Inicio Tags PSP

Tag: PSP

Quase 400 pessoas foram detidas durante a última semana

Em comunicado hoje divulgado a PSP adiantou que foram também fiscalizadas 4.673 viaturas, das quais 30 foram controladas por radar e 58 foram apreendidas.

Os agentes efetuaram ainda 744 testes de alcoolemia.

As operações policiais em causa ocorreram entre as 00:00 do dia 06 de junho e as 24:00 do dia 12 de junho de 2016.

 

Cadáver de homem de 74 anos encontrado em apartamento em Lisboa

O cadáver de um homem de 74 anos foi encontrado esta manhã, numa habitação em Lisboa, informou o Comando da PSP de Lisboa ao Notícias ao Minuto.

Este viveria sozinho num apartamento na Rua de Ponta Delgada, n.º17, R/C,  e estaria já desaparecido há cerca de duas a três semanas, o que levou os vizinhos a alertar as autoridades para o sucedido, conta fonte dos Bombeiros Sapadores de Lisboa.

Chamados ao local, os bombeiros terão procedido à abertura de porta da casa da vítima, que foi encontrada sem vida no seu interior. O seu corpo estaria já num avançado estado de decomposição.

Não são ainda conhecidas as causas da morte, tendo o corpo sido transportado para o Instituto de Medicina Legal de Lisboa.

No local, estiveram elementos da PSP e dos Bombeiros Sapadores de Lisboa e o INEM.

Agente da PSP suicida-se em casa com a arma de serviço

Um agente da PSP, de 42 anos, suicidou-se, na manhã desta quarta-feira, em casa no Lugar da Estrada, em Peniche.

Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro de Leiria revelou ao Notícias ao Minuto que o alerta para as autoridades foi dado cerca das 07h45, tendo sido enviados para o local o INEM, os Bombeiros Voluntários de Peniche, bem como a GNR e a Polícia Judiciária.

Ao que o Notícias ao Minuto apurou junto de fonte da PSP, o agente era solteiro e vivia na casa dos pais, lugar onde tirou a vida.

Seiça Santos fardou-se, despediu-se aos pais e saiu para a zona exterior da casa, pois ia entrar ao serviço. Foi então que se ouviu um disparo: o agente havia colocado fim à vida com um tiro na cabeça dado com a arma de serviço.

As motivações que terá tido o homem ainda não se conhecem. Sabe o Notícias ao Minuto que o agente havia realizado exames médicos há pouco tempo, cujos resultados não partilhou com ninguém. Por essa razão não se sabe, para já, se estes poderão ter motivado a decisão do polícia.

Em menos de uma semana, este é o segundo agente da PSP que se suicida.

Na última quinta-feira, António Broa, de 42 anos e pais de duas meninas, também se suicidou, utilizando a arma de serviço.

Este ano, José Luís é o terceiro agente da PSP que tira a própria vida. Em março, um elemento daquela força policial, de 29 anos, atirou-se de um penhasco nos Açores. Estava a receber acompanhamento psicológico pois queria abandonar a instituição por estar cansado.

Questionada pelo Notícias ao Minuto, a Direção Nacional da PSP não comenta estes casos, sublinhando que “não se irá pronunciar publicamente em relação a esta situação dado que decorre o estudo de um grupo de trabalho, criado para proceder à análise  desta problemática nas forças de segurança”.

A ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, disse ontem, na comissão parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, que perto de 900 agentes de segurança já foram alvo de triagem no âmbito da prevenção do suicídio nas forças de segurança.

[notícia atualizada às 14h35]

Novas esquadras da PSP. MAI sem dinheiro para cumprir plano do anterior governo

O Ministério da Administração Interna (MAI) anunciou esta segunda-feira em comunicado que vai fazer um levantamento das instalações das forças e serviços de segurança que precisam de obras de remodelação, mas que dificilmente conseguirá executar a promessa do anterior Governo. Na anterior legislatura foram celebrados e prometidos protocolos com um encargo total de 35,8 milhões de euros, mas este valor – refere o MAI – está longe de chegar para todas as obras previstas.

No esclarecimento enviado às redações, o MAI recorda que o Governo de Passos Coelho tinha assinado 34 protocolos, a maioria em 2015, para “construção e/ou requalificação de instalações policiais” assumindo um encargo de 24,4 milhões de euros. Ao mesmo temo, “comprometeu-se a celebrar, pelo menos, outros 14 protocolos, também com Autarquias Locais, estes no valor global estimado de 11,4 milhões de euros”. Perfazendo um investimento total de 35,8 milhões de euros.

O Governo reconhece que houve “um estudo prévio” para chegar a estes compromissos, no entanto não houve “observação do programa funcional das forças de segurança, a integrar no respetivo projeto de execução”. Ou seja, o valor de 35,8 milhões de euros não chega para todas as obras previstas nos protocolos celebrados com as autarquias.

Como consequência da não previsão do valor real da obra, os valores inscritos em alguns desses protocolos são manifestamente insuficientes para a sua execução, o que significa que o valor global do conjunto dos protocolos assinados ou prometidos é muito superior a 35,8 milhões de euros, verba esta que manifestamente não existia no orçamento do MAI em 2015″, refere o comunicado.

Em 2015, avança ainda o MAI a título de exemplo, o investimento em infraestruturas não ultrapassou os 7,6 Milhões de Euros. O Orçamento do Estado para 2016 prevê um valor de 17 milhões de euros para infraestruturas da PSP e da GNR.

Uma das obras que corre riscos é a da esquadra da Ribeira Grande, nos Açores. Este é um dos casos em que o anterior Governo anunciou obras de remodelação, estimando para tal um valor de 380 mil euros. No entanto, acusa o atual Governo, “nada mais fez para além deste anúncio”. O ministério tutelado por Constança Urbano de Sousa diz que não foi feita qualquer estimativa do custo real da obra e que o protocolo não chegou a ser assinado.

E fez com o Município de Ribeira Grande o mesmo que com muitos outros Municípios, criando a expetativa de uma nova instalação policial, mas sem nada fazer para a sua concretização”, lê-se no comunicado.

Ainda assim, o MAI inscreveu em 2016 o valor de 380.000 euros no orçamento da PSP para a instalação policial da Ribeira Grande. Mas também este valor é insuficiente. “A informação prestada ao MAI pelo Senhor Presidente da Câmara Municipal da Ribeira Grande é que o valor da obra, já com base no projeto de execução, ascende, pelo menos, a 1 milhão de euros, após reformulação de um projeto cujo valor inicial apontava para os 2 milhões de Euros”.

O MAI lamenta que o anterior Governo tenha criado esta “expectativa” em vários municípios do País e acusa-o de “gerir em todo o país o investimento em infraestruturas policiais, sem um planeamento sério e credível, que permitisse dotar as forças de segurança, de forma sustentada, de condições dignas para o exercício da sua missão”. Assim, o MAI está a proceder ao levantamento “rigoroso” do estado físico das instalações policiais das forças e serviços de segurança em todo o país, de forma a proceder à planificação das obras a realizar.

O comunicado do MAI foi motivado pelas declarações do presidente do PSD Açores, Duarte Freitas, que acusou o atual Governo de voltar atrás “num processo que já estava em curso”.

Burlas estão a aumentar em Coimbra devido a novas tecnologias

“O advento das tecnologias e a potencialização das suas funcionalidades permitiram que as burlas online tenham vindo a assumir um maior destaque”, entre os 490 casos registados em 2015, refere em comunicado o Comando Distrital de Coimbra da PSP.

Nesta área, “as mais comuns são aquelas que têm a ver com o ‘e-commerce’, o arrendamento para férias e o uso indevido de cartão de crédito alheio”, acrescenta.

Por outro lado, “aproveitando a fragilidade das vítimas, as burlas continuam a ter um forte impacto nas pessoas com idades mais avançadas”.

Segundo a PSP, a técnica utilizada pelos autores destes crimes continua a assentar no engano das vítimas “através de discursos convincentes e eloquentes, boa aparência ou fazendo-se passar” por familiares ou conhecidos.

“Os burlões também se apresentam como sendo videntes, professores, curandeiros ou astrólogos, no sentido de obterem a confiança pretendida”, refere.

A PSP aconselha as pessoas a tomarem algumas precauções para não caírem no “conto do vigário” e recorda as sete burlas mais frequentes dos últimos anos: falsa herança ou doação, falsos peditórios, falsos videntes, burla da troca de notas, falso amigo ou familiar, falsos funcionários e burlas ‘online’.

No último ano, a PSP de Coimbra realizou investigações no âmbito de mais de 250 processos criminais por burla, na sequência de queixas apresentadas pelas vítimas.

“Para haver procedimento criminal, é necessário formalizar queixa”, esclarece. O crime de burla é punido com pena de prisão até três anos ou multa.

No âmbito da prevenção, a PSP de Coimbra efetuou 65 ações de sensibilização da população no ano passado.

Mais acidentes de viação mas menos mortos e feridos graves nos dois primeiros meses do ano

Nos primeiros dois meses deste ano registaram-se 21.205 acidentes nas estradas de Portugal continental, mais 1.966 do que em igual período de 2015, dos quais resultaram 73 mortos, menos seis do que um ano antes, 306 feridos graves (-1 do que em 2015) e 6.046 feridos ligeiros (mais 579), informa a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR).

Lisboa é o distrito com maior número de vítimas mortais – 12 -, tendo registado mais oito óbitos do que em igual período de 2015. Seguem-se Aveiro, com nove mortes (menos três) e Setúbal, com oito vítimas mortais (mais sete).

No extremo oposto, o distrito de Viana do Castelo ainda não registou qualquer morte, enquanto a Guarda contabiliza uma vítima mortal. Beja, Braga, Bragança, Faro e Vila Real registaram duas mortes cada.

As estatísticas da ANSR, com base em dados da GNR e PSP, apenas contabilizam como vítimas mortais aquelas cujo óbito ocorre no local do acidente ou no transporte até à unidade de saúde.

Queixas na PSP por violência no namoro aumentaram quase 8% no ano passado

Numa resposta enviada à agência Lusa, a Polícia de Segurança Pública refere que recebeu 1.680 queixas por violência no namoro em 2015, mais 130 do que em 2014, quando chegaram a esta força de segurança 1.550 participações.

Das 1.680 queixas, 963 foram feitas por ex-namorados e 717 por namorados, adianta a PSP, sublinhando que a maioria das participações (76,9%) foi apresentada pelas próprias vítimas.

Cerca de 23% das queixas foram feitas por estudantes.

A PSP destaca que as queixas relacionados com a violência no namoro têm vindo a aumentar, tendo já registado uma subida de 32 por cento em 2014 face a 2013.

Segundo a PSP, o aumento das participações deve-se à exposição do fenómeno, sendo expectável que esta subida se prolongue nos próximos anos, embora com tendência para diminuir gradualmente.

A PSP indica ainda que 85% dos casos estão relacionados com violência psicológica e emocional e 74% com violência física.

Madeira tem a maior incidência de maus tratos a idosos

“A taxa de incidência na região autónoma é superior” às verificadas nos distritos do continente, afirmou Margarida Amaral na Comissão Especializada Permanente de Saúde e Assuntos Sociais numa audição parlamentar, requerida pelo PCP, sobre o “fenómeno da prática de violência e maus-tratos sobre idosos na Região Autónoma da Madeira”.

Margarida Amaral realçou que a taxa de incidência por 1.000 habitantes era na Madeira superior a 3 por cento (3,8 em 2013, 3,87 em 2014 e em 2015 andará pelos 3,8 por cento), quando no continente está na casa dos 2 por cento.

A comandante da PSP da Madeira destacou ainda que, no âmbito do Relatório Anual de Segurança Interna, os casos reportados na região foram em 2012 de 976, em 2013 de 1.018, em 2014 de 1.010 e em 2015 “será próximo do ano anterior”.

Margarida Amaral adiantou ainda que as divisões policiais que têm recebido mais denúncias eram as do Funchal, Câmara de Lobos e Ribeira Brava, 85 por cento das quais diziam respeito a mulheres.

A responsável do Comando Regional da Madeira da PSP disse ainda que a polícia tem apostado na prevenção e na formação de agentes para tratar destes casos específicos, bem como no incremento do Programa Integrado de Policiamento de Proximidade, reconhecendo, contudo, que este fenómeno “é um flagelo nacional”.

PSP alerta para falsas histórias no Facebook

Várias são as histórias que vão surgindo nas redes sociais, mas muitas delas não passam de boatos. Já se deparou com as histórias de raptos de crianças por máfias ou sequestros de pessoas a quem roubam os órgãos? Há muitas mais que aparecem partilhadas pelos nossos amigos no Facebook, que também não sabem de que se trata de histórias falsas.

Por esse motivo, a PSP vai lançar uma campanha para que estes mitos sejam desfeitos, adianta o Jornal de Notícias (JN).

O subcomissário João Moura, da Direção Nacional da força de segurança indica ao JN que esta iniciativa, que vai surgir no próximo ano, visa desmistificar algumas histórias, “não só as que surgem pontualmente, como as que fazem parte há muitos anos do imaginário urbano”.

Muitas das mensagens que circulam na internet há vários anos até já foram desmentidas, mas continuam a circular na internet.

Há muitos cidadãos que querem saber se os relatos são verdadeiros. Por isso, mandam mensagens através da rede social do Facebook para a PSP ou dirigem-se mesmo às esquadras.

Mas a origem dos rumores dificilmente será encontrada. Certo é que a maioria dos crimes é atribuída a “grupos estrangeiros e a minorias étnicas, o que poderá indiciar, de acordo com fontes policiais, motivações racistas e xenófobas”.

Algumas das histórias, como tem sido possível apurar, são inspiradas em acontecimentos reais noutros países, sobretudo no Brasil mas “recicladas” para a realidade portuguesa, com muito exagero.

Fique com alguns exemplos de boatos: Crianças são levadas junto às escolas – um trio de romenos numa carrinha, rondava escolas para raptar crianças; Carjacking – Manchas de tinta serviam para roubar carros – um alegado novo esquema; Assaltos – Casas marcadas com adesivos; Mendicidade – Atacam nos semáforos com acordeão; ou a chamada Armadilha – Ovos atirados contra os para-brisas.

PSP começa hoje a distribuir pulseiras do ‘Estou Aqui Adultos’

Na primeira fase do programa, que se prolonga até 31 de maio de 2016, vão estar abrangidas as pessoas ligadas às entidades parceiras da Polícia neste projeto, ou seja, Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Fundação Liga, Associação Alzheimer Portugal e entidades envolvidas no Programa Significativo Azul da PSP.

O porta-voz da PSP, subintendente Paulo Flor, disse à agência Lusa que o programa ‘Estou Aqui Adultos’ vai funcionar até maio numa fase experimental, estando inicialmente previsto a distribuição de cinco mil pulseiras.

Paulo Flor adiantou que qualquer adulto pode pedir a pulseira, não necessitando de sofrer de qualquer tipo de patologia, apesar de ser mais dirigida a idosos ou pessoas com deficiência ou alzheimer.

O porta-voz da Polícia de Segurança Pública afirmou que o programa foi alargado aos adultos, tendo em conta as muitas situações que a PSP encontra, sobretudo durante a noite, de pessoas desorientadas na via pública.

Segundo a PSP, “trata-se de um projeto inovador que pretende proporcionar uma mais fácil identificação de pessoas que sofram algum tipo de desorientação na via pública, ainda que momentânea, e um reencontro célere com os familiares ou amigos indicados na inscrição”.

O programa ‘Estou Aqui’ foi usado nos últimos quatro anos com crianças, sobretudo nos meses de verão, alcançando este ano, as mais de 50 mil pulseiras distribuídas.

Para aderir ao projeto, é necessário fazer uma pré-inscrição na página https://estouaqui.mai.gov.pt/, seguir os passos indicados e levantar a pulseira na esquadra selecionada após entrega de termo de responsabilidade assinado, podendo o registo ser feito a partir de hoje.

A PSP indica que os utilizadores têm acesso a uma pulseira de tom neutro, sem qualquer inscrição ou logotipo, na qual será aposta uma pequena chapa metálica com um código alfanumérico, para salvaguardar a privacidade e os dados pessoais da pessoa em causa.

Paulo Flor garantiu que todo o processo recebeu uma autorização formal da Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD).

De acordo com aquela força de segurança, cada pulseira “é única”, sendo atribuída a cada uma um número diferente que, apesar de ser percetível, só pode ser lido pela PSP, através da base de dados.

“Qualquer pessoa que verifique outra com sinais evidentes de desorientação e a necessitar de auxílio na via pública deverá ligar o número de emergência (112) e dar indicação do local onde se encontra podendo, caso verifique a existência da pulseira, indicar desde logo o código da mesma, sendo de imediato acionado um carro patrulha para o local para garantir a segurança da pessoa e, em simultâneo, a PSP entrará em contato com os familiares ou amigos da pessoa encontrada para informar o seu paradeiro”, refere ainda a Polícia.

EMPRESAS