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Primeiro restaurante com serviço de pagamentos Cashless

No Savage – um dos restaurantes do Chefe Olivier – come-se com as mãos e estas nunca tocam em dinheiro. Os pagamentos são exclusivamente realizados com cartões de débito ou crédito, ou pelo telemóvel, através das soluções da Redunicre, a maior rede nacional de aceitação de cartões.

O conceito cashless que começou a ser usado em concertos e de forma pontual em lojas de grande tráfego é uma das fortes tendências do mundo dos pagamentos eletrónicos e digitais. Está a chegar à restauração e a outros setores de atividade pelo manifesto reconhecimento das vantagens que lhe estão associadas.

O conceito arrasta consigo uma experiência ágil e muito mais prática em comparação com o uso de notas e moedas, facilita a vida de todos e associa-se a uma maior segurança e rapidez. E quando se junta o Cashless by Redunicre e as novidades exclusivas de menu, sobremesas novas e um bar com bebidas em pitchers e sacos, como acontece no Savage, o momento torna-se verdadeiramente imbatível.

Sobre a UNICRE

A UNICRE – Instituição de Crédito S.A. é a maior especialista portuguesa em soluções de pagamento, atuando na área do crédito, emissão e gestão de cartões e, ainda, na prestação de serviços de aceitação de pagamentos em comerciantes. Sob a marca REDUNICRE, é detentora, em Portugal, da maior rede de aceitação de cartões de pagamentos automáticos. Ao nível da emissão de cartões e do crédito pessoal gere mais de 500 mil cartões, 260 mil da marca UNIBANCO.

Descida no IVA, aumento no tabaco e 35 horas de trabalho entram hoje em vigor

O início de julho fica marcado pela entrada em vigor de várias medidas algumas já previstas no Orçamento do Estado, outras que só tiveram concretização mais tarde, como é o caso da descida do IVA na restauração e as 35 horas na função pública. O tabaco também aumenta hoje, o preço do gás natural desce.

O Orçamento do Estado para 2016 entrou em vigor a 31 de março, com algumas das principais medidas orçamentais já em vigor desde janeiro, como a reposição trimestral dos salários da função pública ao longo do ano e a redução da sobretaxa em sede de IRS.

Outras medidas, como a redução do IVA na restauração e a reposição das 35 horas de trabalho semanal na função pública, começavam a ser aplicadas apenas em julho.

Também a legislação que permite a desblindagem de estatutos nos bancos, ao facilitar o fim da limitação de votos dos acionistas, entra hoje em vigor.

Eis algumas das principais medidas com início em julho:

IVA na restauração desce, mas não nas bebidas

O IVA na restauração volta aos 13% a partir de hoje no continente, com exceção do fornecimento de algumas bebidas, depois de ter sido 23% nos últimos anos e da grande contestação do setor.

Em termos globais, a taxa de 13% passa a ser aplicada à restauração, com exceção do fornecimento de bebidas, onde o imposto sobre o consumo será aplicado mediante a sua natureza.

A título de exemplo, as bebidas alcoólicas, refrigerantes, sumos, néctares, águas gaseificadas ou adicionadas de gás carbónico ou outras substâncias continuam a estar sujeitas à taxa máxima do IVA (23% no Continente, 18% nos Açores e 22% na Madeira), enquanto a água natural, chá, café, leite ficam com a taxa intermédia de 13%.

Por sua vez, os menus de restaurante voltam a estar tributados a 23% ou 13% de IVA conforme sejam refrigerantes ou refeição, respetivamente, ou, no caso de não se fazer a divisão de tributação, ambos devem ser tributados à taxa máxima.

Tabaco aumenta

A partir de hoje o preço do tabaco aumenta, para refletir o aumento do imposto inscrito no OE2016, que fará subir o preço médio do maço de cigarros para sete cêntimos, segundo cálculos da consultora PricewaterhouseCoopers (pwc).

Partindo de um valor base de 1,63 euros para um maço de 20 cigarros, o imposto específico, face à proposta do OE2016, aumentará de 1,76 euros para 1,82 euros. Já o elemento sobre o valor do tabaco deverá manter-se nos 0,28 cêntimos. Tudo somado, o acréscimo de tributação será de cinco cêntimos (de 2,04 euros para 2,09 euros).

A este valor ainda acresce a aplicação do IVA, pelo que o total dos impostos sobre este maço de cigarros atingirá 2,95 euros em 2016 face aos 2,89 euros de 2015. Ou seja, o maço de cigarros que custava 4,52 euros em 2015 passará para cerca de 4,59 euros em 2016, um aumento de sete cêntimos, ou de 1,4%.

Gás

As tarifas de gás natural descem a partir de hoje para todos os consumidores, com reduções que oscilam entre os 13% para as famílias e os 20% para a indústria.

Esta descida do preço, que é a segunda em 2016, beneficia todos os consumidores de gás natural (cerca de 1,4 milhões), devido à redução das tarifas de acesso às redes determinada pelo regulador do setor energético.

A redução é de 13,3% para os consumidores domésticos, 14,6% para os empresariais e de 20,2% para os consumidores industriais, segundo a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE).

No global, a partir de hoje, a descida acumulada será de 18,5% para os consumidores domésticos, de 21,1% para os consumidores empresariais e de 28,4% para os consumidores industriais.

Reposição das 35 horas, mas não para todos

Os funcionários públicos portugueses recuperam a partir de hoje o horário de trabalho de 35 horas semanais, mas com algumas exceções, após quase três anos a trabalhar 40 horas com forte contestação.

A nova lei prevê a negociação com os sindicatos da função pública das situações de exceção que vão manter por mais algum tempo as 40 horas de trabalho para alguns funcionários, de modo a “assegurar a continuidade e qualidade dos serviços prestados”.

As exceções decorrem de uma norma transitória que permite a reposição do horário semanal de 35 horas ao longo do segundo semestre deste ano nos serviços em que se verifique a necessidade de proceder à contratação de pessoal, nomeadamente na saúde.

Devolvida mais uma parte do salário aos funcionários públicos

Em julho, os funcionários públicos recebem o ordenado com mais uma reversão do corte salarial aplicado desde 2011 aos vencimentos superiores a 1.500 brutos por mês.

A lei, que já está em vigor desde 01 de janeiro, prevê a devolução trimestral das remunerações dos funcionários públicos, sendo que esta reversão foi de 40% nas remunerações pagas a partir de 01 de janeiro, de 60% nas auferidas a partir de 01 de abril e será agora de 80%. Os cortes salariais deixam de existir a partir de 01 de outubro.

Estatutos da banca desblindados

A legislação que permite a desblindagem de estatutos nos bancos, ao facilitar o fim da limitação de votos dos acionistas, entra em vigor hoje, quando já está marcada uma assembleia-geral do BPI para discutir o tema.

O decreto-lei foi publicado em abril, no meio da ‘guerra’ entre os principais acionistas do BPI, o espanhol CaixaBank e a angolana Santoro, de Isabel dos Santos, que não se entendiam numa solução para resolver a exposição excessiva do banco a Angola.

A questão é que, apesar de o CaixaBank controlar 44% do BPI, a blindagem de estatutos dá à Santoro, que tem cerca de 19% do capital, praticamente o mesmo poder.

Com o diploma, que entra hoje em vigor, será mais fácil fazer mudanças nos estatutos do banco para desbloquear o direito de votos, fazendo equivaler os direitos económicos aos direitos de voto.

Ainda antes de este diploma entrar em vigor, em meados de junho, foi marcada a reunião magna de acionistas do BPI sobre o tema da desblindagem para 22 de julho, isto numa altura em que decorre a Oferta Pública de Aquisição (OPA) do CaixaBank sobre o banco português, que foi lançada pelo banco espanhol precisamente devido ao fracasso do entendimento com Isabel dos Santos.

Uma das condições para a oferta ir avante é a desblindagem de estatutos.

IVA na restauração baixa a partir de sexta-feira

De acordo com as alterações que entram em vigor a partir de 1 de julho, todo o serviço de alimentação passa a estar sujeito à taxa intermédia de IVA – Imposto sobre o Valor Acrescentado (13% no Continente, 9% na Região Autónoma dos Açores e 12% na Região Autónoma da Madeira).

Em termos globais, a taxa de 13% passa a ser aplicada à restauração, com exceção do fornecimento de bebidas, onde o imposto sobre o consumo será aplicado mediante a sua natureza.

A título de exemplo, as bebidas alcoólicas, refrigerantes, sumos, néctares, águas gaseificadas ou adicionadas de gás carbónico ou outras substâncias continuam a estar sujeitas à taxa máxima do IVA (23% no Continente, 18% nos Açores e 22% na Madeira), enquanto a água natural, chá, café, leite ficam com a taxa intermédia de 13%.

De acordo com a AHRESP, que está a participar num conjunto de sessões de esclarecimento sobre o assunto com a Ordem dos Contabilistas Certificados, “passam a existir novas regras de determinação do valor tributável dos componentes dos serviços, em que há um preço único para o conjunto de produtos de alimentação à taxa intermédia, e bebidas (exceto cafetaria e água natural) à taxa normal (caso dos menus, dos ‘buffets’ e outros)”.

Por exemplo, nos menus em que um restaurante aplica um preço único, explica a UWU Solutions, empresa de prestação de serviços de contabilidade, “o valor sobre o qual vai incidir o imposto é repartido pelas duas taxas, de forma proporcional”.

Num menu de seis euros com prato principal mais refrigerante as taxas são aplicadas em separado sobre o valor do prato e da bebida, adianta a UWU Solutions, na sua página eletrónica.

Por outro lado, as refeições prontas a consumir, quer no ‘take-away’, quer de entrega ao domicílio (em que o consumo é feito fora dos estabelecimentos), ” passa também a estar sujeito à taxa intermédia de IVA, e nas bebidas e restantes produtos (não transformados), continua a ser aplicada a taxa de IVA do produto, conforme definido no Código” do imposto, explica a AHRESP.

Ou seja, para a venda de alimentos e bebidas de forma individual e para serem consumidos fora do estabelecimento (as esplanadas são consideradas estabelecimentos) é aplicada a taxa de 13% e aos restantes produtos vendidos, sejam de alimentação ou de bebidas, é aplicada a taxa de IVA correspondente a cada produto.

No caso dos produtos consumidos no estabelecimento (esplanadas incluídas) e que sejam prestados serviços associados a tal consumo, aplica-se a taxa intermédia à alimentação, água lisa natural, produtos de cafetaria em geral, nomeadamente café, carioca de café, descafeinado, café solúvel, cevada, café com leite, carioca de limão, cacau (líquido), chocolate (líquido), leite, leite com chocolate, achocolatados, chá (infusões) e iogurtes líquidos.

Já nas bebidas alcoólicas, incluindo bebidas compostas com bebidas alcoólicas como o irish coffee, os refrigerantes, sumos (como os sumos de fruta naturais), néctares e águas gaseificadas ou com adição de outras substâncias (exemplo de águas com sabores), a taxa aplicada é de 23%.

Há um restaurante português entre os 100 melhores do mundo – Veja mais em: https://www.dinheirovivo.pt/buzz/galeria/ha-um-restaurante-portugues-entre-os-100-melhores-do-mundo/#sthash.kguQayGJ.dpuf

A revista Restaurant já revelou os melhores restaurantes do mundo e na lista está um português.

A Restaurant já revelou a lista dos 100 melhores restaurante do mundo e entre eles há um português: o Belcanto. A publicação especializada revelou a segunda metade da lista dos melhores restaurantes (51-100) e na 78ª posição está o restaurante do Chef Avillez. O Belcanto subiu da 91ª posição do ranking organizado pela Restaurant.

É o único restaurante português a fazer parte do ranking. O Vila Joya, em Albufeira, que no ano passado ocupava o 98º lugar, não surge este ano na lista. O Belcanto, que o ano passado ganhou a segunda estrela Michelin, sofreu recentemente obras de renovação do espaço localizado no Largo de São Carlos, em Lisboa.

Arrancaram candidaturas para prémios AHRESP 2016

Todas as empresas e profissionais das áreas da restauração, hotelaria e promoção turística que pretendam divulgar um projeto, um conceito inovador, serem reconhecidos pelo seu produto ou, até mesmo, destacar um empresário de referência, podem concorrer gratuitamente à 2ª edição dos prémios Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) até ao próximo dia 15 de fevereiro, no site oficial do evento: www.premiosahresp.pt.

O prémio traduz-se num Selo de Vencedor, que poderá ser usado como distinção diferenciadora da AHRESP, a maior associação empresarial do país, durante todo o ano.

As categorias a que poderá concorrer no site oficial são as seguintes: Conceito Marca; Programa de Divulgação de Oferta Turística; Produto ou Serviço do Ano/ Parceiro do Ano; Jovem Empresário; Sustentabilidade Ambiental; Projeto de Solidariedade; Contributo para Defesa da Gastronomia como Património Nacional. Nestes prémios está, também, incluída a categoria “Entidade Regional de Turismo”, uma vez que esta reconhece a “extrema importância” destas instituições na promoção do turismo em cada região, uma nomeação automática para todas as entidades do país, cabendo depois ao público a votação para eleger a vencedora.

Todas as candidaturas enviadas serão analisadas, aprovadas e posteriormente selecionadas por um Comité de Seleção e uma Comissão de Honra, ambas compostas por individualidades com vasta experiência devidamente reconhecidas pelo setor, que elegerá os nomeados. A posterior escolha dos vencedores será realizada por votação online aberta ao público. Em cada categoria serão selecionados cinco finalistas e, em maio, serão distinguidos os grandes vencedores numa cerimónia que irá reunir mais de 400 profissionais do setor, em Lisboa.

A iniciativa renovou o patrocínio das marcas de referência no setor, que garantem a sua viabilidade: Main Sponsors Recheio Cash&Carry, Sagres, Sumol+Compal, Galp Energia, LG, Delta e o novo patrocinador nesta categoria: Banco Bic. Como Sponsor a Passmúsica renova para este segundo ano e a nova parceira é a Miele. Enquanto Event Sponsor, a Oracle e a Arko renovaram igualmente o seu patrocínio, tendo como novidades a Coca-Cola e a Vista Alegre.

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