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Texas: polícia filmado a derrubar uma mulher e a filha negras

O incidente ocorreu a 21 de dezembro, depois de Jacqueline Craig se ter queixado que um vizinho tentou estrangular o seu filho, de sete anos, por alegadamente este ter deitado lixo no seu quintal.

O agente, identificado como William Martin, terá questionado a mulher por que razão não tinha ensinado o filho a não deitar lixo no quintal dos vizinhos e por que razão o vizinho não havia de ter posto as mãos no filho.

Uma das filhas de Craig procurou afastar a mãe do polícia, mas este derrubou as duas, prendendo-as depois com a acusação de conduta desordeira e resistência à detenção.

No relatório disciplinar submetido à Comissão do Serviço Civil afirmou-se que Martin violou a política do departamento policial, devido ao uso de força excessiva e falhas na investigação. Outras conclusões foram as de conduta negligente, descortesia e comportamento prejudicial à boa ordem.

De acordo com o chefe da polícia de Fort Worth, Joel Fitzgerald, o agente William Martin admitiu ter violado as orientações, pediu desculpa e está pronto para regressar ao serviço ativo no final da suspensão.

Acrescentou que solicitou a Martin, que vai ter formação adicional, para regressar à mesma comunidade, quando a suspensão de 10 dias acabar, para “reparar as relações”.

Polícia espanhola impede sequestro de adolescente

A Guarda Civil deteve, na quarta-feira, quatro homens que tentavam sequestrar uma jovem de 15 anos na localidade de Tudela, em Navarra.

O alerta foi dado pelos pais da adolescente que disseram à polícia terem visto a filha ser atirada para o interior de uma carrinha contra a sua vontade.

Duas horas depois, as autoridades espanholas conseguiram localizar a carrinha de matrícula búlgara, tendo libertado a jovem e detido os quatro suspeitos.

Contudo, os quatro homens acabaram por sair em liberdade, pois os investigadores descobriram que a jovem havia mantido uma relação amorosa com um dos suspeitos o que coloca a hipótese de rapto em dúvida, como explica o jornal espanhol El Confidencial.

A foto que agitou o Instagram: o ladrão apanhado pela agente em biquíni

Diz-se que um polícia está sempre de serviço. parece que sim: uma agente da polícia apanhou esta quarta-feira um ladrão que roubou o seu telemóvel. Fê-lo enquanto estava de folga a apanhar sol com os amigos.

Uma foto divulgada no Instagram recebeu uma chuva de likes e comentários, ao mostrar a agente de biquíni a dominar o ladrão no parque Ralambshov, em Estocolmo.

A agente Mikaela Kellner diz que se apercebeu com os amigos que o indivíduo – que se aproximou do grupo a dizer que vendia revistas a favor dos sem-abrigo – tinha roubado o seu telemóvel, não hesitando em detê-lo.

Polícia norte-americana usa Pokémon Go para atrair fugitivos. Sem resultados

A polícia de Manchester, New Hampshire, colocou uma publicação no Facebook a convidar as pessoas a capturar um pokémon raro na zona onde está a esquadra da polícia norte-americana.

A ideia é atrair pessoas que estejam fugidas da polícia para esta área, naquela que é a maior cidade do estado de New Hampshire.

A polícia diz na publicação que um Charizard, uma criatura rara de encontrar, está à solta perto do quartel da polícia e colocam ainda uma lista com o nomes dos “felizardos” convidados para poderem capturar o pokémon em questão. Acontece que a lista tem o nome de mais de 500 fugitivos que constam no departamento das pessoas procuradas.

Até a data, este método ainda não teve sucesso e nenhum dos fugitivos apareceu no local para capturar o seu pokémon.

Casas evacuadas em Nice devido a camião suspeito

Uma equipa de minas e armadilhas da polícia francesa está, neste momento, a analisar um camião estacionado na rua 84 route de Turin, em Nice.

Segundo notícia avançada pelo site Nice Matin, o camião, da marca Volvo, está estacionado a cerca de 100 metros do apartamento de Mohamed Lahouaiej Bouhlel, local onde a polícia está a efetuar buscas.

Ainda de acordo com a mesma fonte, as autoridades já ordenaram a evacuação de dois edifícios.

Homens armados matam dirigentes da Frelimo no centro de Moçambique

Leonardo Colher, chefe das relações públicas do comando da Polícia de Manica, disse que um secretário da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo, governamental), em Muchenhedzi, no posto administrativo de Dacata (distrito de Mossurize), foi morto a tiro na sua residência por quatro homens armados.

Um segundo dirigente do partido no poder em Nhampassa foi retirado de um autocarro, que circulava fora da escolta militar obrigatória de viaturas na estrada Nacional 7 (N7), no distrito de Barué, e foi morto a tiro “à frente dos passageiros” por três homens armados, que depois mandaram seguir o veículo.

“Os dois homicídios qualificados ocorreram a 22 de junho, e pelo ‘modus operandi’, temos fortes suspeitas de que se trata de homens armados da Renamo [Resistência Nacional Moçambicana]”, referiu Leonardo Colher, assegurando que todos os serviços de informações policiais foram acionados para capturar os suspeitos e que já foram instaurados os respetivos processos-crime.

Num outro desenvolvimento, a mesma fonte disse que outras 20 pessoas contraíram ferimentos, oito das quais com gravidade esta semana, durante uma emboscada a uma viatura na coluna escoltadas pelo exército ao longo da N7.

“Quando a coluna fazia o sentido Barué-Vanduzi, os homens armados da Renamo efetuaram vários disparos, tendo dois projéteis atingido a condutor de uma viatura de transporte de passageiros no braço e na perna, o que fez com que a viatura se despistasse e capotasse”, explicou Leonardo Colher.

O chefe de relações públicas da polícia afirmou que, desde a introdução das escoltas, não houve mais situações de incêndios de viaturas ao longo da N7, um dos motivos para a introdução das proteções militares no troço entre Vanduzi (província de Manica) e Changara (Tete) no início do mês.

Entre 01 e 07 de junho, pelo menos 12 camiões de transportes de carga, incluindo camiões-tanque, a maioria proveniente do Malaui, foram incendiados ao longo da N7 em ataques atribuídos pelas autoridades a homens armados da Renamo no distrito de Barué, o que levou o Governo de Lilongwe a ponderar a recomendação de os seus cidadãos usarem estradas moçambicanas.

Antes da estrada N7, a circulação já era feita com escolta militar em dois troços da N1, na província de Sofala, devido a ataques atribuídos aos homens armados da Renamo.

Moçambique tem conhecido um agravamento dos confrontos entre as forças de defesa e segurança e o braço armado da Renamo, além de acusações mútuas de raptos e assassínios de militantes dos dois lados.

O principal partido de oposição recusa-se a aceitar os resultados das eleições gerais de 2014, ameaçando governar em seis províncias onde reivindica vitória no escrutínio

O Governo moçambicano e a Renamo retomaram em finais de maio as negociações em torno da crise política e militar em Moçambique, após o principal partido de oposição ter abandonado em finais de 2015 o diálogo com o executivo, alegando falta de progressos no processo negocial.

PJ identificou suspeito de falsa ameaça de bomba em avião

Aeroporto de Faro

O aparelho da TAP foi revistado pelas autoridades que não encontraram qualquer objeto suspeito a bordo do avião.

O voo da companhia aérea portuguesa iria ligar Faro a Lisboa quando, por volta das seis da manhã, o 112 recebeu uma chamada com um alerta de bomba.

Os 38 passageiros que seguiam a bordo foram retirados do avião e colocados em segurança.

Onda de ataques sexuais em Colónia deixa a polícia na mira do governo

Thomas de Maizière

As forças policiais de Colónia reconheceram ter, pouco antes das agressões, evacuado a praça devido ao perigo do fogo-de-artifício, mas as agressões ocorreram mais tarde. No dia seguinte, a 1 de janeiro, a polícia emitiu um comunicado no qual sublinhava que a noite havia decorrido sem incidentes. “Não é possível que a praça tenha sido evacuada e que em seguida se tenham verificado” as agressões, no mesmo local, e que a polícia “espere as queixas” das vítimas para reagir, lamentou o ministro do Interior alemão. “Exijo urgentes esclarecimentos”, sublinhou Maizière.

Um homem contou à BBC como a sua mulher e a filha de 15 anos foram rodeadas por uma multidão e ele não conseguiu ajudá-las: “Os atacantes agarraram os seios delas.” “Eles sentiram que estavam a controlar a situação e que podiam fazer o que quisessem com as mulheres que estavam na rua a festejar. Eles tocaram-nos em todo o lado”, relatou à televisão alemã uma das mulheres que estavam no local.

Ontem soube-se que a polícia já identificou três suspeitos relacionados com os ataques, adiantou ontem o ministro do Interior do governo estadual da Renânia do Norte-Vestefália. Ralf Jaeger acrescentou, porém, que ainda não tinham sido feitas detenções e que esperava um “relatório muito detalhado” da polícia ainda nesta semana.

Na terça-feira, a polícia de Colónia explicou que 90 mulheres denunciaram ter sido roubadas, ameaçadas ou molestadas sexualmente nas celebrações de ano novo junto à catedral da cidade por jovens, entre os 18 e os 35 anos, do sexo masculino, na sua maioria alcoolizados. A polícia descreveu estes acontecimentos como “uma nova dimensão no crime”.

O líder da polícia de Colónia afirmou que os alegados atacantes parecem ser de origem “árabe ou norte-africana”, levando os grupos de extrema-direita a atribuir as culpas aos refugiados e a criticar mais uma vez a política de acolhimento do governo de Angela Merkel.

“Não deve haver uma suspeita generalizada mas, ao mesmo tempo, também nenhum tabu”, considerou Thomas de Maizière, sublinhando ser necessário saber se os autores “chegaram recentemente ou se estão há muito tempo” na Alemanha. “Isto não é sobre as origens [das pessoas], mas sobre aquilo que fizeram”, afirmou, por sua vez, o ministro alemão da Justiça Heiko Mass, advertindo que associar este assunto à questão dos refugiados “não é mais do que exploração”.

O partido eurocético e anti-imigração Alternativa para a Alemanha (AfD), que tem subido nas sondagens, já veio dizer que a chanceler deve considerar a hipótese de fechar as fronteiras. “Senhora Merkel, a Alemanha é “colorida e cosmopolita” o suficiente para si depois desta onda de crimes e ataques sexuais?”, questionou, através do Twitter, Frauke Petry, o líder do AfD.

Merkel também foi questionada pelas cerca de 150 pessoas que se juntaram em frente à catedral de Colónia para protestar contra a violência sobre as mulheres. “Senhora Merkel onde estás? O que tens a dizer? Isto assusta-nos” era uma das mensagens dos cartazes empunhados pelos manifestantes.

Mais segurança para o Carnaval

A chanceler alemã falou na terça-feira com a presidente da Câmara de Colónia a quem expressou a “sua indignação sobre estes ataques e agressões sexuais repugnantes”. Angela Merkel disse a Henriette Reker que tudo deverá ser feito para “encontrar os perpetradores o mais depressa possível e puni-los, independentemente das suas origens ou passado”.

Após uma reunião do gabinete de crise, Reker enfureceu a opinião pública ao concentrar-se na forma como as mulheres devem comportar-se e não nos atacantes. A autarca explicou que as mulheres devem adotar um “código de conduta” de forma a prevenir futuros ataques e onde é sugerido que se mantenham um braço de distância de desconhecidos ou fiquem sempre junto ao seu grupo de amigos. Reker – que foi esfaqueada em outubro, ficando gravemente ferida, aparentemente por causa do apoio aos refugiados – prometeu um reforço policial nas ruas já a pensar no Carnaval da cidade, o mais famoso da Alemanha.

Europa acordou que polícia deve ter acesso ao registo de passageiros

Fontes comunitárias indicaram que os ministros baixaram em três meses a proposta que tinham feito aos eurodeputados sobre o tempo em que os registos de passageiros deviam estar acessíveis.

Reunidos em Bruxelas, os responsáveis europeus também concordaram em disponibilizar dados dos voos que se realizam dentro do espaço comunitário e não apenas de ligações com países terceiros, numa base de voluntariado.

Em conferência imprensa, o comissário europeu responsável pelos assuntos internos e migração, Dimitris Avramopoulos, precisou que o denominado PNR (Passanger Name Record, Registo do Nome do Passageiro) “se não for colocado em prática de imediato, sê-lo-á muito, muito em breve”.

O responsável grego garantiu que os ministros, na parte da manhã, conseguiram acordar uma “melhor cooperação, sem privar os Estados-membros de gerir as suas fronteiras”.

“Demos mais um passo no aumento da segurança dos nossos cidadãos”, concluiu.

Intervindo pela presidência rotativa da UE, o ministro da Segurança e Defesa luxemburguês, Etienne Schneider, escusou-se a enumerar as razões pelas quais os 28 não quiseram fazer obrigatória a troca automática de informações sobre voos no espaço comunitário, indicando apenas “haver diferentes razões”.

Para Dimitris Avramopoulos, “todos terão que perceber que ter segredos, num mundo globalizado, é uma perspetiva inocente”, pelo que “o melhor é trocar informações para garantir a segurança”.

“Quanto mais informação, melhor cumprimos o compromisso de garantir a segurança aos nossos cidadãos”, concluiu.

Este pode ser o ano em que os professores não saem à rua

A administração interna é uma área em que o PS tem muito mais em comum – se não tudo – com a coligação PSD-CDS do que com o PCP e o BE. O “bloco central” aprovou na passada legislatura, sempre com a oposição dos bloquistas e comunistas, toda a legislação das secretas e do combate ao terrorismo, com o governo a ceder em vários pontos defendidos pelos socialistas. E o governo de António Costa vai ter de aprovar novas diretivas europeias de combate ao terrorismo, as quais, tudo indica, terão uma linha muito securitária.

Da mesma forma, no que diz respeito diretamente ao sistema de segurança interna, PS e coligação estão em sintonia quanto à necessidade de reforçar os poderes da estrutura de coordenação policial. O PCP já propôs a extinção. A nova ministra, Constança Urbano de Sousa, irá passar, logo nas primeiras semanas, pelos difíceis “testes” da mais de dezena e meia de sindicatos. Com dossiês pesados como o estatuto e a lei orgânica da GNR.

O futuro do mapa judiciário

No que toca à pasta da Justiça, a anterior titular da pasta, Paula Teixeira da Cruz, fez a reforma do mapa judiciário e desde setembro de 2014 que a geografia judicial portuguesa perdeu 47 tribunais. Francisca van Dunem terá pela frente esta questão. Enquanto procuradora-geral distrital de Lisboa (cargo que ocupou nos últimos oito anos) criticou a incongruência deste novo mapa judiciário na questão da estrutura do Ministério Público.

Matéria mais do que certa é também a tão desejada revisão dos Estatutos das Magistraturas (do Ministério Público e judicial) que esteve quase a ser aprovada pela sua antecessora mas que acabou por ficar na gaveta. Na agenda estará ainda a falta de funcionários judiciais.

O acesso à saúde

O combate à desigualdade no acesso aos cuidados de saúde, com a criação de novas unidades de saúde familiar, a universalização de médico de família a todos os utentes – há um milhão de portugueses que ainda não o têm – ou a revisão das taxas moderadoras estão entre as linhas mestras propostas pelo PS no seu programa para a saúde. Elas são também o um dos maiores desafios que o novo titular da pasta, Adalberto Campos Fernandes, e os seus secretários de Estado, Manuel Delgado e Fernando Araújo, terão de enfrentar.

O bastonário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, tem boas expectativas. “Têm excelente formação, experiência no terreno e boa capacidade de diálogo”, justifica.

Abertura negocial na educação

O setor da educação tem sido tradicionalmente problemático para os governos, sobretudo com contestação dos professores. Nuno Crato, ministro da Educação de Passos Coelho, notabilizou-se pela quase absoluta ausência de diálogo com a Fenprof, afeta à CGTP.

António Avelãs, do secretariado nacional da Fenprof, admite não conhecer “nem o ministro [Tiago Brandão Rodrigues] nem os seus secretários de Estado” mas acrescenta que – até por isso – “as expectativas têm de ser positivas”. Por outro lado, reconhece, “o programa do governo está construído de forma a, em algumas matérias, se aproximar dos objetivos dos professores e das escolas”. No entanto, avisa, há outras que irão “exigir da parte do Ministério grande abertura negocial”, desde questões ligadas à profissão docente, como “as aposentações, a progressão na carreira, os concursos de professores”, até aos exames e à discussão “sobre um modelo para as vias profissionais [para os alunos] que permita que não sejam secundárias” em termos de qualidade.

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