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Tag: O consultório das perguntas difíceis – Clínica Liberty

Porque é que às vezes nos sentimos menos confiantes no nosso ambiente de trabalho?

Closeup portrait of smiling beautiful middle-aged business woman wearing jacket and standing in light office hall with her arms crossed

As más notícias: nunca se consegue manter exatamente o mesmo nível de autoconfiança ao longo das nossas vidas, porque ela é de facto dinâmica e depende da interação de fatores externos e internos. A boa notícia: sendo dinâmica, a autoconfiança pode sempre ser aumentada e treinada e já estão documentadas várias estratégias com resultados muito eficazes.

Os fatores externos da autoconfiança são obviamente mais difíceis de controlar. Quantos de nós nos defrontamos ao longo da vida com ambientes de trabalho onde constantemente nos colocam obstáculos, com problemas familiares (e de algumas noites de Natal complicadas), com relações desequilibradas – todos estes contextos nos dificultam a prossecução dos nossos objetivos e o alcance dos resultados que queremos para a nossa vida. E a balança da autoconfiança pode ser afetada ainda por pressões sociais e culturais para ter um determinado comportamento ou objetivos que ainda não conseguimos alcançar (“Ainda não tens casa própria aos 40 anos?”). Quando sentimos que não conseguimos alcançar os objetivos que traçamos (ou que a sociedade espera que tracemos) podemos começar a sentir-nos menos confiantes, a sentir que não temos impacto no mundo exterior.

Então e como nos podemos preparar ou defender para lidar com esses obstáculos difíceis sem perder a nossa confiança? Há estratégias muito eficazes para construir uma perceção forte e positiva sobre nós próprios independentemente de estarmos a conseguir alcançar todos os objetivos que nos propusemos – seja através de sessões de coaching, treino assertivo, terapias específicas para a autoconfiança. E há também um treino pessoal que podemos desenvolver para nos focarmos em procurar soluções reais e concretas para problemas que acreditamos serem muito complexos e quase “naturalmente” sem solução.

Por exemplo, no mundo de trabalho competitivo é especialmente constrangedor ter um metabolismo propenso a transpiração excessiva. Facilmente se pode imaginar o embaraço de quem veste uma camisa transpirada numa reunião importante, ou começa a transpirar profusamente das mãos durante uma entrevista de trabalho. Há casos de pessoas extremamente competentes que não se atrevem a candidatar-se a postos onde estarão mais expostos a audiências porque falar em público significa transpirar em público, e isso revela-se insuportável.

Ora, nestes casos, um caminho para aumentar a autoconfiança é de facto desafiar a ideia de que esta situação tenha de ser sempre assim. Focar a mente na procura de uma solução, mesmo que à partida não saibamos se ela existe: perguntar a amigos e familiares se ouviram falar de algum tratamento, pesquisar na web, consultar clínicas especializadas em tratamentos de suor. Todas estas estratégias nos obrigam a focar nos resultados que desejamos obter, em vez de nos deixarmos abater pelo obstáculo que neste momento ainda nos impede de obter os objetivos que queremos.

Quem optar pelo caminho da pesquisa assertiva da solução, vai descobrir que de facto existem clínicas especializadas no tratamento do suor (em Portugal também, há uma com consultórios em Lisboa e no Porto) e que há tratamentos específicos para resolver de forma duradoura a transpiração excessiva nos pés, mãos e axilas.  Ou seja, quem optar por este caminho vai encontrar a solução para um problema que o impede de avançar na prossecução dos seus objetivos e vai ganhar mais autoconfiança. É este o caminho que se recomenda sempre, em qualquer situação que envolva um obstáculo para si no seu ambiente de trabalho.

 

Porque parece ser tão complicado sentirmo-nos Bem na nossa pele?

É bom começar por entender aquilo que para nós significa “sentir-se bem na própria pele”. Pode ser por exemplo conseguir manter uma determinada atitude resolutiva perante os obstáculos da vida; manter relações equilibradas com as pessoas que são importantes para nós; conseguir o emprego que realmente nos potencia; ou conseguir uma aparência que revela a nossa verdadeira beleza interior. Quando conseguimos identificar o que num determinado momento da nossa vida é importante para nos sentirmos bem connosco próprios, temos o nosso objetivo identificado – é o primeiro passo.

O segundo passo passa por perceber quais são as opções que temos disponíveis para o atingir e conciliar essas opções com os nossos próprios valores – e é nesse equilíbrio que a decisão mais indicada para nós se revela. Por exemplo: se o que é mais importante para si neste momento é encontrar uma forma de aliviar as marcas da passagem do tempo no seu rosto, então o passo seguinte é perceber quais são as opções que tem disponíveis na oferta do mercado. Este é o segundo passo: listar as alternativas que lhe são oferecidas para ir de encontro ao seu objetivo. Verá que neste caso particular, a oferta é imensa, e cobre um espectro que vai desde tratamentos de biotecnologia à base de ingredientes totalmente naturais – até à intervenção cirúrgica, mais invasiva mas com resultados mais visíveis num curto espaço de tempo.

O terceiro passo passa por conciliar os seus valores pessoais com as alternativas que tem no seu elenco de opções. Continuando com o mesmo exemplo prático: se deseja amenizar as rugas do rosto e é importante para si fazê-lo da forma menos invasiva possível, então tratamentos à base de ingredientes naturais (séruns de biotecnologia ou peelings com vitaminas para hidratar a pele profundamente) são boas opções. Se por outro lado, o que procura são resultados mais rápidos, independentemente de isso implicar um ato mais invasivo para o seu rosto, então as injeções de ácido hialurónico ou os liftings faciais podem ser mais indicados para o seu objetivo. Este passo é muito importante e deve estar claramente definido por si antes de avançar para o passo seguinte: é ele que lhe vai dar confiança para realizar o tratamento e sentir-se bem com os resultados, independentemente de serem mais ou menos rápidos.

O quarto passo é a procura das pessoas certas para conseguir cumprir o seu objetivo. E a identificação das pessoas certas passa pela validação de dois fatores essenciais: o conhecimento e know-how da pessoa (ela tem um conhecimento profundo do tema e sabe o que deve fazer?) e a própria
missão com que essa pessoa desempenha a sua atividade profissional (se quiser, os seus valores). Também este passo é importante para ter confiança no tratamento que escolher e sentir-se bem com a sua decisão.

O quinto passo passa por – com a ajuda e o conhecimento do profissional identificado – conseguir conhecer em profundidade as suas próprias características: neste caso prático, o seu tipo de pele, a tipologia de rugas que existem no seu rosto, a sua idade, a forma como o seu estilo de vida influencia a qualidade da sua pele. Ou seja: entender que o seu caso é e será sempre único e aconselhar-se com os profissionais competentes sobre a melhor forma de ser eficaz nos objetivos que pretende.

Verá que, organizando o seu processo de decisão por etapas, a sua decisão será mais informada, consciente, confiante e dará um contributo valioso para essa enorme e bela tarefa de “sentir-se bem na sua pele”.

 

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