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Anunciada a 3ª edição do Rock in Rio Innovation Week @LACS

Créditos: AGENCIAZERO.NET

A 2ª edição do Rock in Rio Innovation Week @LACS contou com a presença de mais de 2.000 pessoas focadas nos desafios e oportunidades, pessoais e profissionais, num mundo em constante transformação. A educação foi um dos temas em destaque, com a presença de mais de 100 professores de todo o país.

A 2ª edição do Rock in Rio Innovation Week @LACS trouxe até Lisboa mais de 100 workshops e talks, dezenas de conteúdos e oradores, sessões de networking, experiências de aprendizagem e muita música. A reinvenção dos modelos de trabalho e de educação, a empatia e a criatividade como ferramenta de negócios, a liderança feminina e a evolução tecnológica acelerada, foram alguns dos temas em destaque na programação. Contando com a presença de mais de 2.000 pessoas, com o primeiro dia do evento esgotado, os conteúdos digitais publicados ao longo da semana no Facebook e Instagram alcançaram mais de 300.000 pessoas. As datas da terceira edição do evento já estão marcadas: de 23 a 26 de junho de 2020 no LACS e espaços envolventes.

A Galp, founding partner do Rock in Rio Innovation Week, promoveu o debate em torno das novas formas de aprendizagem, convidando André Bello a falar sobre as revoluções atuais e as oportunidades que estão a surgir, Daniel Aisenberg a questionar até que ponto as empresas incentivam uma atitude de colaboração interna e Paulo de Carvalho a mostrar como é possível inovar nas empresas. Para Rui Mendes da Costa, Head of Learning and Training da Galp “a ligação entre a Galp e o Rock in Rio Innovation Week é muito natural visto que ambas as marcas partilham a mesma visão e os mesmos vectores: Aprender a Aprender, Growth Mindset e Responsabilização. A cultura organizacional da Galp prepara as pessoas para receber e abraçar o novo e é precisamente isso que trabalhamos neste evento.”

Entre os temas mais procurados pelos participantes estiveram os conteúdos práticos. Com workshops sempre esgotados, de duração entre uma a três horas, os participantes tiveram a oportunidade de construir guitarras elétricas personalizadas pelas mãos da The Inventors, experimentar fazer parte de um grupo de samba, praticar judo ao ar livre ou procurar o seu “palhaço interior” com Mark Mekelburg, cofundador da Operação Nariz Vermelho. Outro destaque da programação foi o Education Day, promovido pela Microsoft, onde reuniu mais de 100 professores de todo o país, de diferentes ciclos de ensino, para debater a forma como a tecnologia pode ser uma ferramenta na aprendizagem e nos novos modelos de educação. A Microsoft organizou ainda, ao longo dos quatro dias, uma série de speed interviews, colocando em contacto recém-licenciados com managers da empresa.

Para Agatha Arêas, Vice-Presidente de Learning Experience do Rock in Rio, “este ano, o Rock in Rio Innovation Week regressou maior, com mais conteúdos, o que nos levou a expandir a estrutura e criar mais espaços nas zonas envolventes do LACS, como a Casa de Desenho (antigo Speakeasy) e a área exterior da Conde Rocha d’Óbidos. No próximo ano a expansão do evento continuará e o nosso objetivo é que a cada edição a sua dimensão aumente, até que se configure nos arredores do LACS um verdadeiro Rock in Rio Innovation District.”

Outro dos momentos onde os participantes marcaram forte presença foram os finais de tarde no rooftop do LACS. Com vista para o Rio Tejo e a Ponte 25 de Abril, ao som de vários artistas e DJs, os participantes reuniram-se ali para momentos de networking, trocar ideias com os oradores, a equipa organizadora, com os responsáveis das marcas patrocinadoras – com várias ativações no local (Coruja, Rituals, Galp, Microsoft, Mytho) – ou simplesmente para relaxar, fazendo o balanço de cada dia. A 3ª edição do evento está marcada para 23, 24, 25 e 26 de junho de 2020.

2ª edição do Rock in Rio Innovation Week começa amanhã

A segunda edição desta iniciativa, com o carimbo do Rock in Rio, apresenta um programa com quatro dias de talks e workshops, criatividade, sessões de networking, inovação e muita música ao final de cada dia no rooftop de um dos espaços mais criativos e singulares de Lisboa, o LACS| Conde d’Óbidos.

Mais de 150 horas de formação e aprendizagem, 100 workshops e talks com dezenas de oradores.

Da programação do evento destacam-se mais de 150 horas de formação e aprendizagem, 100 workshops e talks com dezenas de oradores que passarão por questões como a reinvenção dos modelos de trabalho, a empatia como ferramenta de negócios, a liderança no feminino, a evolução tecnológica acelerada e os desafios na era da Inteligência Artificial, a criatividade como motor de transformação de pessoas, entre muitos outros.

Os bilhetes estão à venda na Ticketline e em https://rockinrioinnovationweek.com/bilhetes/, estando disponíveis opções de bilhete diário por 29€ e full pass (quatro dias) por 89€.

Pólo de engenharia de polímeros aposta em projetos e networking para desenvolvimento do setor

O PIEP desenvolve a sua atividade em diferentes setores de aplicação que assenta em diferentes tipos tecnologias de processamento. De que competências tecnológicas e científicas falamos? 

O PIEP reúne competências num conjunto alargado de domínios tecnológicos e científicos, nomeadamente, sistemas de base polimérica, engenharia de produto e de processo, processamento de termoplásticos e compósitos e caracterização de materiais, que lhe permitem suportar de forma integrada todos os processos da cadeia de desenvolvimento de produto e de sistemas de diferentes setores de aplicação.

Pode-se mencionar em mais detalhe, o desenvolvimento e otimização de novas formulações de materiais, desde materiais biodegradáveis, nanomateriais e polímeros condutores, o desenvolvimento e design de produtos, e as tecnologias de processamento de polímeros e compósitos. O PIEP possui ainda competências ao nível da caracterização mecânica, térmica, estrutural, reológica, ambiental, químico-física, ótica, morfológica e microestrutural de matérias-primas e de peças em plásticos, que lhe permitem ser um parceiro ativo na resposta ás necessidades mais prementes da indústria.

Transferir conhecimentos para indústrias como a do ambiente, energia transportes, calçado, electrónica e construção, é algo que faz parte de inúmeros projetos dos quais o PIEP faz parte. O que pode ser referido sobre os mesmos?

O PIEP tem desenvolvido a sua atividade em estreita colaboração com as empresas. Em 16 anos de atividade, são vários os exemplos. Gostaria no entanto de mencionar o projeto Hybridtec, o qual teve como objetivo o desenvolvimento de um processo e produto inovador que permitiu oferecer ao mercado uma nova tipologia de componentes injetados, integrando materiais compósitos e insertos metálicos para aumento do reforço e do seu elevado desempenho estrutural. Este projeto possibilitou a obtenção de um demonstrador, estrutura horizontal de um assento automóvel, que apresenta uma redução de peso superior a 41% e um custo de produção inferior 13% em relação aos custos de produção de uma estrutura em alumínio.

O protótipo desenvolvido foi selecionado pela JEC World 2016 para figurar entre as 20 soluções internacionais mais inovadoras a expor no “AUTO Planet”. Sendo o PIEP, quanto sabemos, a primeira entidade nacional a expor na área “Planet” da JEC, ao lado de outras inovações apresentadas pela Lamborghini, Faurecia e BMW, esta presença permitiu reforçar o seu posicionamento enquanto entidade de referência no desenvolvimento de soluções inovadoras com polímeros e compósitos.

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Um dos projetos da instituição é promover a participação de empresas nacionais em projetos de I&DT europeus. De que forma funcionam estas iniciativas? 

Ao nível dos projetos de I&DT europeus, os quais são extremamente competitivos, o PIEP tem assumido um papel ativo na incorporação de empresas nacionais nos consórcios que normalmente integra. A este nível gostaria de destacar o projeto “cTPS – Design of a Crushable TPS for the ERC”, que  foi desenvolvido para a Agência Espacial Europeia (ESA) por um consórcio constituído única e exclusivamente por instituições e empresas nacionais, nomeadamente, a ACC -Amorim Cork Composites, o ISQ e a Critical Materials.

O projeto, para a Agência Espacial Europeia, permitiu ainda demonstrar a capacidade existente a nível nacional nesta matéria, o que será importante para o posicionamento deste consórcio nacional para o futuros desenvolvimentos deste tipo de sistemas.

Na sua opinião, qual é a importância da existência de uma forte rede de contactos internacionais para o desenvolvimento da indústria do setor e da própria Universidade do Minho? 

A rede de contactos e de parcerias internacionais é algo que é extremamente importante para o desenvolvimento do setor dos plásticos e moldes em Portugal e para a própria Universidade do Minho. O PIEP tem vindo a aumentar a sua participação em fóruns e plataformas europeias, como por exemplo a ECP4, o que nos tem permitido aumentar a nossa rede de contactos e parcerias e o reconhecimento por parte das entidades públicas e privadas europeias. 

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Quais diria que são os maiores desafios da Engenharia de Polímeros em Portugal?

Tendo como base a rápida evolução e transformação do setor dos plásticos e moldes e dos seus setores conexos, nomeadamente, automóvel, aeronáutica, espaço e defesa. É extremamente importante que as empresas, os centros de investigação e as universidades, sejam capazes de criar sinergias e competências para poderem acompanhar esta mudança. A transformação digital e a economia circular, faz com tenhamos de pensar em novos materiais, em produtos e processos mais inteligentes e eficientes, o que pressupõem uma nova forma de pensar e de fazer cada vez mais integrada e multissetorial.

Para 2018, que novas iniciativas estão pensadas?

Para 2018, o PIEP pretende alavancar uma iniciativa mais estruturada ao nível da dinamização da  transferência de conhecimento científico e tecnológico na área dos polímeros e compósitos para a indústria e para a sociedade. A esse nível será realizada a promoção, divulgação, disseminação e transferência de conhecimento científico e tecnológico na área dos polímeros e compósitos e o desenvolvimento de demonstradores tecnológicos inovadores com vista à sua valorização económica.

Networking: Será que sabe rentabilizar os seus contactos?

À procura de resposta a todas estas questões, a Revista Pontos de Vista esteve presente num evento de networking em que os presentes trocaram impressões sobre os seus negócios e manifestaram-se sobre aquilo que necessitam para conseguirem fluir os seus negócios.

A organização esteve inteiramente a cargo de Luís Barroca Monteiro, fundador do Portal AXO.PT.

Este é um projeto pensado de forma a juntar duas componentes: networking e formação e dirigido essencialmente a pequenos e médios empresários que nem sempre dispõem de tempo para tal.  Por isso, os intervenientes estão de acordo e assumem como sendo algo essencial ao seu dia-a-dia.

Esta primeira edição de networking sessions, pôde contar com a presença de diversos empresários, estando já em fase de preparação outras sessões um pouco por todo o país, tendo por base a Regus, a conhecida multinacional especializada na disponibilização de escritórios profissionais. A ideia é conseguir alargar a rede de contactos de todos os membros pertencentes à rede, numa primeira fase em Portugal e posteriormente para todos os 120 países onde a Regus opera.

Um painel diversificado em que mundos completamente distintos se encontraram.

Das empresas presentes, salienta-se a AXO.PT, que é uma plataforma de comunicação digital cujo objetivo é ajudar as empresas a captarem mais visibilidade e consequentemente aumentarem a sua área de negócio; a WTV é uma empresa dedicada à produção de conteúdos que funciona como um canal de televisão generalista, disponível através da internet, com uma grelha de programação resultante do somatório dos diversos canais temáticos WTV, bem como de outros canais Web parceiros; já a ADN é uma associação que procura difundir a cultura nacional; o Atelier D’ Maison é  uma empresa inserida na área da construção civil, especializada na reabilitação de edifícios e comercialização de revestimentos e por fim, 3DWays que se dedica à construção de impressoras 3D de gama profissional, controláveis remotamente e que trabalham em conjunto para realizar a produção necessária eficientemente.

O momento formativo foi proporcionado pelo Luís Granja – Coach, que é especialista em desenvolvimento humano e que abordou a importância da Psicologia Positiva.

1ª PARTE: WORKSHOP “PSICOLOGIA POSITIVA” APLICADA AOS NEGÓCIOS 

O termo refere-se à incessante busca do ser humano pela felicidade. Neste painel, Luís Granja procurou adaptar esta psicologia ao mundo dos negócios na medida em que todos os líderes devem motivar as suas equipas, construindo relações de confiança, que segundo o próprio “é a arma mais poderosa das relações humanas”. Explicou que o segredo nas relações é algo que, embora seja natural e incontrolável, pode ser moldado e construído. A Psicologia Positiva está ligada ao coaching e é bastante aplicada às organizações.

2ª PARTE: COMO FAZER UM BOM NETWORKING? 

Após terminado o primeiro painel seguiu-se um segundo momento dedicado inteiramente ao networking e que o mesmo fosse produtivo. Os participantes trocaram ideias e explicaram os seus modelos de negócio com vista à criação de ligações, consistentes, e que futuramente perdurassem.

Segundo o organizador, Luís Barroca Monteiro, o que define um bom networking é “fazer com que as pessoas realmente nos ajudem e não simplesmente trocar contactos. Não custa fazer um telefonema por alguém quando sabemos que esse telefonema pode mudar a vida de outra pessoa. Se pudermos, devemos intervir por alguém. Mais tarde poderemos ser nós a precisar do contrário!”.

Das várias impressões sobre o que estava a acontecer, importa realçar que a ideia de explicar o que se pretende para o próprio negócio é essencial e os intervenientes definiram como “benéfico” e “algo que resulta”. No final, foi possível entender que, independentemente do setor, qualquer pessoa pode ser útil na procura daquilo que se precisa.

3 perguntas a Jorge Valdeira Country Manager da Regus em Portugal 

No dia 30 de junho arrancou aquela que foi a primeira edição de “Networking Sessions”, nas instalações da Regus na Torre de Monsanto – um dos principais parceiros deste evento. Como define esta parceria? 

É um contributo valioso para o reforço do Networking enquanto catalisador dos negócios de numerosos profissionais e empreendedores. A Regus é particularmente sensível a esta temática pois incorpora-a também no serviço que presta aos seus clientes. Os nossos centros além de oferecerem todo o tipo de soluções de espaço de trabalho, são também uma comunidade multiempresarial que inclui os mais variados  setores de atividade e tipos de empresa, pois todos acabam por beneficiar das nossas soluções flexíveis para espaços de trabalho: seja por termos escritórios equipados de alta qualidade e prontos a usar de imediato, seja por termos contratos de duração flexível, seja ainda por poderem estar num espaço em podem interagir com muitos outros profissionais. Na Regus temos desde as startups até às filiais de multinacionais, desde clientes residentes em escritório privado até clientes móveis que usam a nossa rede em diversos locais. E a Regus agrega e aproxima todos esses empresários que facilmente acabam porcriar laços entre si e que frequentemente geram negócios ou trocas de informação úteis. Isto é verdade à escala local, com os nossos 11 centros em Portugal, mas também a nível internacional com a nossa rede de mais de três mil centros espalhados em mais de 120 países do mundo. Neste contexto, os centros Regus são um local quase perfeito para uma iniciativa de Networking Sessions e por isso a parceria surge com alguma naturalidade. É uma iniciativa que acarinhamos e apoiamos, e como além disso temos espaços de reunião de alta qualidade providenciamos o ambiente adequado para estes eventos se realizarem com o sucesso que se deseja.

O que pensa sobre este tipo de iniciativas para o mundo empresarial? 

São um bom complemento para outras soluções de Networking. A sua importância varia naturalmente consoante o tipo de negócio, nalgumas atividades pode mesmo ter um papel central na obtenção de clientes ou até no procurement. Mas existe também uma componente motivacional muito importante e uma partilha de informação, feita de uma forma personalizada, que pode ser valiosa para muitos empreendedores. De  uma certa perspetiva estamos dentro de uma forma particular de trabalho em rede que é muito própria do nosso tempo e que não se esgota no uso de plataformas digitais e ferramentas online. O contacto pessoal cara-a-cara continua a ser uma forma basilar de criar oportunidades de negócio e quando é feito de uma forma estruturada como são estas sessões, consegue-se um equilíbrio interessante entre um leque alargado de contactos e a qualidade e profundidade dos mesmos. Vemos isso também na colaboração entre  os nossos clientes. Mesmo os ligados às tecnologias mais sofisticadas não dispensam a oportunidade de interagir entre si nos espaços partilhados dos nossos centros, nomeadamente nos espaços de co-working que estimulam também o Networking. E isso não substitui as plataformas digitais, nomeadamente aquela que também disponibilizamos online aos nossos clientes a nível mundial, simplesmente complementa-as.

De que forma descreve a importância da continuidade de projetos desta natureza? 

Penso que têm espaço para continuar e para se alargar, nomeadamente no âmbito geográfico. Na Regus teremos a disponibilidade para colaborar com esta iniciativa, não só nos nossos centros de escritórios de Lisboa e Oeiras, onde se iniciou, como também a Norte nas nossas unidades do Porto e de Vila Nova de Gaia onde abrimos recentemente um novo centro nas Lake Towers, na Arrábida. Num  momento em que o tecido económico beneficia de uma forte onda de empreendedorismo que se traduz em tantas startups que vão surgindo por todo o país, há espaço para alargar estas iniciativas de Networking a âmbitos geográficos mais vastos. Há que seguir as oportunidades nos locais onde elas estão a surgir. Estamos a seguir essa tendência, criando novos centros de escritórios fora do centro de Lisboa e do Porto; e temos a ambição de continuar a expandir a rede nesse sentido. Queremos levar as nossas soluções de escritórios equipados e prontos a usar a cada vez mais profissionais e empresários, queremos disponibilizar o co-working e os nossos contratos de duração flexível em cada vez mais locais. São ferramentas de trabalho importantes e o Networking e as Networking Sessions, que também o são, podem e devem fazer o mesmo caminho.

TESTEMUNHOS…

Victor Gomes – Diretor de Comunicação Da WTV e representante Da ADN (Audionac Associação)

“Este tipo de iniciativas são imensamente importantes uma vez que todas as empresas fazem networking de uma forma instintiva, mas temos de aprender a fazê-lo de forma organizada. Apesar de já haver vários grupos estruturados, com regras estabelecidas e lógicas já testadas, neste evento o conceito é muito bem pensado, agradou-me especialmente a forma como foi organizado”.

Francisco Tenente – Ceo da 3DWays

“Desde o primeiro dia em que me tornei empresário quis aprender com aqueles que já sabem mais do que eu. Este tipo de eventos poupa tempo e recursos àqueles que, como eu, procuram as pessoas certas para aprender e amadurecer nos negócios. Ter vindo aqui hoje fez-me aprender coisas que talvez demorasse anos a conhecer. Gosto deste tipo de iniciativas e desta em específico. Esta foi concebida por uma pessoa que já passou por vários modelos de fazer networking, que trabalhou na otimização e nas vantagens de melhorar isto de trocar contactos. Conheço o Luís B. Monteiro há algum tempo e confio nas pessoas que ele conseguiu trazer aqui para eu conhecer, sei que qualquer uma delas vai ser relevante para o meu negócio ou até mesmo para a minha vida”.

Luís Barroca Monteiro – Organizador

“Este projeto é algo que já estava pensado há muito tempo, fruto da minha experiência profissional e do contacto que tenho tido com centenas de empresários de alguns países por onde passei. Cada qual com as suas necessidades, ambições e com a sua própria rede de contactos. Este não é um projeto para mim e vai ao encontro de uma vontade constante que tenho de ajudar os outros. Temos sempre algo a aprender uns com os outros e tal aprendizagem não tem que ver com os anos de vida até porque nesta primeira edição temos empresários dos 24 aos 54 anos”.

Bruno Coelho – Gerente da Atelier D’ Maison

“Estou no ramo da construção civil, no restauro e na reabilitação de edifícios, tenho como prioridade apresentar a máxima qualidade ao cliente. Acredito neste tipo de networking e na forma de como este, em especial, está estruturado. Daqui levo mais contactos e conhecimentos com confiança e assertividade. Não gosto de trocar contactos só ‘porque sim’, acredito que temos de ter a certeza que os contactos que vamos angariando só servem de algo se os conseguirmos rentabilizar”.

Luís Granja – Coach e Formador para o Desenvolvimento Pessoal

“Tornei-me Coach em 2013 após um período de transição profissional ligado às vendas. Decidi tirar a minha formação e desde aí tenho vindo a trabalhar em desenvolvimento humano. Atuo na capacitação pessoal dos empresários para que eles consigam estabelecer relações de confiança com os seus potenciais parceiros. Hoje, trouxe a Psicologia Positiva como tema porque de forma geral as pessoas sabem o que é o coaching e a própria Psicologia Positiva, mas de uma maneira diferente de como eu a encaro: a potenciação do ser humano. Sobre as pessoas que fazem parte deste grupo, são pessoas que querem passar para outros níveis de desenvolvimento, sem dúvida alguma”.

Motivação, liderança e solidariedade em evento que reuniu mais de 1500 pessoas

Na passada terça-feira, dia 27 de junho, a cidade de Gondomar recebeu a 6.ª edição de uma iniciativa que reúne cada vez mais pessoas e que aposta no aprimoramento de conhecimentos em áreas como motivação, liderança e marketing relacional: o «Dia do Cliente», uma ação promovida pela Samsys, uma consultora especializada no setor das tecnologias de informação.

Tendo a iniciativa coincidido com o dia da realização do concerto solidário «Juntos por Todos», e numa altura em que o flagelo dos incêndios se abateu sobre o nosso país, o evento ficou também marcado por momentos de partilha e solidariedade através de uma iniciativa levada a cabo pela Sage – um dos patrocinadores do evento – através do seu projeto de responsabilidade social corporativa (Sage Foundation). A ação passou pela organização de uma recolha de fundos junto de todos os participantes, que irá reverter a favor das famílias afetadas pelos incêndios em Pedrógão Grande.

Pelo palco do Multiusos de Gondomar passaram peritos em gestão, inteligência emocional, liderança, linguagem corporal e neurociência – como João Catalão, Nuno Fontes, Paulo Moreira, Alexandre Monteiro, Jamil Albuquerque e Fernando Rodrigues – e ainda seis empresárias que debateram a aplicação destes vetores no dia-a-dia das suas organizações. Nos momentos de transição de oradores, o Multiusos enchia-se de luz e cor, ora com danças de salão, ilusionismo ou duetos de piano/voz ou até mesmo com dinâmicas de grupo ao ritmo do zumba ou do crossfit.

O networking surgiu de forma espontânea ao longo do evento, com especial enfoque nas pausas para coffee break ou almoço. Lorenzza Fernandes, empresária no ramo da multimédia, considera que “esta é a melhor forma de trocar contactos entre empresários e de potenciar o nosso negócio, porque o ambiente é propício e todos estão com o mesmo espírito e com uma dose de motivação extra”. Relativamente ao painel de palestras, como espectadora, considera que “é importante termos a noção de como pôr em prática as ideias que temos em mente e aqui no evento aprendemos técnicas para passar da teoria à prática”, conclui.

A Samsys, entidade responsável pela organização do evento, acredita que é na partilha de contactos, de conhecimentos e de tempo, que está o segredo dos bons negócios. Para Samuel Soares, diretor geral da empresa, “a boa liderança é algo que faz falta no nosso país. O derradeiro desafio de um líder é criar outros líderes, perpetuando valores e conhecimento. Este evento é, nem mais nem menos, do que um dia de partilha entre todos e uma fonte de princípios que os empresários podem (e devem) levar para as suas organizações”. Segundo Rúben Soares, diretor executivo da Samsys, “é tempo de agir e aquilo em que acreditamos é que é na ação, no ‘fazer’, que está o crescimento das empresas. Muitos clientes têm excelentes ideias mas falta-lhes coragem para inovar. A verdade é que, muitas vezes, é na capacidade para arriscar que está o sucesso e o fator distintivo que todos querem ter”, afirma.

O dia foi, ainda, marcado por uma surpresa: a apresentação do novo livro de Samuel Soares, diretor geral da Samsys, cujo título é «O caminho do sonhador. O poder dos sonhos no caminho do sucesso» e que reitera esta necessidade crescente de valorização das chamadas soft skills (perfil humano) comparativamente às hard skills (perfil técnico) dos profissionais.

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