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Papa elogia portugueses “de modo carinhoso” em encontro com Marcelo

O Presidente da República encontrou-se hoje com o Papa Francisco e disse que este se referiu “a Portugal e aos Portugueses com muito apreço […] de um modo que eu diria quase carinhoso”

“Recordou que na sua infância conheceu muitos portugueses, emigrantes na Argentina “um povo trabalhador humilde sério fraternal e solidário”, contou aos jornalistas.

Marcelo Rebelo de Sousa faz “um balanço muito positivo” desta que foi a sua primeira visita oficial enquanto Presidente da República desde que assumiu o cargo, há uma semana.

“Ficou muito patente o modo como [o Papa Francisco] acompanha o que se passa em Portugal”, disse, facto que foi para si “muito significativo”.

Sobre o convite formal para que visite Portugal por ocasião do centenário das aparições de Fátima, em 2017, Marcelo não quis revelar se foi aceite por “não estar autorizado” a fazê-lo.

“Não posso dizer nada quanto à posição do santo padre quanto ao convite mas posso dizer o meu estado de espírito […] só vos posso dizer que saí muito feliz da audiência”.

Marcelo Rebelo de Sousa ofereceu a Francisco, em nome de Portugal, paramentos de desenho do arquiteto Siza Vieira manufaturados por uma empresa portuguesa e um “presente pessoal”:

Um dos registos “mais bonitos” da sua coleção, com imagem do santo António de Lisboa.

 

Presidente da República encontra-se hoje com o papa Francisco

“Eu trago comigo uma carta formal em nome da República Portuguesa a convidar sua santidade a visitar Portugal, a propósito do centenário das aparições de Fátima [em 2017] e espero encontrar no papa Francisco um acolhimento a este convite”, afirmou Marcelo Rebelo de Sousa aos jornalistas na quarta-feira, em Roma.

O chefe de Estado declarou que, assim, a visita do papa juntaria “um acontecimento religioso a uma projeção que é ao mesmo tempo um reconhecimento da gratidão por aquilo que significou desde os primórdios da nacionalidade o apoio àquele estado independente que nascia e que teve no papado, antepassado da Santa Sé, o primeiro gesto de aceitação e de compreensão à escala de então do universo, que era sobretudo europeu”.

Marcelo Rebelo de Sousa reiterou que o motivo de a sua primeira visita ser ao Vaticano, onde se encontra com o papa Francisco às 10:00 (09:00 em Lisboa), deve-se ao facto de ter sido essa a primeira entidade a reconhecer internacionalmente Portugal como um Estado independente e D. Afonso Henriques como rei.

A independência de Portugal e o título de rei a Afonso Henriques foram reconhecidos pelo papa Alexandre III em 1179.

Marcelo Rebelo de Sousa deverá estar cerca de duas horas no Vaticano, estando previsto um encontro com o secretário de Estado da Santa Sé após a audiência papal e uma breve visita à Capela Sistina. O Presidente segue depois para Madrid, onde se encontra com os reis de Espanha.

O chefe de Estado chegou a Roma na quarta-feira à tarde para a primeira visita desde que assumiu o cargo, há uma semana, e encontrou-se com elementos do clero português residentes em Roma, numa receção na residência da embaixada portuguesa junto da Santa Sé, em que estiveram presentes o cardeal José Saraiva Martins, prefeito emérito da Congregação dos Santos, o cardeal Manuel Monteiro de Castro, penitenciário-mor emérito e antigo núncio, e o arcebispo Blasco Collaço, entre outros.

Na quarta-feira, questionado sobre eventuais semelhanças entre o papa e ele próprio, o Presidente da República recusou comparar-se a Francisco, considerando que isso seria “realmente desproporcionado”, mas assumiu uma convergência no que considera ser o retomar do espírito do Concílio Vaticano II.

“O papa Francisco retoma muito da tradição do Concílio Vaticano II, que marcou a minha juventude. O Concílio Vaticano II representou uma mudança apreciável em muitos aspetos da vida da Igreja Católica, no ecumenismo, na abertura às outras religiões, na sensibilidade ao novo mundo, na preocupação com uma forma de celebração, de rito, que aproximasse a Igreja das pessoas”, sustentou.

O concílio convocado pelo papa João XXIII e concluído por Paulo VI nos anos 1960 revolucionou a Igreja Católica num processo de abertura sem precedentes e que terminaria, por exemplo, com as missas celebradas em latim e de costas para os fiéis.

“Eu tinha naquela altura os meus 10, 11, 12, 13, 14 anos e 50 anos depois venho reencontrar uma preocupação muito grande com temas que continuam a ser atuais”, contou Marcelo aos jornalistas.

Sobre o papa Francisco ser uma personalidade de afetos, uma expressão que o próprio Marcelo usou para qualificar a campanha eleitoral que o levou à Presidência da República e a abordagem que privilegia, o Presidente disse que o líder da Igreja Católica é isso e mais.

“O papa Francisco, além de ser uma personalidade dos afetos, é uma personalidade da proximidade, do diálogo, da compreensão, da solidariedade com os mais pobres, explorados, oprimidos, e nesse sentido, até na simplicidade da sua vida, das suas palavras, tem sido uma luz muito importante num tempo de guerra, de injustiça, de confronto”, afirmou.

“Há de facto aqui um apelo que toca crentes e não crentes, e crentes dos mais variados, como se tem visto no encontro de Igrejas cristãs que há muito não se encontravam”, concluiu.

 

Entre 800 a mil militares recebem Marcelo na segunda-feira em Mafra

O programa da cerimónia, que decorrerá frente ao Palácio Nacional de Mafra, inclui uma homenagem aos mortos em combate e uma intervenção do Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, Pina Monteiro.

A seguir, Marcelo Rebelo de Sousa fará o seu primeiro discurso perante as Forças Armadas, das quais é Comandante Supremo.

Um desfile das forças em parada encerra a cerimónia militar, seguindo-se um concerto a seis órgãos na Basília do Palácio Nacional.

De acordo com o porta-voz do EMGFA, tenente-coronel Hélder Perdigão, entre 800 a mil militares dos três ramos das Forças Armadas participarão nas cerimónias.

Marcelo Rebelo de Sousa assiste ainda a uma comemoração do Dia Mundial da Árvore, segundo o programa, com estudantes do ensino secundário do concelho de Mafra.

 

Marcelo promulgou hoje os primeiros diplomas do mandato

Segundo a nota, divulgada ao início da tarde no site da Presidência, um dos diplomas é relativo aos apoios sociais destinados a compensar os prejuízos resultantes da redução de efetivos na base das Lajes, na ilha Terceira, nos Açores.

O diploma para a criação de um “programa especial de apoio social para a Ilha Terceira” era da autoria da Assembleia Legislativa dos Açores e foi aprovado por unanimidade no início de fevereiro. De acordo com o ‘site’ do parlamento, foi enviado para promulgação na segunda-feira.

O segundo decreto, que “estabelece o direito a uma compensação por morte emergente de doença profissional dos trabalhadores da Empresa Nacional de Urânio, S.A”, teve origem em projetos do PCP, do BE e do PEV e também foi aprovado por unanimidade em fevereiro e enviado para promulgação na segunda-feira.

Marcelo Rebelo de Sousa tomou posse como Presidente da República há uma semana, a 9 de março. Quando chegou a Belém, não tinha nenhum diploma pendente para promulgação deixado pelo seu antecessor, Aníbal Cavaco Silva.

 

Conselheiros de Estado: Nomeação publicada em Diário da República

Marcelo Rebelo de Sousa nomeou para seus conselheiros de Estado António Lobo Xavier, antigo dirigente do CDS-PP, António Guterres, antigo primeiro-ministro, o ensaísta Eduardo Lourenço, o antigo presidente do PSD Luís Marques Mendes e a presidente da Fundação Champalimaud, Leonor Beleza.

O Conselho de Estado é o órgão político de consulta do Presidente da República, presidido por este e composto pelo presidente da Assembleia da República, pelo primeiro-ministro, o presidente do Tribunal Constitucional, o Provedor de Justiça, os presidentes dos governos regionais e os antigos Presidentes da República.

Além destes membros, o Conselho integra cinco cidadãos designados pelo Presidente da República, pelo período correspondente à duração do seu mandato, e cinco eleitos pela Assembleia da República, de harmonia com o princípio da representação proporcional, pelo período correspondente à duração da legislatura.

A 18 de dezembro, a Assembleia da República elegeu Carlos César (PS), Francisco Louçã (BE), Domingos Abrantes (PCP), Pinto Balsemão (PSD) e Adriano Moreira (CDS-PP) para o Conselho de Estado, em resultado da votação de duas listas separadas, uma das bancadas da esquerda e outra da direita.

“Temos de acreditar em nós para que crises não sejam único horizonte”

Marcelo Rebelo de Sousa

O Presidente da República encerra hoje, no Porto as cerimónias da sua tomada de posse iniciada na quarta-feira.

Recebido oficialmente na Câmara Municipal, no seu discurso Marcelo Rebelo de Sousa enalteceu a história da cidade do Porto, em especial a revolução liberal.

“O Porto é de algum modo o berço da liberdade e da democracia”, disse o Presidente, destacando o “amor, a liberdade e o exemplo de trabalho” que diz serem “virtudes ancestrais num Porto que nunca se deu ao desalento, ao derrotismo”.

Esta homenagem é também uma forma de “sublinhar virtudes nacionais num tempo atreito a desânimos, desilusões e desavenças”.

“É tempo de falar menos do que nos deprecia e falar mais do que nos valoriza”, exaltou Marcelo num discurso em que, à semelhança do que fez em Lisboa, voltou a citar Miguel Torga mas também Alexandre Herculano e Sophia de Mello Breyner Andresen.

“Não é uma fatalidade que Portugal esteja destinado a ser pobre […] Temos de acreditar em nós próprios para que as crises não sejam o único horizonte possível”, concluiu.

 

Presidente da República encerra tomada de posse no Porto

Na primeira vez em que um PR estende ao Porto as formalidades ligadas à sua tomada de posse, Marcelo Rebelo de Sousa é recebido oficialmente na Câmara, onde discursa pelas 11:30, vai à Galeria Municipal para ver a exposição “P. – uma homenagem a Paulo Cunha e Silva, por extenso” e assiste a uma exibição de hip hop no bairro do Cerco, onde também visita um centro de dia.

O programa ultrapassa as cinco horas e começa pelas 11:00, com o autarca independente Rui Moreira a receber o novo PR na Praça General Humberto Delgado, junto aos Paços do Concelho, seguindo-se honras militares, cumprimentos ao presidente da Assembleia Municipal do Porto, Miguel Pereira Leite, e uma cerimónia de receção formal no Salão Nobre da autarquia, com um momento musical da Orquestra Juvenil da Bonjóia.

Para as 11:25 está programado um discurso de cinco minutos do presidente da Câmara, Rui Moreira e, depois da intervenção de 15 minutos Marcelo Rebelo de Sousa, os dois vão à varanda da autarquia, com vistas para a Avenida dos Aliados, para fazer os cumprimentos à cidade.

Depois de almoço, pelas 14:30, o novo PR percorre, a pé, um curto trajeto no interior do Palácio de Cristal, entre a Casa do Roseiral e a Biblioteca Almeida Garrett, onde fica a Galeria Municipal.

Neste espaço está, em fase final de montagem, a exposição que inaugura no sábado, dedicada a Paulo Cunha e Silva, o vereador da Cultura que morreu em novembro devido a problemas cardíacos.

O novo PR é esperado pelas 15:30 no bairro municipal do Cerco, na zona oriental da cidade, deslocando-se a pé até ao largo dos Afetos, onde vai visitar um Centro de Dia e assistir a uma exibição do projeto OUPA, resultado de uma residência artística de quatro meses com jovens daquele complexo habitacional.

Liderada pela rapper Capicua, pela psicóloga Gisela Borges, pelo músico André Tentúgal e pelo videasta Vasco Mendes, a iniciativa integra o programa municipal Cultura em Expansão, desenhado por Paulo Cunha e Silva para zonas socialmente fragilizadas da cidade.

Eleito a 24 de janeiro com 52% dos votos, Marcelo Rebelo de Sousa, 67 anos, tomou posse como PR na quarta-feira em Lisboa.

A visita ao Porto encerra as cerimónias da tomada de posse do sucessor de Cavaco Silva em Belém.

 

E ao segundo dia, Marcelo recebe corpo diplomático e Costa

A cerimónia de apresentação de cumprimentos dos embaixadores e chefes de missão inicia-se às 15:30 no Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, e pelas 16:00 haverá uma intervenção do Núncio Apostólico, Rino Passigato, e do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, na sala dos Embaixadores.

O Presidente da República recebe depois, pelas 18:00, o primeiro-ministro naquela que será a primeira audiência semanal com António Costa.

Eleito a 24 de janeiro com 52% dos votos, Marcelo Rebelo de Sousa, 67 anos, tomou posse na quarta-feira como Presidente da República depois de jurar cumprir e fazer cumprir a Constituição da República Portuguesa.

Lançando alguns reptos que reconheceu serem “difíceis, complexos” e “envoltos em incógnitas”, o Presidente da República defendeu a necessidade de sair do clima de crise e do país ir “mais longe com realismo mas visão de futuro”.

No plano externo, salientou que Portugal tem de ser fiel aos seus compromissos, em especial com instituições como a União Europeia, a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e a NATO (sigla em inglês da Organização do Tratado do Atlântico Norte), mas “nunca perdendo a perceção de que, também quanto a elas, há sinais de apelo a reflexões de substância, de forma, ou de espírito solidário”.

“Os desafios dos refugiados na Europa, da não discriminação económica e financeira na CPLP e das fronteiras da Aliança Atlântica, são apenas três exemplos, de entre muitos, de questões prementes relevantes, mesmo se incómodas”, afirmou.

As cerimónias da posse de Marcelo Rebelo de Sousa terminam na sexta-feira com uma visita do Presidente da República à cidade do Porto.

 

“Portugal deve muita da sua grandeza secular ao espírito ecuménico”

Na celebração ecuménica na Mesquita Central de Lisboa, o agora Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa deixou palavras “breves, mas sentidas”.

“Portugal deve muita da sua grandeza secular ao seu espírito ecuménico. Foi grande sempre que soube cultivar esse espírito, dentro e fora das suas fronteiras físicas e ficou aquém do seu desígnio nacional sempre que sacrificou a riqueza da convergência de culturas, de civilizações e naturalmente religiões”, referiu após assistir à cerimónia inter-religiosa.

Este é um dia dedicado à tomada de posse de Marcelo Rebelo de Sousa. Para o Chefe do Estado, o texto fundamental do Estado português “consagra a liberdade religiosa, que supõe a liberdade de não crer, mas que, para os crentes, vai para além da mera liberdade de culto” e “implica o respeito de cada confissão na sua visão do mundo e da vida, expressa no espaço privado como no espaço público”.

“Este encontro quer significar que o Presidente da República como garante a Constituição, que jurou defender, cumprir e fazer cumprir, será sempre defensor da liberdade religiosa em todas as suas virtualidades. Mas tem ainda um outro significado, o de apelo ao espírito ecuménico hoje aqui testemunhado possa servir de exemplo para todos os domínios da vida nacional, convidando a aceitação do outro, ao diálogo, ao entendimento, à compreensão recíproca, sem negar as diferenças de princípios ou de vivências, procurando viver para além delas com humildade e com solidariedade”, acrescentou.

 O 19.º Presidente da República Portuguesa, no novo salão de festas do local de culto islâmico da capital pediu ainda que o exemplo “frutifique na cultura, na educação, no apoio social, na saúde, no mundo laboral e empresarial, na vida local, na política, porque em nenhuma destas dimensões é alheia aos vossos percursos de fé”.

“Que os próximos cinco anos sejam vividos sob o signo da mesma paz, justiça e fraternidade, que a vossa presença e que as vossas palavras hoje aqui tão eloquentemente evocaram”, terminou.

Junto a Marcelo Rebelo de Sousa, no palanque em frente à plateia de mais de 150 pessoas, esteve o anfitrião e presidente da Comunidade Islâmica de Lisboa, Abdool Vakil, entre outros responsáveis de um total de 17 confissões religiosas.

 

Marcelo Rebelo de Sousa entrou em Belém sozinho e a pé

Portuguese President Cavaco Silva (R) welcomes the new elect Portugal´s President Marcelo Rebelo de Sousa (L) moments before a meeting at Belem Palace, Lisbon, Portugal, 28 January 2016. Conservative law professor and journalist Marcelo Rebelo de Sousa won Portugal's presidential election on last Sunday, winning a majority of the vote in the first round, according to the election commission. Rebelo de Sousa, had 52 per cent of the votes cast. ANTONIO COTRIM/LUSA

Recebido com palmas por funcionários da Presidência no pátio dos Bichos, Marcelo Rebelo de Sousa dirigiu-se depois à sala de entrada do Palácio, a sala das Bicas, onde recebeu a insígnia dos Presidentes da República, a Banda das Três Ordens, uma cerimónia curta após a qual entraram na sala os convidados para o almoço.

O rei de Espanha e o Presidente da Moçambique, entre figuras nacionais como o primeiro-ministro ou o presidente da Assembleia da República, são alguns dos convidados presentes e que no almoço vão comer robalo.

Antes, no exterior, algumas dezenas de pessoas aguardaram à chuva para conseguirem ver o Presidente da República, sendo que a maior parte delas eram turistas que paravam perante o aparato e iam ficando pela curiosidade de perceber o que se ia passar.

Depois de Marcelo Rebelo de Sousa saudar o comandante da escolta a cavalo, seguiu em direção ao comandante do batalhão, onde recebeu as honras. De seguida, tocou o hino nacional, que foi cantado por algumas das pessoas que acompanhavam as cerimónias por trás das barreiras de segurança.

A seguir, o Presidente da República encaminhou-se para o portão principal do Palácio de Belém, enquanto alguns populares batiam palmas e gritavam vivas.

“Força Presidente” ou “Dá a volta a isto, pá”, foram algumas das frases ouvidas, às quais Marcelo Respondeu com um sorriso e um aceno.

Por fim, depois de transpor o portão principal e quando começava a subir a rampa de acesso ao Palácio, o Presidente da República olhou para trás e acenou uma última vez às pessoas.

A Banda das Três Ordens que o Presidente recebeu hoje reúne numa só insígnia as Grã-Cruzes das Antigas Ordens Militares de Cristo, de Avis e de Sant´Iago da Espada, e só é concedida ao Presidente da República e apenas usada por ele nessa qualidade.

Marcelo Rebelo de Sousa assumiu a Banda, uma condecoração privativa, ao dar entrada no Palácio de Belém, tornando-se o Grão-Mestre das Ordens Honoríficas Portuguesas.

As insígnias da Banda das Três Ordens são constituídas pela banda, placa, distintivo, miniatura e roseta, sendo que a banda é de seda com as cores das Ordens de Cristo, Avis e Sant´Iago da Espada, com as cores vermelho, verde e violeta.

Terá origem, segundo a página oficial na internet das Ordens Honoríficas, no facto de o papa Júlio III ter concedido à coroa portuguesa, em 1551, o Grão-Mestre das três Ordens Monástico-Militares. Em 1789 foi criada a Banda das Três Ordens por D. Maria e depois extinta em 1910 e restabelecida em 1918,

Eleito a 24 de janeiro com 52% dos votos, Marcelo Rebelo de Sousa, 67 anos, tomou hoje posse como Presidente da República, pelas 10:10, depois de jurar cumprir e fazer cumprir a Constituição da República Portuguesa.

No seu primeiro discurso, o novo chefe de Estado prometeu solidariedade institucional “indefetível” à Assembleia da República e ser um Presidente de “todos sem exceção”, do princípio ao fim do mandato.

Marcelo reconheceu que Portugal tem pela frente “tempos e desafios difíceis”, considerando que é necessário sair do clima de crise e ir mais longe na qualidade da educação, saúde, justiça e do próprio sistema político.

 

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