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Portugueses doaram 10.500 medicamentos ao Banco Farmacêutico

Os medicamentos e produtos de saúde doados pelos portugueses, num valor estimado em cerca de 42.500 euros, serão encaminhados para as IPSS que se associaram a esta iniciativa e chegarão a mais de 93 mil utentes destas instituições.
A campanha de 2016 contou com a participação de 166 farmácias dos distritos de Lisboa, Setúbal, Santarém, Leiria, Coimbra, Évora, Beja, Faro, Aveiro, Braga, Porto, Vila Real e Bragança.
Apesar das condições climatéricas adversas que se fizeram sentir em algumas regiões no dia da recolha terem diminuído a afluência às farmácias, o balanço é positivo e os portugueses que se deslocaram às farmácias aderiram com entusiasmo e generosidade. Com mais farmácias, instituições e voluntários (600) do que no ano passado “este resultado prova que os portugueses mantêm a tradição de ser um povo solidário e atento às necessidades dos mais desfavorecidos”, afirma Luís Mendonça, presidente do Banco Farmacêutico.
Em oito anos de Jornadas de Recolha de Medicamentos tem-se registado um crescimento contínuo do número de farmácias e instituições apoiadas. Desde 2009, ano em que a iniciativa decorreu pela primeira vez em Portugal, o Banco Farmacêutico já recolheu 60.000 medicamentos e produtos de saúde.
E em 2017 Luís Mendonça ambiciona chegar ainda mais longe: incluir mais farmácias, mais instituições e chegar a novas regiões do país é o objetivo do Banco Farmacêutico para o próximo ano.
Farmácias, IPSS ou voluntários que queiram participar na próxima edição desta recolha de medicamentos devem contactar o Banco Farmacêutico, acedendo a http://www.bancofarmaceutico.pt/, onde encontrarão mais informação sobre este projeto.
A VIII Jornada de Recolha de Medicamentos contou com o apoio de cada uma das farmácias aderentes, da Ordem dos Farmacêuticos, da Associação Nacional de Farmácias (ANF), da Logista Pharma e da Guess What.

Mars manda recolher chocolates em 55 países

A fabricante mundial de doces norte-americana – Mars – ordenou a recolha de produtos em 55 países. Segundo avançam as agências internacionais, um consumidor alemão encontrou plástico dentro de uma barra.

Roel Gover, porta-voz da Mars da Holanda confirmou à AFP a decisão de “recolha voluntária”, mas escusou a avançar mais pormenores. Já um representante da empresa em Portugal, confirmou à TVI que Portugal está incluído na lista. Serão recolhidos alguns produtos na Alemanha, Holanda, França, Reino Unido, Itália e Bélgica, mas com referências diferentes segundo os países.

Na Alemanha, a retirada inclui as barras Mars e Snickers, os Milky Way Mini e Miniaturas e alguns bombons Celebrations cuja data de validade se situa entre 19 junho 2016 e 08 de janeiro de 2017, segundo um comunicado da Mars Alemanha. De acordo com a agência holandesa ANP, que cita a filial da Mars na Holanda, os mesmos produtos serão recolhidos neste país. Em França a retirada diz respeito a “algumas barras de chocolate produzidas na Holanda”: Mars, Snickers e bombons Celebrations, com data de validade até outubro de 2016. A Mars França informou que se trata “de um incidente isolado e estritamente delimitado, que apenas diz respeito aos produtos mencionados”, aconselhando os consumidores que compraram um dos produtos em causa a não o consumir e contactarem o serviço do cliente.

Mars Incorporated é um gigante norte-americano do setor agroalimentar, conhecido sobretudo pelos seus chocolates, mas que fabrica também arroz, massas e alimentos para animais domésticos.

 

VIII recolha de medicamentos do Banco Farmacêutico vai apoiar 90 IPSS

A iniciativa conta com a adesão de 160 farmácias e os medicamentos recolhidos chegarão aos utentes de 90 instituições particulares de solidariedade social (IPSS) nos distritos de Lisboa, Setúbal, Santarém, Leiria, Coimbra, Évora, Beja, Faro, Aveiro, Braga, Porto, Vila Real e Bragança.
A Jornada de Recolha de Medicamentos do Banco Farmacêutico quer sensibilizar os portugueses para a doação de medicamentos e produtos de saúde não sujeitos a receita médica, numa dinâmica semelhante à do Banco Alimentar Contra a Fome.

A recolha é feita nas farmácias aderentes, onde o farmacêutico está informado sobre as necessidades mais prementes das instituições que serão ajudadas. Só podem ser doados medicamentos novos, seguros e de qualidade e que ainda não tenham estado fora do circuito do medicamento (não são aceites medicamentos vindos de casa) e que correspondam à lista de necessidades de cada uma das instituições de solidariedade social contempladas pela recolha.
As doações serão recolhidas nas farmácias aderentes por 500 voluntários e distribuídas posteriormente pelas IPSS abrangidas pelo projeto.
Na edição anterior foram recolhidos mais de 10.500 medicamentos e produtos de saúde, num valor superior a 42 mil euros. As doações foram distribuídas a 77 instituições das zonas centro e sul do país e chegaram a cerca de 80 mil pessoas. À edição de 2015 aderiram 132 farmácias.

Luís Mendonça, presidente do Banco Farmacêutico nota que “a solidariedade dos portugueses tem crescido nos últimos anos, apesar do contexto de crise económica. É com muita satisfação que constatamos que cada nova edição conta com mais farmácias, mais doações e chega a cada vez mais pessoas, o que nos permite alcançar o nosso principal objetivo”.
A VIII Jornada de Recolha de Medicamentos conta com o apoio de cada uma das farmácias aderentes, da Ordem dos Farmacêuticos, da Associação Nacional de Farmácias (ANF) e da Logista Pharma.
Para saber mais sobre o projeto e quais as farmácias e instituições abrangidas pela recolha de 2016 visite o site www.bancofarmaceutico.pt.

Eu Reduzo, Tu Reciclas, Ele Reutiliza

Jorge Coelho

Desta forma, hoje a Reciclagem é um processo incontornável para um bom equilíbrio ambiental, dado que o número de equipamentos nos vários setores económicos rapidamente ficam obsoletos tornando-se excedentários e, por sua vez, um resíduo que carece de tratamento adequado. Sobre estas e outras matérias, a Revista Pontos de Vista falou com Jorge Coelho e Ana Coelho, respetivamente CEO e Diretora de Comunicação da Reciclinfor – Reciclagem Informática, numa conversa onde ficamos a conhecer o trajeto de uma marca que tem crescido paulatinamente e, acima de tudo, tem tido a capacidade de se adaptar às mutações e exigências do próprio mercado da reciclagem e não só.
Tudo passa por ciclos, e foi desta forma que se começou também a desenhar a dinâmica da Reciclinfor, que deu início à sua atividade em 1998 no domínio do setor dos resíduos metálicos e não eletrónicos. Porquê esta mudança de «agulhas»? O CEO da marca explica, “o convite surgiu através dos próprios colaboradores da empresa que lançaram a possibilidade de ficar com alguns dos equipamentos informáticos funcionais”, visto que nesse tempo os equipamentos eram bastante dispendiosos, “conseguíamos realizar valores mais baixos, despoletando assim a procura. Entretanto com a evolução do negócio optamos por criar uma empresa apenas focada na comercialização deste tipo de equipamentos e assistências técnicas, denominada por Servitek”, esclarece.

“Reciclinfor e Servitek são independentes”

Será legítimo afirmar que a Reciclinfor «alimenta» a Servitek? Para Ana Coelho
a resposta é muito clara, atualmente a Reciclinfor não alimenta a Servitek. A maior parte dos equipamentos é adquirida a grandes grupos empresariais e uma grande parcela resulta da importação.

A Reciclinfor esta focada na área da reciclagem de todo o tipo de resíduos elétricos e eletronicos, maioritariamente no âmbito do universo empresarial, continuando assim a alargar o leque de clientes que contam com este tipo de serviço. “Qualquer empresa que se queira desfazer do seu parque informático e que este esteja minimamente atual, nós valorizamos e até, em determinados casos e se existir uma grande quantidade de equipamentos obsoletos, podemos atribuir valor”, revela Jorge Coelho.
Recolher, triar e encaminhar para reciclagem são três das etapas do processo da Reciclinfor. Questionamos os nossos interlocutores se, de entre os produtos recolhidos qual a percentagem dos que são eliminados e dos que regressam ao mercado por intermédio da Servitek? “No início da nossa atividade, há 18 anos atrás, cerca de 80 a 90% dos equipamentos eram comercializáveis, sendo o restante direcionado para a reciclagem. Entretanto os valores inverteram-se e agora assistimos ao oposto, ou seja, apenas 10 a 15 % dos equipamentos recolhidos são comercializáveis e os restantes reciclados”, salientam, justificando esta mudança com a constante exigência do utilizador limitando o tempo de vida útil dos equipamentos.

Sensibilizar para reciclar

O grande objetivo da Reciclinfor passa, inevitavelmente, por aumentar a Reutilização e Reciclagem de componentes Informáticos contribuindo assim para um planeta mais verde. As ações de sensibilização assim o dizem e a sociedade começa a ter outra consciência para estas realidades de proteção do meio ambiente e do futuro das gerações vindouras, mas ainda falta muito caminho. “As pessoas estão mais sensibilizadas, mas por outro lado existe outra dificuldade, ou seja, essa responsabilidade ambiental perde-se quando chega «à algibeira» do comum dos cidadãos e isso acaba por inibir as pessoas de o fazer com maior frequência. Seria interessante que se criassem iniciativas com locais fixos para se depositar e recolher esses equipamentos. Poderia ser uma boa solução”, afirma Jorge Coelho, lembrando que ainda estamos bastante atrasados relativamente ao que se pratica nesta área ao nível de outros congéneres europeus.

“Trabalhar nesta área dá-nos um prazer imenso”

Os desafios na Reciclinfor nunca cessam, sendo que o último passou pela mudança de instalações, dos anteriores 400 para os atuais 800 metros quadrados, aportando um peso superior à marca, que pretende continuar a recolher equipamentos gratuitamente na zona da grande Lisboa, embora também o faça em outras áreas do país, mediante uma avaliação prévia. Pretendemos continuar a prestar um serviço de qualidade e transparente junto de cada cliente, seja na Reciclinfor ou na Servitek, esse é o nosso foco. Trabalhar nesta área dá-nos um prazer imenso, até porque sentimos que, com o nosso contributo, andamos a «arrumar a casa e o próprio país» e estamos a colaborar com o meio ambiente que é essencial para a vida humana”, concluem Jorge e Ana Coelho.

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