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Serviços de mobilidade Com uma experiência do cliente totalmente digitalizada

É Diretor da marca Mid-Tier do Europcar Mobility Group. Pode começar por nos falar um pouco sobre a Unidade de Negócio Low Cost do Europcar Mobility Group – que detém as marcas Goldcar e InterRent?

A Goldcar e a InterRent são duas marcas comerciais que compõem a Unidade de Negócio Low Cost do Europcar Mobility Group presente em 17 países. A Goldcar e a Interrent começaram a funcionar juntas nos finais de 2017 após a aquisição da Goldcar por parte do grupo.

Com mais de 30 anos de experiência, a Goldcar é um ponto de referência no aluguer de lazer de veículos na Europa, com presença nos principais destinos turísticos.

A Interrent é a marca que ocupa o segmento intermédio no Grupo, contando com o valor acrescentado da tecnologia, proporcionando agilidade em todo o processo de aluguer, assim como simplicidade graças às suas tarifas com tudo incluído.

O que oferece cada uma destas soluções?

A Goldcar é o líder de alugueres de lazer de veículos na Europa, operando uma das frotas mais recentes do mercado. Mais de 80% dos nossos automóveis são renovados cada 12 meses como resposta ao compromisso dos nossos clientes de oferecer um serviço que garanta segurança, conforto, inovação e eficiência. A nossa frota consta dos últimos modelos em diferentes categorias de veículos para satisfazer completamente as necessidades e preferências dos clientes, tendo sempre em conta que não trabalhamos as gamas Premium dos veículos, na medida em que os nossos usuários recorrem a nós devido à nossa excelente relação qualidade-preço.

Por sua vez, a Interrent começou na Europcar Mobility Group como uma marca de baixo custo, mas este ano apresentámos uma nova estratégia de marca a fim de a reposicionar dentro do portfólio do grupo no segmento Mid-Tier ou intermédio, elevando a experiência do cliente a um nível superior, através de pacotes de preço fechado e serviços digitalizados que vão permitir que os usuários possam aceder ao seu carro alugado em menos de um minuto.

A que verdadeiros desafios o Europcar Mobility Group tem procurado responder com estas soluções?

O nosso principal desafio é continuar a alcançar uma quota crescente de mercado. Há que ter em conta que a Goldcar e a Interrent pertencem a um grupo especializado em oferecer soluções de mobilidade presentes e futuras, adaptando-se às tendências dos viajantes através de um amplo catálogo de opções que abrangem desde alugueres de veículos de longa duração até carsharing ou modelos urbanos como bicicletas e motocicletas. Portanto, o nosso desafio principal é continuar a inovar em matéria de produtos e serviços e, no caso particular da Goldcar e da Interrent, continuar a aprofundar em processos digitais com o objetivo de chegar este ano a oferecer os nossos serviços 100% online.

Começou o seu percurso profissional no Europcar Mobility Group como Head of InterRent Portugal. Mais tarde, o grupo reforça a gestão da sua Unidade de Negócios Low Cost nomeando-o diretor da marca Mid-Tier da unidade. Que objetivos ou estratégia tem delineada para esta unidade?

A estratégia da InterRent consiste em aumentar a fidelidade do cliente, melhorando a qualidade do serviço com base em processos simples.

Para conseguir o nosso objetivo, começamos por rever toda a jornada do cliente, identificando os pontos problemáticos existentes, interagindo com os nossos clientes e eliminando, um por um, cada um desses pontos problemáticos. Descobrimos que a melhor maneira de fazer tudo isto, seria oferecendo uma Experiência do Cliente totalmente digitalizada, a partir do momento da reserva, tanto através do sítio web (interrent.com) como através da nossa aplicação InterRent até o momento da recolha, tudo feito de maneira muito simples e rápida, usando um Quiosque para recuperar o Contrato de Aluguer e as Chaves do Carro, sempre com um toque humano tornado realidade pela presença de uma Hospedeira Interrent que poderá ajudar os clientes durante a operação em qualquer problema que lhes possa surgir. Finalmente, no retorno, os clientes simplesmente deixam a chave e o contrato é automaticamente fechado.

O nosso objetivo consiste em oferecer uma experiência simples, conectada e rápida a um preço justo.

O segmento de aluguer de carros de low cost é um dos mais dinâmicos da Europa. Quais são as expectativas para este mercado?

Trata-se de um mercado com características próprias e um grande dinamismo na Europa, na medida em que representa aproximadamente 1.5 biliões de euros, mostrando uma taxa histórica de crescimento anual de 12%. Além disso, esperamos que continue a crescer a um ritmo similar, especialmente em destinos de lazer como França, Itália ou Portugal.

Com a aquisição, em 2017, da Goldcar, a Unidade de Negócio Low Cost do Europcar Mobility Group entrou numa nova fase. Estão previstos, para breve, novos serviços para continuar a reforçar este segmento e para responder às necessidades do mercado?

O nosso setor está caraterizado por um elevado componente de inovação. As soluções de mobilidade oferecidas pelo grupo Europcar estão diretamente ligadas ao desenvolvimento de novas tecnologias. No caso da Goldcar e da Interrent, durante os últimos três anos, focalizaram-se em impulsionar ao máximo ferramentas e processos que permitem facilitar ao usuário um serviço ágil, que reduza tempos de espera e que lhe proporcione maior autonomia. Começamos por oferecer o serviço Key’n Go, um dispensador de chaves inteligente com o qual os viajantes poderão experimentar a agilidade do processo de alugar um carro e ‘’lançar-se à estrada’’. Uma autêntica experiência digital na qual os condutores já não precisam de esperar na fila para recolher o carro. Simplesmente, após realizar a reserva através do sítio web Interrent.com ou da app, apenas terão de aproximar um código QR ou introduzir o seu número de reserva na máquina. Depois, deverão selecionar o carro que preferem dentro do grupo de tipos de veículo escolhido no momento da reserva e o sistema irá dispensar a sua respetiva chave e contrato. Tudo isto reduz o tempo de operação a menos de um minuto. Assim, os viajantes poupam tempo que poderão dedicar às suas férias. O Key’n Go está disponível tanto na Goldcar como na Interrent, sendo um serviço que manteremos em expansão para que cada vez mais destinos possam dispor deste serviço.

Por outro lado, desenvolvemos o serviço Click’n Go, atualmente disponível em diversos destinos da Goldcar e que dentro em breve chegará à Interrent. Um sistema digital que agiliza muito o aluguer, na medida em que permite realizar todo o processo – desde a reserva e o pagamento até à recolha e abertura do carro- através do telemóvel, sem precisar de chaves e sem ter de passar pelo balcão. Com este lançamento, a Goldcar tornou-se em 2017 no primeiro operador do setor rent-a-car a oferecer um serviço de aluguer de carro sem chaves. O funcionamento do serviço Click’n Go é muito simples. O cliente recebe a chave virtual com a matrícula e o lugar de estacionamento do veículo devidamente identificados no seu telemóvel, através da app da Goldcar. Desta forma, poderá abrir e fechar o veículo sem chaves, além de poder arrancá-lo e usufruir ao máximo das suas férias. A tecnologia Bluetooth que equipa todos os smartphones faz o resto, permitindo a conexão do veículo com o dispositivo do cliente. Em menos de um minuto poderá começar a sua viagem, na medida em que com Click’n Go o veículo atribuído estará no lugar de estacionamento na hora da recolha exata indicada pelo cliente na sua reserva, evitando assim tempos de espera desnecessários.

O Europcar Mobility Group oferece atualmente uma ampla gama de soluções no âmbito da mobilidade. Qual será o futuro da Mobilidade? Que conceitos vão ditar o setor automóvel e da mobilidade?

Em janeiro apresentamos na FITUR o nosso segundo Estudo sobre a Mobilidade do Futuro, onde são recolhidas as opiniões e tendências de espanhóis entre 18 e 64 anos de idade. Dos resultados podemos intuir uma mudança importante na perceção do presente e futuro da mobilidade: sete de cada dez inquiridos consideram que o aluguer de veículos (70,3%),o carro partilhado (71,4%) e o carro com condutor (55%) vão substituir o carro em propriedade a curto ou médio prazo. 58,6% acha que isto vai acontecer dentro de dez anos ou menos; 11,7% que isto acontecerá dentro de vinte anos ou mais.

A digitalização do processo de aluguer aparece como um fator fundamental para que as diferentes opções de mobilidade se consolidem como alternativa ao veículo em propriedade: nove de cada dez inquiridos destacam que é fundamental para agilizar os tempos e a operação.

As conclusões do estudo também denotam um incremento da consciência ecológica entre os usuários: dois terços dos inquiridos estão dispostos a pagar mais por um carro menos poluente. Acreditamos que num país como Portugal, em que a idade do parque automobilístico já supera 12 anos, a renovação contante da frota do setor dos carros de aluguer, a forma original de frota partilhada, implica uma solução ao problema da poluição nas cidades: mais otimização energética e menos emissões de CO2.

MAIS DE 300 ESCRITÓRIOS

Mais de 300 escritórios Interrent em todo o mundo situados nos principais aeroportos e cidades

 

“A Hyundai distingue-se da concorrência com a sua garantia exclusiva de cinco anos sem limite de quilómetros”

A Hyundai Portugal assume-se como um dos mais prestigiados players neste mercado. Neste sentido, que análise é possível perpetuar do crescimento da marca e quais as mais-valias que a mesma aporta ao cliente?

Nos últimos quatro anos, a Hyundai tem apresentado um forte crescimento, marcado pela renovação da sua Rede de Concessionários, pela sua gama de modelos jovem e alargada, e pela estratégia da marca de disponibilizar aos seus clientes soluções de mobilidade flexíveis e diferenciadoras que se adaptam tanto ao perfil do cliente particular como do cliente empresa.

A estratégia da Hyundai assenta em três pilares: a confiança, a performance e o progresso.

Desde logo a gama i, composta pelo i10, i20 e família i30, que democratizam a tecnologia, a segurança e o design.

A submarca N, a vertente desportiva da marca que incorporou o Know-How adquirido pela marca na sua aposta no desporto motorizado e conta já com dois modelos, o i30 N e o i30 Fastback N. Desta forma a marca disponibiliza aos seus clientes toda a emoção de uma utilização desportiva, na condução do dia a dia.

A gama SUV, onde a Hyundai tem um legado reconhecido com produtos de referência nos seus segmentos: o Santa Fe, o Tucson e o Kauai.

Na vertente da ecomobilidade, a Hyundai apresenta uma gama de produtos inovadores, como o IONIQ, a única plataforma no mercado que disponibiliza três motorizações ecológicas EV, PHEV e HEV. O NEXO, um SUV movido a hidrogénio que está na vanguarda desta tecnologia, e o novo Kauai EV que é atualmente o único SUV elétrico do segmento, com uma autonomia ímpar de 449 quilómetros (WLTP).

A Hyundai distingue-se da concorrência com a sua garantia exclusiva de cinco anos sem limite de quilómetros, que abrange todos os modelos ligeiros de passageiros da marca, e continua a comprovar a sua qualidade e a fiabilidade junto dos seus clientes. Esta garantia é complementada por cinco anos de assistência em viagem e cinco anos de check-ups gratuitos na rede autorizada Hyundai.

Estamos no início de 2019 e, portanto, pergunto de que forma é que vão procurar desafiar o setor automóvel?

Em 2019 a estratégia da Hyundai continuará a centrar-se no crescimento acelerado, suportado não só pela competitividade da sua gama renovada, como também pelo reforço da sua posição de liderança na ecomobilidade. Esta estratégia está refletida no lançamento do Novo Hyundai Santa Fe e i30 Fastback N, já no início do ano, assim como no reforço da sua oferta ecológica, que será alargada a vários modelos e contará com novas versões/motorizações ao longo deste ano.

A Hyundai pretende tornar-se mais do que uma marca automóvel, queremos ser um parceiro de mobilidade que disponibiliza soluções flexíveis e diferenciadoras que se adaptam ao perfil de cada cliente, como é o caso do Finance to Drive, que inclui várias alternativas de financiamento e mobilidade, tais como o Hyundai Open Drive, Hyundai Renting to Drive e Hyundai Credit to Drive.

Como analisa o presente e o futuro do setor do retalho automóvel?

O futuro é desafiante. Vivemos já no presente um momento de alterações no setor com o aumento de peso das motorizações ecológica e que será uma realidade que terá de encontrar um ponto de equilíbrio com as motorizações mais tradicionais Diesel e Gasolina enquadrando ainda as novas tecnologias que, acreditamos também, serão opção no futuro como é o caso da célula de combustível de Hidrogénio. A Hyundai é precursora nesta tecnologia tendo sido a primeira marca a produzir em série um carro a Célula de Combustível de Hidrogénio. Vivemos, portanto, um momento em que estas novas tecnologias vão encontrar o seu espaço no mercado, de acordo com as necessidades de cada cliente, redefinindo o mix de vendas atual.

A par desta tendência, o futuro trará a condução autónoma e as soluções de conetividade nas viaturas que constituirão uma mudança no paradigma de utilização das viaturas, permitindo novos modelos de mobilidade partilhada e integrada e novas formas de utilização, que seguramente obrigarão o setor a reformular-se e adaptar-se.

O grande desafio que se coloca ao retalho é continuar a manter-se como o fornecedor de mobilidade dos seus clientes, adaptando-se a esta nova realidade e às novas necessidades dos clientes. Tem, obviamente, condições privilegiadas para o fazer.

A transformação digital e as novas tecnologias são uma preocupação constante das empresas e os players do setor automóvel não fogem a esse desígnio. De que forma pretendem dar resposta às novas tendências da mobilidade?

A Hyundai quer estar cada vez mais conectada com os seus clientes. Assim, tem vindo a fazer uma forte aposta em comunicação digital para ir ao encontro dos clientes no meio digital. Em paralelo, a marca tem vindo a desenvolver e apresentar novas soluções aos seus clientes, em todos os serviços associados à sua viatura.

Sempre com o objetivo de garantir a máxima comodidade e qualidade em todos os serviços prestados, a Hyundai continuará a inovar e associar benefícios aos clientes Hyundai. O myHyundai, lançado recentemente pela marca, é mais uma prova disso. Um conceito inovador que pretende oferecer à comunidade myHyundai um conjunto de benefícios e ofertas exclusivas e diferenciadoras para o cliente e para a sua viatura.

A marca disponibilizou recentemente a marcação online das manutenções. De forma simples, rápida e totalmente transparente, todos os clientes da marca poderão efetuar a marcação da manutenção do seu Hyundai online, em www.hyundai.pt/servicos/marcacao-de-servico.

A Hyundai vai também lançar, em breve, a sua loja online onde o cliente poderá escolher acessórios para a sua viatura, merchandise oficial do Team Hyundai Portugal e da marca e conseguir rapidamente pedir homologações, tudo isto ao alcance de um clique.

Ao nível do renting, o que nos reserva este setor em 2019 e quais as dinâmicas da Hyundai Portugal para aportar mais-valias ao mercado?

A Hyundai tem campanhas e programas específicos desenvolvidos para renting em permanência, tanto para os veículos de passageiros, como para os comerciais que se adequam a todas as necessidades do mercado.

Como mais-valia para o mercado, destacamos a garantia Hyundai, única no mercado, com cinco anos e sem limite de quilómetros, assim como a flexibilidade e diversidade nas soluções de aquisição, como, por exemplo, as soluções do Hyundai Renting. Este produto específico foi desenvolvido de base para a gama Hyundai e é disponibilizado ao mercado, exclusivamente, através da rede de concessionários. É uma solução capaz de, em qualquer modelo, fornecer rapidamente os valores mais competitivos de acordo com as necessidades do cliente, adequando quilómetros, período de utilização e serviços. De momento, o Hyundai Renting apresenta em campanha especial para o Hyundai KAUAI Diesel e a i30 SW Diesel.

Hoje o setor do renting tem tido um crescimento exponencial em Portugal. Sente que este será, no futuro, um pilar de volume de negócios das marcas?

A Hyundai tem mantido um foco especial nas soluções de renting enquadradas no seu programa Hyundai Empresas, com soluções específicas que incluem vários serviços e são ajustáveis às necessidades e perfil de cada frota ou empresa.

No que se refere aos particulares, a Hyundai também tem investido cada vez mais em novas soluções de mobilidade que se adaptam perfeitamente às novas tendências do mercado e necessidades do consumidor atual, como é o caso do Hyundai FlexMobility. O FlexMobility foi criado em 2018 e viu no seu arranque uma campanha diferenciadora de renting para o Hyundai i20 que incluía a utilização de um Hyundai Tucson 15 dias por ano.

O que podemos continuar a esperar da marca em 2019? Que desideratos e novidades pretendem apresentar em Portugal?

Em 2019 a Hyundai pretende continuar a traçar um ritmo de crescimento acelerado no mercado automóvel nacional. No primeiro trimestre de 2019 a marca sul coreana cresceu 45,8%, no mercado de ligeiros, e registou o maior crescimento acumulado do Top 20 das marcas automóveis em Portugal e o melhor primeiro trimestre da marca em vendas desde 2002. Para isso vai dar continuidade à dinâmica de lançamentos dos últimos anos, mas também consolidar a presença da sua gama atual.

Adicionalmente, a marca vai continuar a inovar e a apresentar ao mercado novas soluções de mobilidade flexíveis e diferenciadoras para corresponder às expectativas e necessidades dos clientes.

Escolher Hyundai Portugal é…?

A Hyundai é uma marca de confiança, o que se comprova pela sua garantia de cinco anos sem limite de quilómetros, e que acredita que para garantir a satisfação dos seus clientes tem de exceder as suas expectativas e para isso tem desenvolvido novos modelos, versões e motorizações cada vez mais entusiasmantes, que incluem a mais recente tecnologia, e com design mais apelativo. Escolher a Hyundai é optar por uma marca fiável, dinâmica que procura sempre superar as expectativas dos seus clientes e que oferece ao mercado uma vasta gama de modelos equipados com as mais inovadoras soluções tecnológicas.

Transportes: Moimenta da Beira tem, a partir de hoje,”Mobilidade à Beirinha”

A volta inaugural teve início pelas 11h30, estreando uma nova fase na mobilidade rodoviária do concelho, no seguimento de uma parceria firmada entre a autarquia moimentense e a empresa de transportes públicos Transdev, que já operava em Moimenta da Beira.

“Este é já o 15º projeto SIM – ‘Solução Integrada de Mobilidade’ que a Transdev implementa em Portugal, sendo que estamos em negociações com vista à implementação de projetos semelhantes em mais cinco municípios”, sublinhou José Gomes, Diretor de Exploração da Transdev Portugal, destacando que “a conceção destes projetos implica sempre um elevado grau de cooperação com as autarquias, na medida em que as soluções de mobilidade colocadas no terreno são desenhadas à medida das reais necessidades das populações”.

Para o presidente da Câmara Municipal de Moimenta da Beira, José Eduardo Ferreira, “esta nova rede de transportes públicos confere uma melhor mobilidade urbana e periurbana, cobrindo todas as freguesias”, reforçando que “a oferta de alternativas e soluções mais económicas de transporte às localidades mais afastadas da sede do concelho vai também significar mais qualidade de vida”. 

Com a “MOBILIDADE À BEIRINHA”, os habitantes do concelho de Moimenta da Beira passam agora a dispor de mais percursos, com cinco linhas – uma para cada dia da semana – e com todos os circuitos a serem efetuados em simultâneo nos dias de feira, que se realiza quinzenalmente, às segundas-feiras.

A par das cinco linhas foi também implementado um circuito urbano, com sete circulações diárias de segunda a sexta-feira, que fará também a distribuição e recolha dos passageiros oriundos das diversas freguesias pelos vários pontos da vila.

O serviço prevê ainda a possibilidade de os habitantes de algumas das localidades mais afastadas do centro da vila poderem viajar mediante transporte a pedido, disponibilizando para tal um contacto telefónico gratuito, que deverá ser feito no dia útil anterior ao da viagem, até às 12h00.

Até ao final do mês de fevereiro, todas as viagens na nova rede de transportes serão gratuitas. Depois, a partir de março, as viagens terão o custo de €1, no caso dos circuitos regulares e a pedido, e de €0,50 no caso das viagens no circuito urbano.

O funcionamento das cinco linhas que, a cada dia da semana, vão aproximar os habitantes das freguesias de Moimenta da Beira da sede do concelho, vai começar por ligar, às segundas-feiras, as localidades de Sarzedo, Sanfins, Cabaços e Peva à Central de Camionagem de Moimenta da Beira.

Às terças-feiras, a rede fará a ligação entre Nagosa e Moimenta da Beira, seguindo-se, às quartas-feiras, o transporte das localidades de Castelo e Pêra Velha para Moimenta da Beira, com os habitantes de Semitela a ficarem com a opção de transporte a pedido.

Às quintas-feiras, o serviço vai ligar Alvite ao centro do concelho, ficando os habitantes de Espinheiro com a opção de transporte a pedido. Por fim, às sextas-feiras, “A MOBILIDADE À BEIRINHA” fará a ligação entre Mileu e Moimenta da Beira.

Qualquer carro, a qualquer hora e em qualquer lugar

Para Tex Gunning, CEO do Grupo LeasePlan: “Estamos a viver tempos de enormes mudanças, onde as pessoas estão a deixar de ter carro próprio para passarem à utilização do conceito “Car-as-a-service”. Ao mesmo tempo, assistimos também a mudanças importantes na tecnologia dos próprios carros à medida que mudamos de veículos a motor de combustão interna para veículos híbridos, totalmente elétricos e autónomos. Neste mundo em rápida mudança, a LeasePlan pretende ser a empresa que conhece e representa What’s next. Estou, por isso, encantado por lançar com o Richard Hammond a campanha global What’s next, que confirma o nosso compromisso de oferecer aos nossos clientes o que de mais recente há em mobilidade automóvel de forma económica, sem complicações e sustentável. Em última análise, o nosso ambicioso objetivo é fornecer um serviço totalmente flexível ‘Any car, Anytime, Anywhere’. Para nós, este é o futuro da mobilidade”.

A campanha What’s next, que é lançada hoje nos 32 países onde a LeasePlan atua, foi desenvolvida nos últimos meses como parte integrante da nova estratégia da LeasePlan para desbloquear oportunidades de crescimento sustentável num setor de mobilidade dinâmico. A peça central da campanha é um filme de 3 minutos com Richard Hammond. Filmado no centro de Los Angeles, What’s Next: O filme destaca as mais recentes tecnologias e tendências de mobilidade, assim como o papel principal da LeasePlan para levar aos seus clientes What’s next. “A LeasePlan tem disponibilizado, há mais de 50 anos, o car-as-a-service aos seus clientes corporativos. Estamos, portanto, totalmente preparados para liderar a transição para ‘Any car, Anytime, Anywhere’”, conclui Tex Gunning.

Video still LeasePlan_What's next

Como parte da campanha, a LeasePlan lançou também um conjunto de novos produtos e serviços What’s next. Dirigido a clientes nos segmentos Corporate, PME e Particulares, estas novas propostas incluem a oferta ‘Trocar, Clicar & Guiar’, que permite às PME entregar à LeasaePlan os seus carros usados e trocarem por novos; bem como uma proposta de veículos elétricos completa para clientes Corporate sedeados na Europa. A proposta VE da empresa baseia-se no anúncio de que se tornou um dos membros fundadores da iniciativa EV100, uma parceria de grandes empresas que em conjunto se comprometem em fazer a transição para frotas totalmente elétricas. Nos próximos meses serão anunciados mais produtos e serviços What’s next.

Veja o filme What’s next com Richard Hammond aqui

SOBRE A LEASEPLAN PORTUGAL

A LeasePlan é líder nacional no mercado do renting e gestão de frotas, presente em Portugal desde 1993 com escritórios em Lisboa e no Porto. A LeasePlan Portugal tem no cliente e no condutor o centro da sua atividade e procura oferecer um serviço de renting de qualidade com redução contínua de custos na gestão da sua frota. Foi a primeira empresa de aluguer operacional em Portugal a obter a certificação de qualidade em 1998, tendo transitado para a norma ISO 9001:2015, em 2016, e que se encontra atualmente em vigor. Para mais informações, consultar www.leaseplan.pt. 

SOBRE A LEASEPLAN

A LeasePlan é uma das empresas líder de gestão de frotas e soluções de mobilidade, com cerca de 1,7 milhões de veículos sob gestão em mais de 30 países. O nosso core business envolve a gestão em todo o ciclo de vida do veículo para os nossos clientes desde a compra, seguro e manutenção até à revenda dos automóveis. Com mais de 50 anos de experiência, somos um parceiro de confiança para os nossos clientes privados, PME, empresas e serviços de mobilidade. A nossa missão é fornecer soluções inovadoras e sustentáveis de renting automóvel para quem precise, esteja onde estiver – para que se possa concentrar no What’s next. Saiba mais em www.leaseplan.com.

Interfaces – cidades com uma mobilidade mais segura

Para contextualizar o nosso leitor, que serviços disponibiliza a Interfaces Portugal?

A Interfaces Portugal desenvolve e implementa soluções para o setor dos transportes, tendo o seu core na formação de condutores. Trabalhamos a reconstrução atitudinal dos seus desempenhos, para que as nossas cidades tenham uma mobilidade mais segura, com maior conforto, ambientalmente mais sustentáveis e energeticamente mais eficientes. Os nossos clientes são as empresas de transporte, e também condutores individuais, particulares ou profissionais.

Pelo conhecimento profundo que temos no transporte de passageiros, desenvolvemos ainda soluções verticais, como o combate à fraude na rede dos operadores, Informação integrada aos clientes e a otimização da operação com modelos para reduzir os quilómetros percorridos, os veículos utilizados ou o número de condutores.

De que forma os vossos serviços marcam a diferença no mercado? 

O nosso know-how foi construído no seio de operadores de transporte, onde aprendemos a fazer muito com muito pouco. Por isso, somos pragmáticos nos diagnósticos que realizamos e orientamos as nossas propostas para os resultados.

Mas não sabemos tudo e por isso associamo-nos às universidades para realizarmos atividades de I&D e integrarmos nas nossas soluções, práticas há muito utilizadas com sucesso noutros mercados e com origem nas Neurociências, Psicologia do Comportamento, Metodologias de Aprendizagem ou Data Science.

Tudo o que acabei de referir já é utilizado há muito pela publicidade para motivar os consumidores a consumir mais ou pelos Videojogos para estimular os jogadores a jogar mais. Então, porque não fazer o mesmo para os condutores consumirem menos, terem menos acidentes e menos reclamações do seu desempenho? Ou ainda promover a diminuição da fraude nos transportes públicos?

Hoje em dia as empresas de transporte preocupam-se em proporcionar uma melhor mobilidade aos seus clientes. Que principais desafios enfrentam, atualmente, as empresas de transporte? 

O cliente de mobilidade é cada vez mais digital. Não quer saber quem lhe assegura a sua necessidade de mobilidade. Às 08h00 tem que usar um autocarro, às 12h00, uma bicicleta, às 15h00 um táxi e às 22h00 carsharing.

O cliente só quer abrir a sua app de mobilidade, registar as suas necessidades para o dia ou dias seguintes e o operador de mobilidade por detrás daquela app, com os seus recursos proporcionar a oferta mais adequada em acessibilidade, rapidez e preço. No final do mês o cliente paga o que usou.

Esta vontade já existe, os recursos já existem, só não existe é a app e o operador para assegurar todos os serviços referidos. Todos os operadores de transporte, a prazo, para não dizer a curto prazo, vão ter que ser capazes de deixarem de ser empresas de transporte para se tornarem, operadores de mobilidade e esse, na minha opinião, é sem dúvida o maior desafio que irão enfrentar as empresas de transporte. 

O que urge, em Portugal, para uma melhor mobilidade dos utentes? 

Na minha opinião, é urgente conhecer a procura dos diversos sistemas de transportes. Acho muito difícil melhorar o que se desconhece e hoje através dos sistemas de bilhética é muito fácil obter respostas a perguntas simples, mas criticas para a mobilidade das pessoas: Quem utiliza o sistema de transportes? Quando e com que frequência é que é utlizado? Como é que o utilizam?

Estas respostas são fundamentais para introduzir melhorias, quer ao nível do planeamento dos sistemas, permitindo um desenho eficaz das redes de transporte, quer ao nível da operação, possibilitando adequar eficientemente os recursos, minimizando desperdícios ou ainda ao nível do sistema tarifário introduzindo tarifas dinâmicas para distribuir mais equilibradamente a procura ao longo do dia.

Outro aspeto que ainda não é suficientemente valorizado, prende-se com a falta de iniciativas para fidelizar os jovens ao transporte público. Qualquer sistema de transportes, tem, nos jovens, as faixas etárias que mais utilizam os transportes públicos e que a Indústria Automóvel deseja e faz tudo para os conquistar ao atingirem a idade mínima para se tornarem condutores.

No entanto, os fornecedores para a mobilidade dos nossos jovens nada faz nada para os fidelizar enquanto clientes dos seus serviços e só depois de os perder realiza algumas tímidas iniciativas para reconquistá-los, sem sucesso.

Mais do que infraestruturas e serviços de qualidade, hoje em dia os recursos humanos assumem, igualmente, uma importância extrema. Como atua a Interfaces nesta área? 

A Interfaces Portugal interage com recursos humanos sob valores éticos e científicos muito fortes. Iniciamos essa interação com a identificação do perfil de cada formando, de modo a proporcionar-lhe formação personalizada e adaptada às suas necessidades.

Ao mesmo tempo e se queremos que cada formando alcance desempenhos diferentes, o objetivo principal é transmitir-lhe conteúdos diferentes daqueles que o levam aos desempenhos atuais.

Para o efeito, desenvolvemos um modelo formativo inovador, com base em metodologias científicas e tecnológicas, e cujo propósito é o de ajudar os nossos formandos a alcançarem verdadeiras reconstruções atitudinais e, no caso das empresas, a melhorarem substancialmente os seus resultados.

Com o avanço dos sistemas de informação, a quantidade de dados disponíveis e relevantes para a atividades das empresas atingiu dimensões incalculáveis. Aqui, que importância assume a Data Science? 

O leitor já, certamente, se apercebeu da importância que os dados têm para a Interfaces Portugal. Todo o nosso modelo de negócio e o nosso sucesso, assenta na nossa capacidade em explorar a informação contida nos dados para construir as nossas soluções, orientar o que fazemos e justificar, pela inovação que proporcionamos, como o fazemos.

Acreditamos, fortemente, que a data science é a porta de entrada noutra dimensão da informação e do conhecimento. Designações como data, big data, fórmulas, algoritmos ou números, usados na data science parecem frias, calculistas ou impessoais. Antes pelo contrário; recorrendo à data science, a interfaces Portugal identifica as necessidades individuais de melhoria de cada profissional e este, ao reconhecer que nos dirigimos especificamente a si, reconhece que pode efetivamente melhorar o seu desempenho e adere com muito menor resistência à reconstrução das suas atitudes.

Hoje, o sistema aberto aos passageiros, adequado a um metropolitano que circula sobretudo à superfície no Grande Porto, não tem uma forma de deteção exata da fraude. Tomamos aqui como exemplo o Metro do Porto, mas a fraude é transversal a outros transportes. É possível tornar eficiente o combate à fraude no sistema de transportes?

Sem dúvida que é, mas uma vez mais; para se melhorar a eficiência no combate à fraude, há que conhecer, em detalhe, essa fraude. Onde e quando ocorre, qual a dimensão que tem e como é que é cometida, que custos causa e qual o montante da perda de receita, ou ainda, quem e porquê está a cometer essa fraude, são perguntas para as quais não existem respostas certas.

Para a Interfaces Portugal, esta é mais uma das áreas onde estamos a desenvolver soluções, recorrendo à tecnologia e a metodologias que há muito estão implementadas, com sucesso, noutros setores de atividade. É este princípio que nos distingue no mercado. Integramos soluções com os sistemas já existentes nos nossos clientes, sendo por isso, complementares aos modelos de gestão que têm implementados e aos diversos sistemas embarcados e não embarcados, que têm instalados.

Universidade de Timor-Leste propõe acordos de mobilidade a instituições lusófonas

A Universidade Nacional de Timor-Leste, que esta semana acolhe pela primeira vez a reunião anual da Associação de Universidades de Língua Portuguesa (AULP), propôs acordos de mobilidade a todos os reitores participantes, disse fonte da organização.

“O reitor da Universidade Nacional de Timor-Leste (UNTL) enviou agora um email a todos os reitores que vão ao encontro a propor acordos de mobilidade”, contou à Lusa a secretária-geral da associação, Cristina Montalvão Sarmento.

Segundo a responsável, a UNTL tem esta semana uma agenda de reuniões bilaterais com todos os reitores que estarão presentes no 26.º encontro da AULP, da qual “é natural” que saiam 10 a 15 programas de mobilidade, cooperação e troca de estudantes.

“A potencialidade é imensa. Os resultados vão depender do futuro”, disse Cristina Montalvão Sarmento.

Embora nos seus 30 anos de existência a AULP já tenha tido dois programas multilaterais de cooperação, um promovido pelo Brasil e outro por Portugal, atualmente não há nenhum em atividade.

“Os acordos são muitas vezes bilaterais, trilaterais, não têm multilateralidade total”, afirmou a dirigente da AULP, explicando que a mobilidade académica funciona, por exemplo, entre o Brasil e Timor-Leste, ou entre Angola e Portugal.

No entanto, a AULP está atualmente a reunir esforços para dar início a um novo projeto, intitulado Programa Internacional de Mobilidade no Ensino Superior entre Portugal e os Países de Língua Portuguesa e Macau (PIMES-PPLPM).

O objetivo, explica a associação, é estimular a deslocação de estudantes de excelência, professores e investigadores do espaço da língua portuguesa para instituições de ensino superior em Portugal, nomeadamente através da criação de uma residência junto da sede, em Portugal, e da abertura de candidaturas para bolsas sob a forma de alojamento gracioso.

Questionada pela Lusa sobre o volume atual da mobilidade académica no seio da lusofonia, a secretária-geral disse não estar feito um estudo que permita conhecê-lo ao certo.

Segundo a responsável, não é possível saber o número total de estudantes das 147 universidades associadas da AULP nem o número de estudantes, bolseiros e professores em situação de mobilidade dentro da rede.

“A rede é muito complexa. A AULP funciona multilateralmente, todos os membros são parceiros iguais”, afirmou.

O tema geral da reunião deste ano, “Mobilidade Académica e Globalização no Espaço da CPLP e Macau”, foi escolhido pela UNTL e o primeiro painel visa discutir as políticas e estratégias necessárias para viabilizar a mobilidade académica nos países lusófonos.

A reunião da AULP em Díli decorre entre quarta e sexta-feira e junta cerca de 150 participantes.

HÁ MAIS DE 12 ANOS A DESENHAR PORTUGAL

A mpt® – mobilidade e planeamento do território tem vindo a preconizar um serviço de excelência no âmbito da sensibilização sobre a necessidade de construção de territórios sociais de Mobilidade. Que análise perpetua da atividade da instituição?

A mpt® nasce a partir de um desejo de mudança face aos novos paradigmas da mobilidade. Definiu que a diferenciação estaria na funcionalidade universal de tudo o que planeasse e desenhasse. Esta visão posicionou a mpt® como entidade inovadora em estudos, planos e projetos no espaço público, edificado, transportes e comunicação, colocando as pessoas no centro da sua estratégia de atuação. E como a maioria dos clientes são municípios portugueses, atuando a mpt® em cerca de 2/3, reconheço que temos contribuído decisivamente para a construção de territórios mais inclusivos e mais competitivos.

Que lacunas ainda identifica no território relativamente às estratégias de Mobilidade? Que comparação possível realizar com os congéneres europeus?

Portugal demorou algum tempo a focar a Mobilidade como fator relevante na democraticidade dos territórios. Porém, face às políticas públicas implementadas na última década, acompanhadas por ágeis processos técnicos, atualmente estamos alinhados com as estratégias e intervenções, em matéria de acessibilidade e mobilidade universais, dos nossos congéneres europeus.

Com casos práticos de sucesso a nível Europeu como o Centro de Alto Rendimento de Remo do Pocinho, ao nível do edificado, e a Requalificação Urbana da Baixa de Vilamoura, ao nível do espaço público, coordenados pela Mpt, e galardoados pelas suas condições de excelência na arquitetura e desenho urbano universal, comprova-se que é possível termos belas obras de arquitetura e desenho urbano acessível a Todos.

Acredita que ainda falta uma cultura de mobilidade em Portugal? A quem compete o fomento e promoção dessa filosofia?

uma nova cultura de mobilidade em Portugal, despoletada de forma acelerada nos últimos anos. As Autarquias, as universidades e entidades privadas, entre outras, acompanhadas pelas oportunidades dos quadros comunitários têm despoletado novas atitudes de mudança. Se é certo que urge eliminar barreiras urbanísticas e arquitetónicas, temos a consciência que ainda existem barreiras psicológicas a suprimir, aliás as mais complexas, pois só com o tempo se resolvem. Acredito que todos temos a obrigação de sermos agentes de mudança, por isso é imperativo que se implementem projetos inclusivos a diferentes escalas. Todos, direta ou indiretamente, desenhamos cidades e está na nossa consciência contribuir para a nossa futura condição de mobilidade.

Como vem a mpt® a preconizar essa mudança trabalho sem fim?

Temos desenvolvido diversas campanhas e ações de formação e sensibilização, junto das Autarquias (para técnicos e políticos), das CIM’s, e das Escolas, como meio de consciencialização para maior motivação na construção de territórios mais inclusivos.

Desenhamos todos os projetos com mobilidade para todos, sendo a investigação e o conhecimento uma constante aposta da mpt®. Temos partilhado projetos com universidades, e parceiros estratégicos, permitindo inovar e conhecer as mais recentes tendências mundiais. As publicações técnicas que desenvolvemos espelham o trabalho de pesquisa e afirmam a mpt® como pioneira e vanguardista, designadamente na sua relação com as práticas dos processos urbanos nos territórios autárquicos. O processo de internacionalização, é ja uma realidade que nos traz mais-valias e nos projeta além-fronteiras.

Como podem ser as gerações mais jovens promotoras dessa mudança? A mpt® tem-se relacionado com esta faixa etária?

Estará nas mãos dos jovens a concretização da mudança, ao nível físico, mas sobretudo ao nível das mentalidades. São eles os motores da mudança. A mpt® através da sensibilização e formação dos mais jovens, em ambientes escolares, elemento chave nos seus projetos através da implementação da “Escola de Mobilidade em Trânsito”, pugna pelo desenvolvimento do espírito crítico que permite identificar soluções corretivas do quotidiano. Esta escola móvel é um dos projetos estratégicos da empresa na implementação de uma nova cultura de mobilidade.

Acreditamos que a implementação dos modos suaves (andar a pé ou de bicicleta), em detrimento do automóvel, vai ser conseguida pelas novas gerações. Futuramente perceberemos que a cidade pode ser um ginásio ao ar livre, e se acessível, será local de excelência para a promoção da saúde, permitindo caminhadas pelas ruas e jardins, ao mesmo tempo que se observa a arquitetura das fachadas e a vivência urbana.

Inclusivo e sustentável torna possível o desenvolvimento de medidas em prol das pessoas de mobilidade reduzida. Sente que existe, nas entidades responsáveis, a sensibilidade necessária para encontrarem soluções para este problema?

Temos, nos últimos anos, fomentado diversas parcerias e protocolos com entidades públicas e privadas que atuam nesta matéria, o que permite a partilha de conhecimentos que têm contribuído para os projetos que a mpt® desenvolve. Atuamos desta forma em municípios, Comunidades Intermunicipais e Áreas Metropolitanas.

Sendo poucos para tanto trabalho a fazer, não podemos perder mais oportunidades pois é mais dispendioso refazer e corrigir do que fazer logo bem feito. As cidades constroem-se todos os dias, por isso devem ser desenhadas para o maior número de pessoas na sua diversidade.

O que podemos continuar a esperar da mpt® para o futuro? Como desenhar cidades para as pessoas idosas e para os novos estilos de vida?

O atual aumento da esperança média de vida e a postura ativa que as 3a e 4a idades possuem são um paradigma de futuro, indissociável do planeamento das cidades. Verificamos que, muitas vezes, as cidades não são espaços amigáveis para os idosos, com desenhos pouco intuitivos e raramente funcionais. Esta situação, tem levado ao seu encarceramento nas suas casas, contemplando a cidade através da sua janela.

Acreditamos que a mobilidade não pode ser fator de exclusão social, pois é hoje um dos maiores direitos de liberdade. Viver 100 anos e ser autónomo é hoje, possível. Mas para isso, o planeamento do território e a gestão da mobilidade torna- se fulcral nas sociedades democráticas, contemporâneas e solidárias.

Os territórios deveriam ser a continuidade da habitação , muitas vezes, a sua sala de estar, com soluções que promovam uma maior vivência urbana de interfaces intergeracionais.

Cada município, cidade ou vila é trabalhada por nós ao pormenor, garantindo a mobilidade, os sistemas de continuidade, a arquitetura do edificado e o ambiente urbano intrínseco a cada lugar.

Este é o espírito da minha equipa. Uma equipa jovem, com conhecimentos transversais, apoiada por técnicos seniores, onde se trabalha na preparação do futuro, antecipando a condição especial de mobilidade de cada um.

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