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Prémio Femina agracia Notáveis Mulheres

Conceição Zagalo irá receber o Prémio Femina 2018 de Honra.

O jantar do Prémio Femina será realizado numa cerimónia formal de investidura, onde as Agraciadas recebem o prémio pelos membros da Comissão de Honra, no dia 24 de Novembro de 2018, às 20H30, na Aura Lisboa, na Praça do Comércio, em Lisboa.

O Prémio Femina foi criado em 2010 por João Micael, fundador e Presidente da Matriz Portuguesa – MPADC – Associação para o Desenvolvimento da Cultura e do Conhecimento, para agraciar as Notáveis Mulheres Portuguesas e da Lusofonia – oriundas de Portugal, dos Países de Expressão Portuguesa, das Comunidades Portuguesas e Lusófonas, e Luso-descendentes, que se tenham distinguido com mérito ao nível profissional, cultural e humanitário no Mundo, pelo Conhecimento e pelo seu relacionamento com outras Culturas em Portugal ou no estrangeiro.

O Prémio Femina tem o Estatuto de Interesse Cultural, reconhecido pelo Ministério da Cultura, para efeitos de Mecenato Cultural.

O Prémio Femina tem como inspiração a Infanta Dona Maria de Portugal, patrona da Matriz Portuguesa – MPADC – Associação para o Desenvolvimento da Cultura e do Conhecimento, última descendente de Dom Manuel I; digna representante da Era de Ouro de Portugal, e extraordinárias mecenas das Artes e Ciências.

A insígnia do Prémio Femina foi criado por Raposo Jr. para a Matriz Portuguesa.
Agraciadas com o Prémio Femina 2018
Prémio Femina de Honra Conceição Zagalo

Vereadora da Câmara Municipal de Lisboa e presidente da direcção do GRACE – Grupo de Reflexão e Apoio à Cidadania Empresarial

Portugal

Por mérito nas Artes e Letras:

Artes musicais e canto

Mayra Andrade

Cabo Verde

Por mérito nas Ciências:

Investigação relevante

 

Maria de Jesus Trovoada

Ministra da Saúde

São Tomé e Príncipe

Por méritos relevantes na Excelência Profissional e, que tenha contribuído para o prestígio de Portugal e da Lusofonia:

Actos de Humanitarismo em prol da dignidade e direitos do Ser Humano

Susana Damasceno

Presidente da AID Global

Portugal

Pelo Estudo e Divulgação da Cultura e História de Matriz Portuguesa no estrangeiro e na Lusofonia Helena Carvalho Pereira

Vice-Presidente do Sintra Estúdio de Ópera

Portugal

Ad Femina Mundu (à Mulher do Mundo)

Categoria excepcional para Mulheres de nacionalidades extra Portuguesa e extra Lusófonas, pelo contributo, com o seu exemplo, em obras, conduta e estudo, a todas as Mulheres do Mundo.

Baronesa Antoinette Lukacs

Hungria

Comissão de Honra Prémio Femina 2018

Presidente | João Micael

Fundador do Prémio Femina

Fundador e Presidente da Matriz Portuguesa – MPADC – Associação para o Desenvolvimento da Cultura e do Conhecimento, Director da Academia de Protocolo, e Director da revista Portugal Protocolo.

Angélica Santos

Conselheira da Matriz Portuguesa – MPADC – Associação para o Desenvolvimento da Cultura e do Conhecimento.

Delmar Maia Gonçalves

Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Matriz Portuguesa – MPADC – Associação para o Desenvolvimento da Cultura e do Conhecimento. Presidente da Direcção do Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora. Membro da Direcção membro da direcção do MIL: Movimento Internacional Lusófono. Coordenador Editorial da Editorial Minerva.

Sobre a Matriz Portuguesa

É uma instituição sem fins lucrativos, criada para o desenvolvimento da Cultura e do Conhecimento. Trata-se de um conceito inédito cuja acção irá despertar consciências, iniciando um novo ciclo da Matriz Portuguesa no mundo.

No dia 29 de Abril de 2014, realizou-se, no Salão Nobre do Mosteiro dos Jerónimos, a apresentação da sua missão e propósitos, contando com a presença de distintos oradores como o Prof. Doutor Adriano Moreira, presidente da Academia das Ciências de Lisboa; o Dr. António Ferreira de Carvalho, presidente da AERLIS – Associação empresarial da Região de Lisboa e vice-presidente da CIP – Confederação empresarial de Portugal; o Dr. José Arantes, director dos Canais Internacionais da Rádio e Televisão de Portugal; e a Doutora Helena Águeda Marujo, professora Auxiliar Convidada do ISCSP – Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas.

Saiba como pode amenizar a menopausa antes de ela chegar

Por isso, também não será igual para toda a população feminina os métodos que melhor resultam para contrariar ou prevenir tais efeitos, tal como a menstruação não é ‘sofrida’ por todas da mesma forma.

Contudo, e ainda que até aos 50 anos poucas são as que pensem em formas de prevenção da menopausa que está para vir, há certos aspetos a ser tidos em conta atempadamente por qualquer mulher para uma transição mais suave entre fases.

Assume-se que a mulher está em fase de menopausa quando deixa de ter a menstruação por um ano. Quanto à forma como o recebe, dependerá de questões genéticas, metabólicas e de estilo de vida, e é relativamente a esta última que um grupo de estudo dos Estados Unidos se baseou para listar as dicas que aqui se refere.

Em termos de alimentação, deve-se preferir peixes oleosos, como o salmão ou a sardinha, e legumes. Mais especificamente, importa manter o consumo de vitamina B6 e zinco, que tal como muitos legumes contam com propriedades antioxidantes, o que atrasa a menopausa e reduzo risco de problemas cardiovasculares.

A par da alimentação, é essencial que se mantenha uma prática regular de exercício físico e se evite o ganho de peso – o primeiro passo para evitar osteoporose e doenças cardiovasculares.

Estas conhecidas medidas, cada vez mais aconselhadas para inúmeros casos, são tão mais eficazes quanto mais tidas em conta e apresentam-se no referido estudo como essenciais para uma menopausa menos agressiva e livre de complicações.

Direitos das Mulheres: Guineenses desconsideradas nas tomadas de decisão

estudo, Fala di Mindjer (As Vozes das Mulheres), é uma iniciativa coordenada pela organização não-governamental Voz di Paz patrocinada pelo fundo para consolidação da paz das Nações Unidas.

Entre as várias conclusões do estudo, feito a partir de depoimentos recolhidos nas comunidades urbanas e rurais ao longo de 18 meses, está, por exemplo, que a mulher guineense não tem lugar na política, que é considerada atividade masculina.

O estudo revela também que a mulher guineense, para ser considerada bem-sucedida, tem de se casar e constituir família, deixando ambições sociais e políticas, e que o setor da defesa e segurança é um terreno exclusivo dos cidadãos do sexo masculino.

Aida Fadiá, uma conhecida ativista dos direitos cívicos nas forças de defesa e segurança guineenses, disse à Lusa que o estudo “revela situações verdadeiras de exclusão” das mulheres.

No caso da polícia, a ativista referiu que esta força ainda não tem mulheres nos cargos do comando de operações.

Com a patente de superintendente, Aida Fadiá disse não se contentar quando sente que pode “comandar forças” e dirigir “missões operativas” em termos de segurança do país.

“Não podemos ficar confinadas aos serviços de logística, da saúde, ação social, serviços administrativos, queremos estar no campo operativo”, observou Aida Fadiá, que disse não perder esperança de um dia ver uma mulher no lugar de comissária-geral da polícia.

No dia em que assim for, a Guiné-Bissau “terá mais segurança”, afirmou, salientando que a mulher “não gosta de problemas” por saber que tem filhos e marido com os quais vai ter que se preocupar.

O estudo aponta que os estigmas e a falta de condições nas casernas contribuem para afastar as mulheres das forças de segurança e que a segregação na educação limita a sua participação na política, o que acaba por se refletir no número de mulheres nos lugares de liderança.

Mulheres iranianas desafiam autoridades e retiram o véu

 

 

 

As fotografias dos protestos estão a concentrar-se na página My Stealthy Freedo, da jornalista e activista Masih Alinejad, nas redes sociais Twitter e Facebook. Alinejad, que vive desde 2009 nos EUA e que teme ser detida se regressar ao Irão, começou um movimento online, sob a hashtag #WhiteWednesdays, em que às quartas-feiras, muitas mulheres usavam um lenço branco ou vestiam-se de branco para protestar contra o uso obrigatório do véu. Algumas tiravam o lenço brevemente, acenando como que fazendo um sinal de trégua ou paz. Os protestos eram então fotografados ou filmados e as imagens publicadas por Alinejad.

A primeira mulher dos mais recentes protestos parece inspirada por este movimento –- tinha um lenço branco –, mas fez mais do que isto: manteve-se a protestar cerca de 45 minutos até que a polícia a levou. A sua identidade só foi divulgada quando a advogada defensora de direitos humanos Nasrin Sotoudeh revelou que estava presa. Soube-se entretanto que se chama Vida Movahed e que foi libertada na segunda-feira, depois de um mês de detenção.

No mesmo dia em que Movahed era libertada, e também em Teerão, era detida uma segunda mulher que imitou o gesto da primeira, após apenas dez minutos de protesto, diz o diário britânico The Guardian. Tinha uma pulseira verde, uma possível referência ao Movimento Verde de 2009 cujos líderes estão ainda sob prisão domiciliária.

Segundo o Financial Times, pelo menos outras seis mulheres levaram a cabo protestos semelhantes nos últimos dias. Não há informação sobre se foram detidas.

No Irão o uso do hijab é obrigatório desde a Revolução Islâmica de 1979, mas muitas mulheres testam os limites usando um lenço muito solto (arriscando uma multa por “mau hijab”) ou tirando-o enquanto conduzem. Correm sempre o risco de haver um castigo.

Fotografias da caixa de electricidade na Avenida Enghelab (da Revolução) de Teerão em que a primeira mulher protestou mostram que alguém lá escreveu: “Aqui podes vestir o que quiseres.” Há um carro da polícia parado mesmo atrás.

Na página há imagens mais surpreendentes, todas publicadas nas últimas duas semanas: uma mulher de chador, indicando conservadorismo, com uma mensagem a favor da liberdade de escolha, ou um homem agitando o lenço branco.

O protesto parece ganhar força mesmo após a repressão das manifestações de Dezembro, em que centenas ou milhares de pessoas foram detidas, com relatos de maus tratos e de mais de 20 mortes na prisão.

O regime anunciou que se mantém na prisão cerca de 300 pessoas detidas durante os protestos, mas que a maioria já está em liberdade. As autoridades apresentaram este protesto como obra dos inimigos do Irão.

Os dois movimentos parecem muito diferentes: aquele que visou as condições económicas e corrupção ocorreu sobretudo fora de Teerão, e parecia envolver sobretudo trabalhadores, o do lenço parece estar concentrado na capital e ser levado a cabo pela classe média, escrevem ainda os correspondentes do Financial Times em Teerão.

A advogada Nasrin Sotoudeh declarou que este movimento é “um ponto de viragem”, com mulheres que “não mostram medo nenhum”. “Estes novos protestos são uma rejeição pública e pacífica de repúdio do controlo total dos políticos de todos os aspectos da vida das pessoas”, disse ao FT.

“O hijab forçado é o símbolo mais visível de opressão das mulheres no Irão”, disse Masih Alinejad ao Guardian, “por isso lutar contra o seu uso é o primeiro passo para a igualdade total”.

Já existe um contracetivo digital

Criada por uma mulher e a pensar em todas as mulheres do mundo, a Natural Cycles é uma aplicação móvel que se assume como fiel alternativa à convencional pílula contracetiva.

Pelas mãos da sueca Elina Berglund – mulher que, como tantas outras, queria deixar de tomar um químico todos os dias para prevenir uma gravidez indesejada -, a aplicação de telemóvel recorre a um algoritmo que analisa a temperatura do corpo feminino e, com esses dados obtidos, determina se a mulher está ou não em período fértil.

“O algoritmo da Natural Cycles analisa a sua temperatura e também considera outros fatores, como a sobrevivência do esperma, as flutuações de temperatura, os ciclos anteriores e as irregularidades do ciclo, de modo a determinar a presença ou a ausência de fertilidade e a calcular os seus dias vermelhos e verdes. Os testes de ovulação (LH) opcionais também ajudam a aplicação a identificar a sua ovulação e a determinar esses dias”, lê-se no site da aplicação.

Os dias a verde representam aqueles em que o casal pode fazer sexo sem recorrer a um preservativo, já os dias assinalados a vermelho requerem o uso de um contracetivo de proteção (como o preservativo) ou a abstinência, pois o risco de gravidez é mais elevado.

Aprovada pela União Europeia e registada pelo Infarmed este ano, a Natural Cycles – cujo uso não possui efeitos secundários – tem um custo de 8,99 euros por mês, mas conta já com mais de 100 mil instalações através da loja de aplicações da Google e está avaliada em 4,5 no iTunes da Apple.

A eficácia desta aplicação foi já colocada à prova num estudo com mais de quatro mil mulheres. Publicada na revista científica The European Journal of Contraception and Reproductive Healthcare, a investigação mostrou que o uso correto da aplicação poderia resultar em cinco gravidezes indesejadas em cada mil, sendo que o número de gestações fora dos planos subiria para nove em cada mil se fosse feito um mau uso da aplicação ou a mulher se esquecesse de a usar.

No que diz respeito à pílula ‘tradicional’, conta o El País, a toma correta poderia resultar em sete gravidezes não desejadas em cada cem, enquanto a toma incorreta (com atrasos, esquecimentos, etc.) poderia dar origem a nove gestações em cada cem.

Um outro estudo, citado pelo Mirro, destaca uma eficácia por parte da app na ordem dos 93%. Porém, importa salientar que este contracetivo digital deve ser entendido apenas como um substituto/alternativa à pílula e não ao preservativo, uma vez que não protege o homem e a mulher de doenças sexualmente transmissíveis.

Campanha luta contra o preconceito em relação às mulheres

A campanha “Nada é mais bonito que a inteligência” tem por base um estudo da Cien relativamente às percepções associadas à beleza feminina.

A Cien tem vindo a promover o conceito “Beleza inteligente”.

“Este estudo Cien comprova existência de um preconceito e desafia as pessoas a reflectirem sobre as suas ideias pré-definidas, revelando que a beleza e a inteligência podem andar de mão dada”, segundo é explicado em comunicado.

“Será possível ser-se bonita e médica? Segundo o mais recente estudo da marca Cien sobre perceções associadas à beleza feminina, a maioria dos entrevistados considera que «não». Apostada em provar que a beleza pode ser inteligente, Cien, a marca de higiene e beleza exclusiva do Lidl, promoveu um estudo quantitativo junto de uma amostra bipartida, entre homens e mulheres. Desenvolvido pela Ipsos Apeme, uma empresa líder na análise e estudo de mercados, tendências e comportamento dos consumidores, através da apresentação das suas fotografias, este estudo desafiou os entrevistados, com idades entre os 18 e os 55 anos, a identificar as profissões e habilitações literárias de um  conjunto de mulheres. Metade, eram mulheres particularmente bonitas e a outra metade, mulheres comuns. Os resultados revelam a existência de alguns preconceitos sobre a mulher e a sua beleza e reforçam a influência da imagem na perceção do que é uma mulher inteligente”, pode ler-se no site do Lidl, cadeia de distribuição alimentar de origem alemã.

Nenhum de nós é igual até que todos nós sejamos iguais

“Uma em cada três mulheres em todo o mundo sofrerá violência física e / ou sexual durante a sua vida, e quase um terço das raparigas em alguns países em desenvolvimento são casadas aos 15 anos de idade”.

Com este vídeo “incrivelmente poderoso” os dois grupos de campanha pedem que as pessoas tomem medidas contra o sexismo global.

“Pobreza é sexista” é o nome do vídeo e pretende transmitir a ideia de que as mulheres de todas as idades têm ouvido “não” um pouco por todo o mundo, todos os dias. 

Vários cenários são apresentados: uma menina que nasce com a conotação negativa de “não” ser um menino, uma criança que lhe é dito que não pode concentrar-se nos seus próprios interesses, e uma menina forçada a um casamento arranjado.

Cada cena é baseada num aspeto diferente que as mulheres enfrentam na sociedade de hoje. “Você não precisa ser uma menina em Uganda para entender o que significaria ser retida na escola por estar com o período”, explica o diretor criativo do ONE, Meagan Bond.

“Nenhum de nós é igual, até que todos nós sejamos iguais” e é pedido às pessoas que tomem uma posição.

Fonte: Independent

Risco de surdez para mulheres que tomam paracetamol e ibuprofeno

É o que confirma um estudo realizado por investigadores do Brigham and Women’s Hospital, nos Estados Unidos, sugere que tomar dois comprimidos paracetamol ou ibuprofeno por semana durante seis ou mais anos pode danificar permanentemente a audição nas mulheres.

Os investigadores sugerem que estas drogas podem cortar o fornecimento de sangue para o ouvido interno e expô-lo a danos provocados pelo ruído.

Cerca de um em cada 20 casos de perda auditiva parcial em mulheres pode ter sido provocado pela toma frequente de analgésicos, segundo reporta o Daily Mail.

Estas descobertas apoiam conclusões semelhantes a que chegaram estudos feitos só com homens, sugerindo que as mulheres de meia-idade, que tomam paracetamol e ibuprofeno com frequência por causa de dores de cabeça e costas, devem considerar parar ou ‘cortar’.

Os investigadores, liderados pelo Dr. Gary Curhan, chegaram a estas conclusões após examinarem 55,850 mulheres entre os 44 e os 69 anos – cerca de metade reportou ter problemas auditivos.

 

A difícil entrada das mulheres nas Olimpíadas

jogos olímpicos da era moderna nasceram a cinco anos do século XX como os da antiguidade, só para homens. Mas uma mulher desafiou as regras e fez a maratona. Não a deixaram pisar a pista oficial, porém, a nascida na ilha grega de Siros correu os 40 quilómetros nas ruas de Atenas.

À margem, portanto, da primeira edição dos Jogos Olímpicos, que decorreu em abril de 1896 na Grécia, Stamata Revithi, mulher pobre de 30 anos de idade, impôs a sua ambição de correr a maratona, contudo, não conseguiu que a sua participação fosse oficializada, apesar de ter papéis assinados por testemunhas do feito e até notícias nos jornais.

 

Chicas Poderosas. Projeto que apoia mulheres tech chega a Portugal

O projeto Chicas Poderosas, da ‘designer’ de conteúdos digitais portuguesa Mariana Santos, ganhou a América Latina com tecnologia e habilidades digitais focadas em capacitar mulheres comunicadoras e prevê chegar a Lisboa ainda este ano.

Chicas Poderosas nasceu em 2013 de um programa de bolsas da jornalista no ICFJ (Internacional Center for Journalists), em Washington, Estados Unidos. Três anos depois, cerca de 2.500 pessoas já participaram nos cursos em mais de dez países, incluindo a Colômbia, afirmou a ‘designer’ de conteúdos e jornalista à Lusa.

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