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Alexandra Bento reeleita Bastonária da Ordem dos Nutricionistas

De acordo com os resultado provisórios divulgados pela Comissão Eleitoral, a Lista A, liderada por Alexandra Bento, obteve 1210 dos 1827 votos apurados, tendo a Lista B, encabeçada por Fernando Pichel, registado 568 dos votos.

O ato eleitoral contou com a participação de 1827 dos 3510 eleitores da Ordem dos Nutricionistas, registando-se uma abstenção de 47,9%.

A “Lista A – Alexandra Bento, Pelo Valor da Profissão” arrecadou a maioria dos votos para os restantes órgãos que foram igualmente a eleição. Para o Conselho Jurisdicional da Ordem, a Lista A obteve 66,2% dos votos, enquanto que a Lista B registou 32,1%. Relativamente ao Conselho Geral, a Lista A conquistou 27 dos 40 mandatos disponíveis, sendo que os restantes 13 mandatos serão destinados à Lista B.

No seu programa eleitoral, Alexandra Bento apresenta várias propostas alicerçadas em cinco eixos estratégicos: “melhor qualificação e acesso”, “mais e melhor emprego”, “mais e melhor exercício profissional”, “mais proximidade com os membros” e “mais e melhor nutrição”.

As eleições decorreram, entre as 11 e as 16 horas, por voto presencial em sete assembleias de voto distribuídas pelo país (Norte, Centro, Lisboa, Alentejo, Algarve e regiões autónomas da Madeira e Açores) e, ainda, por voto por correspondência.

Recorde-se que este foi apenas o terceiro ato eleitoral na história da Ordem dos Nutricionistas, estabelecida em 01 de janeiro de 2011. Foi Alexandra Bento quem iniciou o seu processo de criação em 1998, enquanto presidente da Associação Portuguesa dos Nutricionistas, período após o qual assumiu funções como primeira Bastonária da história da Ordem dos Nutricionistas.

Há cada vez mais obesos à procura de cirurgia. Em junho, mais de dois mil doentes aguardavam intervenção

LUSA

Há cada vez mais doentes obesos à procura de cirurgia em Portugal. De acordo com dados avançados esta quarta-feira pelo Jornal de Notícias, em junho deste ano havia 2176 obesos à espera para serem operados. Este número constitui um aumento de 61% face ao mesmo período do ano passado. Desde 2016, o número de cirurgias realizadas também tem vindo a aumentar. Até junho deste ano, já foram realizadas 1269 operações.A razão deste aumento da procura das cirurgias deve-se ao maior acesso à primeira consulta para o problema da obesidade e às novas regras de financiamento dos hospitais para as cirurgias. Contudo, o tempo médio de espera para consulta é longo (entre 500 e 550 dias, cerca de um ano e meio), bem como o tempo médio que os doentes aguardam para serem operados (nove meses).

O Hospital de S. João, no Porto, é o que realiza mais cirurgias nesta área. Ao JN, o diretor do Centro de Responsabilidade Integrada de Obesidade deste hospital faz um balanço muito positivo dos primeiros seis meses do ano. John Preto destaca o maior número de primeiras consultas face a 2018 e diz que os tempos médios de espera também já melhoram desde o último ano.

A bastonária da Ordem dos Nutricionistas, Alexandra Bento, destaca a importância do acompanhamento dos obesos por parte dos nutricionistas, mas fala em falta de profissionais nos hospitais: “Anteriormente e posteriormente à cirurgia é necessário um acompanhamento por parte do nutricionista. (Mas) não há nutricionistas suficientes nos hospitais para poderem fazer o seguimento”, diz em declarações à Rádio Observador

Alexandra Bento explica que foi aberto um concurso para colocar 40 nutricionistas nos hospitais, número que a bastonária considera insuficiente: “A ordem dos nutricionistas tem vindo a dizer ao Ministério da Saúde para aumentar este número, para dobrar, de 40 para 80”. O aumento de nutricionistas é “uma emergência nacional”, afirma a bastonária, que destaca ainda a necessidade de maior investimento.

Fonte: Agência Lusa

Ordem dos Nutricionistas relembra ao Governo falta de nutricionistas nas escolas

A Ordem dos Nutricionistas pede ao Governo que considere os dados divulgados esta quarta-feira no 2.º Grande Inquérito da Sustentabilidade em Portugal, os quais revelam que os portugueses querem mais medidas de promoção de uma alimentação saudável, relembrando que vai começar mais um novo ano letivo sem que tenham sido contratados nutricionistas para as Escolas.

Segundo o Inquérito da Sustentabilidade em Portugal, oito em cada 10 portugueses consideram que o Governo deve intervir para promover hábitos alimentares mais saudáveis e a maioria apoia de forma expressiva o alargamento de medidas como a redução de açúcar nalguns alimentos.

A Ordem dos Nutricionistas expressa especial satisfação perante estes dados, verificando que a mensagem de consciencialização pública na qual tem trabalhado está a dar frutos junto da população. No entanto, a Ordem considera que o Governo precisa de ir mais longe nas medidas que promove, de que é exemplo a contratação de nutricionistas para as Escolas, locais privilegiados para assegurar e promover mais e melhores hábitos alimentares.

“Não se percebe como é que, apesar de todos os indicadores que vamos conhecendo sustentarem a importância e relevância de nutricionistas nas Escolas, continuamos a não ter nutricionistas para os 9.896 estabelecimentos de ensino públicos que o país tem”, lamenta Alexandra Bento, Bastonária da Ordem dos Nutricionistas.

Segundo o Inquérito hoje conhecido, a grande maioria dos portugueses também concorda com um maior controle na alimentação escolar através de políticas públicas, de forma a reduzir as ofertas menos saudáveis. A Ordem dos Nutricionistas sublinha esta mensagem, que indica os portugueses esperam mais ação por parte do Estado, constatando que ainda há muito trabalho a fazer para que a alimentação saudável esteja assegurada nos meios mais sensíveis da sociedade, nomeadamente no Serviço Nacional de Saúde e nas Escolas.

Para a Ordem dos Nutricionistas, só com a presença destes profissionais nestas instituições é possível investir numa política que promova de forma efetiva uma alimentação adequada que conduza a mais e melhor saúde.

Ordem dos Nutricionistas congratula-se com a redução da obesidade infantil mas exige mais ação

A Ordem dos Nutricionistas congratula-se com os dados anunciados hoje do COSI Portugal 2019, que revelam que a prevalência de excesso de peso em crianças entre os 6 e os 8 anos apresenta uma tendência decrescente. De 2008 até 2019 este valor baixou 8,3%, isto é de 37,9% para 29,6%. Relativamente à obesidade infantil registou-se um decréscimo de 3,3%, encontrando-se atualmente nos 12%.

Para a Bastonária da Ordem dos Nutricionistas, Alexandra Bento, esta redução é marcante e revela um esforço conjunto do país na melhoria do estado nutricional das crianças. Portugal atingiu, assim, a meta da Organização Mundial da Saúde, com vista a limitar o crescimento da prevalência de excesso de peso e obesidade na população infantil.

“Estamos no bom caminho, mas é necessário dar continuidade às medidas de saúde pública que Portugal tem vindo a implementar, bem como às que prevê adotar. É precisamente nestas faixas etárias que devem ser direcionados os maiores esforços, sendo a escola o local privilegiado onde as crianças e adolescentes podem adquirir conhecimentos e competências para a adoção de comportamentos alimentares mais saudáveis”, reforça Alexandra Bento.

Recorde-se que, em fevereiro de 2018, a Ordem dos Nutricionistas apresentou uma proposta à Secretária de Estado Adjunta e da Educação, alertando para a necessidade de integrar nutricionistas nas escolas em todo o país. Estes profissionais seriam responsáveis pela garantia do controlo da qualidade e quantidade das refeições escolares, nomeadamente ao nível da oferta alimentar e da higiene e segurança alimentar, assegurando simultaneamente a adequação alimentar e nutricional da oferta e a respetiva monitorização e fiscalização. Até ao momento a Ordem dos Nutricionistas ainda não recebeu qualquer resposta sobre esta proposta.

De acordo com o COSI Portugal 2019, o sistema de vigilância nutricional das crianças em idade escolar (dos seis aos oito anos), coordenado pelo Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge, em articulação com a Direção-Geral da Saúde, a prevalência de excesso de peso e de obesidade infantil na última década tem diminuido em Portugal. Entre 2008 e 2019, a prevalência de excesso peso infantil caiu de 37,9% para 29,6% e a de obesidade nas crianças baixou de 15,3% para 12,0%.

Nutricionistas reunidos para debater sobre os serviços de nutrição no SNS

No mês em que se assinala um ano desde a publicação, em Diário da República, do despacho que determina que em cada instituição do SNS deverá existir um serviço de nutrição, a Ordem dos Nutricionistas promove o seminário “Serviços de nutrição nos serviços de saúde”.

A iniciativa decorre na próxima segunda-feira, 08 de julho, pelas 10h30 no Espaço Atmosfera M (Rua Júlio Dinis, n.º 158, Porto).

Este seminário pretende promover uma reflexão em torno da importância dos serviços de nutrição, colocando em cima da mesa questões tão prementes como o valor destes serviços no SNS, com discussão de exemplos de boas práticas implementadas nos hospitais públicos e debate dos desafios do serviço de nutrição nos cuidados de saúde primários.

Será ainda feita a apresentação pública do “Guia orientador para a implementação do serviço de nutrição no SNS” elaborado pela Ordem dos Nutricionistas, de acordo com o Despacho n.º 6556/2018 de 4 de julho, do Ministério da Saúde.

Para a Ordem dos Nutricionistas, o referido despacho veio reconhecer que a organização dos nutricionistas em serviços, seja nos cuidados de saúde primários, seja nos cuidados hospitalares ou continuados integrados traz diferenciação técnico-científica, maior eficácia às intervenções e aumento da exigência e rigor, ou seja, melhores serviços prestados aos utentes e ganhos em saúde.

No entanto, o principal desafio continua a ser a escassez de nutricionistas face às necessidades do país, sendo que para um universo de 10 milhões de cidadãos existem apenas 400 nutricionistas no SNS.

Nutricionistas devem assegurar qualidade da alimentação nas escolas

No final de um encontro com a secretária de Estado Adjunta e da Educação, a bastonária da Ordem dos Nutricionistas, Alexandra Bento, disse à agência Lusa que partilhou com a governante uma proposta sobre “o que deve ser a alimentação escolar”.

“Queremos informar e capacitar as nossas crianças para escolhas mais saudáveis e criar um ambiente mais saudável, nos bufetes e nos refeitórios”, disse Alexandra Bento.

A bastonária defendeu a verificação das normas existentes e a serem criadas por equipas que vão ao terreno averiguar a qualidade do que é servido às crianças.

Além de “uma oferta alimentar mais saudável”, a Ordem defende uma oferta “atrativa”.

“Nada contra vontade. O que se pretende é envolvê-los [aos alunos] nesta cultura alimentar saudável”, referiu.

Para a Ordem, esta intervenção só poderá ser bem-sucedida com “a presença de nutricionistas nas escolas que acautelem que a alimentação servida nas escolas é saudável e apelativa”.

LUSA

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