Inicio Tags Projeto

Tag: projeto

Ciclaveiro apresentou proposta para colmatar as falhas do projeto para Avenida Dr. Lourenço Peixinho

No documento que está disponível publicamente no seu site, a associação acusa o projecto da autarquia de evidenciar um benefício claro à circulação automóvel em detrimento dos modos suaves, subvertendo os princípios básicos da hierarquia de planeamento destas infraestruturas em meio urbano. Para além disso incorpora uma solução perigosa para os utilizadores de bicicleta, e simultâneamente desvantajosa para os transportes públicos, mantendo ainda as condições para o estacionamento ilegal em 2ª fila.

Segundo a associação, que se apoiou várias orientações técnicas nacionais e internacionais e nas boas práticas comprovadas, esta proposta de “Perfil Tipo” para a Avenida Dr. Lourenço Peixinho visa evitar que se desperdicem dinheiros públicos com opções desajustadas do estado da arte do design de infra-estruturas.

1- Perfil proposto pela autarquia

  • Obriga a constantes atravessamentos da faixa BUS por parte dos automobilistas
  • Condiciona a fluidez aos transportes públicos
  • Desencoraja a utilização da bicicleta devido à pressão dos autocarros.
  • Obriga a circulação de bicicletas na zona de abertura de portas dos automóveis estacionados.

2 – Perfil proposto pela Associação Ciclaveiro

  • Passeios com, pelo menos, 4m de largura.
  • Ciclovia em sítio próprio, bem delimitada e imediatamente a seguir ao passeio.
  • Faixa BUS exclusiva para aumentar a fluidez e competitividade dos transportes públicos.
  • Circulação automóvel em via contígua ao estacionamento (evita atravessamentos de faixa BUS).
  • Estacionamento à esquerda da faixa de rodagem (desincentiva estacionamento ilegal em segunda fila).

Este perfil tem por base uma distribuição equilibrada do espaço, garantindo as mesmas condições de segurança e fruição a todos os modos de transporte, mas facilitando ao modos suaves de mobilidade o acesso aos espaços (comerciais/serviços/habitação).

Primeiro o espaço é atribuído às pessoas, depois às bicicletas, depois transportes públicos, depois a circulação automóvel e por fim ao estacionamento automóvel.

Dispositivo melhora tratamento em casos de insuficiência cardíaca

Este projeto, desenvolvido pela Unidade de Investigação Cardiovascular (UnIC), centro de investigação integrado na FMUP, com o apoio da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), acaba de receber um financiamento de 400 mil euros por parte da Fundação Bancária “la Caixa” e da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT).

Coordenado por Adelino Leite Moreira, docente da FMUP e líder da UnIC, o projeto, destacado entre 784 outros, já se encontra em fase de protótipo e permitirá, “numa fase avançada, melhorar em larga escala a abordagem clínica para a patologia”, informou a FMUP.

De acordo com a instituição de ensino superior, “ao contrário das abordagens clássicas, que não têm o efeito desejado em cerca de um terço dos pacientes”, o dispositivo permitirá aos profissionais de saúde, através de um ‘software’, adaptar a abordagem clínica a cada paciente e, quando necessário, estimular o coração em vários pontos em simultâneo.

Este projeto pioneiro conta com os investigadores Rui Cerqueira, André Lourenço e Flávio Amorim, visa igualmente desenvolver e aplicar técnicas minimamente invasivas, criando, ainda, as condições necessárias para melhorar o treino avançado de profissionais de saúde.

Para Adelino Leite Moreira, a conquista desta distinção “é uma grande vitória para a equipa e só aumenta a vontade de continuar a trabalhar para desenvolver o projeto entrar numa próxima fase”.

O responsável frisou que a criação deste projeto só foi possível “graças a uma equipa multidisciplinar das mais diversas áreas do saber”, sendo este reconhecimento “uma vitória coletiva do trabalho de todos”.

A UnIC, criada em 1994, promove o conhecimento científico e a sua potencial aplicação na prática clínica, focada no desenvolvimento de novas abordagens de diagnóstico, monitorização e tratamento para as doenças cardiovasculares – primeira causa de morte em Portugal.

Integra atualmente 122 investigadores, 50 dos quais doutorados, sendo o único centro nacional dedicado exclusivamente ao estudo desta temática, indicou ainda a FMUP.

LUSA

Porto lança projeto com vista a ajudar os sem-abrigo

presidente da União Freguesias de Cedofeita, Santo Ildefonso, Sé, Miragaia, S. Nicolau e Vitória, António Fonseca, explicou à Lusa um projeto que tem por base a “sensação de que 90% dos sem-abrigo existentes no Porto estão concentrados nesta zona” e que “há que fazer alguma coisa antes de o número aumentar”.

Com início aprazado para janeiro, e “começando com duas ou três rondas semanais, ao princípio da noite”, o projeto desenvolvido a partir da criação de um observatório social situado nas instalações da Junta de Freguesia de Cedofeita vai envolver diariamente uma assistente social, uma psicóloga e um agente da PSP.

Segundo o autarca, esta equipa terá a seu cargo “quantificar e identificar” os sem-abrigo existentes, “não só prestando-lhes o apoio no imediato como, através da identificação e da sua origem, tentar, em colaboração com os outros autarcas, encontrar soluções para eles”.

“Uma parte dos sem-abrigo que estão nas ruas ou albergues do Porto não são de cá e é descobrindo a sua proveniência que podemos ajudá-los, contactando, depois, as autarquias e as famílias para encontrar soluções, quer de trabalho quer de habitação”, esclareceu António Fonseca.

Admitindo envolvê-los no mercado de trabalho “por ajuste direto” participando, por exemplo, “na limpeza das ruas” ao serviço da união de freguesias, o autarca pretende que sejam encontradas “soluções de futuro” nos locais de onde são provenientes.

“Mais do que envolver as autarquias da periferia do Porto de onde, cremos, vem uma parte dos sem-abrigo, pretendemos também responsabilizá-los pelos próprios, uma vez que monetariamente até são beneficiados por serem eleitores nesse município”, argumentou o autarca de um projeto que segue “os esforços da Câmara do Porto e do Presidente da República nesta matéria”.

PRÉMIO DE 10 MIL EUROS DISTINGUE INVESTIGAÇÃO PORTUGUESA SOBRE ANTIFÚNGICOS

O projeto de investigação vencedor da bolsa de Investigação em Micologia Clínica será trabalhado por Sofia Costa de Oliveira, Ana Pinto e Silva, Isabel Marco Miranda, Cidália Pina Vaz e Acácio Gonçalves Rodrigues, do Serviço de Microbiologia da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.

A equipa de investigadores vai aprofundar os estudos sobre o conhecimento dos mecanismos de resistência das equinocandinas. “As equinocandinas promovem a redução de um componente fundamental da parede fúngica que é o glucano. No entanto, alguns fungos têm a capacidade de compensar essa diminuição produzindo mais quitina, o que torna o tratamento com equinocandinas ineficaz. Acreditamos que existe possibilidade de modular esse mecanismo de escape à ação do antifúngico, potenciando deste modo o seu efeito” avança Sofia Costa de Oliveira, investigadora principal do trabalho.

“Se conseguirmos uma resposta positiva numa melhor utilização dos tratamentos já existentes na infeção fúngica, podemos estar a dar uma resposta que pode significar ganhos para o Serviço Nacional de Saúde, na medida em que não terão de investir em investigação de novas moléculas para tratamento destas doenças. Por vezes, cabe-nos a nós potenciar as moléculas já existentes para aumentar a sua eficácia no tratamento. Os medicamentos já existentes têm ainda muito potencial para serem explorados. Os resultados obtidos com este projeto irão fornecer dados valiosos que permitirão o desenho de novas estratégias terapêuticas para ultrapassar a problemática da resistência ou tolerância às equinocandinas, pelos fungos patogénicos, com implicações na Sáude Pública, Biotecnologia e Agricultura.”, explica Sofia Costa de Oliveira.

Apesar de todos os esforços já desenvolvidos, a mortalidade por candidemia pode chegar aos 40%. Doentes com o sistema imunitário debilitado têm um elevado risco de desenvolver infeção fúngica invasiva, sendo que o número de pessoas que registam esta doença fúngica pode mesmo chegar aos 200 mil casos por ano.

Esta bolsa de investigação foi criada para uma melhor resposta na área da micologia e no tratamento dos fungos que afeta muitas pessoas, especialmente em ambiente hospitalar, por se encontrarem já muito fragilizadas. O prémio conta com o apoio da farmacêutica Astellas Farma.

Sobre o GIS

O Grupo de Infecção e Sepsis do Hospital de São João – GISHSJ – existe formalmente desde janeiro de 2003 e tem como objetivo principal a promoção e divulgação de investigação na área de Infeção e Sepsis. O GIS trabalha para fornecimento de informação científica do âmbito da infeção e sepsis.

Para mais informação consultar http://www.gis.pt/Geral/

Sobre a Astellas Pharma

A Astellas Pharma é uma companhia farmacêutica comprometida com a melhoria do estado de saúde das populações mundiais, fornecendo as mais recentes e inovadoras terapêuticas. O foco da organização está na disponibilização de terapêuticas, ao nível da I&D e da comercialização de tratamentos eficazes, que melhorem a vida dos doentes, continuando a crescer de forma sustentada no seu setor. É uma das 20 maiores empresas farmacêuticas, que emprega cerca de 15 mil colaboradores em todo o mundo.

A Astellas está em Portugal desde 1967, conta com cerca de 53 colaboradores e focaliza-se nas seguintes áreas terapêuticas: Oncologia, Urologia, Transplantação, Anti-infecciosos e Dor.

Para mais informações sobre a Astellas visite http://www.astellas.com.pt/pt/.

 

UE distingue projeto de eficiência energética da Siemens

·       Contratos de Desempenho Energético para 87 escolas e jardins de infância na cidade polaca de Sosnowiec
·       Consumos de aquecimento e de eletricidade reduzidos em 30%
·       Projeto de cooperação de sucesso entre o setor público e um fornecedor privado

Este projeto visava os sistemas de aquecimento e a gestão de energia de 87 escolas e jardins de infância públicos nesta cidade industrial, localizada na região da Silésia. Em apenas 10 meses procedeu-se a uma profunda renovação e modernização de todos os sistemas de aquecimento e de iluminação dos respetivos edifícios. Adicionalmente foi instalado o sistema de monitorização de energia – Advantage Navigator – que permite a monitorização remota dos consumos de energia.

Este sistema permite que os utilizadores consigam verificar remotamente a temperatura de cada sala de aula e regulá-la para o valor pretendido. “Anteriormente, a temperatura nas salas de aula era tão alta que os alunos tinham dificuldades em concentrar-se. Graças ao novo sistema de aquecimento e à monitorização contínua dos consumos de energia, estamos agora em condições de proporcionar aos alunos um ambiente de estudo adequado,” explica Marek Tobiacelli da Siemens.

Simultaneamente, e face à situação inicial, a Siemens garantiu uma redução dos custos de aquecimento e de iluminação em cerca de 30% e 20% respectivamente. Garantiu ainda a redução das emissões de CO2 em 5.220 toneladas métricas por ano. Estas medidas estão a ser financiadas através de um Contrato de Desempenho Energético assinado com a Siemens.

Isto significa que os investimentos iniciais da cidade de Sosnowiec, no valor de aproximadamente 4 milhões de euros, serão recuperados através das economias garantidas para o período contratual que é de 10 anos. O financiamento intercalar é disponibilizado pela Siemens.

O Prémio European Energy Service (EESA) faz parte da European Energy Service Initiative que estabeleceu as Metas de Poupança Energética da União Europeia para 2020 (EESI 2020). Esta iniciativa visa promover a utilização de Contratos de Desempenho Energético para toda a Europa. O prémio EESA distingue esforços e sucessos notáveis no campo de eficiência energética na Europa.

Afinal, o Distrito Cultural de Belém não vai avançar

João Soares

“Esta decisão justifica-se pelo não envolvimento no projeto da Câmara Municipal de Lisboa, que deve ser um parceiro privilegiado em qualquer modelo de gestão de uma parte importante da cidade de Lisboa”, esclareceu o Conselho de Ministros em comunicado, emitido após a reunião.

Em janeiro, o ministro da Cultura João Soares já se tinha mostrado contra o projeto liderado pelo presidente do CCB, António Lamas, e cujo objetivo era criar uma gestão conjunta dos museus, monumentos, jardins e equipamentos culturais do eixo Belém-Ajuda, liderada pelo CCB. “Acho absolutamente espantoso que há uns meses, já quase na fase de estertor do anterior Governo, se tome uma decisão daquelas sem se consultar, no mínimo, a Câmara Municipal de Lisboa. (…) parece-me completamente absurda“, disse o ministro, numa visita ao Porto, citado pela Lusa. Foi precisamente esse o argumento do Conselho de Ministros para extinguir a estrutura.

Entre os objetivos do eixo Belém-Ajuda estavam a melhoraria dos equipamentos, onde se incluem o Museu de Arte Popular, o Mosteiro dos Jerónimos e o Jardim Botânico Tropical, e dos acessos na zona. A proposta, tornada pública em setembro, refere, por exemplo, a requalificação das vias urbanas de ligação entre Belém e Ajuda e a “ampliação do Centro Cultural de Belém com a construção dos módulos 4 e 5 inicialmente previstos”. Incluíam-se também nos objetivos a “otimização da gestão de recursos dos bens culturais de Belém” e a criação de uma identidade identificativa da zona, que ficaria conhecida como Distrito Cultural de Belém. Deveria também ser estudado um novo sistema de bilhética sem, no entanto, estar especificado se haveria um aumento dos bilhetes para os visitantes.

Na altura, o secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, considerou que a aprovação só deveria ser feita pelo novo Governo, uma vez que as eleições estavam próximas. De acordo com o Público, foram gastos milhares de euros na elaboração do plano que agora cai.

Contactado pelo Observador, o gabinete de comunicação do CCB informou que “o Professor António Lamas não presta declarações sobre este assunto”.

Conhecido por prestar poucas declarações, é preciso recuar até ao final de 2014, altura em que sucedeu a Vasco Graça Moura na presidência, para ler a única entrevista que António Lamas deu a um órgão de comunicação social. Ao Público, confirmou na altura que, se não fosse a missão de conceber o novo eixo Belém-Ajuda, provavelmente não teria aceitado o convite. “Portanto, não concebia sentar-me aqui, apesar de a vista ser fantástica, se essa ideia não pudesse ser posta de pé”, disse.

Resta saber se haverá consequências devido à extinção da Estrutura de Missão e se o projeto morreu definitivamente ou se a estratégia pode ser retomada se houver participação da Câmara Municipal de Lisboa. O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, não comenta. O Observador também tentou obter um esclarecimento do Ministério da Cultura, mas não obteve resposta.

Primeira empresa de engenharia em Portugal com certificação ISO9001:2015 pela SGS

Representante da SGS e Sónia Gomes, Partner da ASL Associados

A SGS atribuiu, no passado dia 23 de novembro, a Certificação ISO 9001:2015 – Sistema de Gestão da Qualidade, à ASL ASSOCIADOS, uma empresa fortemente vocacionada para a área de projeto e consultoria em engenharia civil.

O âmbito da certificação centrou-se na prestação de serviços de projetos de engenharia, gestão e fiscalização de obras, certificação energética, medições acústicas e diagnóstico de patologias em edifícios.

Ao certificar-se pela norma ISO 9001:2015, pela SGS, uma entidade independente e devidamente acreditada, esta empresa mostra não só o seu espírito pioneiro, porque falamos de uma norma recentemente atualizada e publicada, mas também o seu compromisso com a Qualidade e satisfação dos seus clientes.

A norma ISO 9001:2015 posiciona a nova versão como parte integrante dos esforços de uma organização em direção ao desenvolvimento sustentável e tem uma maior abordagem à gestão de qualidade baseada no risco, realçando-se aqui a relevância da adoção de um Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) como uma ferramenta de decisão estratégica.

Sobre a empresa ASL ASSOCIADOS, (www.aslassociados.com)

Na cerimónia da 2.ª edição dos Prémios Reabilitação na Construção, novembro 2015, o Júri atribuiu à ASL o 1º prémio, na categoria Gabinete. As razões da escolha são apresentadas na pág. 85 https://goo.gl/mLb504

A ASL ASSOCIADOS é uma empresa fortemente vocacionada na área de projeto e consultoria em engenharia civil. Fundada em 2006, baseia a sua estratégia de atuação na oferta de um serviço global de engenharia, nomeadamente, a Consultoria e Assistência ao Dono da Obra, a Elaboração de Estudos e Projetos Multidisciplinares, assim como todas as atividades inerentes à Fiscalização e Gestão de Obra, assegurando assistência na gestão e supervisão da sua construção (controlo de custos, prazos, encomenda e receção de materiais, coordenação e gestão de subempreiteiros em obra, etc.).

A ASL ASSOCIADOS é uma sociedade independente de quaisquer fornecedores de bens de equipamentos, construtores e instaladores.

Sobre o Grupo SGS (www.sgs.pt)

O Grupo SGS é o líder mundial no domínio da inspeção, verificação, análises e certificação. Com mais de 80 000 colaboradores, a SGS opera uma rede de mais de 1650 escritórios e laboratórios em todo o mundo.

Presente em Portugal desde 1922, a SGS conta com uma vasta equipa de colaboradores especializados, apoiados por uma rede de modernos laboratórios acreditados nas áreas Agroalimentar, Detergentes, Produtos de Higiene, Cosméticos, Dispositivos Médicos, Ensaios Não Destrutivos, Ambiental e Segurança Ocupacional.

Enquanto Organismo de Certificação, a SGS foi o primeiro a obter a acreditação para a Certificação de Sistemas de Gestão da Qualidade em 1998. Desde então, sempre liderou o mercado, inovando nos serviços, de acordo com as principais tendências internacionais, nomeadamente na certificação de Sistemas de Gestão da Qualidade, Ambiente, Segurança Ocupacional, Segurança Alimentar, Responsabilidade Social, Serviços e Produtos, entre outros.

Tuk-tuk transporta gratuitamente utentes com dificuldades ao Hospital de Matosinhos

Chama-se “Tuk Boleias” e é um veículo elétrico com capacidade de seis lugares. Permite aos utentes da Unidade Local de Saúde de Matosinhos – que realizam exames ou consultas no Pedro Hispano – a deslocação gratuita no sentido ascendente e descendente da rampa de acesso ao hospital. A inclinação da rampa foi já considerada um “erro do projeto” e tem vindo a receber queixas diárias por parte dos utentes que têm dificuldade em fazer a pé uma “subida íngreme”, seja por motivos de idade, doença ou mobilidade reduzida.

O veículo é um projeto da Câmara Municipal de Matosinhos e do Hospital Pedro Hispano, com um investimento partilhado de 5000 euros, conforme um protocolo entre as duas entidades, assinado esta segunda-feira. Os utentes podem usufruir do serviço de segunda a sexta-feira, das 08h30 às 18h30, correspondente ao período de maior afluxo ao hospital.

José Pedro Rodrigues, vereador dos Transportes e Mobilidade da Autarquia, explica, em declarações à Lusa, que “o Tuk Boleias é uma solução provisória”, sublinhando a necessidade de uma decisão definitiva. Durante o mês de funcionamento experimental do veículo elétrico, será feito um inquérito aos utentes, de modo a avaliar a satisfação relativa à sua comodidade, utilidade e frequência do serviço. Se os resultados forem positivos, o serviço poderá ser prolongado até ao final de 2016. “Queremos poupar as pessoas a um sofrimento diário”, acrescenta o autarca.

“Ao longo dos anos foram apresentadas várias soluções, mas até hoje, por várias razões, nenhuma foi implementada”, lê-se no comunicado da Câmara de Matosinhos em relação à dificuldade da subida da rampa de acesso da Rua Eduardo Torres até à fachada do edifício do hospital. Apesar de se tratar de um projecto temporário, Vítor Herdeiro, presidente do conselho de administração da Unidade Local de Saúde de Matosinhos, acredita que se trata de “mais um passo na resolução definitiva deste problema”.

Gomas saudáveis chegam a híperes a tempo do Natal

Criada em 2014, a empresa social já recebeu uma encomenda de 3,1 milhões de euros, da grande distribuição nacional e da Pepsi, para o pequeno retalho. Ainda, um distribuidor francês propôs encomendar 42 milhões de euros para vender em toda a Europa, mas Nuno Santos está a ponderar se tem capacidade de produção.

A ideia de fazer guloseimas 0% (de açúcar ou adoçante, glúten, lactose e aromas, corantes e conservantes artificiais) surgiu para resolver um problema social com que Nuno Santos se deparou na Associação das Escolas Jesus, Maria, José, no Porto: o açúcar adicionado aos medicamentos para que as crianças os tomem (nos mais vendidos chega a 90%) está a criar cáries, obesidade e diabetes infantil.

Para resolver o problema, o engenheiro químico associou-se a laboratórios e universidades europeus e passou cinco anos a testar folhas, cascas e raízes e a tentar produzir um excipiente saudável, ao qual adicionou o princípio ativo. Nuno Santos explicou que nenhum ingrediente é doce, mas a conjugação de componentes com uma certa raiz “engana o cérebro e leva-o a acreditar que é doce”. O produto já está pronto, mas ainda decorrem negociações com farmacêuticas. Enquanto isso, e para sustentar financeiramente a ideia, Nuno Santos avançou com as guloseimas. Tem rebuçados, chocolates, pastilhas elásticas, mas serão as gomas a chegar primeiro às prateleiras. Já estão a ser feitas por uma farmacêutica.

A ideia da Doctor Gummy nasceu na esfera de uma entidade social, mas a concretização implicou criar uma empresa, que já registou duas patentes nacionais e uma internacional. Os lucros serão reinvestidos no negócio ou entregues a organizações sociais. “Um negócio pode gerar receitas que servem para apoiar o setor social de forma sustentada”, explicou Nuno Santos.

No último ano, o projeto acumulou prémios e reconhecimentos. Esta semana, ganhou o concurso Creative Business Cup, na Dinamarca, na área de inovação na saúde, e quinta-feira ficou em segundo lugar no prémio do jovem empreendedor da Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE). Nos dias 25 e 26, vai a Paris discutir com 17 outros projetos a possibilidade de se apresentar em Sillicon Valley. Só oito atravessarão o Atlântico.

EMPRESAS