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Tarifários jovens: reclamações aumentaram 62%

O Portal da Queixa verificou um aumento do número de reclamações dirigidas às operadoras de tarifários jovens. Desde o início de 2018, até ao mês de novembro, o número de reclamações registou uma subida de 62% (244), face a igual período do ano passado (151). A marca com o maior número queixas é a WTF, que pertence à operadora NOS.

Atualmente são várias as operadoras de telecomunicações móveis que oferecem planos de tarifários destinados a menores de 25 anos. São tarifários que incluem tudo aquilo que os jovens mais apreciam, como aplicações ilimitadas, SMS e chamadas gratuitas e dados móveis com largos Gigabytes.

No entanto, embora as condições sejam aliciantes e conquistem a forte adesão dos consumidores mais novos, a verdade é que, o número de reclamações contra as operadoras detentoras destes tarifários tem aumentado todos os anos. A marca mais reclamada é a WTF, que registou um aumento de 153%, comparativamente ao período homólogo.

Marca 2017 2018
WTF 58 147
Yorn 62 71
Moche 30 25

Incumprimento do tarifário é o principal motivo das reclamações

A marca WTF é a que apresenta o maior número de reclamações face ao período homólogo. Um dos principais motivos de reclamação apresentado pelos consumidores, desde agosto, está relacionado com o incumprimento do que é garantido pelo tarifário escolhido. Na prática, significa que as aplicações ditas gratuitas ficam inacessíveis quando se esgotam os dados móveis. Chegam mesmo a existir situações em que há uma adição de um extra de Internet (valor cobrado) sem o cliente ter pedido.

Entre as diversas reclamações dirigidas à WTF, algumas reportam problemas com o saldo (sem saldo ou insuficiente).  As queixas referem que é retirado o valor do carregamento para outros efeitos e é enviada uma mensagem alertando para o facto de o valor ser insuficiente para a ativação do tarifário.

Foi o caso de um consumidor que viu o seu número ser desativado depois de não ter carregado atempadamente o telemóvel, tendo recebido um pedido de pagamento pelos dias que não utilizou o tarifário.

Apesar de ser em menor número, a lentidão dos dados móveis e os problemas com a rede, também são situações apontadas por alguns consumidores que partilharam a sua má experiência e, após um mês, ainda não a viram resolvida.

Motivos de reclamações à WTF 2018 % representa
Sem acesso apps gratuitas extra net 76 52%
Sem saldo ou insuficiente 30 20%
Lentidão dados móveis ou sem rede 26 18%
Outros 15 10%

WTF responde aos consumidores

São várias as reclamações que a WTF tem recibo ao longo do ano, no entanto, isso não tem abalado o seu índice de satisfação de 78.9 na página do Portal da Queixa. A marca WTF tem dado resposta e resolvido as insatisfações apresentadas na maior rede social de consumidores, o que leva a uma taxa de resposta na ordem dos 95% e de solução na ordem dos 52%.

PORTAL DA QUEIXA em números:

  • Média de 10.000 reclamações registadas por mês
  • de 5.000 marcas presentes na plataforma
  • de 290.000 utilizadores registados ( de 10.000 novos /mês)
  • 3 milhões de páginas visitas/mês
  • 800.000 visitantes únicos (10% do universo de utilizadores de internet em Portugal)
  • TOP 300 dos sites mais acedidos em Portugal (ranking Alexa)
  • de 235 mil reclamações recebidas desde 2009

 

“Consumidores estão mais conscientes das oportunidades da Black Friday”

No rescaldo da semana Black Friday 2018, o Portal da Queixa, a maior rede social de consumidores do país, – que lançou uma plataforma online específica para a data – verificou que, face a 2017, os consumidores estão mais conscientes acerca do que representam as oportunidades na Black Friday.

Face a 2017, o número de reclamações aumentou, tendo registado mais de 70 queixas (62 o ano passado). Porém,  se em 2017, “a dificuldade de contacto e apoio com das marcas” era o principal motivo de reclamação dos consumidores, este ano, no topo da tabela estão motivos comos: o aumento do preço antes da promoção por forma a aplicar o desconto; a falta de stock no momento da compra; dificuldades de efetuar a compra com a promoção anunciada e atraso de entrega.

“Este ano verificou-se uma natural tendência no aumento de campanhas das marcas relacionadas com a Black Friday e, por isso, verificou-se igualmente um exponencial aumento na procura relativamente à oferta. Por conseguinte, registámos uma subida das reclamações relativas à BF em Portugal.”, explica Sónia Lage Lourenço, COO e Co-Founder do Portal da Queixa, sublinhando que: “Este ano, a queixa referente à ‘falta de capacidade de contacto com a marca’ foi quase nula, dando lugar à reclamação por ‘variação do preço’.”

Marcas com mais reclamações:

Entre as marcas com o maior número de reclamações registadas no Portal da Queixa, as mais visadas são no setor da tecnologia – FNAC, Worten, Media Markt, Rádio Popular e El Corte Inglês – (facto que resulta da elevada procura destes produtos em iniciativas como estas), contudo, no setor do comércio a retalho de vestuário e alimentação também foram um grande alvo de reclamações.

Segundo revela a responsável, “muitos consumidores relataram que alguns dos melhores descontos apresentados constituíram um chamariz, na medida em que na hora de os adquirir não estavam disponíveis por falta de stock ou dificuldade na aquisição dos mesmos.”

Quanto à plataforma www.blackfriday2018.pt – que ainda esteve online para a Cyber Monday -, o balanço do Portal da Queixa é positivo.

Considerando que a mensagem de confiança e transparência foi adotada por grande parte das marcas aderentes, Sónia Lage Lourenço realça: “Este ano, verificámos que os consumidores já estão mais conscientes acerca do que representam as oportunidades na Black Friday, face a 2017, que foi o primeiro ano de grande impacto e as dúvidas eram muitas. Contudo, devido a más práticas de algumas marcas, nos anos anteriores, os consumidores procuraram, este ano, confiança e transparência, para que as suas compras fossem efetuadas com segurança e que representassem uma real vantagem de desconto. Por essa razão, as 247 marcas que quiseram estar presentes, na plataforma Blackfriday2018.pt, demonstraram essa disponibilidade para o contacto imediato, por forma a garantirem uma maior proximidade e confiança na hora de comprar. O balanço é realmente otimista e é realçado pela atitude positiva, que as marcas quiseram demonstrar aos seus consumidores. Não há dúvida que a reputação online está a mudar o paradigma de consumo em Portugal e, cada vez mais, as grandes marcas necessitam de estar onde estão os consumidores.”

 PORTAL DA QUEIXA em números:

• Média de 10.000 reclamações registadas por mês

• de 5.000 marcas presentes na plataforma

• de 290.000 utilizadores registados ( de 10.000 novos /mês)

• 3 milhões de páginas visitas/mês

• 800.000 visitantes únicos (10% do universo de utilizadores de internet em Portugal)

• TOP 300 dos sites mais acedidos em Portugal (ranking Alexa)

• de 235 mil reclamações recebidas desde 2009

 

 

Black Friday: Portal da Queixa desafia marcas a garantir confiança e transparência

Consultar as melhores ofertas, comparar marcas com confiança e até denunciar casos de fraude são algumas das funcionalidades da plataforma que estará disponível esta quarta-feira (21 de novembro). A grande novidade deste ano é contar com a adesão de marcas como a Conforama, Prosegur, Phone House, La Redoute, Optivisão, Lion of Porches, Samsonite, Securitas Direct e Decenio que estarão online, no dia 23, para dar resposta às dúvidas, reclamações e pedidos de informação dos consumidores, no tempo máximo de 60 minutos, garantindo a proximidade necessária para que o consumidor possa comprar com confiança e transparência. 

Esta iniciativa, idealizada pelo Portal da Queixa, tem como principal objetivo facilitar o contacto entre marcas e consumidores.  Para além de permitir o rápido acesso – numa única plataforma – à consulta dos melhores preços, às promoções de várias marcas que se associaram ao website, possibilita, ainda, aos consumidores que estejam atentos à reputação das marcas, que efetuem compras seguras e conscientes. 

É tradição que, durante a Black Friday, os consumidores procurem fazer as compras mais vantajosas, de forma totalmente segura e, por isso, necessitam de ter confiança nas marcas a que pretendem adquirir os produtos. Todavia, o tempo disponível para o processo de decisão é normalmente muito curto e tomado por impulso, o que poderá resultar numa experiência negativa, na eventualidade deste não conseguir o apoio e proximidade necessária por parte da marca. Esse foi o principal motivo de reclamações na Black Friday 2017: a dificuldade de contacto e apoio com as marcas. Em 2018 queremos estar ao lado dos consumidores e das marcas, ao garantir uma comunicação mais eficaz e evitar assim reclamações desnecessárias, oferecendo boa fé e confiança. Este objetivo será garantido através da nossa plataforma em www.blackfriday2018.pt, onde iremos disponibilizar o contacto através de formulário apenas às melhores marcas no mercado, para que estas se comprometam a efetuar um contacto de resposta, até 60 minutos após a recepção do pedido, dentro do horário de atendimento definido pela marca. Acreditamos que esta proximidade e confiança, irá garantir a tranquilidade necessária aos consumidores que procurem as marcas com melhor reputação na nossa plataforma agregadora, para a Black Friday 2018, explica Sónia Lage Lourenço, COO e Co-Founder do Portal da Queixa. 

Esta plataforma – criada em exclusivo para a Black Friday – é totalmente gratuita e, para as marcas aderentes, tem apenas como contrapartida: que assumam o compromisso de proximidade e confiança com os consumidores. Neste sentido, durante a iniciativa, o processo será publicamente monitorizado e os resultados serão divulgados no final da campanha. “Entendemos que deve ser este o nosso contributo para a sociedade de consumo, com vista a potenciar uma relação entre marcas e consumidores baseada em reputação positiva”, sublinha a responsável.

Considerado já uma referência nacional em matéria de consumo, o Portal da Queixa reforça, com esta iniciativa, o seu papel dinamizador (entre consumidores e marcas) e promotor de um serviço público de informação útil que apoia e esclarece a sociedade de consumo e orienta ainda as suas reclamações. É neste sentido que a equipa de Sónia Lage Lourenço estará a postos na próxima Black Friday: “Vamos estar online junto das marcas e dos consumidores, comunicando através das redes sociais, para que as ofertas divulgadas sejam as mais vantajosas e estaremos atentos às denúncias e reclamações que nos forem chegando acerca das más práticas na Black Friday.” 

Sónia Lage Lourenço deixa ainda um conselho a todos os consumidores: “A pesquisa é fundamental para que ofertas com preço de sonho não se transformem em pesadelos por serem falsas promoções. Infelizmente, ainda existem muitas ofertas enganosas online que têm como objetivo o lucro fácil e, mesmo denunciadas às autoridades, não são sinónimo de recuperação da perda, pelo que, qualquer compra deve ser feita de forma segura e ponderada, comparando sempre marcas, produtos e preços. 

 PORTAL DA QUEIXA em números:

• Média de 10.000 reclamações registadas por mês

• de 5.000 marcas presentes na plataforma

• de 290.000 utilizadores registados ( de 10.000 novos /mês)

• 3 milhões de páginas visitas/mês

• 800.000 visitantes únicos (10% do universo de utilizadores de internet em Portugal)

• TOP 300 dos sites mais acedidos em Portugal (ranking Alexa)

• de 235 mil reclamações recebidas desde 2009 

Sobre o Portal da Queixa:

O facto de uma marca ter reclamações é uma natural consequência da sua presença no mercado. Agora, quando um cliente reclama de um produto ou serviço, é expectável que ambas as partes (marca e consumidor) iniciem um processo relacional, com vista a encontrar a solução para o problema apresentado. Esta é a verdadeira essência do Portal da Queixa: agilizar, estreitar e facilitar a comunicação entre os intervenientes, de uma forma isenta, sem intervir no processo de reclamação, sem mediar o conflito, mas tendo, sempre, como principal objetivo passar ‘Do Problema à Solução’.

Uma plataforma onde a queixa abre caminho à solução

Não é só junto da Deco ou num Livro de Reclamações que os consumidores portugueses podem fazer ouvir as suas queixas. Pode também fazer as suas queixas online. E não falamos de uma reclamação feita numa qualquer caixa de comentários numa rede social.

O Portal da Queixa apresenta-se como uma “rede social de consumidores em Portugal”. A plataforma tem novo site mas o lema é o mesmo: ir “do problema à solução”.

Quem entra no site depara-se com um motor de pesquisa muito simples. Pode-se, por exemplo, escrever um setor de relevo, como energia ou saúde, e descobrir as dezenas de empresas que surgem. Não se estranhe se uma grande empresa surgir com maiores reclamações nem tão pouco haver pequenas empresas cujo curriculum é, ainda, incólume.

Já a taxa de resposta pode ser variável. E é este seguimento que é dado (ou não) às reclamações que permite que uma grande empresa, que, por ter mais clientes, é também alvo potencial de mais queixas, possa ainda assim ter avaliações muito positivas: basta que as reclamações feitas tenham uma taxa de resposta alta, que permita melhorar os índices de satisfação dos clientes.

Em comunicado, num dia em que se celebra o Dia do Consumidor, o Portal da Queixa dá conta das funcionalidades do novo site, relembrando ainda que “o processo de reclamação no portal é gratuito, muito simples, rápido e cómodo”.

O site conta ainda com dois lados da moeda. De um lado, estão os utilizadores que se inscrevem, podendo assim fazer a sua queixa. O facto de ser necessário o registo ajuda a evitar que a plataforma seja desvirtuada, com queixas falsas. Do outro lado estão as empresas, marcas e até entidades públicas inscritas, que são já quase 2.500, dá conta o Portal da Queixa.

O site realça ainda que tem já perto de 50 mil utilizadores inscritos, registando já mais de 26 mil reclamações.

As empresas e marcas aqui inscritas recebem a informação de que há uma reclamação, podendo assim dar seguimento à queixa graças à informação que lhes chegou, via plataforma.

 

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