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Grupo Hotéis Real sugere presentes de Natal para toda a família

Para que possa surpreender quem mais gosta, os Hotéis Real sugerem um voucher presente com opções a partir de 25€. Massagens ou tratamentos Real Spa Therapy, um brunch em família, um jantar romântico ou um fim-de-semana a dois, são apenas algumas das experiências que pode oferecer em Lisboa, Oeiras, Cascais, Albufeira e Olhão. 

Para além dos vouchers disponíveis todo o ano, tem neste Natal as Edições Especiais de Natal. Um voucher para usar em massagem ou tratamento Real Spa Therapy (25€ = 50€), onde por 25€ o valor de usufruto se transforma em 50€. Para gastronomia, tem também o voucher de refeição para duas pessoas (40€=80€), onde o valor de usufruto se transforma em 80€. Sendo uma edição limitada, estes vouchers especiais podem ser adquiridos até dia 15 de Janeiro 2019. 

Se prefere proporcionar momentos especiais, pode optar por oferecer uma escapadinha de fim-de-semana. Tem disponíveis os vouchers de alojamento em qualquer unidade do grupo, com voucher de uma noite para duas pessoas em quarto duplo desde 70€ ou voucher de duas noites desde 125€. Tem ainda opções de vouchers com alojamento que incluem um circuito thalassoterapia ou hidroterapia. 

Para oferecer boa energia e bem estar, opte por um voucher de massagem ou tratamento Real Spa Therapy desde 25€, onde o valor final é definido por si, ou mesmo escolher o tratamento que mais gosta para oferecer. Para começar o ano em mudança positiva, tem ainda um voucher com sessão de PT Avaliação Plano de Treino e Dicas de Nutrição desde 50.00€. 

Se são os sabores que despertam os sentidos dos que mais gosta, ofereça simplesmente experiências de gastronomia  ou de gastronomia combinada com Real Spa Therapy. Vouchers de Brunch em Família desde 40€ para duas pessoas, voucher de refeição para duas pessoas desde 60€, ou uma combinação de Brunch Circuito thalassoterapia ou hidroterapia desde 50€. 

Para além destas ofertas e sugestões, tem também a possibilidade de personalizar um voucher à sua medida, com as ofertas que desejar incluir. 

Adquirir e oferecer um dos vouchers é simples, basta escolher o tipo de voucher e enviar um e-mail para vouchers@hoteisreal.com com o seu pedido e respectivo nome, morada e NIF. O voucher ser-lhe-à enviado pronto a oferecer! 

Surpreenda quem mais gosta com um presente Realmente especial. 

Saiba mais em realhotelsgroup.com/natal-reveillon

Sobre o Grupo Hotéis Real:

Fundado em 1994 por João Bernardino Gomes, os Hotéis Real, grupo português de hotelaria tradicional, apresenta soluções versáteis e inovadoras assentes nos valores da Portugalidade e no serviço de excelência.

24 anos após a sua fundação, o grupo conta com dez unidades distribuídas pelas zonas da Grande Lisboa e Algarve, onde a aposta no conforto dos ambientes acolhedores é evidente, aliando o bem-estar dos SPA e os sabores da melhor cozinha Portuguesa.

O grupo aposta também na polivalência, diversificando e complementando a sua oferta, oferecendo experiências adequadas a cada momento da vida, e ajustando a diferentes expectativas, necessidades e motivações.

Em busca do presente perfeito? A ciência ajuda-o

Alguns presentes são excelentes para oferecer, mas não para receber. É isto que defende o estudo liderado por Jeff Galak, da Carnegie Mellon University, cuja publicação põe a nu os vários erros cometidos pelas pessoas que estão na posição de oferecer um presente.

Um dos principais erros prende-se com o facto de as pessoas que oferecem se focarem no momento em que o presente é aberto e não na forma como ele vai ser utilizado no futuro. Os recetores não estão a observar o momento, eles são os protagonistas. Por isso, aquilo que pensam diz respeito precisamente à utilidade do presente no futuro.

“Não individualize demais os seus presentes. As pessoas muitas vezes dão maus presentes por insistirem em comprar algo diferente para todos”, este é o primeiro conselho deixado pelo The New York Times, num artigo dedicado ao tema. Mais vale dar algo que saiba que a outra pessoa vai gostar, algo mais ou menos garantido, e não exagerar demasiado na escolha do presente.

Em segundo lugar, se tiver a oportunidade, deixe a pessoa decidir aquilo que quer. E se souber aquilo que a pessoa quer, é melhor não inventar. Dê-lhe aquilo que ela quer. Os investigadores Francesca Gino e Francis J. Flynn reuniram cinco estudos no Journal of Experimental Social Psychology que mostram que quem recebe os presentem apreciam mais aqueles que eles pediram especificamente do que aqueles que não pediram.

Além disso, não vale a pena perder muito tempo a pensar e a comprar os presentes, porque, desde que o presente satisfaça, os recetores geralmente não consideram o tempo gasto na escolha do presente.

É daquelas pessoas que, por receber inúmeras caixas de chocolates no Natal, tende a redistribuí-las como presentes para outras pessoas? Não precisa de ter vergonha de o admitir, nem tenha medo de ofender quem lhe deu esses chocolates originalmente. Aliás, um estudo de Harvard mostrou que eles não se sentem assim tão ofendidos.

Quem dá acredita que quem o recebe tem o poder de fazer o que quer com o presente. No entanto, quem recebe sente que as pessoas que lhe ofereceram o presente têm ainda algum poder sobre ele. No final, tudo se resume a um mal entendido. Sabendo disto, este Natal pode ter a consciência mais tranquila quando estive a re-oferecer um presente.

Natal: Portugueses querem perfumes e relógios no sapatinho

O vestuário (25%) e os produtos culturais (19%) completam o top 3 dos presentes mais esperados. No ano passado a lista de prendas mais desejadas era encabeçada pelo vestuário, lazer/viagens e perfumes/relógios, sendo que cada uma destas categorias reunia 19% das intenções.
Além dos perfumes/relógios, vestuário e produtos culturais, os portugueses esperam também receber smartphones (11%), telemóveis (7%), tablets (5%) e vouchers de oferta (3%). Com menos relevância surgem depois os eletrodomésticos (2%), brinquedos (2%), equipamentos informáticos (2%), artigos de desporto (2%), eletrónica de consumo (1%), mobiliário (1%) e artigos de bricolagem/jardinagem (0,2%), que completam a lista de presentes desejados neste Natal.
O estudo constata ainda que tanto os consumidores do sexo masculino como do feminino gostariam de receber perfumes e relógios nesta época natalícia. Cerca de 35% das mulheres e 24% dos homens esperam receber estes itens no sapatinho. Apesar do vestuário atrair mais consumidoras (29%), são também muitos os inquiridos do sexo masculino a desejar receber roupa como presente (20%).
Na análise por faixa etária, as diferenças nos desejos de Natal são mais visíveis. A maioria dos grupos etários coloca os perfumes e relógios no topo da lista de presentes mais esperados, com exceção dos consumidores mais velhos. O estudo verificou que os inquiridos entre os 55 e os 65 anos preferem produtos culturais (19%) e vestuário (17%) a perfumes e relógios (14%).
Este estudo foi desenvolvido em colaboração com a Nielsen, tendo sido realizados 600 inquéritos por telefone, a indivíduos de Portugal continental, de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 18 e os 65 anos, entre os dias 28 de setembro e 1 de outubro de 2015. O erro máximo é de +4.0 para um intervalo de confiança de 95%.

Saiba o que as crianças mais querem neste Natal

De acordo com o Wall Street Journal, os videojogos são, pelo terceiro ano consecutivo, o presente mais pedido para o Natal.

A Stiffel conduziu um estudo nos Estados Unidos e concluiu que uma em cada cinco crianças quer um videojogo. A resposta mais popular, entre os que querem videojogos, foi consolas, com a decisão a estar dividida entre a PlayStation 4 e a Xbox One.

Nos últimos anos, os brinquedos têm ganho preferência. Em terceiro lugar dos presentes mais pedidos encontram-se os dispositivos mobile, com as crianças a preferirem a Apple.

Presentes de Natal: vestuário e brinquedos lideram a lista de compras

Brinquedos

Depois do vestuário e dos brinquedos, surgem na lista de presentes para oferecer os perfumes e relógios, que este ano conquistam 35% das intenções de compra, ultrapassando os produtos culturais (34%), que em 2014 ocupavam o terceiro lugar. Na lista prosseguem outras categorias, como os equipamentos e artigos de desporto (19%), os vouchers de oferta (19%), os cabazes (9%) e os equipamentos informáticos (7%).

De um modo geral, constata-se que são os consumidores entre os 35 e os 44 anos (85%) e entre os 25 e 34 anos (82%) os que se mostram mais generosos, revelando uma maior intenção de oferecer presentes neste Natal. Já os indivíduos mais velhos, entre os 55 e os 65 anos, são aqueles que apresentam a menor intenção de comprar presentes (68%).

Depois do vestuário, os brinquedos são o principal presente para oferta para a generalidade das faixas etárias, com exceção dos indivíduos entre os 18 e os 24 anos. De facto, os consumidores mais jovens colocam os perfumes e relógios (46%) e os produtos culturais (37%) à frente dos brinquedos (32%).

Na análise por classe socioeconómica, verifica-se que, sem surpresas, são os indivíduos da classe mais alta (AB) que mais tencionam comprar presentes para oferecer (90%). Já a classe mais baixa (C2/D) apresenta uma intenção de consumo mais comedida: apenas 64% dos indivíduos pensam comprar presentes para dar neste Natal.

Este estudo foi desenvolvido em colaboração com a Nielsen, tendo sido realizados 600 inquéritos por telefone, a indivíduos de Portugal continental, de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 18 e os 65 anos, entre os dias 28 de setembro e 1 de outubro de 2015. O erro máximo é de +4.0 para um intervalo de confiança de 95%.

Natal. Mais de 50% dos portugueses usa subsídio para presentes

Maior parte dos portugueses usam subsídio de Natal para comprar presentes

Mais de metade dos portugueses, 55%, tenciona utilizar o subsídio de Natal para comprar presentes, revela o mais recente estudo do Observador Cetelem, sobre as intenções de consumo nesta época.

Esta percentagem é superior à registada em 2014 (46%), mas longe dos 82% verificados em 2011, assinala o mesmo documento.

De salientar que cerca de 8% dos portugueses afirmam não comprar presentes de Natal.

Questionados sobre se utilizam o subsídio de Natal para comprar presentes, um quarto dos portugueses afirma utilizar apenas uma pequena parte. Já 27% dos consumidores confessam utilizar uma parte significativa e apenas 4% utilizam todo o subsídio, mas não o consideram suficiente. Uma percentagem ainda considerável de consumidores (26%) afirma não receber subsídio de Natal.

Na análise por faixa etária, constata-se que os indivíduos com idades compreendidas entre os 35 e 44 anos são os que mais afirmam utilizar o subsídio de Natal para comprar presentes (72%), seguidos pelos consumidores entre os 25 e 34 anos (64%). Este último grupo apresenta a maior percentagem de inquiridos que afirmam utilizar o subsídio de Natal na totalidade e de o considerar insuficiente (7%).

Este estudo foi desenvolvido pelo Observador Cetelem, em colaboração com a Nielsen, tendo sido realizados 600 inquéritos por telefone, a indivíduos de Portugal continental, de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 18 e os 65 anos, entre os dias 28 de setembro e 1 de outubro de 2015. O erro máximo é de +4.0 para um intervalo de confiança de 95%.

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