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Lapa Lapa: marisco, pizzas e comida saudável à beira-mar

Observador

Descobrir uma zona no Porto que ainda faltasse explorar foi o mote do projeto liderado por Francisco Antunes, dono do Fé Wine & Club e do restaurante Pregar, Luís Américo, Inês Mendonça e Pedro Figueiredo dos restaurantes Cantina 32 e Puro 4050, Tiago Macedo, sócio do restaurante Tripeiro, José Miguel Rebelo do projeto Sushi Lovers, Tiago Begonha e Pedro Teixeira do Jardim da Villa, no Algarve. “É um projeto aliciante que junta quatro experiências na restauração muito diferentes. Esperamos criar uma nova centralidade no Porto, onde o Molhe volta a ganhar força e protagonismo”, explica Francisco Antunes em entrevista ao Observador.

Há duas décadas que esta zona da Foz com vista para o Atlântico “parou no tempo”, permanecem os negócios antigos, mas não saltam à vista novidades e a baixa da cidade tornou-se, assim, a morada preferida para comer, sair e dançar. O grupo quer contrariar isso com um restaurante/bar construído numa pérgola e a um passo da praia do Molhe.

“A restauração mudou muito, o cliente passou a ser mais informado, há muita coisa boa e temos que nos diferenciar de alguma forma”, afirma Francisco Antunes. O Lapa Lapa quer ser apenas o primeiro a modernizar o Molhe, mas não tem medo da concorrência, antes pelo contrário. “No próximo ano vai abrir aqui ao lado um projeto de comida saudável, queremos é que venha mais gente para esta zona e que ela tenha movimento e qualidade”, diz, acrescentando que também em 2020 o grupo terá a concessão da praia e por isso irá dinamizar o areal, servindo bebidas.

Inês Mendonça foi a responsável pela decoração do Lapa Lapa, inspirou-se nos tons quentes de Marrocos para que o conceito de restaurante de praia surgisse mais requintado e confortável. As cadeiras têm o típico padrão às riscas das barracas de praia, as plantas estão pousadas em vasos XXL, as velas têm a cera visível nos castiçais e as madeiras claras imperam em todo o mobiliário. O restaurante é climatizado e tem 45 lugares, sendo que apenas a cozinha e a casa de banho são interiores.

Tataki de pato, francesinha sem bife e um Dom Rodrigo reinventado

A carta tem várias páginas e um conceito amplo de comida. Do marisco à carne na brasa, passando pelas bowls, tártaros e pizzas, as sugestões foram assinadas por Luís Américo, um dos chefs mais versáteis e arrojados da cidade, cara dos restaurantes Cantina 32, Puro 4050, Typographia Progresso ou Boteco Mexicano. Nos snacks, disponíveis a qualquer hora do dia, reinam o tártaro de atum e o tataki de pato nos frios e as puntilhitas com limão, as ameijoas à Bulhão Pato ou os rissóis de camarão da costa nos quentes, sem esquecer as batatas fritas à Porto, com queijo flamengo e molho de francesinha.

Há pizzas, foccacias e criações onde o pão é substituído por massa de pizza, como hambúrgueres, cachorros e até a típica francesinha, que é apresentada sem bife, mas com a famosa salsinha fresca da Salsicharia Leandro, ponto obrigatório no Mercado do Bolhão. Para os mais preocupados com a dieta, as bowls de quinoa, espargos, curgete e abóbora assada, a salada de burrata com tomate cereja, orégãos e azeite ou a sopa fria salmorejo, com tomate, alho e migas de pão vão preencher os requisitos.

Dos pratos confecionados na brasa pode escolher entre a posta de novilho laminada com batata no forno, o bife do lombo com molho bearnês ou o peito de pato com manga fresca, rapas de laranja e linguini salteado. Apresentado num tacho de ferro vai encontrar a moqueca de camarão com arroz de coco, a feijoada de gambas com arroz de coentros ou o arroz caldoso de camarão tigre. No universo das sobremesas, o doce conventual Dom Rodrigo, típico do Algarve, preparado com fios de ovos, canela e amêndoas, é aqui reinventado. Cada um dos sócios dá nome a um Dom diferente que conta com os ingredientes favoritos de cada um.

Em breve o Lapa Lapa irá servir pequenos almoços inspirados em vários países e terá um bar especialista em cocktails tradicionais, com mojitos e caipirinhas.

Fonte: Observador

Jamie Oliver’s Pizzeria abre portas na capital portuguesa

Localizado em plena baixa lisboeta – no Chiado – Rua do Loreto, 12, entre a Praça Luís de Camões e o Bairro Alto. Este novo espaço promete fazer as delícias de todos os amantes dos sabores mais tradicionais italianos, onde as famosas pizzas caseiras italianas assumem particular destaque.

Aberto de domingo a quinta-feira, entre as 12h00 e as 23h00 e de sexta a sábado até às 24h00, este novo restaurante com 115 m2 e uma lotação de 66 pessoas, assume uma identidade própria e distinta, cuja inspiração advém das experiências vividas e saboreadas em Itália, pelo próprio Jamie.

O menu apresenta uma variedade de pizzas artesanais estendidas à mão e cozidas na perfeição, verdadeiramente surpreendentes e saborosas, onde o tradicional e o reconfortante se aliam aos clássicos sabores de origem italiana, nunca esquecendo o toque especial de Jamie Oliver. O menu apresenta ainda, de uma forma simples, tudo o que os clientes esperam: uma seleção de acompanhamentos, saladas frescas, e algo doce para terminar a refeição de uma forma perfeita.

O Jamie Oliver’s Pizzaria apresenta um vasto leque de opções capaz de agradar a todos, distinguindo-se nos padrões alimentares e nos ingredientes utilizados, que são de excelência – provenientes de fornecedores italianos e portugueses que partilham e promovem práticas de produção sustentável, free range e welfare.  Uma conduta que se torna também bastante inspiradora para toda a equipa, formada para ter um conhecimento profundo sobre todos os ingredientes e pratos que são servidos.

Helena Farinha, Responsável de Marketing e Comunicação do Jamie Oliver’s Pizzeria refere que, “Na cozinha do Jamie Oliver’s Pizzeria estamos atentos a todos os detalhes relativamente ao conjunto de ingredientes que utilizamos. As nossas pizzas são estendidas à mão, cobertas com os melhores ingredientes e cozidas no ponto. Adicionalmente apresentamos ainda pratos simples, baseados numa confeção excecional, por preços bastante acessíveis. A nossa pizza é feita com carinho e é a melhor da cidade.”  

O restaurante estabelece como objetivo oferecer o melhor menu de forma rápida, saborosa e acessível a todos. Tudo isto num espaço moderno, cómodo e convidativo, onde todos são bem-vindos a qualquer hora do dia.

O design do restaurante procurou ser inclusivo na adoção de elementos, materiais e mobiliário que remetessem para um ambiente rústico e tradicional italiano, mas que pudessem ser também reveladores da personalidade de Lisboa – uma cidade cosmopolita, de caloroso acolhimento e que tão bem domina a arte do bem receber. Trata-se de um espaço com espírito bairrista, onde todos podem confraternizar, conviver e sentir-se bem-vindos.

Chef Ljubomir Stanisic quer “espicaçar” cozinha açoriana

“Muita gente” no continente disse que abrir um restaurante nos Açores era coisa de “maluco”, conta, em entrevista à agência Lusa Stanisic, sublinhando que “ninguém aposta nos Açores” e que, em termos gastronómicos, o que vai sucedendo são festivais onde apenas “se cozinha durante dois ou três dias”.

“Ficar cá no duro, com mau tempo, ir buscar o produto, plantar o produto, recolhê-lo, isso ninguém faz. Por exemplo, todas as minhas vacas têm nome, e sou eu que lhes dou água. É uma realidade que é rara, mas que traz uma riqueza única”, disse, durante uma conversa a bordo de um barco de pesca desportiva, um momento de “descontração” para o cozinheiro que ajuda “o cérebro a desligar”.

Ljubomir Stanisic, que abriu recentemente o restaurante Liquen, nas Furnas, diz estar nos Açores para deixar a sua marca e, acima de tudo, a “gratidão” para com os locais: “Quero espicaçar os Açores com uma gastronomia diferente, para que os outros se preocupem em trabalhar em coisas diferentes”.

A gastronomia da região, defende o chefe de cozinha, não é surpreendente, mas tem produtos “fabulosos”, nomeadamente os queijos e produtos lácteos, vindos de um “pasto tão rico” como o das nove ilhas açorinas. Esta arte tem, no entanto, de “mudar muito, muito mesmo”.

“Há um grande medo de arriscar, não só em São Miguel, mas no conjunto das nove ilhas, há pouca formação direta nas pessoas. Uma das dificuldades aqui é comer um peixe no ponto”, lamenta.

Para o natural da antiga Jugoslávia, não é a cozinha que está na moda, mas sim o “comer bem” e a “qualidade da alimentação”, o que é positivo.

“Hoje em dia preocupamo-nos com a comida, sabemos mais sobre nutrientes. Para viver bem, só existem três segredos: comer bem, dormir bem e fazer desporto. Por isso estas três coisas estão na moda”, explica.

A exigência e o conhecimento dos clientes é, diz Stanisic, uma mais-valia, porque o tornam “mais cuidadoso” e em constante evolução: “Neste tipo de negócio ficar parado é uma estupidez”.

O programa televisivo que o chef apresenta – e cujos episódios para a terceira temporada começam a ser gravados em setembro – não “mudou em nada” a sua personalidade, e a “realidade pura e dura” de ‘Pesadelo na Cozinha’ acaba por funcionar como uma tentativa de “mudar mentalidades” de proprietários de restaurantes que “estão a fazer as coisas erradamente“.

Ljubomir Stanisic esteve várias vezes aos Açores nas últimas semanas, quer para o lançamento do restaurante Liquen, quer para formações na ilha de São Jorge, onde é consultor.

A conversa com a agência Lusa decorreu, todavia, num momento de descontração, a bordo de um barco de pesca desportiva de Carlos Linhares, um “amigo” e “grande companhia” para um dia de pesca no mar açoriano.

“Nem o conhecia da televisão, a primeira vez que o vi pensava que era jogador de futebol”, conta, entre risos, Carlos Linhares – antigo camionista, padeiro, coveiro e eletricista, entre outras profissões -, que espera no futuro colaborar com o chef para oferecer aos clientes uma vertente gastronómica nas suas pescarias.

Por agora, Stanisic vai dar “algumas dicas”, coisas “simples e práticas”, de produtos e pratos que possam ser servidos a bordo.

Um peixe-porco foi o destaque maior da pescaria de Ljubomir. Mas o mais importante foi “a melhor companhia do mundo” e o “relaxar, a inspiração”.

“Quando estou no barco não penso em nada. E quando penso é só em coisas boas. Estar no mar é como estar no ‘spa’. É uma terapia. E adoro o mar bravo, forte. E a partir de hoje vamos fazer uma parceria, isso é certo. Ele vai mandar-me clientes [para o restaurante] e eu vou cozinhar para os clientes dele no barco. Isso é certo”, concretiza o chefe de cozinha.

Areas reforça marca “A Pausa” em Portugal

Tal como na Área de Serviço Colibri Via Verde de Santarém inaugurada em maio de 2019, o conceito A Pausa em Grândola destina-se a áreas de serviço procuradas pelos automobilistas nas viagens de longa distância, com momentos de pausa mais extensos.

O conceito de áreas de serviço Colibri Via Verde reforça hoje a sua presença na A2-Auto Estrada do Sul com a inauguração de Grândola, no sentido sul / norte. Dentro de duas semanas abre também no sentido norte / sul. Os clientes Via Verde aderentes ao programa Brisa Viagens & Vantagens, como habitualmente, beneficiam da devolução em saldo de portagem de 10% do consumo que façam em alimentação e bebidas.

Os clientes da A2, o principal eixo rodoviário que liga Lisboa ao Algarve, têm agora acesso ao padrão mais elevado de serviço do setor rodoviário em três locais distintos desta autoestrada: Alcácer (km 69), Almodôvar (km 193) e agora Grândola (km 111). Já está também presente nas áreas de serviço de Leiria e Santarém, na A1; Barcelos, na A3; e Vendas Novas, na A6.

Seguindo a estratégia para as Áreas de Serviço Colibri Via Verde, de foco em produtos estrela de cada região, a A Pausa de Grândola vai apostar na gastronomia tradicional alentejana, em pratos regionais e sobremesas, com destaque para as Açordas, o Cozido à Portuguesa (aos fins de semana) e as Migas Doces, entre outros.

A par do balcão Café Express, a Área de Serviço de Grândola conta com os restantes serviços sob as insígnias DeliCorner; Eureka; Acqua; Wi-Fi Via Verde.

Primeiro restaurante com serviço de pagamentos Cashless

No Savage – um dos restaurantes do Chefe Olivier – come-se com as mãos e estas nunca tocam em dinheiro. Os pagamentos são exclusivamente realizados com cartões de débito ou crédito, ou pelo telemóvel, através das soluções da Redunicre, a maior rede nacional de aceitação de cartões.

O conceito cashless que começou a ser usado em concertos e de forma pontual em lojas de grande tráfego é uma das fortes tendências do mundo dos pagamentos eletrónicos e digitais. Está a chegar à restauração e a outros setores de atividade pelo manifesto reconhecimento das vantagens que lhe estão associadas.

O conceito arrasta consigo uma experiência ágil e muito mais prática em comparação com o uso de notas e moedas, facilita a vida de todos e associa-se a uma maior segurança e rapidez. E quando se junta o Cashless by Redunicre e as novidades exclusivas de menu, sobremesas novas e um bar com bebidas em pitchers e sacos, como acontece no Savage, o momento torna-se verdadeiramente imbatível.

Sobre a UNICRE

A UNICRE – Instituição de Crédito S.A. é a maior especialista portuguesa em soluções de pagamento, atuando na área do crédito, emissão e gestão de cartões e, ainda, na prestação de serviços de aceitação de pagamentos em comerciantes. Sob a marca REDUNICRE, é detentora, em Portugal, da maior rede de aceitação de cartões de pagamentos automáticos. Ao nível da emissão de cartões e do crédito pessoal gere mais de 500 mil cartões, 260 mil da marca UNIBANCO.

Descida no IVA, aumento no tabaco e 35 horas de trabalho entram hoje em vigor

O início de julho fica marcado pela entrada em vigor de várias medidas algumas já previstas no Orçamento do Estado, outras que só tiveram concretização mais tarde, como é o caso da descida do IVA na restauração e as 35 horas na função pública. O tabaco também aumenta hoje, o preço do gás natural desce.

O Orçamento do Estado para 2016 entrou em vigor a 31 de março, com algumas das principais medidas orçamentais já em vigor desde janeiro, como a reposição trimestral dos salários da função pública ao longo do ano e a redução da sobretaxa em sede de IRS.

Outras medidas, como a redução do IVA na restauração e a reposição das 35 horas de trabalho semanal na função pública, começavam a ser aplicadas apenas em julho.

Também a legislação que permite a desblindagem de estatutos nos bancos, ao facilitar o fim da limitação de votos dos acionistas, entra hoje em vigor.

Eis algumas das principais medidas com início em julho:

IVA na restauração desce, mas não nas bebidas

O IVA na restauração volta aos 13% a partir de hoje no continente, com exceção do fornecimento de algumas bebidas, depois de ter sido 23% nos últimos anos e da grande contestação do setor.

Em termos globais, a taxa de 13% passa a ser aplicada à restauração, com exceção do fornecimento de bebidas, onde o imposto sobre o consumo será aplicado mediante a sua natureza.

A título de exemplo, as bebidas alcoólicas, refrigerantes, sumos, néctares, águas gaseificadas ou adicionadas de gás carbónico ou outras substâncias continuam a estar sujeitas à taxa máxima do IVA (23% no Continente, 18% nos Açores e 22% na Madeira), enquanto a água natural, chá, café, leite ficam com a taxa intermédia de 13%.

Por sua vez, os menus de restaurante voltam a estar tributados a 23% ou 13% de IVA conforme sejam refrigerantes ou refeição, respetivamente, ou, no caso de não se fazer a divisão de tributação, ambos devem ser tributados à taxa máxima.

Tabaco aumenta

A partir de hoje o preço do tabaco aumenta, para refletir o aumento do imposto inscrito no OE2016, que fará subir o preço médio do maço de cigarros para sete cêntimos, segundo cálculos da consultora PricewaterhouseCoopers (pwc).

Partindo de um valor base de 1,63 euros para um maço de 20 cigarros, o imposto específico, face à proposta do OE2016, aumentará de 1,76 euros para 1,82 euros. Já o elemento sobre o valor do tabaco deverá manter-se nos 0,28 cêntimos. Tudo somado, o acréscimo de tributação será de cinco cêntimos (de 2,04 euros para 2,09 euros).

A este valor ainda acresce a aplicação do IVA, pelo que o total dos impostos sobre este maço de cigarros atingirá 2,95 euros em 2016 face aos 2,89 euros de 2015. Ou seja, o maço de cigarros que custava 4,52 euros em 2015 passará para cerca de 4,59 euros em 2016, um aumento de sete cêntimos, ou de 1,4%.

Gás

As tarifas de gás natural descem a partir de hoje para todos os consumidores, com reduções que oscilam entre os 13% para as famílias e os 20% para a indústria.

Esta descida do preço, que é a segunda em 2016, beneficia todos os consumidores de gás natural (cerca de 1,4 milhões), devido à redução das tarifas de acesso às redes determinada pelo regulador do setor energético.

A redução é de 13,3% para os consumidores domésticos, 14,6% para os empresariais e de 20,2% para os consumidores industriais, segundo a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE).

No global, a partir de hoje, a descida acumulada será de 18,5% para os consumidores domésticos, de 21,1% para os consumidores empresariais e de 28,4% para os consumidores industriais.

Reposição das 35 horas, mas não para todos

Os funcionários públicos portugueses recuperam a partir de hoje o horário de trabalho de 35 horas semanais, mas com algumas exceções, após quase três anos a trabalhar 40 horas com forte contestação.

A nova lei prevê a negociação com os sindicatos da função pública das situações de exceção que vão manter por mais algum tempo as 40 horas de trabalho para alguns funcionários, de modo a “assegurar a continuidade e qualidade dos serviços prestados”.

As exceções decorrem de uma norma transitória que permite a reposição do horário semanal de 35 horas ao longo do segundo semestre deste ano nos serviços em que se verifique a necessidade de proceder à contratação de pessoal, nomeadamente na saúde.

Devolvida mais uma parte do salário aos funcionários públicos

Em julho, os funcionários públicos recebem o ordenado com mais uma reversão do corte salarial aplicado desde 2011 aos vencimentos superiores a 1.500 brutos por mês.

A lei, que já está em vigor desde 01 de janeiro, prevê a devolução trimestral das remunerações dos funcionários públicos, sendo que esta reversão foi de 40% nas remunerações pagas a partir de 01 de janeiro, de 60% nas auferidas a partir de 01 de abril e será agora de 80%. Os cortes salariais deixam de existir a partir de 01 de outubro.

Estatutos da banca desblindados

A legislação que permite a desblindagem de estatutos nos bancos, ao facilitar o fim da limitação de votos dos acionistas, entra em vigor hoje, quando já está marcada uma assembleia-geral do BPI para discutir o tema.

O decreto-lei foi publicado em abril, no meio da ‘guerra’ entre os principais acionistas do BPI, o espanhol CaixaBank e a angolana Santoro, de Isabel dos Santos, que não se entendiam numa solução para resolver a exposição excessiva do banco a Angola.

A questão é que, apesar de o CaixaBank controlar 44% do BPI, a blindagem de estatutos dá à Santoro, que tem cerca de 19% do capital, praticamente o mesmo poder.

Com o diploma, que entra hoje em vigor, será mais fácil fazer mudanças nos estatutos do banco para desbloquear o direito de votos, fazendo equivaler os direitos económicos aos direitos de voto.

Ainda antes de este diploma entrar em vigor, em meados de junho, foi marcada a reunião magna de acionistas do BPI sobre o tema da desblindagem para 22 de julho, isto numa altura em que decorre a Oferta Pública de Aquisição (OPA) do CaixaBank sobre o banco português, que foi lançada pelo banco espanhol precisamente devido ao fracasso do entendimento com Isabel dos Santos.

Uma das condições para a oferta ir avante é a desblindagem de estatutos.

IVA na restauração baixa a partir de sexta-feira

De acordo com as alterações que entram em vigor a partir de 1 de julho, todo o serviço de alimentação passa a estar sujeito à taxa intermédia de IVA – Imposto sobre o Valor Acrescentado (13% no Continente, 9% na Região Autónoma dos Açores e 12% na Região Autónoma da Madeira).

Em termos globais, a taxa de 13% passa a ser aplicada à restauração, com exceção do fornecimento de bebidas, onde o imposto sobre o consumo será aplicado mediante a sua natureza.

A título de exemplo, as bebidas alcoólicas, refrigerantes, sumos, néctares, águas gaseificadas ou adicionadas de gás carbónico ou outras substâncias continuam a estar sujeitas à taxa máxima do IVA (23% no Continente, 18% nos Açores e 22% na Madeira), enquanto a água natural, chá, café, leite ficam com a taxa intermédia de 13%.

De acordo com a AHRESP, que está a participar num conjunto de sessões de esclarecimento sobre o assunto com a Ordem dos Contabilistas Certificados, “passam a existir novas regras de determinação do valor tributável dos componentes dos serviços, em que há um preço único para o conjunto de produtos de alimentação à taxa intermédia, e bebidas (exceto cafetaria e água natural) à taxa normal (caso dos menus, dos ‘buffets’ e outros)”.

Por exemplo, nos menus em que um restaurante aplica um preço único, explica a UWU Solutions, empresa de prestação de serviços de contabilidade, “o valor sobre o qual vai incidir o imposto é repartido pelas duas taxas, de forma proporcional”.

Num menu de seis euros com prato principal mais refrigerante as taxas são aplicadas em separado sobre o valor do prato e da bebida, adianta a UWU Solutions, na sua página eletrónica.

Por outro lado, as refeições prontas a consumir, quer no ‘take-away’, quer de entrega ao domicílio (em que o consumo é feito fora dos estabelecimentos), ” passa também a estar sujeito à taxa intermédia de IVA, e nas bebidas e restantes produtos (não transformados), continua a ser aplicada a taxa de IVA do produto, conforme definido no Código” do imposto, explica a AHRESP.

Ou seja, para a venda de alimentos e bebidas de forma individual e para serem consumidos fora do estabelecimento (as esplanadas são consideradas estabelecimentos) é aplicada a taxa de 13% e aos restantes produtos vendidos, sejam de alimentação ou de bebidas, é aplicada a taxa de IVA correspondente a cada produto.

No caso dos produtos consumidos no estabelecimento (esplanadas incluídas) e que sejam prestados serviços associados a tal consumo, aplica-se a taxa intermédia à alimentação, água lisa natural, produtos de cafetaria em geral, nomeadamente café, carioca de café, descafeinado, café solúvel, cevada, café com leite, carioca de limão, cacau (líquido), chocolate (líquido), leite, leite com chocolate, achocolatados, chá (infusões) e iogurtes líquidos.

Já nas bebidas alcoólicas, incluindo bebidas compostas com bebidas alcoólicas como o irish coffee, os refrigerantes, sumos (como os sumos de fruta naturais), néctares e águas gaseificadas ou com adição de outras substâncias (exemplo de águas com sabores), a taxa aplicada é de 23%.

Há um restaurante português entre os 100 melhores do mundo – Veja mais em: https://www.dinheirovivo.pt/buzz/galeria/ha-um-restaurante-portugues-entre-os-100-melhores-do-mundo/#sthash.kguQayGJ.dpuf

A revista Restaurant já revelou os melhores restaurantes do mundo e na lista está um português.

A Restaurant já revelou a lista dos 100 melhores restaurante do mundo e entre eles há um português: o Belcanto. A publicação especializada revelou a segunda metade da lista dos melhores restaurantes (51-100) e na 78ª posição está o restaurante do Chef Avillez. O Belcanto subiu da 91ª posição do ranking organizado pela Restaurant.

É o único restaurante português a fazer parte do ranking. O Vila Joya, em Albufeira, que no ano passado ocupava o 98º lugar, não surge este ano na lista. O Belcanto, que o ano passado ganhou a segunda estrela Michelin, sofreu recentemente obras de renovação do espaço localizado no Largo de São Carlos, em Lisboa.

Arrancaram candidaturas para prémios AHRESP 2016

Todas as empresas e profissionais das áreas da restauração, hotelaria e promoção turística que pretendam divulgar um projeto, um conceito inovador, serem reconhecidos pelo seu produto ou, até mesmo, destacar um empresário de referência, podem concorrer gratuitamente à 2ª edição dos prémios Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) até ao próximo dia 15 de fevereiro, no site oficial do evento: www.premiosahresp.pt.

O prémio traduz-se num Selo de Vencedor, que poderá ser usado como distinção diferenciadora da AHRESP, a maior associação empresarial do país, durante todo o ano.

As categorias a que poderá concorrer no site oficial são as seguintes: Conceito Marca; Programa de Divulgação de Oferta Turística; Produto ou Serviço do Ano/ Parceiro do Ano; Jovem Empresário; Sustentabilidade Ambiental; Projeto de Solidariedade; Contributo para Defesa da Gastronomia como Património Nacional. Nestes prémios está, também, incluída a categoria “Entidade Regional de Turismo”, uma vez que esta reconhece a “extrema importância” destas instituições na promoção do turismo em cada região, uma nomeação automática para todas as entidades do país, cabendo depois ao público a votação para eleger a vencedora.

Todas as candidaturas enviadas serão analisadas, aprovadas e posteriormente selecionadas por um Comité de Seleção e uma Comissão de Honra, ambas compostas por individualidades com vasta experiência devidamente reconhecidas pelo setor, que elegerá os nomeados. A posterior escolha dos vencedores será realizada por votação online aberta ao público. Em cada categoria serão selecionados cinco finalistas e, em maio, serão distinguidos os grandes vencedores numa cerimónia que irá reunir mais de 400 profissionais do setor, em Lisboa.

A iniciativa renovou o patrocínio das marcas de referência no setor, que garantem a sua viabilidade: Main Sponsors Recheio Cash&Carry, Sagres, Sumol+Compal, Galp Energia, LG, Delta e o novo patrocinador nesta categoria: Banco Bic. Como Sponsor a Passmúsica renova para este segundo ano e a nova parceira é a Miele. Enquanto Event Sponsor, a Oracle e a Arko renovaram igualmente o seu patrocínio, tendo como novidades a Coca-Cola e a Vista Alegre.

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