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Mais de 100 Colaboradores e Parceiros da Sage ajudam a limpar Portugal

Estas atividades, tanto em Lisboa, no Parque Florestal de Monsanto, como no Porto, na Praia do Cabedelo em Vila Nova de Gaia e em Barcelona, foram organizadas em conjunto com a ONG Surfrider, uma referência mundial na luta pela eliminação da poluição marinha e as suas devastadoras consequências no meio ambiente.

A Sage reuniu os seus Colaboradores e Parceiros em duas ações distintas, que arrancaram pelas 10h00, no dia 6 de junho no Parque da Serafina, em Monsanto, e no dia 7 de junho na Praia do Cabedelo, Vila Nova de Gaia, com uma breve explicação da atividade pela Surfrider e uma chamada de atenção para a quantidade de resíduos que são deixados nas ruas. A ação decorreu ao longo dos dois dias, com a distribuição do material necessário pela organização. No final foram recolhidos mais de 15.000 resíduos de plásticos e outros materiais prejudiciais ao meio ambiente, recolhidos durante as ações em Portugal. Ambas as ações decorreram com o aval das Autoridades locais.

Josep María Raventós, Country Manager da Sage, declara que “É chocante percebermos que neste momento são produzidos mais de 400 milhões de toneladas de plástico no mundo, dos quais, cerca de 79% dos resíduos de plástico gerados são depositados em aterros ou abandonados no meio ambiente. Estes são dados realmente assustadores e todos os cidadãos e empresas, por todo o mundo, têm a responsabilidade de reverter este processo. Foi com isso em mente que nestes últimos dias movemos Colegas e Parceiros da Sage para uma ação conjunta, para tornarmos o nosso planeta num lugar mais limpo, principalmente para as gerações futuras”.

A Sage Foundation atua a nível global, desenvolvendo ações que permitem implementar o bem-estar das comunidades por todo o mundo. As ações com base no Dia Mundial dos Oceanos e do Ambiente foram replicadas em várias partes do mundo. Em Barcelona e no Porto limparam-se as praias e em Lisboa os espaços verdes. Os colaboradores da Sage dedicam 48.000 horas laborais por ano a realizar atividades de voluntariado na Sage Foundation.

 

Sage cria formação específica em SVAT para contabilistas

O SVAT é um selo de validação emitido pela Autoridade Tributária que garante padrões de qualidade para os ficheiros SAF-T (PT) de Contabilidade, produzidos pelo programa de contabilidade. Utilizando uma aplicação com selo de validação (SVAT) a Autoridade Tributária garante que a aplicação possui mecanismos de alerta e de validação de incoerências nos dados contabilísticos, permitindo a prévia correção de qualquer situação de não conformidade com os saldos esperados das contas para elaboração das Demonstrações Financeiras.

A Sage, consciente do impacto destas alterações, planeou um conjunto de formações e webinars gratuitos focados nas novas regras necessárias para qualquer contabilista ou empresa com contabilidade interna:

  • Webinars gratuitos: o próximo decorre já no dia 25 de fevereiro pelas 12h00;
  • Pack de formação “SVAT in a BOX”: engloba formação presencial, webinars mensais e o suporte de uma equipa especializada da Sage durante todo o processo;
  • Formação complementar: um calendário com formação específica que vai incidir em temas como SAF-T (PT) 1.04, Taxonomias e Analisador e a Integridade do SAF-T (PT) de Contabilidade de acordo com as recomendações da AT.

Desta forma, a Sage pretende dar o apoio necessário aos seus clientes e parceiros de negócio para que submetam corretamente o SAF-T (PT) à Autoridade Tributária, em 2020. O objetivo neste processo passa por tornar todas as burocracias e mudanças mais simples e acessíveis culminando num processo de implementação mais rápido e eficaz.

Joaquim Machado, Product Delivery Director da Sage, afirma que “Na Sage, iniciámos já há algum tempo o processo de obtenção do Selo de Validação AT para as principais soluções de Contabilidade, e fizemo-lo porque há claras vantagens em utilizar uma aplicação de Contabilidade autenticada com o selo SVAT. Desde logo garante que a aplicação cumpre com todos os requisitos que a Autoridade Tributária definiu como necessários para a obtenção desse mesmo selo e estes muitos requisitos fazem com que os utilizadores destas aplicações estejam mais seguros quanto à forma e eficácia com que vão conseguir dar resposta à nova forma de reportar a IES já muito em breve”.

Sage impulsiona a digitalização de 50.000 empresas

A Sage, enquanto parceira deste projeto, é a software house que irá disponibilizar as soluções de faturação que melhor se adequem a cada negócio.

 

O programa de Comércio Digital da ACEPI pretende, durante dois anos que as empresas adotem uma presença digital, que incorporem tecnologia nos seus modelos de negócio e que promovam internamente a desmaterialização de processos com os clientes e fornecedores. No âmbito deste programa, as organizações poderão colocar os seus negócios mais próximos do futuro, captando novos clientes, alcançando novos mercados internacionais e nacionais e otimizando os processos da organização.

 

Com vista a uma divulgação mais próxima das empresas, a ACEPI e as entidades envolvidas vão promover 150 sessões de apresentação durante os 2 anos, que irão ter lugar em associações empresarias de norte a sul do país.

 

A primeira sessão do roadshow, decorre já dia 6 de fevereiro às 09h30, em Leiria, no Teatro Miguel Franco.

 

Isália Barata, Diretora de Marketing da Sage, refere que: “Na Sage acreditamos no potencial que a digitalização traz ao negócio e o nosso compromisso é esse mesmo, apoiar as empresas portuguesas com ferramentas que as façam crescer, prosperar e vingar no mercado. Esta parceria com a ACEPI é mais um passo nesse sentido – a digitalização é já inevitável, é um caminho natural, mas muitas empresas precisam de suporte para o conseguirem, nomeadamente as de menor dimensão. Queremos que tenham a possibilidade de adquirir uma solução Cloud ou até mesmo Cloud Connected que se adeque de facto às necessidades reais do negócio e aos seus objetivos de crescimento, seja em Portugal seja em qualquer lado, pois esse é o grande benefício do comércio eletrónico.”

Cinco mitos relacionados com a motivação dos colaboradores

As férias chegaram ao fim, os dias são mais curtos e está cada vez mais frio. A nível empresarial, podemos afirmar que estas semanas caracterizam uma fase conhecida pela redução na produtividade, maior lentidão e também alguma falta de criatividade. Por isso, esta época também é reconhecida como “Blue January”.

Apesar de tudo, janeiro também apresenta oportunidades únicas, porque permite voltar a orientar os esforços na motivação dos colaboradores e também fomentar um ambiente laboral mais atrativo e gratificante. As equipas de recursos humanos, os colaboradores e a chefia da empresa podem contrariar o “azul” de janeiro e incentivar a produtividade em 2019, reforçando a estratégia, sem sucumbir aos hábitos tradicionais errados que teoricamente ensinam a fomentar a produtividade no trabalho.

Tendo em conta o contexto, a Sage, empresa líder em soluções de gestão empresarial na Cloud, destaca os mitos mais conhecidos no que à produtividade dos colaboradores diz respeito. São as empresas que realmente entendem o que motiva os seus colaboradores que se sentem mais seguras na tomada de decisões e na criação de um ambiente mais produtivo:

  1. Os colaboradores procuram grandes momentos de diversão, como jogos de ping pong ou atividades em equipa:

Todas as empresas mais “descontraídas” podem ter esses momentos, mas apesar de 40% das empresas considerar importante os jogos no escritório para os colaboradores, a realidade é que apenas 5% dos colaboradores valoriza esse tipo de atividades. De facto, segundo o estudo realizado pela Sage “Qual é a razão para os seus colaboradores não trabalharem?”, mais de metade dos inquiridos entendem-nas como uma distração.

  1. Dizer “obrigado” é suficiente para demonstrar aos seus colaboradores que reconhece o seu trabalho:

Agradecer é um grande ponto de partida, dado que 66% dos colaboradores inquiridos desejam sentir-se valorizados e reconhecidos pela empresa. Com isto, pretendem sentir que a empresa valoriza a sua contribuição no trabalho. Dizer obrigado vai muito mais além de um agradecimento, já que se trata de um novo sistema baseado na recompensa e no reconhecimento. Como por exemplo, enviar um e-mail aos colaboradores onde destaca o grande desempenho de todos durante um trimestre ou programando uma reunião de revisão mensal com a administração. É importante assegurar que a equipa se sente valorizada e que recebem um feedback regular.

  1. Os horários de trabalho flexíveis e o trabalho remoto distraem os colaboradores e prejudicam a sua produtividade

Algumas empresas hesitam na hora de estabelecer horários flexíveis ou permitir trabalho remoto, mas a verdade é que 81% dos colaboradores afirma que este tipo de flexibilidade é essencial. Procuram trabalhar num ambiente que se torne melhor para eles, aumentando desse modo a sua produtividade.

Porque é que é que os colaboradores não podem trabalhar a partir das 07h00 da manhã e terminar mais cedo se são mais produtivos de manhã? Porque é que os pais devem perder os eventos da escola dos seus filhos, apenas para que possam “ser vistos” no escritório? A ideia é considerar a opção de oferecer uma maior liberdade aos colaboradores para que possam criar os seus próprios horários e trabalhar remotamente, especialmente em janeiro, sendo esta uma época mais “triste”.

  1. O bem-estar é o fator mais importante para os colaboradores durante o mês de janeiro

É provável que os colaboradores regressem de férias com o objetivo de melhorar o seu bem-estar, tanto a nível psicológico como físico. Para isso, a empresa deve estar preparada para apoiar estas iniciativas, mas não apenas em janeiro. 39% dos colaboradores inquiridos consideram que as equipas de recursos humanos poderiam fazer mais para melhorar o seu bem-estar no trabalho. Apesar de janeiro ser um bom momento para começar, se não se continua a aplicar isto durante todo o ano, pode ser compreendido como um gesto vazio dos responsáveis.

Podem oferecer-se benefícios como vouchers para o ginásio ou fruta, já que isto garante um certo apoio para a saúde mental e também demonstra que a empresa valoriza a saúde e o bem-estar dos seus colaboradores graças a esta cultura. No entanto, tudo isto se deve aplicar de forma contínua na empresa.

  1. Motivar os colaboradores é uma prioridade durante o mês de janeiro porque a produtividade é menor

Existem várias organizações que fazem suposições para comunicar os objetivos dos recursos humanos em função do “gutfeel”. Neste caso, as equipas de recursos humanos deveriam utilizar dados e análises dos colaboradores para desenvolver perspetivas processáveis. Em que momento é que existe maior rotação? Foram explorados todos os dados dos inquéritos para compreender o que afeta o compromisso e quando? Ter acesso a ideais práticas pode marcar a diferença entre a compreensão dos mitos e a realidade.

Cloud, IA e o crescimento da tecnologia Blockchain: as previsões do ERP para 2019

© Reamp

Prevê-se que o crescimento do ERP (Enterprise Resource Planning) venha a ser impulsionado por vários fatores, incluindo fenómenos como a integração na cloud, melhores medidas de segurança dos dados e a integração de tecnologias de nova geração, tais como o machine learning e a inteligência artificial (IA). Mas, o que podemos esperar, exatamente, de 2019? Aqui estão as previsões da Sage para o desenvolvimento dos sistemas ERP, durante os próximos 12 meses.

  1. O poder da Cloud

Os sistemas ERP baseados na cloud irão tornar-se na opção predefinida para as empresas que procuram crescer e modernizar os seus processos empresariais num mundo cada vez mais competitivo. Ao longo de 2018, a adoção da cloud tem continuado a crescer praticamente em todas as áreas de negócio, com as organizações a acelerarem a implementação e integração dos seus projetos de forma a transformar as suas funções essenciais. Como tal, a transição de sistemas de ERP antigos para ERP baseados na cloud está a tornar-se numa realidade cada vez mais próxima.

No entanto, a transição dos sistemas ERP para a cloud tem estado relativamente mais lento do que noutras áreas de software, como é o caso do CRM. Isto deve-se principalmente a um conjunto de desafios identificados, incluindo questões de segurança, falta de competências e preocupações com o tempo e os custos para as implementações.

Apesar desta morosidade relativa, estamos prestes a atingir um momento crucial em 2019, quando os ERP baseados na cloud conquistarem o seu posicionamento no mercado. As empresas estão a aperceber-se de que os ERP na cloud oferecem as melhores soluções para os desafios atuais, e é por isso que se estima que o mercado de ERP na cloud cresça para quase 30 mil milhões de dólares até 2021. A única exceção no que respeita a esta tendência é a indústria de produção, onde os analistas preveem uma adoção mais demorada.

Noutros setores, existe um conjunto de fatores que promovem esta adoção, tais como a melhoria da qualidade dos produtos, a necessidade de uma maior mobilidade, a gestão em tempo real e a monitorização de processos. Saber gerir, de forma inteligente, o crescimento rápido é, também, um fator essencial. Dada a rapidez com que os negócios modernos tendem a crescer, o ERP na cloud ajuda as empresas a lidarem com este crescimento e a melhorarem o desempenho do negócio.

  1. Um passo em frente para a Inteligência Artificial e Machine Learning

Já não é novidade as capacidades da inteligência artificial e do machine learning são funções fundamentais no futuro de software ERP. Estas ferramentas oferecem uma enorme variedade de benefícios, em particular, a capacidade de automatizar processos, aumentar as eficiências, gerar conclusões e aumentar a capacidade humana na tomada de decisões.

Por exemplo, a IA pode poupar tempo considerável às empresas ao destacar anomalias nos dados empresariais, ao invés da necessidade de análise de relatórios por parte dos colaboradores, ajudando a identificar potenciais problemas antes que estes ocorram, evitando tempos de inatividade e resultando em poupança de tempo, dinheiro e produtividade.

Em vez de substituírem os seres humanos, as ferramentas de IA e de machine learning irão apoiá-los nas suas funções ao proporcionarem elevados níveis de inteligência e de conhecimento.

  1. O ERP, na vanguarda

Com a Internet das Coisas (IoT) sem sinais de desaceleração, os fabricantes investiram mais em soluções periféricas de ERP para alargarem os seus sistemas centrais e aumentarem a sua produtividade em 2019. Isto irá simplificar a comunicação entre o número cada vez maior de dispositivos IoT e ajudará na interpretação de dados recolhidos.

Ao ligar as soluções periféricas a dispositivos e produtos conectados à Internet, os dados IoT podem canalizar-se automaticamente ao sistema ERP principal. O que, por sua vez, proporciona às empresas uma melhor supervisão das operações da sua cadeia de distribuição e acelera o processo de tomada de decisões.

Também pode melhorar a inteligência empresarial. Fazendo a transferência para o edge-computing, as empresas podem monitorizar as operações das máquinas desde qualquer lugar do mundo e realizar análises em tempo real para gerirem a manutenção e minimizarem as interrupções. Esta informação ajuda os gestores a tomarem melhores decisões táticas e permite-lhes saber exatamente o que se passa ao longo de toda a cadeia de distribuição.

Além destes benefícios, as soluções periféricas baseadas na IoT irão continuar a ser mais acessíveis nos próximos meses, o que irá impulsionar cada vez mais fabricantes a implementarem esta tecnologia em 2019. Os que não o façam, irão provavelmente deparar-se com uma situação de desvantagem em relação à sua concorrência.

  1. Dados por todo o lado

A recolha de enormes quantidades de dados deixou de ser suficiente. As organizações têm de ser capazes de utilizar esses dados corretamente para tirar partido dos vários benefícios operacionais que estes podem oferecer. A utilização de ferramentas analíticas ligadas ao software ERP ajudará as empresas a realizar previsões que podem ser utilizadas para informar as suas estratégias de negócio e ir ao encontro das necessidades dos seus clientes. Tirar partido dos dados recolhidos é essencial para identificar quaisquer processos ineficientes. Ao longo dos próximos meses, a utilização de dados no sentido de melhorar procedimentos internos será a chave para manter uma vantagem competitiva e assegurar níveis de produtividade otimizados.

  1. O crescimento do Blockchain

Não é segredo que, à medida que o blockchain se vai desenvolvendo, esteja a ganhar cada vez mais adesão em muitas áreas do software empresarial, e os sistemas de ERP não constituem exceção. Apesar desta tecnologia ainda estar a dar os primeiros passos, nos próximos meses irão surgir novas utilizações blockchain em ERP, em particular no que respeita à transformação da indústria.

A gestão da cadeia de distribuição está já a mostrar bastante potencial como aplicação inicial da tecnologia blockchain ERP, devido à visibilidade e rastreabilidade que esta oferece. Por exemplo, a gestão do inventário é, tradicionalmente, um processo complexo e difícil, especialmente para as organizações globais, mas a tecnologia blockchain tem a capacidade de agilizar consideravelmente as operações através do estabelecimento de ligações entre as redes de fornecimento através de um sistema descentralizado.

Do lado da visibilidade, os sistemas ERP com tecnologia blockchain poderão permitir a todas as partes envolvidas identificar com precisão todo o percurso de um produto, da fábrica até a prateleira da loja, sem preocupações com a perda ou falsificação de registos. Esta será sobretudo importante no setor da alimentação e das bebidas, em que a tecnologia blockchain oferece transparência e a garantia de origem dos produtos validada desde o local onde foram produzidos até ao local onde serão consumidos.

Esta tecnologia irá também possibilitar a automação de processos de negócio por meio de “contratos inteligentes”, que essencialmente garantem as relações por meio de código criptográfico. De forma semelhante aos pagamentos automáticos, os contratos inteligentes irão tornar obsoleta a necessidade de enviar faturas e procurar todos os pagamentos, resultando em poupanças de tempo consideráveis e garantindo que todos recebem os pagamentos pontualmente.

Ainda é muito recente, mas a capacidade de um ERP com blockchain fortalecer a integridade e a automação das cadeias de fornecimento está a tornar-se cada vez mais evidente, o que irá sem dúvida ajudar a que se estabeleça como a opção envolvente para as empresas à medida que o ano de 2019 avance.

“As novas tecnologias chegaram para ficar e nenhum setor as pode ignorar. Concretamente, a indústria dos ERP vai passar por grandes mudanças, que, sem dúvida, terão um impacto positivo na produtividade e na eficiência das empresas que agarrem a transformação digital” afirma Cristina Francisco, Head of Product Marketing da Sage. “Na Sage, prevemos que 2019 será o ano do verdadeiro avanço tecnológico na área dos ERP e é fundamental que as empresas estejam cientes dos benefícios que a Inteligência Artificial, o blockchain e o Machine Learning podem trazer aos seus negócios”, conclui.

Sobre a Sage:

A Sage (FTSE: SGE) é líder global no fornecimento de tecnologia que ajuda empresas de todas as dimensões na sua gestão empresarial diária, desde os recursos financeiros aos humanos – quer sejam uma start-up, scale-up ou grande empresa. Fazemo-lo através da Sage Business Cloud – a única solução de gestão empresarial de que os clientes precisam, que inclui as áreas de Contabilidade, Financeiro, Gestão Empresarial, Recursos Humanos e Salários, Pagamentos & Banking.

A nossa missão é libertar os empreendedores dos encargos administrativos, para que possam ter mais tempo disponível para fazer o que mais gostam – e fazemo-lo todos os dias para três milhões de clientes em 23 países, através de 13.000 colaboradores e uma rede abrangente de contabilistas e parceiros. Comprometemo-nos em trabalhar de uma forma ética e correta, apoiando as comunidades locais através da Sage Foundation. Para mais informação, visite www.sage.pt.

Cinco aspetos que um CFO deve ter em conta para gerir o crescimento da sua empresa

A Sage, líder de mercado em soluções de gestão empresarial na Cloud, analisou o papel dos CFO (Diretores Financeiros) no setor da indústria. Numa economia cada vez mais global e competitiva, o cenário das cadeias de distribuição é muito mais complexo e os CFO devem assumir uma visão muito mais ampla da empresa, dirigindo o negócio não apenas aos próprios benefícios económicos, mas também à eficiência e ao futuro.

Tendo em conta este contexto, a Sage destaca os cincos aspetos fundamentais que um CFO deve ter em conta para desenvolver bem o seu trabalho num ambiente em mudança, digital e globalizado no qual evoluem atualmente as empresas:

1.O impacto da globalização

A globalização trouxe diversas vantagens aos fabricantes, desde o acesso a novos mercados até à capacidade de procura dos melhores recursos a nível global. Os acordos de comércio livre, por exemplo, permitem às empresas de diferentes países estabelecerem acordos lucrativos entre si sem a intervenção dos governos. Contudo, também se colocam alguns desafios em relação às normas de informação financeira.

Existem processos reconhecidos universalmente, como as Normas Internacionais de Informação Financeira e as Normas Internacionais de Auditoria, mas não são obrigatórias para todos os países, especialmente nos Estados Unidos. Como consequência, os CFO e as suas equipas enfrentam o desafio de compreender não apenas as regulações dos seus países, mas de todos os países em que têm negócios. Poder-se-ia afirmar que trabalhar com associados nos diferentes mercados que conheçam a regulação pode ajudar a minimizar muitos riscos.

  1. Recondução dos investimentos

É fácil distrair-se com projetos que agreguem pouco valor ao processo de fabrico e ao resultado final, mas o conhecimento e o pragmatismo do CFO podem implicar uma proteção eficaz contra isto. Os CFO podem utilizar o seu conhecimento das despesas operacionais para guiar os investimentos de forma favorável e assegurar também que os fabricantes priorizem as oportunidades que oferecem benefícios a curto e a longo prazo.

  1. Integração de processos de melhoria

Os CFO também têm de contribuir bastante na melhoria dos processos da indústria, já que podem ajudar a eliminar intermediários em todo o processo, assim como reduzir custos e melhorar o retorno de investimento.

  1. O verdadeiro valor da mudança digital

A digitalização permite aos CFO estabelecerem melhor as suas prioridades de acordo com a quantidade de trabalho e colocar ênfase nos aspetos mais importantes. Além disso, todos os departamentos podem partilhar a informação ao mesmo tempo, de forma direta e sem intermediários. Por fim, este processo permitirá aos CFO equilibrar CAPEX com OPEX, e ao mesmo tempo garantir que qualquer sistema de aquisições seja o mais adequado para a empresa, tanto a curto como a longo prazo.

  1. Automatizar ou não automatizar

A automatização não é nada de novo no mundo da indústria. Embora a ideia das fábricas autónomas possa ser atrativa para os Diretores Executivos, a realidade é que os sistemas de Inteligência Artificial e os robôs ainda necessitam de muita supervisão e de manutenção humana. Equilibrar a poupança de custos e os aumentos em termos de produtividade implica um desafio ético, já que pode conduzir a uma tendência de substituição de humanos por robôs. Encontrar o equilíbrio será a tarefa do CFO e do departamento financeiro, identificando prioridades e envolvendo-se para se converter no agente da mudança, conduzindo o negócio para a rentabilidade, eficiência e o futuro.

“A automatização pode ser vista como uma ameaça para os colaboradores do mundo da indústria, mas os CFO devem ter consciência do seu potencial na altura de aumentar o trabalho das pessoas ao invés de substituí-lo. A indústria de produção está em constante evolução e a pressão do CFO vai aumentar ao longo dos anos. A mudança como oportunidade irá proporcionar uma vantagem competitiva, já que o CFO deverá ser proativo e fazer avançar o negócio para os desafios do futuro”, conclui Josep María Raventós, Country Manager da Sage.

Sage cresce a nível global e põe foco na transição para o modelo SaaS

Steve Hare, CEO da Sage, afirma: “A Sage melhorou o seu desempenho na segunda metade do ano fiscal 2018. O foco nas receitas recorrentes e em subscrição geraram um grande impulso no fecho do ano. Enquanto CEO, terei os meus clientes, colegas e a inovação no centro de tudo o que fizermos por forma a acelerar a transição e tornarmo-nos um negócio SaaS de excelência. Isso implica um maior investimento de recursos na Sage Business Cloud, um compromisso contínuo com o sucesso dos clientes e uma cultura que valoriza os indivíduos e promove a colaboração. Um aumento dos investimentos nestas áreas vai conduzir à aceleração do crescimento sustentável e de elevada qualidade das receitas recorrentes.”

Principais destaques:

‒ Crescimento da receita orgânica de 6.8% e uma margem operacional orgânica de 27.8%;

‒ Melhoria de desempenho no segundo semestre do FY18 com um maior foco na receita recorrente, impulsionada pelo modelo de subscrição, que veio acelerar o começo do FY19, uma vez corrigidos os problemas identificados no H118;

‒ As receitas relacionadas com a plataforma Sage Business Cloud ascenderam aos 434 milhões de libras, registando um crescimento de 51%;

‒ Durante o FY19, a empresa continuará a focar toda a sua atenção na transição para o modelo SaaS, com as prioridades operacionais identificadas para que tal seja possível.

Principais resultados no FY18:

‒ Melhoria de desempenho no segundo semestre do ano fiscal 2018, com um crescimento orgânico das receitas de 7,0%, impulsionado pelo foco renovado no modelo de susbcrição de alta qualidade e da receita recorrente. A destacar agosto e setembro, com um crescimento da receita recorrente superior a 7%, impulsionando o crescimento para o FY19;

‒ Recuperação na região do Norte da Europa (Reino Unido & Irlanda), com aumentos sequenciais no crescimento da receita recorrente em todos os meses do H2 do FY18, e em França, que no Q4 do FY18 apresentou o trimestre mais forte desde o Q1 do FY16; também na América do Norte se registou um crescimento a dois dígitos nas receitas recorrentes e orgânicas;

‒ Destaque para as soluções cloud connected, com um crescimento de 66% bem como as soluções cloud native, Sage Intact e Sage People, com um crescimento de 30% e de 49% respetivamente;

‒ A receita recorrente representa 79% das receita totais e o modelo de software em subscrição é de 46%, face à receita total;

‒ A margem orgânica operacional foi alcançada, registando 27.8%;

‒ Forte free cash flow de 356 milhões de libras, 19% de receitas, ROCE de 23% e dívida líquida: o EBITDA reduziu para 1.2x. Aumento de 7% no dividendo ordinário de todo o ano para 16.50p, com uma política para manter os dividendos em termos reais de agora em diante;

‒ As Sage Payroll Solutions, serviços de outsourcing para processamento de salários nos EU, estão agora classificadas como detidas para venda e excluídas dos números orgânicos.

Prioridades para FY19:

A estratégia da Sage passa por se tornar uma grande empresa de SaaS tanto para os Clientes como para os seus Colegas. A Sage fez progressos significativos na construção do negócio em SaaS, registando 46% das receitas de software em modelo de subscrição. No FY19 é essencial acelerar a transição para o modelo de negócio em SaaS e continuar a colocar no centro do negócio os Clientes, os Colegas e a inovação.

Ao estabelecer uma relação mais próxima com os seus Clientes e Colegas, a Sage impulsionará uma maior satisfação do Cliente e aumentará o valor destas relações.

Para tal, foi identificada uma série de prioridades-chave para o FY19:

  1. Foco na inovação e e nas capacidades da plataforma Sage Business Cloud:
  • Aumento de recursos em R&D para uma evolução na plataforma Sage Business Cloud, incluindo tecnologia emergente;
  • Expandir a disponibilidade da Sage Business Cloud noutros mercados, avançando com a internacionalização da Sage Intacct, começando com a Austrália e o Reino Unido & Irlanda;
  • Destacar a oferta de serviços da Sage Business Cloud, para melhorar a experiência do utilizador, o processo de migração, os microserviços e a conectividade do sistema;
  1. Melhorar a relação com os clientes e a experiência proporcionada, investindo nos melhores sistemas, ferramentas e formação para melhorar a informação de gestão disponibilizada aos Clientes.

O investimento acelarado nestas terá um impacto nas despesas operacionais à volta de 60 milhões de libras no FY19, com aproximadamente dois terços do investimento alocado ao produto e à inovação.

3. Simplificação do portfólio de produto para permitir uma maior foco na transição para a plataforma Sage Business Cloud, identificando modelos de criação de valor, através da Sage ou mediante acordos estratégicos.

Sobre a Sage:

A Sage (FTSE: SGE) é líder global no fornecimento de tecnologia que ajuda empresas de todas as dimensões na sua gestão empresarial diária, desde os recursos financeiros aos humanos – quer sejam uma start-up, scale-up ou grande empresa. Fazemo-lo através da Sage Business Cloud – a única solução de gestão empresarial de que os clientes precisam, que inclui as áreas de Contabilidade, Financeiro, Gestão Empresarial, Recursos Humanos e Salários, Pagamentos & Banking.

A nossa missão é libertar os empreendedores dos encargos administrativos, para que possam ter mais tempo disponível para fazer o que mais gostam – e fazemo-lo todos os dias para três milhões de clientes em 23 países, através de 13.000 colaboradores e uma rede abrangente de contabilistas e parceiros. Comprometemo-nos em trabalhar de uma forma ética e correta, apoiando as comunidades locais através da Sage Foundation. Para mais informação, visite www.sage.pt.

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