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Autoridades moçambicanas esperam que 800 mil pessoas atravessem as fronteiras para Natal e Ano Novo

TEXTO: Agência Lusa

O Serviço Nacional de Migração (Senami) prevê que 800 mil pessoas atravessem as fronteiras moçambicanas para as festas de Natal e de Ano Novo, contra cerca de 700 mil pessoas registadas no mesmo período do ano passado, disse esta terça-feira à Lusa o porta-voz da instituição.

“Os 800 mil esperados é a previsão do movimento de todas as fronteiras”, disse o porta-voz do Senami, Celestino Matsinhe. Segundo o Senami, o aumento do número deve-se ao incremento do movimento migratório que se registou nas fronteiras moçambicanas ao longo do ano e, segundo o porta-voz do Senami, “essa tendência vai continuar”.

Na fronteira de Ressano Garcia, mais movimentado de Moçambique e que faz ligação com a África do Sul, foram abertos mais dois postos de atendimento.

As fronteiras do país passam a estar abertas 24 horas por dia até 13 de janeiro de 2020. À semelhança de anos anteriores, a medida, que começou na sexta-feira, serve para responder ao aumento de circulação de pessoas durante o período de Natal e de Ano Novo.

 

TEXTO: Agência Lusa

Portugueses escolhem Paris para passar a época festiva de 2019

  • Paris, Londres e Luxemburgo são os destinos mais procurados pelos portugueses para passar o Natal este ano
  • No que respeita à Passagem de Ano, Paris e Londres continuam a liderar, mas o Funchal junta-se ao Top 3
  • Os portugueses vão gastar, em média, entre 300€ e 400€ nas suas férias de final de ano.

Segundo a eDreams pôde apurar, Paris é a cidade mais procurada pelos portugueses para o Natal deste ano, seguindo-se-lhe Londres e Luxemburgo. Os restantes destinos que compõem este Top 10 de viagens incluem cidades na Suíça e Bélgica que, juntamente com o Luxemburgo, são tradicionais destinos de emigração portuguesa, o que pode explicar esta afluência na época natalícia, em que as famílias procuram reunir-se. Os arquipélagos portugueses também marcam presença neste ranking com Funchal e Ponta Delgada – esta última, recorde-se, foi uma das cidades com mais procura pelos portugueses durante todo o ano de 2019.

 

A data mais popular de partida para estas férias é dia 21 de dezembro, um sábado. Ir até Paris no Natal vai custar, em média, 315€. Os preços para Londres (330€), Luxemburgo (260€), Genebra (350€) ou Zurique (275€) não são muito díspares, mas se quiser viajar para o Funchal (968€) ou para São Paulo (1.166€), por exemplo, a sua carteira já vai sentir a diferença de forma mais acentuada.

 

O estudo revela também as cidades que registam maior crescimento da procura, no Natal deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado: São Paulo (64%), Dublin (33%), Eindhoven (25%) e Ponta Delgada (19%).

Segundo a eDreams, para além do Natal, Paris é também a cidade mais procurada pelos portugueses para viajar nesta Passagem de Ano; Londres continua na segunda posição, mas o Funchal sobe agora ao terceiro lugar do Top – o que facilmente explicável, uma vez que a cidade madeirense é o destino português de excelência para passar a noite de 31 de dezembro.

Alguns dos restantes destinos que compõem este Top 10 coincidem com o das viagens natalícias, como Ponta Delgada, Amesterdão, São Paulo ou Genebra, mas vemos também cidades diferentes, como é o caso de Madrid, Roma e Viena. De novo, os portugueses não procuram sair muito da Europa nestas férias, apenas São Paulo é a exceção.

A data mais popular de partida para as férias da Passagem de Ano é o dia 31 de dezembro e verifica-se alguma variação nos preços das viagens em relação à semana anterior. E se fica mais caro viajar para Paris (484€), Londres (427€) ou São Paulo (1.369€), em contrapartida é ligeiramente mais barato ir até ao Funchal (888€) ou a Genebra (315€).

Finalmente, este estudo da eDreams revela ainda as cidades que registam maior crescimento da procura para a Passagem de Ano de 2019, em relação ao mesmo período do ano passado: novamente Viena (com um crescimento de 150%), Londres (133%), Roma (120%), Ponta Delgada (86%) e a própria cidade mais popular entre os portugueses, Paris (85%).

Ranking dos destinos preferidos para a Passagem de Ano de 2019 

TOP 10 – Destinos preferidos para a PDA 2019
1 Paris
2 Londres
3 Funchal
4 Ponta Delgada
5 Madrid
6 Amesterdão
7 São Paulo
8 Genebra
9 Roma
10 Viena

 

TOP 10 – Destinos preferidos para o Natal 2019
1 Paris
2 Londres
3 Luxemburgo
4 Funchal
5 Genebra
6 Zurique
7 Bruxelas
8 Ponta Delgada
9 São Paulo
10 Amesterdão

Música nas ruas e viagem em balão de ar quente levam Cerveira até 2019

© Reuters

Em comunicado enviado hoje à agência Lusa, o município de Cerveira adiantou que os passeios de balão de ar quente, inicialmente previstos para o período de Natal, mas adiados para domingo devido às condições climatéricas, vão decorrer entre as 10:00 e 12:00 e 14:00 e 16:00, são dia 30.

O passeio será feito “em voo cativo, amarrado com cordas”, e se as condições meteorológicas o permitirem, tendo o balão uma ocupação para entre cinco a sete pessoas.

Aquela atividade, que se realiza pela primeira vez, e que terá um “custo simbólico”, permitirá observar o centro histórico da Vila das Artes”.

Na noite de passagem de ano, a partir das 22:30, a animação preparada pela autarquia do distrito de Viana do Castelo, de entrada livre, irá distribuir-se por vários espaços.

Designado de “Noite Velha no Castelo”, o programa municipal começa no terreiro da vila com a atuação da Orquestra Costa Rica e continua, a partir das 00:15 e até às 07:00, no interior do Castelo de Vila Nova de Cerveira, com a participação de 12 DJ’s, distribuídos por três espaços.

Para a entrada em 2019, que contará com um espetáculo de fogo de artifício, a Câmara Municipal oferece uvas passas e champanhe.

LUSA

Medidas anti-terrorismo reforçadas para noite de passagem de ano no Porto

Há algumas ameaças normalmente identificadas para este tipo de eventos, nomeadamente eventos que comportam grandes multidões. Elas foram identificadas. Em termos de Plano de Segurança estão previstas medidas para mitigar as ameaças. A nível global, em termos dos serviços de inteligência, não temos elementos adicionais que nos mereçam alguma preocupação adicional em relação a eventos de anos anteriores, nomeadamente a questão da ameaça terrorista”, revelou o superintendente-chefe da PSP do Porto, Pereira Lucas.

Segundo aquele responsável, para além das barreiras que impedem a circulação automóvel, este ano serão aplicadas “duas ou três” medidas de segurança adicionais, fruto da evolução dos modos de atuação dos grupos terroristas.

“Não irei referir quais são para não dar ideia, mas, neste momento, se analisarem o contexto no último ano a nível de atuação por parte de algumas organizações há algumas modalidades novas. Em relação a essas foram tomadas também medidas”, acrescentou.

O superintendente-chefe da PSP do Porto excluiu, contudo, a colocação de torniquetes de revista de pessoas no acesso à avenida, explicando que as forças de segurança estarão particularmente atentas aos perfis de risco devidamente identificados, atuando em conformidade caso estes sejam detetados.

“Em termos de procedimento normal para todas as pessoas que vão aceder [aos Aliados] não existirão medidas de revista”, disse, acrescentando que se o dispositivo policial no terreno encontrar um “perfil de risco” serão tomadas medidas, que poderão passar pela contenção, revista e, se for o caso, a sua retirada do espaço.

Esta ideia foi reforçada pelo presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, que, na conferência de imprensa que reuniu esta manhã no quartel dos Sapadores Bombeiros do Porto forças de segurança, responsáveis da proteção civil e de mobilidade, lembrou que, ao longo dos últimos cinco anos, as medidas de segurança têm sido adequadas ao crescimento da noite de passagem de ano.

“Hoje temos muito mais pessoas, temos uma exigência maior daquilo que são as infraestruturas da cidade e temos vindo a fazer essa adequação permanente. Nós estamos convencidos que as pessoas, dentro dos riscos inerentes a qualquer evento desta natureza, possam estar tranquilas. Não adotamos, de facto, esse modelo de fiscalização, se quisermos de torniquete, a cidade não está habituada a torniquetes, aliás temos um metro que não tem torniquetes”, declarou.

Ainda de acordo com a PSP, a operação decorrerá entre as 20:00 de segunda-feira e as 17:00 de terça-feira, estando previsto o encerramento de vários espaços como bares e rulotes amovíveis por volta das 04:00.

Previsto está ainda o reforço da operação da CP, Metro do Porto e STCP e a participação da plataforma MyTáxi, que este ano se associa ao plano de mobilidade para a passagem de ano.

A autarquia alertou ainda para os condicionamentos de trânsito já a partir de sábado, aconselhando as pessoas a deixarem o carro nos parques de estacionamentos na periferia (parques da Casa da Música, do Campo Alegre e do Estádio do Dragão) e a usarem os transportes públicos para efetuarem o restante percurso até ao centro da cidade.

Para quem decida deixar o carro nestes parques, e mediante a apresentação do título de viagem Andante já validado, o valor a pagar será de apenas 95 cêntimos por 12 horas.

A avenida dos Aliados será o local principal dos festejos da noite de passagem de ano, recebendo o tradicional espetáculo de fogo de artifício, lançado às 00:00 a partir do edifício da Câmara do Porto, e um concerto do músico Pedro Abrunhosa.

Além dos Aliados, a noite de passagem de ano terá ainda mais três palcos alternativos: largo Amor de Perdição (Cordoaria), praça Gomes Teixeira (leões) e praça dos Poveiros.

LUSA

Albufeira reforça segurança para receber cem mil pessoas na passagem de ano

De acordo com o presidente da Câmara de Albufeira, Carlos Silva e Sousa, “foi estruturado um plano de segurança com as autoridades policiais, que prevê um reforço da vigilância” nos locais de animação noturna.

“Haverá um reforço do policiamento em relação a anos anteriores, porque também se perspetiva uma afluência maior, que deverá rondar as cerca de cem mil pessoas”, sublinhou o autarca, acrescentando que “a aposta é de visibilidade como fator de dissuasão de excessos”.

Carlos Silva e Sousa não quantificou o número de elementos que vão integrar o plano municipal de segurança entre os dias 29 de dezembro e 2 de janeiro.

A noite de passagem de ano naquele que é considerado o principal concelho turístico do Algarve, será animada por espetáculos musicais gratuitos junto à Praia dos Pescadores, entre os quais os Xutos & Pontapés, que dão o primeiro concerto um mês depois da morte do guitarrista Zé Pedro, aos 61 anos, um dos fundadores da banda rock.

Fonte da promotora dos Xutos & Pontapés disse à Lusa que a banda vai atuar sem qualquer substituto para o lugar do guitarrista Zé Pedro, que morreu a 30 de novembro.

Para o presidente da Câmara de Albufeira, por se tratar do primeiro concerto da banda “depois da trágica perda, o mesmo poderá atrair ainda mais pessoas ao concerto de passagem de ano”.

Além dos Xutos & Pontapés, que vão dar as boas vindas a 2018, o cantor e produtor português AGIR fará a despedida de 2017, atuação que antecede as doze badaladas e o habitual fogo-de-artifício, que será lançado na praia da Oura.

As celebrações do fim de ano em Albufeira começam no dia 29 de dezembro com o Paderne Medieval, evento que convida a uma viagem à época medieval, bem como a Star Parade, com artistas e performances circenses.

A 29 de dezembro começa também o festival de humor “Solrir”, no Palácio de Congressos do Algarve, nos Salgados, com sessões diárias até ao dia 2 de janeiro, às 21:30.

LUSA

Dois detidos por suspeita de planearem atentados para o fim do ano

A investigação, que resultou na detenção de seis pessoas, das quais quatro foram libertadas, revelou “ameaças sérias de atentados em lugares emblemáticos de Bruxelas durante as festas de fim de ano”.

Um dos suspeitos foi preso sob a suspeita de planear ataques e também por “desempenhar um papel de liderança em atividades de um grupo terrorista e recrutar”, enquanto outro enfrenta acusações de planeamento e “participação em ativistas de um grupo terrorista”, refere o mesmo comunicado.

A imprensa local relata uma “operação antiterrorista discreta, mas importante” realizada nos últimos dias, em Bruxelas, na região de Liège e na província Brabante flamenga, no âmbito de um mandato ordenado por um juiz de instrução da capital belga, especializado em questões de terrorismo.

“Nem armas, nem explosivos foram descobertos”, segundo a mesma fonte, que não confirmou informações da imprensa sobre “ameaças concretas” contra uma esquadra da polícia localizada junto da Grand Place, um dos locais mais frequentados por turistas, e acerca do aumento do estado de alerta nas esquadras do nível dois para três.

O comunicado indicou que as detenções não estão relacionadas com os atentados de 13 de novembro de Paris, que causaram 130 mortos, e que para o “interesse” do processo “não serão dadas mais informações por agora”.

Autarquia de Albufeira diz que chuvada não afeta Passagem de Ano

“Houve uma pequena chuvada que provocou a entrada de água em dois ou três estabelecimentos”, disse à Lusa o presidente da Câmara de Albufeira, que considerou tratar-se de “um episódio sem gravidade, tendo a água subido e baixado logo de seguida”.

Carlos Silva e Sousa assegurou que vai estar tudo pronto, como se esperava, para a Passagem do Ano, estando os hotéis como uma boa taxa de ocupação, sendo esperados entre 50 e 70 mil turistas.

Cerca de uma dezena de minutos de chuva intensa originaram, na segunda-feira ao fim do dia, pequenas inundações no centro de Albufeira, situação que foi de pronto resolvida pelos serviços da Proteção Civil.

“Foi uma chuvada normal, como há todos os anos”, disse à agência Lusa Carlos Oliveira, proprietário de um estabelecimento comercial no centro de Albufeira, acrescentando que “a água entrou por um lado e saiu pelo outro”.

Na rua comercial do centro de Albufeira, vários homens limpavam os esgotos, que ainda não estavam totalmente desimpedidos da lama, depois da grande cheia de 1 de novembro.

A região do Algarve foi fustigada nesse dia por chuvas intensas que provocaram inundações em vários concelhos, nomeadamente em Loulé, Albufeira, Portimão, Olhão e Silves.

O caso mais problemático ocorreu em Albufeira, onde a Proteção Civil teve de retirar pessoas de habitações e estabelecimentos comerciais inundados.

No centro da cidade de Albufeira, a água atingiu cerca de 1,80 metros de altura, provocando milhões de euros de prejuízos, segundo as autoridades, sendo que muitos dos comerciantes não tinham seguros.

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