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Contisystems: O seu Gestor de Comunicação com os clientes

Duarte Conceição, CEO da Contisystems há cerca de três meses, já exerce funções na empresa há mais de uma década. Por isso mesmo, as mudanças introduzidas no rumo deste projeto empresarial passaram por reforçar a visão e a missão recentes da Contisystems. “Queremos alcançar a excelência, a qual se consegue continuando a inovar, enquanto gestores da comunicação dos nossos clientes, com a garantia de que cumprimos o que nos comprometemos a fazer”, começa por realçar o nosso entrevistado. Os desafios são constantes e acarretam a necessidade de inovar continuamente. A equipa sabe que cada cliente tem uma ecossistema próprio e que isso  ajuda a crescer, aprender e inovar. “São cenários diferentes que nos fazem pensar diferente e fazer diferente. É com orgulho que partilhamos o sucesso das inovações com os nossos clientes”, refere.

Foi a pensar nesta necessidade de constante inovação que foi criada uma equipa de gestão intermédia. Constituída por cerca de dez pessoas de diferentes áreas, esta equipa de gestão permite à Contisystems dar uma resposta eficiente nos diferentes domínios. “A par da criação de divisões especializadas para cada uma das áreas de negócio, a constituição desta equipa de gestão é a mudança mais significativa que implementámos. Os resultados têm sido animadores, quer do ponto de vista de garantia de serviço aos nossos clientes, quer no domínio de processos internos e de criação de valor”, afirma Duarte Conceição.

DESAFIOS DA TRANSFORMAÇÃO DIGITAL

Os processos de transformação digital são transversais a todas as empresas dos diferentes setores.

Na Contisystems as mudanças que estão a ser introduzidas procuram ir ao encontro dos desafios da transformação digital, mas não só. Estas mudanças visam essencialmente corresponder às necessidades dos clientes, à missão e visão da empresa, bem como às novas práticas de gestão. “A transformação digital é, de facto, um driver que nos obriga a inovar e a desenvolver novos produtos e a repensar os modelos de negócio”, refere Duarte Conceição.

A Contisystems é mais do que uma empresa business-to-business, onde decorrem transações comerciais entre empresas. É, se assim se pode dizer, uma empresa “business-to-business-to-consumer” porque engloba as transações entre empresas e consumidor final. “Temos, por isso, a responsabilidade de comunicar com o consumidor final dos nossos clientes, atendendo aos seus canais preferenciais de comunicação”, acrescenta o nosso entrevistado.

O crescimento da empresa assenta quer na exploração de novos mercados no negócio tradicional, quer no desenvolvimento da área digital que já tem um contributo muito significativo no volume de negócios.

A Contisystems já se reinventou na sua história em três momentos: quando evoluiu de impressão gráfica offset de grande volume para a impressão de dados variáveis; no momento em que começou a personalizar cartões bancários; e, por fim, em 2015, com o lançamento de uma plataforma multicanal de gestão de comunicação com Clientes, onde se incluem serviços de desmaterialização de documentação, arquivo digital, criação de documentos dinâmicos, etc.

“A nossa equipa procura, agora, preparar uma empresa para os próximos 50 anos, deixando um conjunto de boas práticas de gestão e de inovação para continuar a crescer. Para isso, temos de nos transformar continuamente e adquirir a capacidade de nos adaptar às diferentes velocidades dos setores de negócio onde atuamos”, adianta Duarte Conceição.

LIDERANÇA E GESTÃO DE PESSOAS

A valorização do capital humano é algo que já faz parte do ADN da Contisystems. Contudo, atualmente, existe “uma maneira diferente de olhar para as pessoas”. A empresa preocupa-se com cada um dos seus colaboradores pelo que o foco da Contisystems tem sido a aposta na sua formação e na gestão de talento. Quando questionado sobre as características fundamentais que um gestor de equipa deve ter, Duarte Conceição não hesita: “o mais difícil não é gerir um processo ou garantir a execução do mesmo, mas sim garantir que a equipa funciona em sintonia. Temos de olhar para a equipa como um todo e garantir que há capacidade e vontade para fazer acontecer de forma articulada”.

CONNOSCO, A INFORMAÇÃO ESTÁ SEGURA

A proteção de dados, bem como o cumprimento das mais rigorosas práticas de segurança, é algo “natural” e que esteve sempre presente no percurso da Contisystems.

A Contisystems oferece flexibilidade e agilidade aos seus clientes na logística de entrega de comunicações com segurança ao consumidor final, através de canais físicos e digitais, e com a garantia de que o consumidor final encontrará sempre a mesma informação, apresentada de forma coerente e dirigida de forma personalizada. Isto porque a Contisystems sabe que cada mercado e cada empresa tem o seu cenário tecnológico e a sua estratégia de comunicação. “Temos soluções flexíveis que nos permitem ajustar a diferentes cenários tecnológicos, mercados e estratégias de comunicação”.

Para cumprir com as necessidades de suporte, bem como requisitos legais de armazenamento, os documentos gerados são guardados no data centre da Contisystems.

Quando questionado sobre o impacto do RGPD na Contisystems, Duarte Conceição mostra-se tranquilo “Naturalmente que estamos a ajustar alguns processos mas a proteção de dados sempre foi nossa preocupação, estamos preparados para suportar os nossos Clientes no cumprimento do regulamento”.

www.contisystems.pt

Licença de maternidade a 100% por seis meses. Bloco e PCP apoiam

A petição pede condições para que as mães possam amamentar em exclusivo o bebé até aos seis meses, seguindo as recomendações da Organização Mundial de Saúde.

A petição, que está na Comissão Parlamentar de Trabalho e Segurança Social, deu entrada na Assembleia em novembro mas só na quarta-feira passada foi distribuída aos deputados e deverá ser debatida em Plenário no final de abril, depois da aprovação do Orçamento do Estado. “Admitimos a possibilidade de apresentar uma proposta nesse sentido: de alargar este direito da mulher sem redução do vencimento”, afirmou o deputado do BE, José Moura Soeiro, adiantando que há outras propostas que querem fazer “como o alargamento da redução de horário para amamentação até aos três anos e mais licença parental obrigatória”.

A mesma posição foi expressa pela deputada comunista Rita Rato. “Estamos disponíveis para fazer uma proposta de alargamento da licença a seis meses paga a 100%, assim como outras. Uma das que consideramos fundamentais é uma licença específica para bebés prematuros”, disse. A proposta, tal como outra que garantia o pagamento a 100% no caso de a mãe gozar cinco meses e o pai outro e com a possibilidade de ser ao mesmo tempo, foi apresentada na legislatura passada e chumbada.

Do lado do PS, o tema ainda não foi discutido e por isso a posição do partido só será conhecida mais tarde. O DN questionou o ministério do Trabalho para saber se o tema faria parte de alguma proposta a ir a Conselho de Ministros. Na resposta o ministério reafirma que a promoção da natalidade é uma prioridade e lembra que já estão em discussão na Concertação Social a criação de um banco de horas para pais e a adaptação de horário para os avós.

Já Maria Mercês Borges, deputada do PSD, disse que “ainda é cedo para avaliar o conteúdo da petição”, mas recordou o apoio que o partido tem dado à promoção da natalidade. Nomeadamente com a aprovação, em abril de 2015, de um conjunto de recomendações ao governo que incluíam a possibilidade de pais e avós trabalharem meio-dia e receberem 60% do ordenado.

Também o CDS-PP reconheceu que “esta proposta merece ser discutida no Parlamento, mas também com os parceiros sociais e a Concertação social”. O deputado centrista António Carlos Monteiro recordou as medidas inscritas no programa eleitoral para sublinhar que o partido “tem enorme sensibilidade em relação a propostas que possam estimular e proteger a natalidade”.

Carina Pereira, autora da petição, explicou o objetivo da mesma: “A proposta é que a licença de maternidade seja paga a 100% durante seis meses em vez dos atuais quatro. O pedido é para todas as mães, não só para as que estão a amamentar e não mexer nos direitos dos pais. Acho que fazendo esta mudança vai fomentar a amamentação”, disse. Quando teve os dois filhos Carina usou férias, uma licença sem vencimento num caso e no outro a licença alargada, que só garante 25% do salário.

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