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CENTROS FINANCEIROS EM ZONAS SECUNDÁRIAS DA EUROPA PERMANECEM NO TOPO DAS PREFERÊNCIAS DOS INVESTIDORES

O relatório indica que embora as yields prime dos escritórios tenham estabilizado em 58% dos mercados, estas mantém-se nos 4% ou menos, com a exceção de Lisboa (4.25%), Varsóvia (4.5%), Manchester (4.75%), Atenas (6.25%) e Bucareste (7.15%). Neste sentido, verifica-se uma manutenção do interesse dos investidores sendo expectável o desejo de maiores retornos.

Relativamente a outros setores, Atenas, Varsóvia, Lisboa e Bucareste são os únicos mercados onde a rentabilidade dos centros comerciais foram afetados em cerca de 25 pontos base (p.b.) nos últimos 12 meses, resultando num incremento do valor dos ativos. Noutras localizações, a rentabilidade dos centros comerciais mantiveram-se estáveis em cerca de 10-25 p.b. Londres e Paris viram a rentabilidade subir em cerca de 50 pb. e 75 p.b., respetivamente, sendo que o e-commerce continua a perturbar o setor.

A Savills revela também que as rentabilidades logísticas estão rapidamente a comprimir os mercados europeus, numa média de -47 p.b. em comparação com este trimestre do ano transato, à medida que a procura de armazéns estrategicamente localizados cresce.

Segundo Nuno Esteves, Senior Analyst do Departamento de Investimento da Savills Portugal: ”A qualidade de vida que Portugal proporciona e que tão eloquentemente tem vindo a ser comunicada nos media, potencia a sua capacidade de reter talento. Desta forma, há uma forte procura residencial de pessoas provenientes do estrangeiro, bem como de empresas que também acompanham a tendência alavancada pelas condições socioeconómicas do país. Os investidores identificam claramente esta dinâmica e mantêm o seu apetite por ativos desta natureza. Há margem de crescimento quer nas rendas, quer no take-up líquido e bruto, solidificando a posição portuguesa no mercado de escritórios num contexto europeu. A limitação de ativos disponíveis para operações de investimento em todos os setores aliada à elevada liquidez, cria um paradoxo que se traduz numa grande vontade para investir e poucas opções disponíveis em zonas mais consolidadas, abrindo oportunidades em setores ou localizações alternativas. As yields não podem comprimir para sempre e a valorização dos ativos terá que ocorrer por outras vias. O time-to-market e a gestão do risco do licenciamento são preocupações cada vez mais latentes.”

Eri Mitsostergiou, Diretor do Departamento de European Research da Savills, comenta: “No contexto do decréscimo do volume de investimento por toda a Europa, observamos um número de novas cidades a superar os tradicionais hotspots em todos os mercados. Com algumas cidades ainda acima dos 4% da marca de rentabilidade para escritórios, irá ser interessante observar quão rapidamente essas localizações vão ao encontro de zonas onde a rentabilidade é menor que 4%.

Por outro lado, será fascinante observar como os setores de retalho e logística irão atuar perante o aumento da procura, devido à subida exponencial do e-commerce que reflete uma maior procura por espaços de armazém.”

Marcus Lemli, Head of Investment da Europa da Savills, adicionou: “Apesar de termos assistido a níveis de liquidez muito elevados, a disponibilidade limitada de ativos de qualidade associada à detenção dos ativos por um período mais alargado, reduziu a atividade. Neste sentido, significa que os investidores começaram a centrar mais as suas atenções em mercados secundários nos quais se verifica uma rentabilidade mais atrativa. Esperamos ver esta tendência crescer à medida que avançamos para o segundo semestre.”

SAVILLS APRESENTA ESTUDO “WHAT WORKERS WANT PORTUGAL 2019”

Esta primeira edição, especialmente dedicada à importância da necessidade de se conhecerem as principais tendências que motivam o mercado imobiliário português, será apresentada no Hub Criativo do Beato (Rua da Manutenção 118), em Lisboa.

Este estudo desenvolvido pela Savills Portugal tem como principal objetivo esclarecer a importância da necessidade de se conhecerem as tendências que motivam o mercado de escritórios e como estas estão relacionadas com o espaço e design utilizados.

As conclusões do estudo basearam-se num inquérito realizado aleatoriamente a cerca de 11.000 colaboradores europeus, dos quais 1000 trabalham em Portugal. O mesmo teve como objetivo analisar os fatores que se consideram ter mais impacto no seu local de trabalho, tais como os níveis de satisfação e estabilidade emocional.

Atualmente é primordial que se conheçam todos os colaboradores e que se compreenda o seu comportamento. A mudança dos vários paradigmas que estão sob a influência das próximas gerações vão, claramente, afetar cada vez mais as decisões referentes a espaços imobiliários.

O Estudo “What Workers Want 2019” será apresentado por Alexandra Gomes, do Departamento de Research da Savills Portugal e por Mike Barnes, do Departamento de Research da Savills Europe.

A sessão de abertura ficará a cargo de Patrícia de Melo e Liz, CEO da Savills Portugal e Joana Rodrigues, Architecture Director da empresa, sendo que o evento contará ainda com a presença de José Mota Leal, Project Manager da Startup Lisboa e João Pedro Tavares, Presidente da ACEGE, entre outros, conforme agenda (abaixo).

ASSINATURA DA SAVILLS EM MAIS UM PROJETO DE EXPANSÃO DA GÉNÉRATION

O departamento de Arquitetura da Savills desenvolveu o primeiro projeto em Portugal no ano de 2015 numa área de 750m² e no ano seguinte acompanhou o crescimento da consultora francesa para mais 1.000m². Com este progressivo sucesso, a Génération teve uma forte necessidade de ampliar a sua área de escritórios este ano, totalizando assim a sua área em 2.150m2, sempre fiel aos serviços disponibilizados pela Savills.

“Desenvolvemos este projeto em continuidade com o trabalho que realizámos em 2015 e 2016. O facto de conhecermos de perto os interesses e necessidades da Génération foi muito importante para esta expansão. É muito interessante e gratificante acompanharmos o crescimento dos nossos clientes e contribuirmos efetivamente para o seu bem-estar. Tanto a Génération como nós, Savills, estamos muito satisfeitos com o resultado do projeto desenvolvido e, quem sabe não nos voltaremos a cruzar num futuro próximo para mais um projeto de expansão. Seria uma vez mais um excelente indicador e certamente um projeto desafiante,” comenta João Nabais, Engineer of Architecture Department que acompanhou o projeto e obra das novas instalações da Génération.

Criada em 1996, a Génération é uma empresa de origem francesa especializada na gestão de planos de saúde e previdência corporativos para todas as empresas de seguros de vida e saúde, entre elas seguradoras, instituições de previdência, companhias de seguros mútuos, corretoras, atuários de consultoria, entre outras.

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