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Portuguesas criam luva que permite tratar osteoartrose e frieiras

“Juntamos tecnologia, ciência e ‘design’ para criar um produto que, embora possa ser usado por qualquer pessoa, foi criado especialmente para as que sofrem destas patologias, utilizando o calor como tratamento”, disse à Lusa uma das responsáveis pelo projeto, Débora Pereira.

A osteoartrose é uma doença crónica das articulações, que causa a degeneração da cartilagem e dos ossos e provoca dor, rigidez e redução das funcionalidades.

O projeto deu origem à ‘startup’ (empresa recém-criada) Smart Gloves, fundada em setembro de 2015, que utiliza a termoterapia superficial na criação das suas luvas, podendo estas servir como uma alternativa a tratamentos dispendiosos e ao consumo de fármacos.

Segundo a investigadora, as luvas são produzidas com um “material parecido com um tecido, que se comporta como resistência e que permite ser aquecido”, ao contrário das luvas convencionais que apenas isolam a pele do ar exterior.

O sistema de aquecimento incorporado no produto, concebido diretamente pelos membros da equipa, é automático e permite ajustar a temperatura.

“Embora seja possível lavar o material, estamos a verificar agora como o podemos unir ao dispositivo que regula a temperatura para tornar a luva totalmente lavável”, acrescenta.

O produto, em fase de desenvolvimento e testes até junho de 2016, vai ser comercializado a partir de para 2017, em farmácias e parafarmácias, referiu ainda a co-fundadora.

As investigadoras Débora Pereira e Elsa Filipa Sousa desenvolveram o projeto no âmbito do Mestrado Integrado em Bioengenharia, na FEUP.

Mais de 70% das crianças de 8 e 9 anos já consomem sal em excesso

“O consumo de sal é uma guerra que temos de continuar a travar”, declarou Pedro Graça, coordenador do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável, durante a apresentação do relatório “Portugal — Alimentação Saudável em Números 2015”.

Segundo o documento, na faixa etária dos sete aos oito anos, 74% dos meninos e 70% das meninas têm um consumo de sal inadequado. Dos 13 aos 17 anos, o nível de consumo excessivo de sal aumenta para 84%, nos rapazes, e para 72%, nas raparigas.

Globalmente, os níveis de consumo de sal melhoraram em Portugal, de 2006 a 2012, mas continua a ser o país europeu com consumo salino mais elevado.

Pedro Graça lembrou que 40% da população portuguesa tem hipertensão e que o consumo de sal na alimentação é um dos fatores de risco para doenças cérebro-cardiovasculares.

“Considera-se que a redução de sal é um assunto prioritário e que o excesso de consumo de sal é um importante problema de saúde pública. É por isso necessário definir metas de redução quantificáveis e monitorizáveis ao nível do consumo”, indica o relatório hoje apresentado pela Direção-geral da Saúde.

Segundo as recomendações da Organização Mundial da Saúde, considera-se como meta a atingir a redução do consumo de sal entre 3% a 4% ao ano, na população portuguesa, durante os próximos quatro anos, procurando alcançar um consumo diário de sal de cinco gramas ‘per capita’, a atingir até 2025.

O secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Araújo, disse que o Governo está a debater, com a associação que representa os restaurantes, formas para reduzir o sal na confeção dos alimentos.

“Do lado dos restaurantes tivemos uma enorme abertura. Estamos a aprofundar esse compromisso. Para que a restauração possa fazer esse caminho e as pessoas se habituarem, nos restaurantes, a comer com menos sal e levar isso para sua casa, fazendo igual”, afirmou aos jornalistas Fernando Araújo, no final da apresentação do relatório da DGS.

 

Brasil. Nomeação de Lula suspensa

Lula da Silva

O juiz Itagiba Preta da 4ª Vara Federal considerou que a passagem de Lula a ministro da Casa Civil prejudicava as investigações em curso no caso Lava Jato e suspendeu o ato.  E o magistrado refere que era mesmo esse o objetivo de Dilma ao chamar o seu antecessor para ocupar um cargo ministerial.

Lula da Silva está a ser investigado pelo juiz Sérgio Moro no âmbito da Operação Lava Jato e caso passasse a ser ministro, o processo teria de ser deslocado para o Supremo Tribunal Federal, a instância que pode investigar governantes.

“[A tomada de posse] implica na intervenção direta, por ato da excelentíssima senhora presidente da República, em órgãos do Poder Judiciário, em deslocamento de competências. E este seria o único ou principal móvel da atuação da mandatária – modificar a competência, constitucionalmente atribuída, de órgãos do Poder Judiciário. Ato presidencial que, ao menos em tese, é de intervenção no Poder Executivo, no exercício do Poder Judiciário. Ato que obsta ou é destinado a obstar o seu – do Judiciário – livre exercício”

O juiz defende ainda que esta sua decisão não tem grande impacto para a governação do País, uma vez que não depende do cargo que lula iria ocupar (ministro da Casa Civil) o poder executivo.

Esta decisão surge depois de ontem terem sido tornadas públicas pela Justiça escutas que mostram como Dilma terá planeado o convite de Lula com o objetivo de evitar qualquer medida que privasse a liberdade do ex-presidente, no âmbito das investigações em curso.

Hoje, tomaram ainda posse Mauro Lopes (como ministro da Aviação Civil) Jaques Wagner (como chefe de gabinete) e Eugênio Aragão (na pasta da Justiça).

Básico: Ministério revela o calendário das provas para este ano

Depois de revelar que as provas de aferição no 2º, 5º e 8º anos só serão obrigatórias no próximo ano letivo e que a realização das mesmas fica ao critério de cada estabelecimento de ensino, o Ministério da Educação enviou às redações aquele que será o calendário das provas a realizar no presente ano escolar.

O mesmo se aplica às provas do 4º e 6º ano que foram banidas do sistema nacional de ensino pelo ministro Tiago Brandão Rodrigues. Contudo, serão as escolas a decidir se as realizam ou não.

Assim, perante um cenário em que podem ou não ser realizadas as provas, a tutela revelou aquele que é o calendário de realização de provas do ensino básico para o presente ano letivo:

– de 23 de maio a 3 de junho realizar-se-ão as provas do 4º e 6º anos de Português e Matemática (se a escola assim o determinar).

– no dia 6 de junho terão lugar as provas de aferição de Português e Estudo do Meio do 2º ano (10h30), a prova de aferição de Português do 5º ano (10h30) e a prova de aferição de Português do 8º ano (14h30).

– para 8 de junho estão agendadas as provas de aferição de Matemática e Estudo do Meio do 2º ano (10h30), a prova de aferição de Matemática do 5º ano (10h30) e a prova de aferição de Matemática do 8º ano (14h30).

Também as datas para a realização das provas finais do 3º ciclo foram divulgadas:

– a 17 de junho realizar-se-á a 1ª fase das provas finais de Português do 9º ano. A segunda fase está agendada para o dia 15 de julho

– a 21 de junho os alunos irão realizar a 1ª fase das provas finais de matemática do 9º ano. Já a segunda fase tem data marcada para o dia 20 de julho.

 

Há risco de acordo entre UE e Turquia ignorar direitos humanos, afirma a Oxfam

Caso a União Europeia (UE) transfira para a Turquia a responsabilidade pelos refugiados que fogem de conflitos no Médio Oriente, estará a abandonar as suas “obrigações legais fundamentais” e usar pessoas como “moeda de troca”, alertou esta quinta-feira a Oxfam.

A organização humanitária sublinhou que caso se confirme o pré-acordo entre a UE e a Turquia sobre a devolução de refugiados vai estabelecer-se “um perigoso precedente em que os direitos humanos deixariam de ser uma questão essencial”.

A responsável da Oxfam pelo dossier das migrações, Sara Tesorieri, disse que “não há dúvidas de que a UE e a Turquia devem trabalhar juntas e precisam uma da outra”, mas acusou que “o acordo entre elas utiliza as pessoas como moeda de troca”.

Tesorieri apelou a que, “quando se reunirem esta sexta-feira, os líderes europeus e turcos devem colocar os direitos humanos à frente das outras questões”.

Para a Oxfam, há elementos do acordo proposto entre Bruxelas e Ancara que, “na sua forma atual, podem violar potencialmente a legislação internacional e os direitos fundamentais das pessoas, incluindo o direito a pedir asilo”.

Marcelo promulga amanhã reposição de feriados, Vaticano agradado

No final da conferência de imprensa que deu na residência da embaixada portuguesa junto da Santa Sé, Marcelo Rebelo de Sousa, já de pé e em conversa com os jornalistas revelou ter em cima da mesa para promulgação o diploma de reposição dos feriados, o que fará na sexta-feira.

“Vi que esse tema suscitou o agrado da Santa Sé”, afirmou o chefe de Estado português, que hoje teve uma audiência a sós com o papa Francisco, durante cerca de meia hora, bem como com o secretário de Estado do Vaticano, Pietro Parolin, cargo equivalente a primeiro-ministro.

Além dos feriados civis do 05 de Outubro, que assinala a implantação da República, e de 01 de Dezembro, dia da Independência de Portugal, são repostos os feriados religiosos de Corpo de Deus, móvel, e do dia de Todos os Santos, a 01 de Novembro.

 

Centro de Reprodução do Lince Ibérico tem três novas crias

O Centro Nacional de Recuperação do Lince Ibérico (CNRLI) manifestou o seu “orgulho” por a fêmea Juromenha ter parido pela primeira vez a 11 de março três crias fruto do acasalamento com o macho Fresco.

“Trata-se da primeira fêmea nascida em Silves a dar à luz no centro português, a que se junta o facto de esta fêmea ter sido criada artificialmente pela equipa do centro durante um mês e meio. Fresco conta já 18 crias nascidas no CNRLI e no Programa de Cria do Lince Ibérico”, precisou num comunicado o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), que tutela a unidade portuguesa de criação em cativeiro de lince ibérico.

O Centro sublinhou que já tinha tentado emparelhar Juromenha com outro macho na época de acasalamento do ano passado, sem sucesso, pelo que a opção de encontrar outro parceiro mostrou-se acertada.

“Após uma tentativa de emparelhamento, sem resultados, com Jabugo, no ano passado, Juromenha foi este ano emparelhada com Fresco, um macho mais experiente, e teve comportamento reprodutivo normal para a espécie, que resultou nestas três crias que cuida atualmente”, destacou o ICNF.

A progenitora também “mostra um comportamento maternal exemplar e as crias seguem o seu desenvolvimento normal”, acrescentou.

“Estas três crias juntam-se assim às sete crias nascidas já este ano no CNRLI, aguardando-se agora o parto de Era. Jabaluna, apesar de emparelhada este ano com Enebro, não ficou gestante”, referiu ainda o ICNF.

Juromenha nasceu no Centro de Reprodução de Silves, em março de 2013, e foi uma das duas crias dessa ninhada de três exemplares que a mãe abandonou e que foram depois “alimentadas pela equipa do Centro, num procedimento que teve a preocupação de “evitar ou minimizar” os efeitos dos contactos com humanos, promovendo cada vez mais a “socialização” com os pais a partir do mês e meio de idade, explicou o ICNF.

“Historicamente, os linces-ibéricos criados de forma exclusivamente artificial apresentaram problemas graves de comportamento social e reprodutivo, tendo um relacionamento demasiado próximo com humanos — o que impede a sua reintrodução — e um relacionamento difícil com outros linces, o que dificulta muito a sua reprodução”, justificou.

 

Ao ritmo atual a Europa só conseguirá erradicar tuberculose em 2100

O número de casos de tuberculose está a baixar, mas muito lentamente, e a este ritmo a Europa só conseguiria eliminar totalmente casos novos da doença no ano de 2100, ou seja, daqui a 84 anos. No grupo de países da Europa e da Ásia Central, o número de novos casos está a cair em média 5,2% por ano.

Desde 2005 que o número de novos casos de tuberculose tem caído em média 5,2% por ano – um decréscimo menor entre 2010 e 2014, apenas 4,3% -, constituindo um dos decréscimos mais acentuados em todo o mundo. Em Portugal, verifica-se a mesma tendência decrescente, com um declínio equivalente à da União Europeia/Espaço Económico Europeu – 4,5%. Os resultados foram apresentados esta quinta-feira no oitavo relatório conjunto entre o Centro Europeu para a Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC) e Gabinete Regional da Europa da Organização Mundial de Saúde (OMS/Europa) – que compreende 53 países.

A diminuição do número de casos em Portugal tem sido, ao longo dos últimos 10 anos, mais acentuada no grupo etário entre os 15 e os 44 anos. Já a partir dos 45 anos o ritmo de redução de número de casos ao longo dos anos tem sido menor. Ainda assim, Portugal, com 21,3 casos por 100 mil habitantes, está próximo do grupo com menor incidência – aqueles que têm menos de 20 casos por 100 mil habitantes, como a Alemanha, o Reino Unido ou a Grécia.

A tuberculose continua a ser uma das principais preocupações de saúde para a OMS/Europa. Estima-se que em 2014 existissem entre 320 mil e 350 mil casos de tuberculose na região europeia da OMS, o que equivale a uma média de 37 casos por 100 mil habitantes. A doença será considerada eliminada quando se registarem anualmente menos de um caso de tuberculose por milhão de habitantes. Mas a este ritmo a Europa não conseguirá eliminar a doença antes de 2100, disse ao Observador o ECDC.

Os países desta região que não pertencem à União Europeia (UE) ou ao Espaço Económico Europeu (EEA, na sigla em inglês) têm taxas altas de tuberculose e de resistência da bactéria a várias dos medicamentos usados. Por outro lado, os países da UE e EEA apresentam um número significativo de casos tuberculose entre as populações mais vulneráveis, como imigrantes e prisioneiros.
Os grupos mais vulneráveis, como as populações mais pobres e marginalizadas ou os imigrantes e refugiados, são também os grupos onde é mais provável o aparecimento de bactérias multirresistentes (com resistência a vários antibióticos). “Por causa das condições em que vivem, a tuberculose é, muitas vezes, diagnosticada muito tarde e é mais difícil para estes grupos completar o tratamento. Se queremos eliminar a tuberculose da Europa, ninguém deve ser deixamos para trás”, disse a diretora da OMS/Europa, Zsuzsanna Jakab.

A tuberculose e os migrantes
Há um consenso geral de que os migrantes e refugiados devem ter acesso a cuidados de saúde, quer tenham documentos ou não, quer se tenham conseguido registar ao não. A probabilidade de adoecerem com tuberculose aumenta com a falta de condições de salubridade onde vivem, mas está sobretudo dependente da incidência da doença no país de origem.

Em comunicado de imprensa, o ECDC e OMS/Europa referem que a probabilidade de os migrantes poderem transmitir a doença aos residentes europeus é mínima porque os contactos são limitados e a tuberculose não é facilmente transmissível. Mais, a Síria tem menos casos de tuberculose por ano do que a União Europeia – 17 casos em 100 mil habitantes, contra 37 casos em 100 mil habitantes.

É certo que o aumento do número de refugiados impõe uma pressão maior nos serviços de saúde dos países que os recebem. E, ainda que os refugiados constituam um grupo prioritário para a prevenção e controlo de algumas doenças, porque são um grupo vulnerável, isso não significa que representem uma ameaça à saúde pública na Europa, esclareceu o ECDC ao Observador.

O risco de os refugiados de adoecerem quando chegam à Europa tem aumentado devido à sobrelotação dos centros de acolhimento, onde as condições de higiene e salubridade estão comprometidas, acrescentou o ECDC. “Garantir níveis apropriados de acesso ao diagnóstico médico e aos serviços de tratamento e a implementação de rastreio apropriado ligado a esses serviços são importantes.”

A Organização Mundial de Saúde apresentou recomendações sobre o rastreio de tuberculose, especialmente em migrantes e refugiados de países com elevada taxa de incidência da doença e que viajaram e vivem em condições precárias. Esta é uma forma de evitar que os contactos mais próximos sejam contaminados, mas não deve de forma nenhuma ser usada para negar a entrada de migrantes ou refugiados.

As dificuldades de vencer a tuberculose
A tuberculose pulmonar é causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis, também chamado de bacilo de Koch, e é a forma mais comum da infeção com esta bactéria. A vacina da BCG, constante do Plano Nacional de Vacinação, não previne a infeção, mas diminui a gravidade de algumas formas de tuberculose, como a meningocócica.

Tirando esta vacina dada às crianças, não existe nenhuma vacina contra a tuberculose e os doentes têm de ser tratados durante seis meses com um conjunto diferente de medicamentos. O tratamento prolongado é uma das dificuldades no combate à doença, porque alguns doentes não cumprem a medicação integralmente. A interrupção do tratamento ou a medicação intermitente podem potenciar o aparecimento de formas resistentes.

A resistência das bactérias a vários antibióticos (multirresistência) pode aparecer quando o tratamento não é adequado e aumentar por transmissão entre pessoas. “Se os doentes com tuberculose multirresistente não forem diagnosticados precocemente e tratados com sucesso, isso põe não só a vida deles em risco, mas aumentam o risco de transmissão da doença”, esclareceu o ECDC ao Observador.

A incidência de tuberculose na Europa aumentou rapidamente desde 1990 e atingiu o pico em 1999-2000, começando a diminuir a partir de 2005. Um dos problemas adicionais da tuberculose é que aparece como doença oportunista em doentes imunodeprimidos, com os seropositivos. Na região europeia da OMS, entre 18 mil a 21 mil casos de tuberculose são de doentes com VIH (vírus da imunodeficiência humana).

Pessoas com gatos têm menos amigos e recebem menos do que os donos de cães

Um novo estudo revelou que donos de cães são mais felizes, sociáveis e com maiores rendimentos do que pessoas que têm gatos. Outra das conclusões do estudo é que os donos de cães têm relações sexuais mais vezes do que donos de gatos.

Segundo o Telegraph, o estudo realizado pela VetPlus – empresa que desenvolve farmacêuticos para animais – revela que as pessoas que têm um cão costumam ter mais sucesso a nível de emprego do que donos de gatos, mas também caracterizam a sua vida como mais “stressante”. Relativamente a relações sociais, os donos de cães afirmam ter, em média 15 amigos chegados, já os donos de gatos têm cerca de 12 amigos.

O mesmo estudo revela que quem tem um gato beneficia mais da sua companhia e que as despesas com o animal de estimação são menores, comparativamente a quem tem um companheiro canino. Em média, para manter um gato alimentado e saudável, os donos gastam 60 euros. Já quem tem um cão gasta, em média 76 euros.

O estudo mostra também que os donos de cães, em média, gostam mais dos seus animais de estimação do que as pessoas que têm gatos. Em média, os visados no estudo declararam que gostavam (numa escala de 0 a 10) 9,5 dos seus cães, enquanto os donos de gatos classificaram o seu nível de afeto pelo animal de estimação em apenas 8.

O estudo foi feito com recurso a 1.500 adultos que tinham ou cães ou gatos. Segundo um porta-voz da VetPlus, responsável pelo estudo, o objetivo era perceber “a diferença entre os donos de cães e gatos e o que os leva a visitar um veterinário”, escreve o Telegraph.

Guterres tenta convencer José Eduardo dos Santos para apoio angolano na corrida à ONU

António Guterres

O também ex-Alto-Comissário das Nações Unidas para os Refugiados foi recebido em audiência pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos, a quem solicitou o apoio angolano, tendo no final destacado que se tratou de um encontro interessante e positivo.

“Para mim é muito importante ter Angola logo no princípio desta campanha. Sou um velho amigo de Angola, um grande admirador do povo angolano, vivi com grande angústia os momentos difíceis por que Angola passou no passado e, com grande satisfação a evolução progressiva de Angola, afirmando-se no contexto internacional”, disse António Guterres.

Defendeu que o apoio de Angola é importante por ser membro, não-permanente, do Conselho de Segurança e pelas suas intervenções “de grande importância” naquele órgão da Nações Unidas, nomeadamente em matérias como os Grandes Lagos, proteção da mulher e situações de conflito.

“Por isso era também muito importante poder vir aqui dizer o quão é fundamental que as Nações Unidas seja um instrumento decisivo para apoiar os africanos, para a liderança africana – não apenas no caminho do desenvolvimento sustentável – mas também para a solução, para os problemas de paz e segurança que ainda existem em muitas áreas do continente africano”, frisou.

Questionado se as divergências na escolha do novo secretário-executivo da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) não afetarão o seu pedido de apoio, António Guterres disse que são situações diferentes.

“Não foi disso que vim aqui tratar em Angola, esta é uma candidatura com um objetivo e esse objetivo tem a ver com as Nações Unidas e com a afirmação de um conjunto de valores essenciais nas Nações Unidas, da paz, da segurança, do desenvolvimento sustentável, da reforma das próprias instituições e estou profundamente reconhecido ao Presidente de Angola por me ter recebido neste momento e pela forma positiva como decorreu este encontro”, salientou.

Em Luanda, António Guterres vai manter outros encontros com elementos da administração governamental, antes de deixar ainda hoje Angola, com destino a Nova Iorque.

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