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JNation: a conferência que traz a Portugal os maiores programadores de Java e JavaScript

A JNation,  conferência para developers de Java e JavaScript, as linguagens de programação mais populares do mundo, promete colocar a cidade na rota internacional das conferências destas linguagens de programação. Esta segunda edição do evento traz a novidade do JavaScript. A edição do ano passado foi dedicada exclusivamente à comunidade Java.

A conferência vai dividir-se em 4 salas onde mais de 25 oradores vão partilhar as suas experiências e apresentar novidades de Java e JavaScript. Entre os oradores estão programadores de empresas como a IBM, a Oracle, ou a RedHat. Entre as últimas confirmações está Christian Thalinger, Staff Software Engineer do Twitter, que vai falar sobre como o machine learning pode ajudar a poupar nos custos dos datacenters.

Mas não é só este o grande nome da edição deste ano: confirmados desde o início de março estão Venkat Subramaniam, professor na Universidade de Houston e autor premiado de livros de referência para qualquer programador (tais como “Practices of an Agile Developer” ou “Rediscovering JavaScript”), que vai subir ao palco para o keynote de abertura, e Marcus Biel, evangelista do Clean Code, que  vai fazer uma sessão de refactoring (limpeza de código) ao vivo. Também Natalia Tepluhina, Senior Frontend Engineer do GitLab e CTO da VueVixens, uma organização que promove o ensino da programação (linguagem Vue.js) entre mulheres, é uma das presenças mais aguardadas do lado do JavaScript. (Ver mais informação sobre os oradores aqui.)

Os bilhetes para esta segunda edição esgotaram logo no início de Maio, com 850 bilhetes vendidos, um número superior à lotação do ano passado que foi aumentada, tendo em conta a procura da primeira edição (2018). Para Roberto Cortez e Bruno Baptista, organizadores do evento, a JNation ganha particular importância num momento em que as comunidades de Java e JavaScript crescem em Portugal: “com uma comunidade cada vez maior e que está a dar resposta aos desafios das maiores tecnológicas do mundo, é cada vez mais urgente criar espaços onde os profissionais em Portugal possam contactar com programadores que desenvolvem as tecnologias que utilizamos todos os dias, é isso que queremos fazer na JNation”.

A JNation está a ser organizada por duas comunidades de programadores: a JUG Coimbra, comunidade de programadores de java, e a undefined.js, comunidade de programadores de JavaScript, e ainda pela alphaCoimbra, uma associação que tem como missão sedimentar o ecossistema empreendedor e tecnológico na cidade.

A patrocinar a conferência estão marcas como a Idealista, a Blip, a Bosch, a Critical Software, a Everis, a Farfetch, a Feedzai, a La Redoute, a Mercedes-Benz.io, a Mindera, a Present Technologies, a Red Hat, a RedLight Software a Sky Technology Centre, a Talkdesk, a Tomitribe, a Wit Software, a Xing, Xpandit, Deloitte, Celfocus, Symantec e Cloud Bees.

Saiba por onde “d’bandar” num Porto onde a música portuguesa atraca

Na sexta edição do NOS D’Bandada são mais de 50 concertos de entrada livre em 14 espaços, mais ou menos habituados a acolher espetáculos deste género. Com um formato irreverente e alternativo, o evento põe o público em movimento para ver e ouvir artistas nacionais. Miguel Araújo, “You Can’t Win, Charlie Brown”, Orelha Negra, Bonga e First Breath After Coma são alguns dos principais destaques. Desde o Coliseu ao Passeio das Virtudes, ou do parque de estacionamento Silo Auto até à Praça dos Poveiros, ninguém para ao longo de 11 horas de música.

Para o Silo Auto esta não é uma estreia como sala de espetáculos, mas integra pela primeira vez a rota do NOS D’Bandada. A partir das 16h30, Miguel Araújo fará ecoar no parque de estacionamento canções que escreveu para outros artistas, como António Zambujo, Carminho ou Ana Moura.

Um dos espetáculos mais aguardados vai para o concerto de “You Can’t Win, Charlie Brown”, que tem novo disco (“Marrow”) pronto para ser lançado a 7 de outubro e do qual foi extraído o primeiro ‘single’ “Above the Wall”. A atuação do sexteto realiza-se no Passeio das Virtudes, pelas 21h30. No mesmo local, às 23h, a banda portuense Salto joga em casa e promete animar com melodias “indie pop” o local que dá nome ao último álbum.

Às 00h30, na Praça dos Poveiros, Orelha Negra traz até ao público portuense o seu hip-hop híbrido, com influências “funk” e “soul”. Em julho deram a conhecer o segundo ‘single’ de avanço (“Parte de Mim”) do seu terceiro registo discográfico.

No Coliseu Porto os ritmos são quentes e africanos com Selma Uamusse (18h45), Kimi Djabaté (20h) e Bonga (21h30). Mesmo ao lado, no Passos Manuel, as sonoridades são mais contemplativas e, às 23h, atua o guitarrista “Filho da Mãe”.

Sem sair da mesma zona, é só atravessar a rua e deixar-se levar até ao Maus Hábitos, espaço cultural onde os amantes de música independente portuguesa encontram ali uma autêntica Meca. Entre as 16h e as 21h, passam por ali Cachupa Psicadélica, Quelle Dead Gazelle, Surma e os First Breath After Coma, que recentemente lançaram o “single” “Gold Morning Days”.

Pelo icónico Cave 45, mítico espaço da panorama underground portuense, passam Fugly (á meia-noite), The Lemon Lovers (1h) e The Dirty Coal Train (2h).

Na Rua Cândido dos Reis, às 0h30, há um DJ Set a cargo de Nuno Lopes.

A partir das 15 horas, na Cordoaria, inicia-se uma programação dedicada a atividades infantis.

Os horários de todos os concertos nos diversos locais pode ser consultado aqui.

Netflix é ‘alvo a abater’ para a televisão?

Com serviços de streaming como o Netflix ou o Amazon Prime a ter cada vez mais subscritores é a televisão tradicional e sobretudo os canais por cabo que mais sofrem com esta mudança, uma que está cada vez mais vincada e a retirar uma fatia cada vez mais maior de espectadores.

De acordo com a empresa de pesquisa MoffettNathanson, 42% dos subscritores da Netflix norte-americanos assistiram a menos programas do canal CBS que aqueles sem qualquer ‘afiliação’ a serviços de streaming.

Porém, o estudo também nota que nem tudo são más notícias para os canais por cabo uma vez que os subscritores da Netflix assistiram a 11% mais de programas dos canais da Disney, o que significa que a principal vantagem do serviço de streaming é uma de conveniência de acesso e não de qualidade de programação.

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