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WeDo Technologies adquirida pela Mobileum Inc.

A Mobileum Inc., líder global no fornecimento de soluções de gestão de risco e roaming baseadas em análise de dados, anuncia hoje a aquisição da WeDo Technologies. Esta é a segunda aquisição da Mobileum após a conclusão da compra da Evolved Intelligence em outubro de 2018.

Baseada em Lisboa, a WeDo é líder global no fornecimento de soluções de gestão de negócio e de risco a operadoras de comunicações de todo o mundo, ajudando-as a gerar receitas, mitigar riscos e prevenir fraude nas suas redes. O vasto portfólio de produtos e soluções da WeDo está suportado por análise avançada de dados, consultoria, managed services e serviços especializados.

“A WeDo é uma empresa líder em gestão de risco, e gestão e otimização de negócio. A empresa desenvolveu um conjunto impressionante de produtos e tecnologias de grande valor para operadoras de comunicações”, diz Bobby Srinivasan, CEO da Mobileum. “Estamos muito entusiasmados por nos juntarmos à WeDo e apoiá-los na sua próxima fase de crescimento. À medida que continuamos a fazer a Mobileum crescer, orgânica e inorganicamente, a inclusão da forte engenharia de produto, da base de clientes e das equipas de consultoria e serviços da WeDo na nossa força de trabalho, ajuda-nos a expandir a diversidade e a abrangência das nossas ofertas. Estamos ansiosos por combinar as capacidades de ambos os portfólios e criar propostas de excelente valor aos nossos clientes”.

“A Mobileum, com o seu negócio complementar e cobertura global de clientes, é o parceiro ideal para a WeDo Technologies iniciar a sua próxima fase de crescimento” diz Rui Paiva, CEO da WeDo Technologies. “Este negócio combinado, oferece aos nossos clientes um portfólio de soluções mais rico e diverso nas áreas da Garantia de Receita, Gestão de Fraude, Segurança de Rede, Roaming e Interconexão. À medida que a indústria mobile continua a evoluir, esta transação vai permitir-nos continuar a investir na futura arquitetura, assegurando o sucesso dos nossos clientes ao longo de uma jornada de transformação contínua”.

A Mobileum tem expandido consistentemente a sua oferta de produtos analíticos após ter sido adquirida pela Audax Private Equity em 2016. Com 18 anos de liderança na esfera do roaming, a Mobileum tem utilizado o seu grande conhecimento sobre as comunicações móveis para criar a sua plataforma ‘Active Intelligence’ que gera dados analíticos em tempo real sobre roaming, fraude e segurança. A combinação das soluções de gestão de risco e gestão de negócio da WeDo com a plataforma de análise avançada de dados da Mobileum vai criar uma abordagem inovadora e abrangente à gestão de fraude e de risco e à garantia de receitas das operadoras de telecomunicações. O conhecimento especializado da WeDo vai enriquecer ainda mais este portfólio integrado de soluções e beneficiar os clientes e parceiros da Mobileum.

Esta aquisição também serve para reforçar a presença global da Mobileum. A atual arquitetura e plataforma da WeDo será assegurada e desenvolvida para posterior integração com a plataforma Mobileum Active Intelligence. A Mobileum e a WeDo terão uma equipa combinada com mais de 1.100 colaboradores em mais de 30 localizações em todo o mundo, servindo mais de 700 clientes em 180 países.

WeDo Technologies adquirida pela Mobileum Inc.

Esta é a segunda aquisição da Mobileum após a conclusão da compra da Evolved Intelligence em outubro de 2018.

Baseada em Lisboa, a WeDo é líder global no fornecimento de soluções de gestão de negócio e de risco a operadoras de comunicações de todo o mundo, ajudando-as a gerar receitas, mitigar riscos e prevenir fraude nas suas redes. O vasto portfólio de produtos e soluções da WeDo está suportado por análise avançada de dados, consultoria, managed services e serviços especializados.

“A WeDo é uma empresa líder em gestão de risco, e gestão e otimização de negócio. A empresa desenvolveu um conjunto impressionante de produtos e tecnologias de grande valor para operadoras de comunicações”, diz Bobby Srinivasan, CEO da Mobileum. “Estamos muito entusiasmados por nos juntarmos à WeDo e apoiá-los na sua próxima fase de crescimento. À medida que continuamos a fazer a Mobileum crescer, orgânica e inorganicamente, a inclusão da forte engenharia de produto, da base de clientes e das equipas de consultoria e serviços da WeDo na nossa força de trabalho, ajuda-nos a expandir a diversidade e a abrangência das nossas ofertas. Estamos ansiosos por combinar as capacidades de ambos os portfólios e criar propostas de excelente valor aos nossos clientes”.

“A Mobileum, com o seu negócio complementar e cobertura global de clientes, é o parceiro ideal para a WeDo Technologies iniciar a sua próxima fase de crescimento” diz Rui Paiva, CEO da WeDo Technologies. “Este negócio combinado, oferece aos nossos clientes um portfólio de soluções mais rico e diverso nas áreas da Garantia de Receita, Gestão de Fraude, Segurança de Rede, Roaming e Interconexão. À medida que a indústria mobile continua a evoluir, esta transação vai permitir-nos continuar a investir na futura arquitetura, assegurando o sucesso dos nossos clientes ao longo de uma jornada de transformação contínua”.

A Mobileum tem expandido consistentemente a sua oferta de produtos analíticos após ter sido adquirida pela Audax Private Equity em 2016. Com 18 anos de liderança na esfera do roaming, a Mobileum tem utilizado o seu grande conhecimento sobre as comunicações móveis para criar a sua plataforma ‘Active Intelligence’ que gera dados analíticos em tempo real sobre roaming, fraude e segurança. A combinação das soluções de gestão de risco e gestão de negócio da WeDo com a plataforma de análise avançada de dados da Mobileum vai criar uma abordagem inovadora e abrangente à gestão de fraude e de risco e à garantia de receitas das operadoras de telecomunicações. O conhecimento especializado da WeDo vai enriquecer ainda mais este portfólio integrado de soluções e beneficiar os clientes e parceiros da Mobileum.

Esta aquisição também serve para reforçar a presença global da Mobileum. A atual arquitetura e plataforma da WeDo será assegurada e desenvolvida para posterior integração com a plataforma Mobileum Active Intelligence. A Mobileum e a WeDo terão uma equipa combinada com mais de 1.100 colaboradores em mais de 30 localizações em todo o mundo, servindo mais de 700 clientes em 180 países.

 

A partir de amanhã já não existe roaming na União Europeia

 

A partir desta quinta-feira (15 de Junho), os utilizadores de equipamentos móveis vão poder fazer chamadas, enviar mensagens e navegar na Internet quando visitam um Estado-Membro da UE pagando o mesmo preço que pagariam se estivessem no seu país de origem.

A isenção de roaming é permanente ou tem limites?

Para evitar situações abusivas, foram introduzidos limites à isenção de tarifas de roaming. Assim, sempre que as comunicações em roaming forem superiores às domésticas, ao longo de um período de quatro meses, o operador dever notificar o cliente da situação. O utilizador terá então 14 dias para esclarecer a sua situação. Se não o fizer, poderá ser-lhe cobrada uma sobretaxa de utilização do serviço em roaming. Como a larga maioria dos cidadãos europeus viaja para o estrangeiro menos de 30 dias por ano, estima-se que esta sobretaxa afectará apenas 1% dos utilizadores.

O que é preciso fazer para beneficiar da isenção de custos de roaming?

Nada. As empresas de telecomunicações passam a aplicar, de forma automática, as novas regras. Também não é preciso fazer qualquer alteração na configuração dos equipamentos. As operadoras deverão avisar os clientes do fim dessas tarifas de roaming.

O que acontece aos clientes com tráfego de Internet ilimitado já incluído no seu tarifário?

Alguns operadores oferecem aos clientes um plafond ilimitado ou um limite alargado de dados por um preço baixo. Esse tráfego também poderá ser usado no seu tarifário em roaming. No entanto, a sua utilização estará sujeita a limites. Nestes casos, o cliente deve contactar o seu operador para conhecer os limites fixados para a utilização em roaming e avaliar se o tarifário compensa.

A que países se aplica?

Aplica-se aos 28 países que integram a UE, nomeadamente Áustria, Bélgica, Bulgária, Croácia, Chipre, República Checa, Dinamarca, Estónia, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Holanda, Polónia, Portugal, Roménia, Eslovénia, Eslováquia, Espanha, Suécia e Reino Unido (a continuação deste último país neste grupo dependerá das negociações que vierem a ser feitas no âmbito do “Brexit”). À isenção de roaming deverá juntar-se, numa fase posterior, a Islândia, o Liechtenstein e a Noruega.

O que muda nos custos partilhados?

Muda muita coisa ao nível dos custos. Para ser possível a isenção de custos para os consumidores finais foi necessário acordar uma descida nos preços grossistas do roaming. Ou seja, nas tarifas que os operadores cobram uns aos outros pela utilização das respectivas redes. Assim, as chamadas de voz passam a ter um limite máximo de 0,032 euros por minuto, em vez dos actuais 0,05 euros, e de 0,01 euros por mensagem escrita (SMS), menos um cêntimo que o cobrado até agora. A tarifa aplicada aos dados móveis baixa do actual limite máximo de 50 euros por gigabyte (GB) para 7,7 euros por GB, continuando a descer até 2,5 euros por GB em 2022.

Operadores prejudicados com as novas regras?

As empresas de telecomunicações nacionais alegam que o fluxo de turistas que Portugal recebe é muito superior ao dos cidadãos nacionais que saem do país. Logo, a receita de roaming que recebiam de outras operadoras estrangeiras era substancialmente maior do que o que pagavam. Sustentam que eram exportadoras de roaming, o que também beneficiava a economia nacional. Para além da queda de receitas directas (entre grossistas), alegam que o aumento do tráfego de comunicações por parte de cidadãos estrangeiros em Portugal vai implicar maiores investimentos no reforço das suas redes, especialmente nas zonas de maior fluxo turístico. Em melhor situação ficarão os países do norte da Europa, que passam a importar roaming a preços bem mais baixos. As contas finais, incluindo os benefícios para as operadoras nacionais pelo aumento de tráfego de nacionais no estrangeiro e de estrangeiros em Portugal, e o eventual impacto nos tarifários dos portugueses, serão feitas nos próximos meses. Em 2019, a Comissão Europeia vai analisar o impacto das alterações agora introduzidas.

Bruxelas recua nas regras de “uso justo” mas mantém fim do roaming em 2017

O roaming vai mesmo acabar em Junho de 2017, mas, para já, e perante a pressão dos operadores e alertas dos reguladores de telecomunicações, a Comissão Europeia recuou nas regras propostas para o período de tempo em que os europeus poderão manter noutro país da União os mesmos tarifários que contrataram em casa.

“Tendo em conta as primeiras reacções recebidas, o Presidente Jean-Claude Juncker solicitou aos serviços a retirada do texto e a apresentação de uma nova proposta”, revelou o executivo comunitário num comunicado divulgado nesta sexta-feira.

Em causa está a proposta da Comissão para a definição daquilo que se chamafair use policy, qualquer coisa como a política de utilização justa, que deve nortear os consumos de telecomunicações dos europeus quando viajam para outro Estado-membro e garantir que os serviços de roaming não são utilizados para outros fins que não o das deslocações ocasionais.

A proposta inicial da Comissão previa um limite anual de 90 dias, ou 30 dias consecutivos, para o uso de roaming a preços dos tarifários domésticos. A partir desse momento, os operadores passariam a poder cobrar taxas sobre os consumos de voz e dados. Espelho do desagrado com que foi recebida a proposta foi a posição divulgada esta semana pela Apritel, a associação que representa os operadores de telecomunicações portugueses.

A proposta de Bruxelas “extravasa acentuada e injustificadamente o objectivo para o qual foi prevista: permitir que o viajante ocasional médio possa manter o seu padrão de consumo doméstico quando viaja” na União Europeia (UE), acusou a Apritel.

Considerando-a uma proposta “muito permissiva”, a Apritel queixou-se do facto de contemplar “um número muito elevado de dias” e de não impor “quaisquer restrições em termos de volumes de consumo em roaming a preços domésticos”.

A associação, tal como a Anacom e o grupo europeu de reguladores, o BEREC, tem manifestado a preocupação com o impacto que a política de roamingzero poderá ter nos diferentes países da Europa. O cenário é mais preocupante para os países do sul, como Portugal, que são grandes receptores de turistas, e que arriscam uma maior sobrecarga nas redes de telecomunicações (em particular nos meses de Verão) e, por conseguinte, maior necessidade de investimento por parte das empresas.

Se os limites de utilização justa impostos por Bruxelas não se traduzirem em taxas que permitam às empresas financiar este tipo de investimentos, o mais provável é que sejam os consumidores domésticos a suportá-los nos preços. Por outro lado, se os portugueses que viajam ficarão favorecidos com o fim doroaming, também é verdade que os portugueses estão entre os cidadãos da UE que menos viajam e que assim se arriscam a vir a subsidiar o fim doroaming para os cidadãos dos países do norte da Europa. No limite pode criar-se uma situação em que “quem não viaja, paga por quem viaja”, conforme já defendeu a presidente da Anacom, Fátima Barros.

Os líderes das empresas portuguesas já garantiram que são os consumidores nacionais quem vai pagar o fim do roaming. Para o presidente da Nos, Miguel Almeida, a medida fará com os países do Norte possam usar de graça as infra-estruturas que os accionistas das empresas portuguesas pagaram.

O fim do roaming “promove distorções com impacto negativo, nomeadamente nas ofertas dos serviços domésticos que são usados e valorizados pela generalidade da população, ao contrário do que sucede com os serviços de roaming, que no caso de Portugal são utilizados apenas por uma minoria”, queixou-se a Apritel.

Referindo estudos que consideram que apenas 15% dos portugueses passa férias no estrangeiro, a associação que representa a Vodafone, a Nos e o Meo diz que a aplicação da medida irá beneficiar esta reduzida franja da população durante os 5,7 dias em que em média viajam por ano (os cálculos são do BEREC), “gerando prejuízos para os restantes dias e para a restante população”.

Apesar da polémica, o roam like at home que há anos vem sendo defendido por Bruxelas é mesmo para avançar. A Comissão garantiu que Bruxelas deverá apresentar em breve uma nova proposta para esta fair use policy (o calendário definido pelas autoridades europeias prevê que esteja definida até 15 de Dezembro), de modo a acabar com o roaming para as viagens periódicas já no próximo Verão.

Bruxelas retira proposta sobre fim de ‘roaming’ e promete outra para breve

A Comissão Europeia retirou hoje a sua proposta sobre o fim das taxas de ‘roaming’ previsto para junho de 2017, seguindo instruções dadas pelo seu presidente, Jean-Claude Juncker, devendo um novo texto ser apresentado nos próximo dias.

“Tendo em conta o ‘feedback’ recebido, o presidente Juncker deu instruções aos serviços para retirarem o texto e trabalharem numa nova proposta”, disse um porta-voz do executivo europeu.

Alexander Winterstein reiterou que as taxas cobradas para a utilização do telefone móvel e dados noutro Estado-membro irão terminar na data prevista, garantindo que uma nova proposta será apresentada a curto prazo.

Sobre o novo texto, Winterstein não quis adiantar pormenores.

A proposta agora retirada previa um limite de 90 dias por ano ou 30 dias seguidos para o uso de ‘roaming’ gratuito, após o qual as operadoras passariam a cobrar taxas.

A Comissão Europeia recorda ainda que no acordo com o Conselho da União Europeia e o Parlamento Europeu ficou definido que terá que haver meios de evitar que o ‘roaming’ seja usado sem ser num regime de viagens periódicas — a chamada política de uso justo.

O roaming vai acabar. Mas com limites

O roaming, como se julgava, não vai desaparecer mas sim sofrer limitações. Depois de ter sofrido um corte de 75% do seu custo em comunicações em Abril deste ano, já a preparar o seu desaparecimento no Verão de 2017. Mas não de forma total e completa. O roaming vai, afinal, continuar, mas com “critérios de utilização razoável”.

Segundo a proposta inicial, à qual o El País teve acesso, os clientes das operadoras móveis vão beneficiar de roaming gratuito enquanto estiverem presentes no estrangeiro durante 30 dias seguidos ou até 90 dias por ano. As operadoras podem começar a cobrar, caso o seu cliente passe mais do que o pré-estabelecido no acordo.

A política de utilização razoável, como é denominada, será imposta pela Comissão Europeia de modo a que os clientes não abusem do fim do roaming, a partir do dia 15 de Julho de 2017, na União Europeia, para conseguirem tarifas melhores nos países que visitam do que no seu país de origem, estabelecendo deste modo uma concorrência desleal entre operadoras.

As regras delineadas acabaram, ainda assim, por ser mais severas do que aquilo que as operadoras móveis estavam à espera. De acordo com a empresa de auditorias Deloitte, segundo o Financial Times, as tarifas de roaming antes da aplicação destas restrições correspondiam a um valor compreendido entre 5 a 6% das receitas das operadoras.

Uma fonte da indústria disse ao Financial Times que “esta cláusula de uso razoável não é justa e vai aumentar a pressão sob as receitas do roaming”.

Fim do “roaming”? Bruxelas vai impor limites

A cobrança acrescida por comunicações dentro dos vários países da União Europeia (UE) — o chamado roaming — tem os dias contados. Em junho de 2017 as regras vão mudar, dando maior liberdade aos cidadãos europeus para utilizarem os seus telemóveis nos vários países da união, sem custos acrescidos. Mas a Comissão Europeia vai impor limites, para evitar abusos: os consumidores só vão poder usar o roaming sem custos num máximo de 90 dias por ano (e 30 dias consecutivos).

Segundo planos divulgados na segunda-feira, a Comissão Europeia quer garantir uma “utilização justa” das novas regras do roaming e definiu alguns limites (que não deixarão de estar abertos a alterações nos próximos meses). Eis algumas das condições que devem ser impostas:

  • Os utilizadores vão ter um limite de 90 dias por ano para utilizarroaming sem custos, nos países da União Europeia.
  • O utilizador terá de fazer uma ligação à rede nacional (ou seja, ao país em que o cartão foi comprado) no intervalo máximo de 30 dias. Isto é uma forma de evitar que alguém compre um telemóvel num país europeu com preços mais baixos e, simplesmente, passe a usar esse cartão nas suas comunicações diárias.
  • Quem tiver pacotes pré-pagos, terá de fazer um consumo mínimo de chamadas ou dados junto do operador doméstico.
  • Se alguém se ligar a uma rede de outro país mas, nesse mesmo dia, se ligar à sua rede nacional, os limites não se aplicam. Isto é para não penalizar as pessoas que, por hipótese, vivem num país e trabalham noutro, viajando todos os dias de um para o outro e voltando ao final do dia.

A Comissão Europeia define, também, que sempre que uma operadora suspeitar que um consumidor está a fazer uma utilização abusiva, deve avisá-lo antes de fazer uma cobrança adicional. Bruxelas recomenda que os custos sejam limitados a 4 cêntimos por minuto, 1 cêntimos por SMS e 0,85 cêntimos por megabyte de dados.

O roaming tem sido uma fonte importante de receita para as operadoras. Segundo o Financial Times, a consultora Deloitte estima que estes custos adicionais correspondem a entre 4% e 5% das receitas das operadoras europeias, em média. Daí que as operadoras tenham lutado nos últimos anos contra a utilização de roaming como se fosse em casa (como se chama este programa) sem limites. Segundo o jornal, as operadoras têm, inclusivamente, tentado um limite anual máximo inferior aos 90 dias que estão em cima da mesa.

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