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Poluição pode ser tão grave para pulmões como um maço de tabaco por dia

novo estudo, feito pelas universidades norte americanas de Washington, Colúmbia e Buffalo, foi publicado na revista científica da Associação Médica Americana (JAMA-The Journal of the American Medical Association), num artigo que adverte que a poluição do ar acelera a progressão do enfisema pulmonar.

Ainda que estudos anteriores tenham mostrado uma ligação clara entre os poluentes no ar e algumas doenças pulmonares e cardíacas, o novo estudo demonstra a associação entre uma exposição prolongada aos principais poluentes atmosféricos, especialmente o ozono, e o aumento do enfisema.

O enfisema pulmonar é a destruição do tecido pulmonar, que causa tosse e falta de ar e leva à redução do oxigénio no sangue, o que dificulta a respiração e aumenta o risco de morte.

“Ficámos surpreendidos ao ver nos exames aos pulmões como foi forte o impacto da poluição atmosférica na progressão do enfisema, ao mesmo nível dos efeitos do tabagismo, o qual é de longe a causa mais conhecida de enfisema”, disse um dos principais autores do estudo, Joel Kaufman, professor de Ciências Ambientais e Saúde Ocupacional da Universidade de Washington.

A investigação concluiu que se o nível do ozono no ambiente aumentar muito em relação ao que se passava há uma década tal tem efeitos no enfisema idênticos a fumar um maço de cigarros por dia.

Os resultados do estudo são baseados numa extensa investigação, de 18 anos, envolvendo mais de 7.000 pessoas e um exame detalhado da poluição do ar entre 2000 e 2018 em seis regiões metropolitanas dos Estados Unidos.

A subida das temperaturas devido às alterações climáticas leva também ao aumento do ozono ao nível do solo, um problema cuja solução é reduzir as emissões poluentes.

Portugal é o 4º país com maior poluição sonora e dos que menos recicla

Fonte LUSA

Os dados são do gabinete de estatísticas da União Europeia (UE), o Eurostat, e foram hoje divulgados num ponto de situação sobre as cidades e comunidades sustentáveis, no âmbito dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável estipulados pela Comissão Europeia.

No que toca ao indicador referente à poluição sonora, 23,5% da população portuguesa afirmava, em 2017, estar exposta ao ruído, percentagem que só ficava atrás de países como a Alemanha (26,1%), Holanda (25,6%) e Malta (24,9%).

Os menos expostos ao barulho eram, nesse ano, a Estónia (8,2%), Croácia (8,6%) e Irlanda (9%), bem abaixo da média comunitária (17,5%).

Já a taxa de reciclagem de resíduos municipais (face ao total de lixo gerado) colocava Portugal, em 2017, no oitavo lugar dos que menos reciclava (28,4%), abaixo da média da UE (46,4%).

Os Estados-membros com maior taxa de reciclagem de lixo municipal eram, há dois anos, a Alemanha (67,6%), a Eslovénia (57,8%) e a Áustria (57,7%), enquanto os que tinham valores mais baixos eram Malta (6,4%), Roménia (13,9%) e Chipre (16,1%).

Outro parâmetro avaliado foi a exposição à poluição do ar (considerando partículas de menor dimensão), no qual Portugal ficou abaixo do total da UE, ao registar uma média de 12 microgramas por metro cúbico contra 14,1 microgramas por metro cúbico a nível comunitário. Ficou, ainda, a meio da tabela entre os 28 Estados-membros.

O país da UE com maior exposição a poluição atmosférica era, em 2017, a Polónia, seguido pela Bulgária e pela Hungria, enquanto os menos expostos eram a Finlândia, a Estónia e a Suécia.

No indicador da sinistralidade rodoviária, Portugal também ficou a meio da tabela relativamente às mortes em acidentes de aviação (com 5,5 mortes por 100 mil habitantes), ainda assim acima da média da UE (de cinco mortes por 100 mil habitantes).

Bulgária, Roménia e Letónia foram os países que, há dois anos, registaram maior número de mortes em acidentes de aviação, contra menos casos verificados na Suécia, Reino Unido e Holanda.

A abordagem da UE para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da UE foi apresentada no final de 2016 pelo executivo comunitário e enquadra-se na Agenda 2030 das Nações Unidas.

Fonte LUSA

Poluição no rio Sousa foi provocada por ETAR em Penafiel

© Paulo Jorge Magalhães / Global Imagens

Segundo um comunicado da Câmara de Paredes enviado à Lusa, a situação foi apurada pelo Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR de Penafiel, na sequência da poluição detetada no dia 23, pela Junta de Freguesia de Parada de Todeia.

A Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Paço de Sousa, no vizinho concelho de Penafiel, é um dos mais recentes equipamentos do género na região do Vale do Sousa, tratando efluentes dos concelhos de Penafiel, Paredes e Lousada.

Aquela ETAR é gerida pela “Simdouro”, uma sociedade de capitais públicos responsável pela gestão do sistema multimunicipal de saneamento de Arouca, Baião, Castelo de Paiva, Cinfães, Paredes, Vila Nova de Gaia e uma parte de Penafiel (bacia do rio Sousa).

Face às situações de descargas poluentes no rio Sousa (afluente do Douro), a Câmara de Paredes avançou com um plano de vigilância que está a ser articulado as juntas de freguesia de Paredes, Cête, Aguiar de Sousa, Parada de Todeia, Recarei e Sobreira.

A medida tem como objetivo “denunciar de imediato” às autoridades os focos de poluição no rio Sousa.

Segundo o comunicado, o plano vai ser alargado ao rio Ferreira (afluente do Sousa) e aos demais cursos de água no concelho.

LUSA

Índia: Nova Deli com níveis altos de poluição

Após o encerramento obrigatório de todas as escolas da capital indiana até ao final da semana, anunciado na quarta-feira, as autoridades locais decidiram estabelecer a circulação alternada de carros naquela cidade, medida a aplicar entre 13 e 17 de novembro.

É a terceira vez que esta medida é colocada em prática, após duas tentativas experimentais que tiveram um impacto limitado em 2016.

“A situação em Deli é terrível e se a poluição pode ser reduzida de alguma forma, nós iremos atuar”, declarou o ministro dos Transportes da região de Deli, Kailash Gahlot.

A entrada de veículos pesados dentro da cidade também está proibida durante esta semana.

Para tentar atenuar os efeitos nocivos dos elevados índices de poluição atmosférica registados nos últimos dias, equipas de voluntários começaram igualmente a percorrer as ruas da capital indiana para distribuir máscaras para proteger a zona da boca e nariz.

Mas, nem todos os transeuntes são recetivos, como relatam as agências internacionais, com muitas pessoas a rejeitarem as máscaras ou a ignorarem os avisos dos voluntários.

Com uma população de cerca de 20 milhões de habitantes, Nova Deli, já comparada a uma “câmara de gás”, foi considerada, nos últimos dois anos, uma das cidades mais poluídas do mundo.

O índice de qualidade do ar divulgado nos últimos dias pelas autoridades atingiu níveis sete vezes superiores aos valores que a Organização Mundial de Saúde considera como prejudiciais.

Com a aproximação do inverno, é comum que zonas do norte da Índia fiquem cobertas por uma espessa mistura de fumo e nevoeiro, causada por pó, queima de plantações, emissões de fábricas e queima de carvão e de pilhas de lixo, uma forma de a população mais pobre se aquecer.

LUSA

Poluição é mais mortal que guerras, desastres e fome

Uma em cada seis mortes prematuras no mundo em 2015, cerca de nove milhões, podem ser atribuídas a doenças por exposição tóxica, de acordo com um estudo divulgado na quinta-feira pela revista científica The Lancet.

O custo financeiro das mortes relacionadas com a poluição, doenças e segurança social é igualmente enorme, acrescentou o estudo, apontando para 4,6 biliões de dólares em perdas anuais, ou cerca de 6,2% da economia global.

O estudo é a primeira tentativa de reunir dados sobre doenças e mortes causadas por todas as formas de poluição combinadas, do ar à água contaminada.

“Tem havido muito estudo sobre a poluição, mas nunca foi alvo dos recursos ou nível de atenção de algo como a SIDA ou as alterações climáticas”, disse o epidemiologista Philip Landrigan, diretor do departamento de saúde global da Icahn School of Medicine em Mount Sinai, Nova Iorque, e principal autor do relatório.

“A poluição é um enorme problema que as pessoas não estão a ver porque estão a olhar para as suas componentes espalhadas”, afirmou.

Para os especialistas, os nove milhões de mortes prematuras identificadas representam apenas uma estimativa parcial. O número de mortos devido à poluição será mais alto e vai ser quantificado novamente, quando a investigação estiver concluída e forem desenvolvidos novos métodos para avaliar os impactos negativos.

Ásia e África são as regiões que estão a colocar mais pessoas em risco, com a Índia a liderar a lista dos países individuais, indicou o estudo.

Uma em cada quatro mortes prematuras na Índia em 2015, ou cerca de 2,5 milhões, foram atribuídas à poluição. Na China, as causas ambientais foram o segundo maior motivo de morte, causando mais de 1,8 milhões de mortes prematuras, ou uma em cinco.

Em muitos outros países, como o Bangladesh, Paquistão, Coreia do Norte, Sudão do Sul e Haiti, um quinto das mortes prematuras foi também causada por poluição.

Poluição e seca estão a destruir a pesca no rio Tejo

Mais de 80% de Portugal continental encontrava-se em setembro em seca severa, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera, que o caracterizou como mês “extremamente quente”. Neste período, o total de precipitação acumulado foi de 621,8 milímetros (70% do normal), sendo o 9.º valor mais baixo desde 1931.

A comunidade de pescadores da Póvoa de Santa Iria, concelho de Vila Franca de Xira (distrito de Lisboa) reconhece que esta situação climatérica “anómala” afeta a pesca no Tejo. Ainda assim, aponta o dedo à poluição do rio como o principal fator para a crise na atividade piscatória da região. Este é também o motivo de uma manifestação que o movimento Protejo organiza no sábado em Lisboa.

“A pesca no Tejo foi afetada em mais de 70%, 80%. É derivado da seca, mas também da poluição. Se formos ver, em todo lado se vê peixe morto. Até dá vontade de chorar de ver o Tejo assim”, diz à Lusa Jorge Sousa, que se dedica à arte da pesca há mais de quatro décadas na zona da Póvoa de Santa Iria.

Sem rodeios, o pescador queixa-se de que “no Tejo já não há nada que se pesque” e admite que “está cada vez mais difícil viver da pesca”.

“Este ano como foi um ano muito seco, meto 50/50 [poluição e seca], mas nos outros anos é 70/30”, ressalva.

Junto a Jorge Sousa está Alfredo Vicente, um pescador de 68 anos que nasceu a bordo de uma bateira e diz conhecer “os segredos do Tejo” como ninguém.

“Já não há aqui o que havia antigamente. Eu chegava a apanhar 800 quilos de corvina e hoje já não se apanha. Apanhava linguados, robalos e camarão. No Tejo há de tudo, mas tem é de ser estimado”, alerta, apontando o dedo às construções novas e às Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) que se foram instalando na região.

“Fizeram-se ETAR e o peixe desapareceu. Eu cheguei a apanhar baldes com sete, oito quilos aqui deste esgoto da Póvoa e hoje nem uma fataça se apanha. Eu não sei o que é que eles metem lá nas ETAR, mas o peixe desapareceu todo”, queixa-se.

As críticas são partilhadas pelo amigo e também pescador João Letra, de 70 anos, que também culpa as ETAR e as fábricas da destruição da pesca no Tejo.

“Antigamente havia aqui na margem criação de peixe de toda a espécie. Era robalos, tainha, linguados, camarão, camarão negro, que deixou de existir. A poluição era lançada diretamente ao Tejo e fazia comida para os peixes. As ETAR agora tiram a comida. O tratamento que lhes dão não é bom para os peixes. Têm químicos”, queixa-se.

Já o pescador António José vê nos efeitos da seca uma “oportunidade para denunciar” os problemas de poluição que afetam o Tejo e que fizeram “desaparecer quase totalmente” peixes como a enguia, que antes “existia com fartura”.

“Costuma dizer-se que Deus escreve direito por linhas tortas. A seca pode servir para denunciar a olho nu a poluição, que é brutal, sobretudo a montante do Tejo. Agora com a seca esses efeitos são mais visíveis”, sublinha, referindo que “a procura de peixe é muito superior à oferta”.

Enquanto descansam e recuperam forças para daqui a umas horas voltarem ao rio, os pescadores fitam os olhos no Tejo e nas poucas embarcações que ainda lá resistem, desejando que consigam sobreviver continuando a fazer aquilo que mais gostam e lhe dá prazer.

“Isto está mesmo duro. Eu vivo da pesca, tenho um filho com 40 anos, uma filha com 45 anos, que vende peixe no mercado de Vila Franca de Xira, e não querem ser pescadores porque já não há peixe e o gasóleo que iriam gastar não compensa”, afirma, com um ar cansado e abatido, Alfredo Vicente.

A manifestação que o Protejo — Movimento pelo Tejo organiza no sábado na capital decorre a partir das 15:00 entre o Cais do Sodré e o Terreiro do Paço, visando apelar ao Governo para agir com eficácia e determinação na contenção dos agentes poluidores.

DGS alerta para níveis de poluição

Numa nota conjunta, a DGS e a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) recordam que ocorreram nos últimos dias “excedências ao limiar de informação ao público do ozono” e “aos valores-limite de dióxido de azoto e partículas em suspensão em algumas zonas do território do continente”.

Este episódio de poluição atmosférica está associado à situação meteorológica atual, que tem “condicionado a dispersão dos poluentes atmosféricos, sendo também resultado da influência dos incêndios florestais que têm deflagrado nos últimos dias, com libertação de poluentes para a atmosfera”, refere a informação disponível no site da DGS.

Estes poluentes libertados para a atmosfera têm efeitos na saúde humana e, como a qualidade do ar é considerada fraca, a DGS aconselha cuidados redobrados às populações mais vulneráveis, designadamente “crianças, idosos, grávidas, pessoas com problemas respiratórios crónicos, principalmente asma, e doentes do foro cardiovascular”.

Os doentes crónicos devem manter os tratamentos médicos em curso e, em caso de agravamento de sintomas, contactar a Linha Saúde 24 (808 24 24 24) ou procurar uma unidade de saúde.

A população em geral deve evitar a exposição a fatores de risco, tais como o fumo do tabaco e o contacto com produtos irritantes, recorda a DGS.

Tanto a APA como a DGS alertam para “uma persistência das condições meteorológicas, desfavoráveis à dispersão dos poluentes, nos próximos dias, com efeitos diretos na qualidade do ar e a ocorrência de eventos naturais de partículas nas regiões do Alentejo e Algarve”.

Ambiente poluído mata mais de 1,7 milhões de crianças por ano

A agência da ONU publicou os estudos “Herdando um mundo sustentável: Atlas sobre a saúde das crianças e o ambiente” e “Não contamines o meu futuro” que analisam a relação entre a saúde dos mais novos e o que os rodeia.

Entre os riscos ambientais listados está a poluição do ar interior e exterior, exposição a fumo de tabaco, insalubridade da água ou a falta de saneamento e de higiene.

Do total das 1,7 milhões de mortes, cerca de 570 mil devem-se a infeções respiratórias, como pneumonia, que podem atribuir-se à poluição do ar interior e exterior assim como à exposição ao fumo de tabaco, enquanto 361 mil crianças são vítimas de diarreias devido à falta de acesso a água potável e ao insuficiente saneamento e falta de condições de higiene.

“Um ambiente poluído é mortal, particularmente para as crianças mais novas”, referiu a diretora geral da OMS, Margaret Chan, citada num comunicado da entidade.

Pequim em alerta vermelho devido a níveis de poluição

epa05059018 Visitors wearing protective masks against smog take a tour of Temple of Heaven Park in Beijing, China, 08 December 2015. City schools closed on 08 December as Beijing issued its first-ever smog red alert, advising residents to stay indoors and children not to go to school until 10 December lunchtime. The new alert issued by the city's emergency management headquarters represented the highest-level warning issued for the first time since a four-colour scale was introduced in 2013. EPA/ROLEX DELA PENA

A capital chinesa está em alerta vermelho por causa da poluição atmosférica. Pequim decretou o primeiro alerta vermelho, este ano, o que implica restrições no trânsito (os carros só podem circular em dias alternados, conforme o número da matrícula).

Infantários e escolas de ensino básico e médio são também aconselhados pelo Governo a suspender as aulas e as empresas a adotar “um horário de trabalho flexível”.

As fábricas e estaleiros mais poluentes reduzem ou interrompem a produção.

O manto de poluição deverá estender-se até Henan, província do centro do país, a cerca de setecentos quilómetros da capital, e até às províncias de Shanxi, no noroeste, e Shandong, no nordeste, segundo o ministério chinês da Proteção Ambiental.

A previsão aponta que os níveis mais altos de poluição se registem ao longo deste fim de semana.

O ministério prometeu ainda verificar se os governos locais adotam as medidas previstas para lidar com a poluição e punir as emissões ilegais das fábricas.

 

O mistério do rio que ficou vermelho subitamente

O rio Daldykan, situado na Sibéria, na Rússia, ficou misteriosamente vermelho esta terça-feira, e está a ser comparado a um grande rio de sangue. Os habitantes da zona publicaram inúmeras fotografias nas redes sociais que dão conta desta mudança repentina da cor da água do rio.

As autoridades russas ainda estão a investigar as causas da mudança de cor, e a avaliar possíveis impactos ambientais. Uma das hipóteses avançadas pelo Ministério dos Recursos Naturais da Rússia para a “poluição por um químico não identificado” é a existência de um mineroduto da MMC Norilsk Nickel, uma empresa russa de extração de níquel que tem uma instalação junto àquele rio.

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A empresa já veio negar que a poluição tenha sido causada por uma descarga acidental dos seus compostos químicos, mas está neste momento a monitorizar o estado do ambiente na zona envolvente do rio, refere o comunicado do Ministério dos Recursos Naturais. O ministro Sergey Donskoy garante que já está a tratar da situação pessoalmente.

De acordo com a CNN, o rio não está ligado à rede pública de abastecimento, pelo que não há perigos imediatos para a saúde dos residentes de Norilsk, uma cidade situada na zona gelada do norte da Rússia.

 

Norilsk está junto às maiores reservas mundiais de níquel, cobre e paládio, pelo que atrai muitas empresas de exploração mineira.

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