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CGD quer ajuda de privados para reforçar solidez

Sem possibilidade de receber ajuda financeira do Estado, a Caixa Geral de Depósitos (CGD) está a tentar encontrar soluções para reforçar os níveis de capital e diminuir a exposição ao risco, principalmente nos mercados externos.

Por isso mesmo, a administração de José de Matos já tinha apresentado alternativas ao governo de Paulo Portas e Passos Coelho, com uma solução a destacar-se pelo recurso aos privados. O objetivo seria criar uma ‘holding’ com as principais participações em negócios no estrangeiro, vendendo depois 49% a investidores para dividir os riscos e garantir injeções de capital.

De acordo com o Jornal de Negócios, o banco do Estado quer juntar as operações no Mercantil Bank (África do Sul), Banco Caixa Geral Totta (Angola), Banco Caixa Geral (Brasil), BNU (Macau) e Banco Comercial e de Investimentos (Moçambique), mantendo o controlo da maior parte do capital mas partilhando os riscos da presença nestes mercados e reduzindo a exposição com a ajuda dos privados.

A equipa de gestão da CGD não sabe ainda qual a opinião do novo Governo PS quanto à entrada de investidores privados no capital das operações externas. A decisão final cabe ao Executivo de António Costa, que terá a palavra final quanto à reorganização proposta.

Costa quer dar prémios a equipas judiciais mais rápidas

António Costa

Ciente da queixa dos cidadãos quanto à celeridade na resolução de processos judiciais, o executivo de António Costa pretende tomar medidas para reverter a situação.

A criação de equipas de intervenção rápida, a implementação de assessores jurídicos para os tribunais de primeira instância e a criação de um conselho de concertação para o sistema judicial são algumas das medidas do Programa do Governo para a Justiça.

Este inclui ainda a possibilidade de realização de julgamentos nas sedes de conselho para haver uma maior aproximação com os cidadãos e a atribuição de incentivos à produtividade das equipas que cumpram metas de desempenho.

Em declarações ao Jornal de Notícias (JN), Fernando Jorge, presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais, aplaude a medida que prevê uma maior proximidade com os cidadãos, mas questiona os prémios de produtividade uma vez que “a rapidez de um processo é relativa”.

“Um processo não é um problema de ordem pública num jogo de futebol, não se resolve em meia hora”, afirma.

Recorde-se que estas medidas terão ainda que passar pelo Parlamento para aprovação.

Saiba o que é a fibra alimentar e quais os alimentos mais indicados

A fibra alimentar é um conjunto de substâncias existentes nos alimentos de origem vegetal que não podem ser digeridas pelas enzimas do nosso sistema gastrointestinal e que, por isso, não são absorvidas.

Segundo a Direção Geral de Saúde (DGS), as fibras alimentares são “compostos que têm muitos efeitos benéficos no nosso organismo, sendo mesmo essenciais para o normal funcionamento do sistema digestivo”. E dentro do leque de fibras, existem dois tipos que é importante conhecer e saber distinguir.

As fibras solúveis encontram-se maioritariamente nos “frutos, hortícolas, leguminosas e alimentos contendo aveia, cevada ou centeio”. Este tipo de fibras interfere com o tempo de digestão no estômago e no intestino delgado (que se torna mais longo), com a absorção de esteroides prejudicais para a parede intestinal, com a diminuição da quantidade de colesterol absorvida (contribuindo assim para a diminuição dos níveis de colesterol sanguíneos) e com a regulação de hormonas produzidas nas paredes digestivas e no pâncreas, lê-se no site do organismo português.

Já as fibras insolúveis “encontram-se principalmente nas hortaliças e outros hortícolas e nos cereais inteiros e seus derivados integrais (ex. pão escuro, arroz e massas integrais, cereais de pequeno almoço integrais não açucarados, etc.)”. As fibras insolúveis são responsáveis pela atividade do cólon (intestino grosso), uma vez que dão azo ao “aumento do volume e fluidez das fezes”. Estas fibras interferem ainda com o estímulo da motilidade intestinal e são hidrolisadas pelas bactérias da flora intestinal, o que facilita a “proliferação das bactérias não agressivas na flora bacteriana contribuindo para a proteção da parede do cólon”.

Atualmente, a DGS recomenda um consumo diário de pelo menos 25 gramas de fibra, valor que se atinge de fora simples com a ingestão de pão escuro, de mistura ou integral, com a escolha de cereais de pequeno-almoço ricos em fibra e sem adições de açúcar, com a inclusão de fruta nas várias refeições e com a aposta em verduras, legumes e hortaliças às refeições principais.

E, como mostram as imagens acima, não há nada mais fácil do que encontrar alimentos saudáveis e ricos em fibra.

Fumar canábis causa danos na comunicação cerebral

Está cientificamente demonstrado que o consumo regular e a longo prazo de canábis aumenta o risco de psicose, sendo que alterações na estrutura e função cerebral predispõem a este tipo de doenças. No entanto, esta investigação cujos resultados foram publicados hoje na prestigiada revista científica “Psychological Medicine”, é a primeira a avaliar o efeito da potência da canábis na estrutura cerebral.

Investigar o impacto cerebral da potência da cannabis é particularmente importante nos dias de hoje, visto que nos últimos dez anos tem-se assistido a um aumento significativo na concentração de Δ9-tetra-hidrocanabinol (THC), a principal substância psicoactiva da planta da cannabis.

Neste estudo foi utilizada uma técnica de Ressonância Magnética chamada DTI (Difusão-Tensão de Imagem) (Diffusion Tensor Imaging – DTI), para examinar alterações cerebrais em 56 doentes com um primeiro surto psicótico bem como em 43 participantes saudáveis.

A equipa de investigadores avaliou especificamente o Corpo Caloso), a estrutura cerebral responsável pela comunicação entre os hemisférios direito e esquerdo. O corpo caloso é particularmente rico em receptores canabinóides, nos quais conteúdo THC da canábis atua, fazendo do corpo caloso uma estrutura particularmente vulnerável à acção da cannabis.

Os resultados mostraram que aqueles que usavam frequente de canábis de alta potência (quer fossem doentes quer voluntários saudáveis) tinham alterações significativas desta estrutura cerebral quando comparado com aqueles que não usavam esta droga.

De acordo com Tiago Reis Marques, Investigador Sénior do Instituto de Psiquiatria de Londres “os resultados deste estudo, ao mostrar que utilizadores de cannabis de alta potência têm lesões cerebrais significativas relativamente aqueles que não a utilizam, deve servir de alerta para a opinião pública, profissionais de saúde mental e decisores políticos sobre o tipo de lesão cerebral que estas drogas podem causar. Nos últimos anos temos vindo a alertar para o facto de se verificar um aumento significativo na potência da cannabis, com variedades muito fortes acessíveis a qualquer consumidor. Assim, quer o tipo de cannabis consumida, quer a sua potencia e frequência devem ser cuidadosamente avaliados o que pode ajudar a quantificar o risco para uma doença mental.

De referir que esta pesquisa foi conduzido no Instituto de Psiquiatria do King´s College, o maior centro de investigação em psiquiatria a nível mundial.

SANA eleita marca “Escolha do Consumidor”

SANA Lisboa Hotel

A SANA Hotels foi distinguida, na passada terça-feira, dia 24 de Novembro, com o selo “Escolha do Consumidor”. Este é um projecto da ConsumerChoice – Centro de Avaliação da Satisfação do Consumidor – que reflecte o grau de satisfação dos consumidores portugueses face a produtos e serviços de empresas.

Pela primeira vez a ConsumerChoice introduziu no seu estudo a avaliação da categoria “Hotéis” no qual a SANA Hotels saiu vencedora com um índice de Satisfação de 89.9%, num total de 8 marcas do setor avaliadas.

A SANA Hotels detém actualmente 16 hotéis, em Portugal, Alemanha e Angola. Desde 2011, que a SANA Hotels tem investido em hotéis de 5 estrelas tais como o hotel Myriad na Torre Vasco da Gama, o EPIC SANA Lisboa e o EPIC SANA Algarve.

Rússia interrompe operações para a Turquia

Rússia

Recorde-se que, em causa, está o acontecimento da passada terça-feira, em que a Turquia abateu um avião militar russo, tendo sido abatido um dos pilotos da aeronave. O Governo turco declarou ter o direito de se defender “contra quem quer que viole” as fronteiras do país, enquanto o presidente russo, Vladimir Putin, declarou por essa altura que iriam existir “consequências sérias” nas relações entre os dois países.

De acordo a TravelDailyNews, que cita dados do Euromonitor International, a Rússia é o segundo mercado mais importante para a Turquia, logo a seguir da Alemanha, tendo em 2014 representado um total de mais de 4,5 milhões de viagens efectuadas para este destino.

O mercado russo quase que duplicou o número de viagens para a Turquia entre 2009 e 2014, de 2,7 milhões para 4,5 milhões, respectivamente, representando ainda mais de 1.9 milhões de chegadas durante o mesmo período.

Banco Alimentar com 42 mil voluntários em dois mil supermercados

“No próximo fim-de-semana temos uma vez mais a habitual campanha saco e esta campanha ocorre em cerca de 2 mil lojas com a ajuda inestimável de 42 mil pessoas que voluntariamente dão o seu tempo com um único fito que é convidar pessoas que vão às compras a partilhar um pouco daquilo que vão comprar para sua casa com as pessoas mais pobres da sua região”, disse à Lusa Isabel Jonet, Presidente da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome.

Este é o convite que é deixado campanha após campanha pelos voluntários que nos dias 28 e 29 de novembro vão vestir a camisola da luta contra a fome em Portugal e vão estar nos supermercados a distribuir sacos pelas pessoas que vão às compras, para que estas colaborem com alguns produtos alimentares.

Estes alimentos serão depois transportados para cada um dos 21 bancos alimentares em atividade em Portugal e depois serão distribuídos logo a partir de segunda-feira através de uma rede de instituições de solidariedade a pessoas com carências.

“Os Bancos Alimentares trabalham nesta lógica: recolha local, distribuição local, onde recolhem, distribuem, aumentando assim, por um lado, a proximidade entre quem dá e quem recebe, mas sobretudo também garantindo o controlo do destino dos produtos”, disse a responsável.

As instituições são o grande parceiro do Banco Alimentar (BA) no terreno, “porque são as instituições que conhecem as famílias, que podem chegar a cada família, mas que também podem através do alimento e do apoio desenvolver projetos de autonomização das famílias”, acrescentou.

Segundo Isabel Jonet, atualmente são apoiadas 425 mil pessoas, através das 2.600 instituições a quem o BA entrega diariamente alimentos.

Essas pessoas são ajudadas tanto com cabazes de alimentos como com refeições confecionadas: os cabazes são entregues às famílias, que vão uma vez por semana a uma instituição buscar um saco de comida, e os alimentos são distribuídos já confecionados em casas das pessoas sob a forma de apoio domiciliário ou na própria instituição, que tem as valências de creche, de ATL, de lar.

Aquilo que garantimos é que tudo aquilo que uma instituição leva do Banco Alimentar chega ao prato de uma família com carências alimentares e que faz parte de um processo integrado de ajuda.

As campanha vai dispor de sacos “amigos de ambiente”, sacos de papel que têm também a vantagem de servir para “alimentar a campanha papel por alimentos que os bancos alimentares desenvolvem ao longo de todo o ano”, no âmbito da qual solicitam às pessoas que doem o seu papel, que é depois encaminhado para um operador de resíduos, que dá alimentos em troca.

Ainda haverá sacos de plástico, para escoar o stock existente em cada um dos bancos alimentares.

As “campanhas saco” são complementadas com outras duas modalidades: um vale, disponível nas caixas dos supermercados até dia 6 de dezembro, que as pessoas podem entregar no valor de um produto, e uma plataforma online no site www.alimenteestaideia.net, onde se pode fazer uma doação.

Na última campanha, os bancos alimentares recolheram 2.650 toneladas de alimento, mas o que Isabel Jonet tem como previsão para esta campanha é o mesmo que tem para todas, “o melhor que pode ser naquele momento porque são aquilo que os portugueses têm vontade e capacidade de ajudar”.

“O Banco Alimentar e as suas campanhas são um dos bons barómetros que há em Portugal para mediar a situação das famílias porque quem contribui para o BA não são as pessoas com mais capacidade financeira, não são os mais ricos, são muitas vezes até os mais pobres e aqueles que com este donativo querem fazer a diferença”, frisou.

Segundo a responsável, o que se verificou desde 2010 foi que no ano em que havia mais crise houve uma quebra na entrada de produtos, mas não no número de sacos disponibilizados, o que significa que “doaram as mesmas pessoas mas doaram menos”.

Nas duas últimas campanhas já se registou um acréscimo nas quantidades na campanha saco e um grande acréscimo na ajuda vale, disse, acrescentando ter a convicção de que “também esta será a melhor campanha que puder ser”.

Indigitação de Costa deu um novo fôlego à candidatura de Marcelo

Marcelo Rebelo de Sousa

Preveem-se boas relações entre Belém e São Bento. Mas só dentro de alguns meses. Segundo o SOL, a tomada de posse de António Costa como primeiro-ministro dá um novo fôlego à candidatura de Marcelo Rebelo de Sousa, o mais bem posicionado aspirante a Presidente da República.

A relação próxima que o professor mantém com o secretário-geral do PS permite-lhe posicionar novamente a sua candidatura ao Centro e colher votos em todos os eleitorados. Esta é uma pretensão que já lhe é conhecida.

Ao semanário, uma fonte próxima revelou que ambos conversam frequentemente por telefone e que, “mais do que amigos, são velhos conhecidos”, apesar de “não serem visita um do outro, nem almoçarem ou jantarem juntos”.

Desta feita, a indigitação de António Costa como primeiro-ministro “ajuda e muito à candidatura e até mesmo à desejada eleição logo à primeira volta”.

Contágio chinês empurra Europa para o vermelho

Bolsa de Valores

Cerca das 8:30 em Lisboa, o EuroStoxx 50, o índice que representa as principais empresas da zona euro, seguia a desvalorizar 0,43%, negociando nos 3.483,03 pontos.

As principais praças europeias seguiam a negociar entre as perdas de Londres de 0,55% e as de 0,29% de Madrid. Em Lisboa, o PSI20 conseguia manter-se em terreno positivo e avançava uns ligeiros 0,9%, para 5.352,60 pontos.

Para hoje, haverá reunião do Conselho Económico da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), em antecipação da reunião de 4 de dezembro, e será publicado o indicador de confiança da zona euro de novembro

O euro subia hoje na abertura do mercado de divisas de Frankfurt e trocava-se a 1,0630 dólares, face aos 1,0618 dólares da sessão de quinta-feira.

O barril de crude Brent para entrega em janeiro, por sua vez, abriu hoje em baixa no mercado de futuros de Londres, nos 45,55 dólares, depois de ter fechado a 45,59 na sessão anterior.

KTM, HUSQVARNA e Cetelem anunciam parceria para financiamento moto

A KTM e a HUSQVARNA, representadas no mercado português pelo importador exclusivo JETMAR, e o Cetelem acabam de anunciar a assinatura de um acordo para os próximos três anos, que visa o fornecimento de ofertas e soluções de financiamento a crédito de motos nos concessionários das marcas. Para a marca HUSQVARNA este representa o primeiro acordo a nível mundial.
Para Francisco Pita, representante da KTM e da HUSQVARNA em Portugal, este acordo é «uma alavanca para a dinamização da estratégia de desenvolvimento comercial das marcas e uma garantia de qualidade de serviço e apoio à rede de concessionários. Além disso, estas parcerias vão possibilitar utilizar as ofertas e soluções de financiamento para incrementar as vendas e a proposta de valor ao cliente».
Já para o Cetelem, «o desenvolvimento de parcerias com as principais marcas de motos tem sido um dos objetivos do Cetelem. Nesse sentido, estes novos acordos com a KTM e HUSQVARNA, marcas reconhecidas e que movem paixões, constituem um importante passo para a estratégia delineada. Sem esquecer que este acordo vai também aumentar a quota do Cetelem, reforçando a posição de liderança de mercado de financiamento moto», afirma Pedro Ferreira, diretor automóvel do Cetelem em Portugal.

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