite em Portugal e que os projetos de sucesso não têm mais que ser adiados, têm que ser concretizados porque país sabe responder a eles”, apontou.

Questionado com a necessidade de um eventual corte de mil milhões de euros nas contas do Estado, o titular da pasta da Economia não avançou onde podia esse corte ser feito nem se teria que ser feito, optando por lembrar os princípios do OE2016 aprovado na quarta-feira na Assembleia da República.

“O Orçamento do Estado aprovado ontem [quarta-feira] é um orçamento que repõe o rendimento dos portugueses, que aposta na confiança e com uma redução da carga fiscal. Foi esse o orçamento do Estado que foi aprovado”, disse.

O Nova Arcada abriu hoje com 68.500 metros quadrados, albergando 109 lojas, um investimento de 160 milhões de euros que, acreditam os responsáveis pela estrutura, irá criar cerca de dois mil postos de trabalho diretos.

 

EMPRESAS