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Bebés são os protagonistas da nova campanha da Nike

Esta campanha foi criada pela agência Wieden + Kennedy, realizado por Damien Chazelle e conta com a participação do ator americano Bobby Cannavale. Este vídeo inesperado junta-se assim aos restantes vídeos da série Unlimited que retratam testemunhos de vários atletas.

Spotify venderá dados pessoais dos utilizadores a anunciantes

Já ouviu falar de target advertising? O termo designa a publicidade que é feita especificamente a pensar num determinado tipo de público. Esta semana foi o serviço de música Spotify a assumir-se como novo adepto deste tipo de anúncios. A informação foi divulgada em comunicado, na mesma altura em que se sabe que a startup sueca quer entrar na bolsa já em 2017.

Por outras palavras, isso significa que o Spotify vai passar a vender a anunciantes os dados de mais de 70 milhões de utilizadores da vertente gratuita do serviço. Como explica a empresa, passará a ser possível direcionar anúncios a tipos de público específicos, com base em informações como a idade, género, gostos musicais e playlists do utilizador no serviço. Esta opção estará disponível “nos 59 mercados” em que o Spotify atua.

De acordo com o Tech Radar, este não é o primeiro serviço a fazê-lo. Tanto a Google como o Pandora ou o SoundCloud já o fazem, explica osite. Utilizadores do serviço premium do Spotify — isto é, quem paga pelo serviço — ficam de fora desta modalidade.

Direcionando a publicidade a públicos específicos, o Spotify conseguirá aumentar a probabilidade dos utilizadores serem impactados pelo conteúdo dos anúncios. Estes anúncios deverão focar-se principalmente nos utilizadores do Spotify gratuito em dispositivos móveis.

Governo reforça: canais públicos que vão para TDT não vão ter publicidade

O ministro da Cultura reforçou esta quarta-feira que há já uma decisão política do Governo de que os dois canais públicos da RTP que vão passar para a Televisão Digital Terrestre (TDT) não vão ter publicidade comercial.

O ministro Luís Filipe de Castro Mendes falava esta quarta-feira à Lusa, um dia depois do novo adiamento da votação na especialidade do projeto de lei que alarga a oferta na TDT e conta com os contributos do Bloco de Esquerda (BE), PS, PCP e PEV, após a apresentação na sexta-feira de propostas de alteração pelo PSD, uma delas no sentido de que a RTP tenha canais na TDT sem publicidade comercial.

O Conselho de Ministros aprovou a 23 de junho o alargamento da oferta de TDT, que prevê dois canais da RTP – RTP 3 e RTP Memória – sem publicidade e outros dois reservados para os privados, sendo que para estes últimos será lançado concurso.

“O que temos em concreto é uma resolução do Conselho de Ministros que define a abertura de dois canais públicos na TDT, o que temos em curso é um processo legislativo que está na Assembleia da República e que deve ser acompanhado com toda a atenção, mas não podemos esquecer que há já uma decisão política do Governo nessa matéria”, disse o governante, à margem da apresentação do estudo Digital News Report, do Instituto Reuters para o Estudo do Jornalismo.

Luís Filipe de Castro Mendes quis reforçar ainda que “uma coisa é a decisão política que está tomada, outra coisa é a legislação para o futuro de todos os aspetos que dizem respeito à TDT”, afirmando que o poder legislativo está a assumir essa tarefa e que o processo não está terminado.

Quanto às restantes questões que envolvem a TDT, o ministro disse que existem negociações em curso e também não revelou as datas relativas ao concurso público.

“Vamos por fases, primeiro vamos ter os dois canais públicos na TDT e os privados após um processo de concurso”, disse.

Durante a sua intervenção na apresentação do estudo Digital News Report, Luís Filipe de castro Mendes falou sobre a importância do serviço pública e da sua obrigação de “responder cabalmente” às mudanças de consumo resultantes da transição para o digital.

A este respeito, destacou também o esforço e o investimento que as empresas públicas, como a RTP e a Lusa, assim como as privadas têm feito “no sentido de ir ao encontro dessa nova tendência”.

Nota o som mais alto durante a publicidade? Isso vai acabar hoje

As novas regras foram aprovadas em fevereiro pela Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) e obrigam à medição do sinal áudio de um programa, a qual “deverá ser feita na sua globalidade, sem ênfase em elementos específicos, tais como música, fala ou efeitos sonoros”, segundo a informação disponibilizada na página do regulador na Internet.

O objetivo desta diretiva, refere a mesma nota, é minorar o “incómodo gerado pela inconsistência dos níveis sonoros junto dos espetadores”, para que o som esteja num nível confortável entre a programação e os intervalos publicitários.

A nova norma aplica-se a todos os operadores de televisão e distribuição sob jurisdição portuguesa.

O pioneirismo está-lhes no sangue

Diretoras da Agência na comemoração dos 20 anos

Com 23 anos, Mónica Chaves não imaginaria o que viria a construir. “Longe disso” acrescenta. Mas a verdade é só uma. A mulher que é hoje CEO da Brandkey ajudou a escrever as primeiras linhas da história do marketing promocional no nosso país, com a criação da Nomimarketing. No livro de Marketing “Mercator” de 1989, que fazia alusão ao nascimento da primeira agência de marketing promocional em Portugal, a Nomimarketing começou logo a dar que falar e numa das frentes deste barco estava Mónica Chaves, convidada por dois marketeers para integrar este projeto. O marketing promocional passou a marketing below-the-line, com especializações nas áreas de trade marketing, design e eventos e, num mercado em constante transformação, outras mudanças foram surgindo. Em 2006, a Nomimarketing deixa de existir, dando lugar à Brandkey, uma agência “guiada” por Mónica Chaves que manteve as suas equipas de trabalho, desenvolvendo ainda mais a atividade e a sua carteira de clientes, um fator que “nos diferencia da concorrência e que é o nosso sinal de confiança, credibilidade no mercado e know how acumulado”, garantiu a responsável.
Desde logo, inovar, renovar e inventar tornaram-se características intrínsecas ao ADN desta equipa que procurou surpreender e adaptar-se às novas e crescentes exigências de clientes que se mantiveram fiéis a uma empresa que não é de todo igual a tantas outras. Aliás, de acordo com dados da APAP (Associação Portuguesa das Empresas de Publicidade e Comunicação), a relação entre um cliente e uma agência tem uma duração média de quatro anos. A Brandkey ultrapassa qualquer média estipulada, trabalhando há 26 anos com empresas que se fidelizaram e nela depositam total confiança, criando-se assim uma relação de verdadeira parceria, tais como a Unilever, SumolCompal, PT, entre muitas outras!
Desenvolvendo campanhas e estratégias criativas e eficazes, a Brandkey consegue “de A a Z implementar dentro de casa um serviço integrado que vai desde o desenvolvimento da ideia criativa à execução das campanhas, como assegura a sua implementação em várias vertentes (como a adaptação do conceito às redes sociais, novas plataformas comunicacionais estratégicas)”, explicou. E para que o sucesso seja garantido, criatividade não basta. “A solução passa por sermos criativos e termos conhecimento suficiente que nos permita, por um lado, sermos consultores mas, principalmente, desenvolvermos campanhas eficientes. Não podemos ter uma ideia ‘out of the box’ mas que, no terreno, não é implementável e/ou não produz resultados eficazes”, exemplificou Mónica Chaves. Assim, mais do que criativa, a Brandkey acumula o conhecimento necessário para saber se uma solução é funcional ou não.

Recuar no tempo
Falar dos momentos mais importantes que dão cor à história de uma empresa que sempre se habituou a dar asas ao seu espírito pioneiro é já por si uma tarefa difícil. De qualquer modo, mesmo defendendo que todos os dias são importantes desde que se tenha o reconhecimento dos clientes e o sucesso das suas marcas, Mónica Chaves recordou algumas passagens que tornaram esta equipa a melhor dentro das suas áreas de especialização. A cisão da Nomimarketing foi, inquestionavelmente, uma delas. “Fiquei sozinha. Eu e o meu ex sócio tínhamos criado duas empresas dentro do mesmo ‘umbrella name’ (a Nomimarketing) e, com a cisão, continuei com a minha equipa e com a minha carteira de clientes”, relembrou. Com a criação de um departamento especializado em Marketing Infantil em 2005, a Brandkey encabeçou outros três momentos pioneiros em Portugal, tal como explicou a empresária. “Fui co-autora do primeiro livro de Marketing Infantil (Kids Power – A geração net em Portugal), lançámos os primeiros seminários de Marketing Kids & Teens que perduram até hoje e realizámos o maior estudo de mercado feito no país de forma contínua sobre comportamentos e atitudes das crianças portuguesas, o Fórum Criança, em colaboração com a Apeme”, contou Mónica Chaves, uma profissional referenciada no setor.
Se, por um lado, a sua maior obra-prima são os seus quatro filhos, a nível profissional, Mónica orgulha-se daquilo que construiu. “Considero uma grande conquista ter dado um emprego feliz a centenas de pessoas até hoje. E fico feliz por realizar que formei tantos óptimos profissionais”, defendeu. Quanto ao sucesso, em primeira instância importa relativizar este conceito. “Há dias com sucesso, outros não”, brincou. Mas a verdade é que Mónica Chaves é constantemente requisitada como oradora ou júri de vários eventos da área, o que, por si só, reflete o “peso” do seu nome neste mercado. Por isso, falar em sucesso não é, de todo, algo desapropriado e, para Mónica Chaves, este reflete-se no reconhecimento do mercado. “São 26 anos de experiência a trabalhar numa área com muita paixão. São 26 anos a trabalhar muitas marcas de setores completamente distintos e esta abrangência deu-me um conhecimento muito transversal do marketing e da comunicação”, afirmou. Para os próximos 26 anos quem sabe, Mónica Chaves tem um grande objetivo: “quero fazer com que a Brandkey perdure no tempo e não esteja dependente de um nome”. Para esta passagem de testemunho, a CEO da Brandkey deposita nas suas pessoas total confiança para que continuem à frente deste barco com os mesmos valores e princípios que têm feito com que esta empresa todos os dias chegue a bom porto. E, confidencia-nos: “a qualidade do trabalho da equipa é, por si só, o segredo da fiabilidade da marca Brandkey”.

Holding Brandkey é composta por:
-Brandkey;
-Brandkey Digital (trabalha as marcas na construção de canais de comunicação e marketing digital);
-Intess (agência de promotoras, hospedeiras e tradutores profissionais);
-Call to Action (empresa consultora em Fundraising e Marketing Social para o terceiro setor).

Mónica Chaves
Mónica Chaves

Biografia de Mónica Chaves
– Licenciou-se em Relações Públicas e Publicidade pelo Instituto de Novas Profissões.
– Foi sócia-fundadora de uma das primeiras agências de Marketing promocional em Portugal, a Nomimarketing, em 1989.
– Após a cisão desta empresa, em 2005, fundou a Brandkey – agência de ativação de marca.
– Trabalha há mais de 25 anos com empresas como o grupo Unilever, Sumol-Compal, Nestlé, Nespresso, Colgate, Unicer, PT, Pepsi Internacional, Matutano, entre outras, participando ativamente nas estratégias e campanhas de marketing e comunicação das suas marcas (Marketing Promocional, Trade Marketing, Eventos – BtoB and BtoC – e Marketing Infantil).
– Em 2003 abriu o Departamento de Marketing Infantil, especializado em comunicação para este target específico, reconhecendo o seu elevado potencial.
– No mesmo ano, realizou o Primeiro Seminário de Marketing Infantil em Portugal, o qual conta já com a organização da sétima edição.
– Lançou, com dois parceiros, projetos inovadores como o Fórum Criança e o All About Teens, que visam promover o conhecimento e incrementar a comunicação com os segmentos infantil e adolescente.
– É coautora do primeiro livro de Marketing Infantil em Portugal – “Kids Power – a geração net em Portugal”.
– Em 2007 foi uma das sócias fundadoras da Call to Action, uma empresa de consultoria em Fundraising e Marketing Social para o terceiro setor.
– No mesmo ano fundou a Brandkey Digital, uma agência especializada em comunicação web, verificando que a comunicação on-line e o off-line estão interligadas.
– Em 2008, aproveitando o know-how acumulado de duas décadas, a Brandkey entrou em Espanha.
– Em 2009, Mónica tornou-se membro da Direção da APAP (Associação Portuguesa de Agências de Publicidade), assumindo a direção da área de ativação.
– Foi em 2010 que adquiriu a Intess, uma agência com 30 anos no mercado, de hospedeiras, promotores e tradutores, integrando-a no departamento de eventos.
– Faz parte do grupo de peritos do projeto Media Smart, da APAN (Associação Portuguesa de Anunciantes), bem como do painel ThinkTank, uma iniciativa da revista Briefing.
– Foi júri no Festival Eurobest, na categoria de Direct, Promo&Activation, bem como júri nos Young Lions pela terceira vez consecutiva.
– Como especialista em comunicação, tem sido requisitada como oradora para Seminários da especialidade, bem como alvo de entrevistas diversas nos meios de comunicação social.

Google vai dar publicidade gratuita

Da próxima vez que um potencial terrorista visitar o Google para procurar propaganda ou informação, terá mensagens de moderação e não agressão.

Um novo programa da Google, definido no parlamento britânico, tem como objetivo contra-atacar o material extremista na internet ao aumentar a visibilidade de organizações anti radicais, noticia o Telegraph.

O programa, ainda em testes, vai dar o equivalente a 9.020 euros em créditos de publicidade por mês a organizações não-governamentais que promovam a anti radicalização.

Clubes da II Liga e MEO chegam a acordo: três épocas por 500 mil euros

O dirigente, que é também presidente da Comissão de clubes da II Liga, admitiu, em declarações à agência Lusa, que “o acordo é de 500 mil euros por ano, por cada clube, e inclui a venda dos direitos televisivos e de publicidade nas costas da camisola”.

“Além disto, os dois clubes que garantirem a subida vão passar a receber 3,5 milhões de euros”, acrescentou.

Neste acordo, a operadora “fica obrigada a transmitir jogos da II Liga, embora ainda não esteja definido em que plataforma, e fica previsto também que, se conseguir vender os jogos para o mercado asiático, os clubes terão direito a 30 por cento do valor desse negócio”.

José Godinho explicou ainda que as negociações já estavam a decorrer há algum tempo e com um valor superior ao que ficou agora estipulado – 600 mil euros. No entanto, cinco clubes (Desportivo de Chaves, Farense, Académico de Viseu, Famalicão e Desportivo das Aves) fecharam o acordo de forma individual, com a colaboração da Liga de clubes, por 500 mil euros, “uma situação que obrigou à revisão do acordo”.

“Os clubes foram confrontados com o modelo da Liga de clubes para a II Liga e que previa que cada clube receberia 300 mil euros. Ficámos preocupados e resolvermos avançar nós com as negociações. Na sexta-feira passada reunimos com os representantes da Altice e chegámos a compromisso para os 600 mil euros”, começou por explicar o presidente.

Contudo, de acordo com o dirigente, mais tarde, o representante máximo em Portugal da Altice disse que o negócio, com os pressupostos que tinham sido estipulados, “ficava sem efeito visto que já havia acordos individuais com clubes da II Liga por 500 mil euros”.

José Godinho esclareceu também que a NOS não mostrou abertura para negociar, alegando que já tinha esgotado a verba disponível.

Associação Direito do Consumo queixa-se de uso ilegal de crianças em publicidade

A Associação Portuguesa de Direito do Consumo (APDC) anunciou hoje a apresentação de uma queixa na Direção-Geral do Consumidor e no Ministério Público contra uma marca de automóveis e outra de detergentes por uso ilegal de crianças na sua publicidade televisiva.

«O uso de crianças em publicidade que não lhes é especificamente dirigida é ilegal e imoral», frisou Mário Frota, presidente da associação, citado num comunicado da APDC.

De acordo com a nota, desde o início do ano que as duas marcas recorrem «ilegalmente ao uso de crianças na sua publicidade sem que os produtos publicitados lhes sejam destinado».

Quer deixar de ver anúncios no Facebook? Saiba como

Quando está a consultar o seu Feed de notícias no Facebook o mais provável é que já tenha visto publicidade e se tenha questionado da razão por que vê determinados anúncios. Como refere o Business Insider, depende inteiramente de si, não só no que diz respeito à seleção como também na decisão se os vê ou não.

Para descobrir porque vê determinados anúncios tem apenas de carregar na seta no cantor superior direito de um anúncio e selecionar a opção ‘Porque é que estou a ver isto?’. Segue-se uma explicação da rede social para esta escolha, que pode ir desde ter clicado numa publicação sobre a empresa em questão como a uma simples proximidade.

É a partir desta página que pode escolher que anúncios publicitários o Facebook lhe pode ou não mostrar. Terá de escolher a opção ‘Gerir as preferências de publicidade’ para ser direcionado para uma página onde pode escolher da lista de tipos de publicidade o Facebook lhe pode ou não continuar a mostrar.

Por outro lado, se não quiser que o Facebook se baseie no seu comportamento e interação com a rede social para mostrar publicidade basta-lhe dirigir-se a ‘Atalhos de Privacidade’ (no lado direito das ‘Notificações’), escolher a seção dedicada a ‘Anúncios’ e ‘Desativar’ a definição de ‘Anúncios com base na minha utilização de sites e aplicações’.

Farmacêuticos pedem ação do Governo para travar anúncios do «Calcitrin»

Num comunicado hoje divulgado, a Ordem dos Farmacêuticos (OF) dá conta do ofício que enviou no dia 6 de janeiro ao ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, solicitando a sua intervenção para “pôr cobro” a uma situação que se mantém apesar dos alertas do Infarmed e da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária contra este produto e do apelo das ordens dos farmacêuticos e dos médicos à tutela em defesa da saúde pública.

“Não obstante a preocupação que a Ordem dos Farmacêuticos tem vindo reiteradamente a manifestar sobre este assunto, a verdade é que ainda nada se alterou”, afirma no ofício, sublinhando que “se mantêm na íntegra as preocupações e receios que motivaram o recurso da Ordem dos Farmacêuticos a uma providência cautelar que ainda decorre na Justiça”.

A OF contesta que a empresa continue a publicitar “em termos inaceitáveis o produto Calcitrin MD Rapid”, salientando que o recurso a figuras públicas nos anúncios lhes dão um cunho de verdade e seriedade, sendo que neste caso não existe qualquer base científica.

“Com a agravante de ter introduzido um anúncio no qual um cidadão afirma usar o referido produto aconselhado ‘pelo seu farmacêutico’, bem como a utilizar espaço publicitário na televisão pública para prestar ‘esclarecimentos públicos sobre o assunto’, tudo com a participação ativa de apresentadores da estação pública”, critica.

No dia 17 de dezembro, a OF instaurou uma providência cautelar para travar os anúncios publicitários àquele produto em todos os órgãos de comunicação social, alegando que induzem um “consumo desnecessário, nocivo e sem diagnóstico ou avaliação prévia por profissional habilitado”.

Por esse motivo, considerou a Ordem, o consumo indiscriminado destes produtos constitui “uma ameaça à saúde e bem-estar dos cidadãos”, pois “pode levar a lesões graves e de difícil reparação”.

No dia 18 de dezembro, o Infarmed recomendou que não fossem utilizados produtos contendo cálcio para a prevenção ou tratamento de doenças e anunciou que decorrem ações de fiscalização à conformidade destes produtos no mercado.

Sobre estas diligências anunciadas pela autoridade do medicamento, a OF diz desconhecer até ao momento quais foram e quais os respetivos resultados.

A 20 de dezembro as Ordens dos Médicos e dos Farmacêuticos apelaram ao Ministério da Saúde para que interviesse na regulação da publicidade a este tipo de suplementos e informaram que já haviam denunciado o caso também à Entidade Reguladora da Saúde (ERS), que acabou por declinar responsabilidades na fiscalização destas práticas, alegando que caem fora do âmbito das suas atribuições.

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