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LPCC distingue trabalhos jornalísticos na área da oncologia

Termina no dia 5 de abril o período de candidaturas ao “Prémio de Jornalismo 2018” da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC), que irá distinguir trabalhos relacionados com a doença oncológica, publicados ou difundidos por qualquer meio de comunicação nacional entre 1 de janeiro e 31 de dezembro de 2018. O prémio, no valor total de 10.000 €, será repartido igualmente entre os vencedores das categorias de audiovisual (televisão e rádio) e imprensa (imprensa e internet).

Os jornalistas com carteira profissional válida em Portugal poderão apresentar um ou mais trabalhos, num máximo de três, que serão avaliados tendo em conta critérios como a pertinência, relevância e impacto da informação para o público, a capacidade para despertar e cativar o interesse dos leitores/audiência, a objetividade, independência e respeito pelos princípios éticos do jornalismo e a originalidade do tema e respetiva abordagem.

Para Vítor Rodrigues, Presidente da Direção Nacional da LPCC, “esta é uma forma de reconhecer a importância dos meios de comunicação social no esclarecimento, divulgação e sensibilização da comunidade para as questões relacionadas com a doença oncológica.”  Também Rosário Trindade, Diretora de Corporate Affairs & Market Access da farmacêutica AstraZeneca, parceira desta iniciativa, reconhece a “importância que o Jornalismo de saúde, em particular na área da oncologia, tem no aumento da literacia da população e no combate ao estigma que ainda se sente na sociedade portuguesa.”

A entrega deste prémio, que conta ainda com o apoio institucional do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP) e do Sindicato dos Jornalistas, está agendada para dia 30 de abril, pelas 15h00, no ISCSP, onde serão ainda discutidos “Os constrangimentos do jornalismo em saúde”, com a participação de Adalberto Campos Fernandes, Professor no ISCSP e Ministro da Saúde do XXI Governo Constitucional (2015-2018), Isabel Nery, vice-presidente do Sindicato dos Jornalistas e  vencedora de menção honrosa do Prémio de 2018e Paula Rebelo, jornalista da RTP na área de saúde.

Mais informações e consulta de regulamento em: https://www.ligacontracancro.pt/premiojornalismolpcc/

Hospital Santa Maria sem capacidade para doentes com cancro

Em entrevista à rádio TSF, o diretor do serviço de Oncologia de Santa Maria, Luís Costa, diz que tem aumentado a procura por causa da lei que abre a hipótese de o doente escolher o hospital onde quer ser tratado e queixa-se de falta de espaço e de meios humanos.

“Estou quase a abrir [lista de espera] porque não tenho médicos para tantos doentes nem tenho espaço. (…) Começámos na semana passada, não conseguimos tratar os doentes que estavam previstos e tivemos que adiar [os tratamentos] uma semana”, afirma Luís Costa.

O responsável da Oncologia do Hospital de Santa Maria reconhece que nunca houve qualquer situação de falta de medicação, mas diz que tem pouco espaço e meios humanos para tratar tantos doentes, sublinhando que todos os tratamentos nesta área são urgentes e que uma eventual lista de espera “não deixa ninguém sossegado”.

“Se não tenho espaço nem pessoas suficientes para fazer o trabalho, o que vou fazer?”, questiona o responsável na entrevista à TSF, reconhecendo que com o aumento da procura daquele serviço os médicos estão “atrapalhadíssimos”.

“Os médicos pensam menos tempo sobre os doentes que têm e, como é óbvio, [nestas circunstâncias] tomam piores decisões”, afirma.

Luís Costa diz que toda a gente concorda com a hipótese, criada pelo Governo, de dar ao doente a opção de escolha do hospital onde quer ser tratado, mas que tal só resulta se for possível adequar os meios de resposta ao aumento da procura.

“Falta a alocação de recursos para as necessidades que foram criadas”, considera o responsável, frisando que o serviço de oncologia de Santa Maria precisa de mais médicos para responder aos doentes que chegam e que é preciso abrir mais vagas para que os internos possam ficar.

O responsável sublinha que os 12 internos do serviço que dirige têm “muita qualidade”, que “alguns são excecionalmente bons” e lamenta não ter capacidade de competição para os manter.

“Tenho pessoas que queriam ficar no meu serviço, mas não são abertas vagas para isso. Estou cada vez com mais doentes, preciso de mais médicos, há médicos que querem ficar no serviço com o ordenado que é oferecido no sistema nacional de saúde e não são abertas vagas para as pessoas poderem ficar. Hoje despedimo-nos de uma delas, que vai embora”, lamenta.

LUSA

2ª edição do Prémio Janssen Inovação recebe mais de 90 candidaturas

Entrega de premios de investigacao cientifica - Janssen. Lisboa.

O Prémio Janssen Inovação conta com o Dr. Jorge Sampaio como presidente da Comissão de Avaliação e é atribuído de dois em dois anos. A Comissão de Avaliação do Prémio Janssen Inovação é constituída por cinco individualidades com mérito reconhecido na investigação em saúde em Portugal e dois representantes das instituições promotoras desta iniciativa. O Prémio foi lançado em 2016 e este ano, na sua segunda edição, recebeu mais de 90 candidaturas de todo o País.

Entrega de premios de investigacao cientifica – Janssen.
Lisboa.

“O Prémio Janssen Inovação é o resultado da vontade de incentivar e distinguir o que de melhor se faz em investigação no nosso país em diferentes áreas da saúde”, afirma Filipa Mota e Costa, Diretora Geral da Janssen Portugal. “A atribuição deste prémio, que se realiza de dois em dois anos, pretende distinguir investigação desenvolvida em áreas consideradas prioritárias pela Organização Mundial de Saúde”, acrescenta a responsável. “Com este Prémio estamos a dar visibilidade à investigação de ponta que se faz no país, atraindo jovens cientistas, dando-lhes condições para irem ainda mais além, prestigiando o nome de Portugal”, assegura Isabel Capeloa Gil, reitora da UCP.

No dia 9 de maio, a cidade do Porto acolhe a cerimónia de entrega dos prémios da 2ª edição do Prémio Janssen Inovação, sendo nesse dia revelados os vencedores dos prémios que totalizam 60 mil euros.

 

Comissão de Avaliação da 2.ª edição do Prémio Janssen Inovação

Prof. Doutor António Araújo, médico oncologista, diretor do Serviço de Oncologia Médica no Centro Hospitalar do Porto

Prof. Doutora Catarina Resende de Oliveira, médica neurologista, coordenadora do Consórcio CNC.IBILI

Prof. Doutor João Eurico da Fonseca, médico reumatologista, diretor da Unidade de Investigação em Reumatologia do IMM

Prof. Doutor José Azevedo Pereira, professor auxiliar com agregação, FFUL, Departamento de Microbiologia e Imunologia

Prof. Doutor Rui Baptista, Assistente Convidado de Patologia Torácica e Vascular da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra

Prof. Doutor Alexandre Castro Caldas, diretor do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Católica Portuguesa

Dr. José Antunes, diretor médico da Janssen Portugal.

Entrega de premios de investigacao cientifica – Janssen.
Lisboa.

Adoecemos por causa do que não comemos?

A chamada dieta mediterrânica tem como base o consumo abundante de frutas e legumes, mas também de peixe e gorduras como o azeite. Foi durante muito tempo o tipo de alimentação mais comum entre os portugueses. Mas perto dos anos 1980 começou a ser trocada por outros hábitos menos benéficos para a saúde. Este afastamento – cimentado ao longo de vários anos – está a ter agora reflexo nas doenças oncológicas, concretamente no aumento de casos de cancro do cólon entre os portugueses.

Em Portugal há três registos oncológicos regionais: o do Norte, o do centro e o do Sul. O ROR-Sul cobre praticamente metade da população portuguesa, com um total de quase cinco milhões de habitantes, contando ainda com a Madeira. Entre esta população, em 2011 foram diagnosticados 2563 novos casos de tumores malignos do cólon e outros 1201 do recto. Foram registadas, no mesmo ano, 1335 mortes por cancro do cólon e 523 por cancro do recto. Apesar disso, os cancros da traqueia, brônquios e pulmão ainda são os que mais matam, com 1797 mortes. O cancro da mama, apesar de ser o mais comum, com 3420 novos doentes, surge apenas em quinto lugar na lista dos que mais matam.

Aparelho experimental português deteta doenças neurodegenerativas mais no início

ICNAS

O corredor de chão vermelho separa duas salas e duas realidades. Numa, há um aparelho sofisticado a trabalhar, com aspeto futurista, no meio de um espaço vazio. Dentro do aparelho, um ratinho adormecido é analisado para se obter imagens do seu interior. Este é o presente. Na outra sala está o futuro. E o futuro, no seu início, parece-se mais com um laboratório de garagem: atravancado, com fios a verem-se, com um aparelho sem o revestimento bonito criado pelo design, mas muito mais perto da ideia original.

Estamos em Coimbra, num dos pisos do Instituto de Ciências Nucleares Aplicadas à Saúde (ICNAS), a olhar para um tomógrafo construído de raiz, especializado em produzir imagens médicas para oncologia, cardiologia e neurologia, mas que também faz investigação. Um tomógrafo é um termo genérico para um aparelho que produz imagens tridimensionais do interior de corpos, a partir da soma de imagens de “fatias” desses cortes. Há vários tipos de tomógrafo. O protótipo à nossa frente utiliza moléculas com átomos radioativos que podem sinalizar objetos específicos importantes para a medicina como tumores, a beta-amiloide — uma proteína que se associa à doença de Alzheimer —, entre outros.

Miguel Castelo-Branco, diretor do ICNAS, e nosso cicerone por uma tarde, explica-nos a importância deste aparelho de tomografia por emissão de positrões (conhecido pela sigla inglesa PET). “É novo porque tem uma resolução superior às tecnologias que estão no mercado”, diz ao PÚBLICO. “Tem uma resolução de cerca de 0,4 milímetros. No mercado andamos à volta de um milímetro.”

A resolução de um aparelho representa a sua capacidade em distinguir dois pontos. Um tomógrafo capaz de criar imagens com um milímetro de resolução consegue distinguir pormenores maiores do que um milímetro, um tumor mais pequeno do que um milímetro escapa às máquinas comuns. “Se não tivermos uma tecnologia com resolução superior, não identificamos a doença”, explica o investigador. “Este aparelho permite identificar o início das doenças”, refere, explicando que esta capacidade é especialmente importante para a deteção das doenças neurodegenerativas, como a doença de Alzheimer ou a doença de Parkinson.

Estas duas doenças têm origem em alterações no cérebro, um órgão que conta com estruturas muito pequenas. Para distinguir estas estruturas é necessário um tomógrafo com detetores de imagens mais poderosos como o que foi criado nesta sala, o que só foi possível graças a uma parceria com o físico Paulo Fonte, professor na Universidade de Coimbra e investigador no Laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas de Coimbra (LIP).

Para já, este tomógrafo ainda só pode ser usado em roedores, para investigação. Não tem a dimensão nem está preparado para o uso em humanos. Mas é uma demonstração da capacidade inovadora do ICNAS. “Temos psicólogos, engenheiros, médicos, farmacêuticos, físicos”, diz Miguel Castelo-Branco. “Reunimos as disciplinas todas e fazemos investigação translacional.” Ou seja, utilizam as descobertas feitas na investigação básica para resolver problemas de medicina, neste caso inventando um novo tomógrafo.

O aparelho resulta do trabalho dos físicos do LIP que investigavam na área dos detetores há mais de uma década, mas também do saber da matemática e do conhecimento aplicado da medicina. Para construir o tomógrafo, foi necessário “a tecnologia dos detetores, algoritmos de reconstrução de imagem e algoritmos de processamento de imagem”, enumera o diretor. Um exemplo é um algoritmo criado pela equipa, usado quando o tomógrafo produz imagens de ratinhos para a investigação da doença de Parkinson, onde os neurónios que produzem a dopamina, uma substância importante para o cérebro, vão morrendo: “Temos um matemático que quantificou a dopamina que está a ser sintetizada.”

O próximo passo para este projeto é redimensionar o protótipo para humanos só para imagens de cérebro. Segundo Miguel Castelo-Branco, o ICNAS e o LIP candidataram-se neste Outono a financiamento europeu pelo programa da Comissão Europeia Future & Emerging Technologies (qualquer coisa como Tecnologias Emergentes e de Fronteira), dedicado a projetos novos na área da ciência e tecnologia com um impacto potencial na sociedade. “O desafio é só uma questão de escala”, diz Miguel Castelo-Branco, adiantando que todos os problemas técnicos já ficaram resolvidos quando se construiu a versão para animais.

Se ganharem o financiamento, estarão mais próximos de ter um aparelho que pode ir para o mercado. Um tomógrafo deste tipo custa a um hospital entre 600 mil e um milhão de euros, diz o investigador. “Quem transferir esta tecnologia para o mercado vai ganhar dinheiro”, explica. Isso é uma hipótese para a Universidade de Coimbra, que graças ao ICNAS já poupou a Portugal centenas de milhares de euros nos quatro radio-fármacos que lançou para o mercado desde 2012.

O coração do edifício

A história dos radio-fármacos produzidos pelo instituto tem sido falada desde então, mas continua a evoluir. E tem como personagem principal o ciclotrão, a máquina incontornável e que é o “coração do edifício”, segundo Francisco Alves, o físico responsável por este equipamento. O ciclotrão — um aparelho arredondado e volumoso — acelera protões que são usados para produzir átomos radioativos como o flúor 18.

Esta é a primeira fase da produção dos radio-fármacos. A segunda fase é ligar átomos radioativos a moléculas. O flúor 18 é quimicamente ligado à fluorodesoxiglucose, resultando no fluorodesoxiglucose-18F, uma das quatro moléculas comercializadas. Este radio-fármaco é muito usado nos exames de PET para detetar massas tumorais no corpo das pessoas.

A fluorodesoxiglucose liga-se a células que consomem muito açúcar, uma característica das células tumorais que têm um metabolismo acelerado. E o flúor 18 brilha nos exames PET (mais precisamente, os átomos radioativos emitem positrões, antieletrões que são detetados pelos tomógrafos). Por isso, se um exame revela uma massa brilhante anómala em algum órgão, isso será indicativo de um tumor.

Todos os dias, cerca de 50 pessoas fazem este exame. Durante a noite, o ciclotrão produz flúor 18. Depois, um robô faz de técnico laboratorial e une o átomo à fluorodesoxiglucose, numa câmara com ar completamente puro. Às 6h da manhã, o material está pronto para ir para vários hospitais do país (há uma empresa multinacional que tem um ciclotrão no Porto e também produz a molécula para o mercado português). Às 8h chega a Lisboa e pode ser administrado. Como qualquer material radioativo, a radiação perde-se. No caso do flúor 18, a cada duas horas metade dos átomos perdem a radiação.

Por isso, para o exame ser eficaz, um paciente em Lisboa tem de receber o dobro da dose às 8h do que um em Coimbra, se fizer o exame às 6h. É matemática simples, mas a matemática paga-se. Antes de 2012, Portugal importava esta substância de Espanha, o que fazia com que o material viesse de muito mais longe. Por ano, o país gastava cinco milhões de euros. “Há uma poupança muito significativa por haver um produto nacional”, diz Antero Abrunhosa, responsável pela parte da química na produção dos radio-fármacos, e que estima que os hospitais paguem hoje menos de metade por aquela substância do que antes de 2012.

Além dos quatro radio-fármacos comercializados, o ICNAS produz outros 14 radio-fármacos para consumo interno nos exames médicos e em investigação. “O ciclotrão trabalha oito horas por dia. Esta noite trabalhou seis horas e durante o dia quatro vezes meia hora”, diz Francisco Alves, na visita ao aparelho, instalado numa sala que mais parece uma caixa-forte. Quando a porta, de dois metros de grossura, é fechada, o aparelho fica rodeado por dois metros de betão. “O processo para fazer substâncias radioativas liberta neutrões, são muito penetrantes e tão perigosos como o nosso feixe”, avisa.

Ao mesmo tempo que controla a máquina, Francisco Alves também se dedica à investigação da produção de átomos radioativos. Foi assim que a equipa obteve a última patente, em Outubro, depois de desenvolver uma forma dez vezes mais barata de produzir gálio 68. Este elemento radiativo liga-se a uma molécula chamada “dotanoc”, usada para detetar tumores neuro-endócrinos.

Este é o presente. Mas a partir de 2016 o ICNAS vai começar a poder exportar para Espanha outro rádio- -fármaco, invertendo o cenário comercial de há uns anos. Além disso, o laboratório está a desenvolver os primeiros dois radio-fármacos que podem ser aplicados primeiro na deteção de tumores e depois usados na sua terapia.

É o caso do antigénio membranar específico da próstata (PSMA, sigla em inglês). Unida ao gálio 68, esta molécula servirá para detetar tumores na próstata com o PET, tal como acontece com o fluorodesoxiglucose-18F. Os investigadores estão à espera do Infarmed para aprovar o radio-fármaco. Mas se o PSMA for ligado ao elemento lutécio, que emite eletrões, ajudará a destruir as células cancerosas. “A molécula leva a radioatividade até ao tumor”, diz Antero Abrunhosa, explicando que não destrói os tecidos saudáveis ao redor do tumor, como faz a radioterapia que usa feixes de radiação. Ficamos à espera do futuro.

Uma Parceria para o Progresso

A Pfizer Oncology assumiu o compromisso de desempenhar um papel no desenvolvimento de novos medicamentos que possam trazer um valor real e que façam a diferença, quer para os profissionais de saúde quer para os doentes. A Pfizer entrou na Oncologia há mais de uma década, nas áreas do cancro da mama e cancro colorectal. Desde então, a investigação médica progrediu e permitiu-nos um maior conhecimento da doença oncológica. Eu acredito fortemente que apenas com parcerias a vários níveis, os novos medicamentos podem realmente fazer a diferença. O que quero eu dizer com isto? Os nossos esforços em investigação e desenvolvimento estendem-se para além dos nossos laboratórios e incluem instituições governamentais e não-governamentais, médicos e parceiros da indústria farmacêutica.
Sei como é essencial trabalhar em conjunto com os profissionais de saúde., São eles que enfrentam a doença, doente a doente, e que compreendem a realidade médica. A colaboração com associações de doentes é também fundamental para entender o que realmente é importante para os doentes e como podem gerir o equilíbrio entre o tratamento e a vida quotidiana.
Procuramos ainda, em conjunto com os decisores em Saúde, encontrar formas de garantir que os medicamentos são comparticipados e que os doentes tenham acesso ao tratamento mais adequado. No passado, enquanto empresa farmacêutica, pensávamos que o nosso papel era apenas desenvolver e disponibilizar novas terapêuticas e que todos ficariam felizes com isso. Agora vemos que é essencial construir fortes colaborações na oncologia e participar na discussão global.
Em adição ao nosso atual portfolio na oncologia, o nosso pipeline inclui diversas moléculas promissoras.
Acima de tudo, o que importa são os doentes e proporcionar-lhes a melhor resposta possível para enfrentarem a sua doença.

Pfizer Oncology
O nosso percurso na oncologia

O objetivo da Pfizer é desenvolver terapêuticas inovadoras que melhorem e prolonguem a vida dos doentes.
Em 2014, mais de nove mil doentes com cancro do pulmão e oitenta mil doentes com cancro do rim foram tratados com os nossos medicamentos. A aprovação nos E.U.A. de um novo medicamento para o cancro da mama, o primeiro novo tratamento neste tipo de tumor na última década, é um outro exemplo de como o nosso portfolio de medicamentos inovadores tem um impacto positivo na vida das pessoas afetadas por diferentes tipos de cancro.
Atualmente, a Pfizer Oncology está centrada em quatro áreas terapêuticas – o nosso pipeline oferece novas oportunidades

Unidades de Negócio
Lung- Pulmão
Breast- Mama
Kidney- Rim
Hematology- Hematologia

– A Pfizer assume o compromisso de descobrir, investigar e desenvolver soluções de tratamento inovadoras para melhorar o tratamento do cancro a nível mundial.
Em muitos países, o cancro é a segunda causa de morte, a seguir à doença cardiovascular. Contudo, nalguns dos países mais desenvolvidos, o cancro converteu-se já na primeira causa de morte.
A Pfizer está apostada em contribuir para a cura ou controlo do cancro através da descoberta e desenvolvimento de medicamentos inovadores, e trabalhando em conjunto com os médicos e doentes no sentido de proporcionar o tratamento certo no momento certo, a cada doente. Atualmente, a Pfizer destina aproximadamente 20% do seu orçamento de investigação e desenvolvimento ao tratamento do cancro, tendo mais de 200 projetos em curso.
A Pfizer está fortemente determinada em melhorar o nível de tratamento de todos os tipos de cancro, encontrar novas terapêuticas para necessidades não satisfeitas, prosseguir a investigação de terapêuticas adjuvantes inovadoras (em que os tratamentos possam representar a cura dos doentes de cancro) e utilizar a medicina translacional para identificar opções de tratamento personalizado.
Os investigadores da Pfizer estão a investigar tratamentos que incidam em alvos específicos que são determinantes para o crescimento do tumor e que melhorem a sobrevida e a qualidade de vida do doente. A abordagem da Pfizer na luta contra o cancro foca-se em quatro métodos diferentes de tratamento:
• Inibição da angiogénese: bloqueando o crescimento dos vasos sanguíneos que “alimentam” os tecidos cancerosos
• Imunoterapia: estimulação do resposta imunológica do organismo para ajudá-lo a combater o cancro
• Inibição da transdução de sinais: interrompendo os sinais anormais nas células cancerosas
• Potenciadores/citotóxicos: explorando os defeitos das células cancerígenas e evitando a sua reparação e reprodução.
Para além de medicamentos atualmente em comercialização e indicados no tratamento de vários tipos de cancro (carcinoma renal, cancro da mama, tumores gastrointestinais ), a Pfizer tem vários medicamentos em ensaio clínico para o tratamento de diversos tipos de cancro, incluindo o da mama, colo-retal, sarcoma de Ewing, cancro do estômago, da cabeça e pescoço, hepatocelular, glioblastoma multiforme, cancro do pulmão, mieloma múltiplo, melanoma, cancro pancreático, da próstata, das células renais e da tiroide.

Multicare lança seguro de saúde oncológico

É o primeiro Seguro de Saúde Oncológico em Portugal e tem o selo de qualidade Multicare. Este garante a proteção e acesso a cuidados de saúde de referência, mesmo nas situações mais graves. Por cada anuidade, disponibiliza uma cobertura específica com um milhão de euros de capital e, se o contrato vigorar por um período superior a um ano, o respetivo capital máximo para a totalidade do período de vigência do contrato passa a ser de dois milhões. Tudo isto para que o cliente tenha o melhor acompanhamento no tratamento e na recuperação.

Sem Limite de Permanência
Garantir a proteção das pessoas e a sua qualidade de vida é a missão da Multicare. O Seguro de Saúde Oncológico Multicare é a solução para assegurar o melhor tratamento, mesmo em caso de doença oncológica. Pode subscrever o seguro se tiver menos de 60 anos e não há idade limite para a permanência. Para além disso, pode usufruir de descontos no prémio comercial de acordo com o número de pessoas por apólice: 10% para 2 pessoas, 15% para 3 e 20% para 4 ou mais.

Cuidados para mais casos de sucesso
A Multicare sabe que o número de pessoas com doença oncológica aumenta todos os dias. No entanto, graças ao desenvolvimento da medicina e ao diagnóstico atempado, há cada vez mais curas. Igualmente, a melhoria da qualidade de vida das pessoas a quem é diagnosticada uma doença desta natureza verifica-se cada vez mais frequentemente, sobretudo quando os cuidados médicos são de excelência.

A maior rede médica do país
O Seguro de Saúde Oncológico Multicare disponibiliza o acesso a uma rede médica de equipamentos e tecnologia de topo para um adequado diagnóstico e acompanhamento em todo o tratamento oncológico junto de uma rede de prestadores de referência – CUF; Fundação Champalimaud; Hospital da Luz; Lusíadas Saúde.

Medicina Preventiva (Check-up)
O Seguro de Saúde Oncológico prevê a realização de exames de saúde periódicos, que permitem o rastreio e diagnóstico precoce.

Serviço de Apoio Oncológico
A Multicare não o deixa sozinho! Com esta cobertura o cliente passa a ter apoio para as questões que não envolvem a intervenção de foro clínico, como por exemplo:
• Correta utilização do seguro;
• Esclarecimento sobre a Rede Médica disponível;
• Organização e marcação de serviços de apoio doméstico e de acompanhamento durante o período de convalescença pós-internamento hospitalar e no acesso a cuidados de saúde em regime de ambulatório – marcação de consultas, exames auxiliares de diagnóstico, tratamentos…

Segunda opinião médica
Acesso ao serviço de Segunda Opinião através de uma rede médica internacional que analisa a condição clínica da pessoa e elabora um relatório médico com indicação dos cuidados mais adequados.

Internamento hospitalar e ambulatório
Mesmo em situações não relacionadas com a doença oncológica, este seguro garante o pagamento de despesas de internamento hospitalar e em regime ambulatório até ao limite do capital de 500 mil euros para Internamento Hospitalar e dez mil para Consultas/ Exames/ Tratamentos,por anuidade e pessoa segura. É possível aumentar o nível de proteção do seguro, contratando coberturas opcionais, tais como Estomatologia, Próteses e Ortóteses, Medicamentos e Terapêuticas Não Convencionais.

Cuidados que fazem a diferença
No Seguro de Saúde Oncológico da Multicare, a cobertura específica de Oncologia não tem franquias ou copagamentos e garante o pagamento das despesas efetuadas com:
» Tratamentos de quimioterapia, radioterapia e transplante de células estaminais e de medula;
» Internamento;
» Consultas e tratamentos domiciliários;
» Consultas de nutrição;
» Consultas de psiquiatria e/ou psicologia;
» Medicina física e de reabilitação;
» Consultas de naturopatia, osteopatia e acupuntura;
» Internamento em unidades de cuidados continuados;
» Consultas e exames de monitorização.

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