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Associação Salvador realiza “teste” do balão juntos de jovens na noite do Porto

Na noite de 19 de junho, véspera de feriado e em antecedência das celebrações de S. João na cidade do Porto, a Associação Salvador volta à Invicta com a ação “Regresso Seguro”, para promover a Segurança Rodoviária. 

Uma equipa de voluntários e pessoas com deficiência motora vão fazer um percurso pedestre pelas emblemáticas ruas da cidade do Porto, nas zonas envolventes dos Clérigos, Praça dos Leões e Galerias de Paris. Com esta ação, a Associação Salvador pretende enaltecer os perigos de conduzir sob o efeito de álcool e sensibilizar os milhares de pessoas que nesta época festiva saem à rua para se divertir.

Assim, vários membros da Associação Salvador, com o apoio e presença da PSP, irão incentivar as pessoas a garantirem o seu “Regresso Seguro” a casa, seja através de transportes públicos, táxi ou à boleia com pessoas de confiança que não consumam álcool. Serão também distribuídos “testes” do balão, com a assinatura da Associação Salvador e da Locarent, parceira nesta ação de sensibilização.

Para além disto, aludindo ao tema do S. João, serão também oferecidos dezenas de manjericos com quadras alusivas ao tema, como por exemplo:

Que lindo é ver, S. João,
Em teu louvor na noitada,
Um povo que te celebra com um festão,
E sabe que não deve pôr-se na estrada!

Segurança Rodoviária…”Boas viagens!”

Mas infelizmente, não é o que as estatísticas mostram, pois, os números dizem que a sinistralidade rodoviária tem vindo a subir nos últimos anos, após um período de agradável acalmia, devido a uma das maiores crises económicas de sempre.

O movimento de automóveis caiu mais de 30%, há menos de 10 anos, segundo algumas empresas internacionais de Consultoria automóvel. É uma certeza, que tivemos bons períodos, mesmo antes da crise, com um fantástico crescimento da rede de autoestradas, assim como um facilitado acesso ao crédito financeiro para aquisição de veículos mais seguros, há quase 20 anos…

As seguradoras acusam mais de 3000 participações, em todos os dias do ano, e os custos dos acidentes rodoviários, segundo a comissão Europeia, ascendem a cerca de 6.750 milhões de euros, por ano em Portugal! Mas nós portugueses até gostamos bastante, de automóveis, ou, será só do logotipo da marca?

Muitos dos que dizem gostar dos automóveis, têm medo de conduzir, gostam que apresentem um bom estado, limpos e brilhantes, mas muito poucos se preocupam em melhorar as técnicas e procedimentos duma condução automóvel mais económica, mais segura, ou mesmo mais rápida.

O automóvel tem mais de 130 anos, com muitos “players” há mais de 100 anos, sempre a evoluírem em segurança, conforto e eficiência, com uma produção anual quase a chegar aos 100 milhões por ano, de novos veículos automóveis.

Mas, porque é que desconsideramos tanto os acidentes na estrada, nas localidades ou mesmo, nas autoestradas? Será que conhecemos bem as causas mais frequentes dos acidentes rodoviários? Será que sabemos quais os órgãos automóveis mais importantes, em termos de segurança ativa e passiva? Saberemos o que podemos evitar, o que poderemos ganhar, com algum investimento pessoal para percebermos um pouco mais, como acontecem os acidentes rodoviários? Já pensámos alguma vez, em melhorar a observação sobre a nossa envolvente rodoviária, quando conduzimos um automóvel? Será que conseguimos impor uma distância mínima de segurança, ao longo dalgumas dezenas de quilómetros, num troço algo movimentado? Será que um Motorista profissional, num camião carregado de madeira, com um peso bruto de 60 toneladas sabe qual é a distância mínima de segurança, numa descida com um declive de 5%, viajando a uma velocidade de 50km/h? Talvez não…mas devíamos saber, prontamente, pois a sua inércia é brutal, nestas condições. E será que o condutor dum automóvel desportivo saberá que a 120km/h, depois de fazer atuar o sistema de travagem com a força máxima, o seu belo automóvel necessita de duas vezes mais espaço para parar do que precisa a somente 80km/h?

Mas sabemos que não devemos conversar ao telemóvel ou mandar mensagens, apesar de muitos de nós o fazermos, assim como andarmos muitas vezes, acima das velocidades permitidas, mesmo depois dum dia cansativo, debaixo duma chuva aborrecida.

Vale a pena sabermos um pouco mais das limitações impostas pelas leis da física, pela infraestrutura, pelo automóvel (mesmo sendo um topo de gama) e também por nós próprios, pois aos 40 anos, precisamos de quase o dobro do tempo de reação face a um imprevisto na estrada, do que temos aos 18 anos… Boas viagens!

Pedro Montenegro, Consultor & Auditor ISO 39001 Sistemas Gestão Segurança Rodoviária da APM Safe & Efficient Driving

Em 2017 morreram mais de 500 pessoas nas estradas portuguesas

De acordo com os números disponibilizados no ‘site’ da ANSR, que contabilizam a última semana de 2017 e têm dados acumulados de todo o ano, morreram nas estradas portuguesas 509 pessoas, mais 64 do que em 2016 (12,5%).

Foram registados 130.157 acidentes nas estradas (127.210 em 2016) e 2.181 feridos graves (2.102).

Os dados da ANSR, que se referem a Portugal continental e são ainda provisórios, indicam que dos acidentes resultaram no ano passado 41.591 feridos ligeiros, contra os 39.121 registados no ano anterior.

Só na última semana do ano (entre 22 e 31 de dezembro) foram registados pelas autoridades 15 vítimas mortais e 56 feridos graves.

Os dados acumulados do ano indicam que o distrito com mais acidentes registados foi o de Lisboa (26.698), seguido do Porto (23.606), Braga (10.980), Faro (10.752), Aveiro (10.416) e Setúbal (10.147).

O Porto lidera em número de vítimas mortais, com 68 registadas em 2017, seguido dos distritos de Setúbal (56), Lisboa (51), Aveiro (44) e Santarém (43).

Já o distrito com mais feridos graves registados em 2017 nas estradas portuguesas foi Lisboa (311), seguido de Faro (192), Setúbal (189), Santarém (186) e Porto (170).

Segundo anunciou em dezembro o ministro da Administração Interna, o Governo quer já no início deste ano definir objetivos para reduzir a sinistralidade rodoviária e refletir sobre qual a intervenção necessária nos atropelamentos, álcool e acidentes com motociclos, os três principais fatores de risco.

Para o ministro, Portugal tem números “absolutamente inaceitáveis de atropelamentos nas áreas urbanas”, sendo necessário “identificar as causas e circunstâncias e agir sobre elas”.

GNR intensifica patrulhamento nas estradas a partir de hoje

Segundo a Guarda Nacional Republicana, o reforço do patrulhamento nas estradas tem como objetivo “prevenir a sinistralidade rodoviária, garantir a fluidez do tráfego e apoiar todos os utentes das vias, no sentido de lhes proporcionar uma deslocação em segurança”.

A GNR chama a atenção para a possibilidade de ocorrerem acidentes nesta altura do ano, devido à existência de uma maior procura de eventos e de espaços de diversão, muitas vezes “associada ao cometimento de alguns excessos”.

Durante a operação “Ano Novo”, a GNR vai estar “particularmente atenta” à deslocação para os locais de diversão e de grande concentração de pessoas, devido às celebrações da passagem de ano, para “evitar comportamentos de risco por parte de condutores de veículos, com especial atenção aos condutores de ciclomotores e motociclos”.

Para a operação vão estar mobilizados militares da Unidade Nacional de Trânsito e dos Comandos Territoriais, que vão focar a sua atenção na condução sob a influência do álcool e de substâncias psicotrópicas, excesso de velocidade, manobras perigosas, incorreta ou não utilização do cinto de segurança e cadeirinhas para crianças e não utilização de equipamentos de proteção por parte dos motociclistas.

Os militares da GNR vão ainda efetuar ações de sensibilização dirigidas a peões, ciclistas e motociclistas.

LUSA

Com chuva , tome cuidado na estrada

Nas respetivas páginas de Facebook, Guarda Nacional Republicana (GNR) e Polícia de Segurança Pública (PSP) aconselham os condutores a conduzirem com especial precaução.

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Assim, e dado o período de chuva, a PSP aconselha-o a ligar os médios do automóvel, a diminuir a velocidade e a aumentar a distância de segurança.

Conselhos a que a GNR também faz referência, aconselhando ainda esta autoridade a que os condutores tenham atenção à formação de lençóis de água.

Holanda instala semáforos no chão para quem não larga o telemóvel

Uma cidade holandesa está a testar um sistema de sinais luminosos, um semáforo implantado no chão para zelar pela segurança rodoviária. A ideia é que os sinais luminosos atraiam a atenção das pessoas que se distraem com telemóveis e outros aparelhos, enquanto andam na rua.

O sistema de ilumação horizontal, em LED, de nome +Lichtlijn (ou seja, +Linhaluminosa) foi instalado na proximidade de três escolas, junto a um local de travessia de rua e coexiste com os semáforos normais, verticais, usando as mesmas cores para mandar parar ou avançar os transeuntes. Tal como os semáforos verticais a que estamos habituados, as luzes horizontais variam entre o verde e o vermelho, consoante o tráfego.

A ideia do município de Bodegraven é fazer com que quem esteja distraído, a usar o smartphone, seja atraído pelas luzes no chão e tome cuidado ao atravessar a rua. “Redes sociais, jogos, o WhatsApp e música causam grandes distracções no tráfego. Podemos não conseguir alterar esta tendência, mas podemos antecipar problemas”, justifica o vereador Kees Oskam.

O sistema, +Lichtlijn (linha da luz, em português), foi desenvolvido por uma empresa local, a HIG Traffic Systems, e já foi alvo de criticas por parte da Associação Holandesa para a Segurança Rodoviária.

“Não é boa ideia ajudar os utilizadores de telemóveis a olharem para eles. Não queremos que as pessoas usem telemóveis quando estão na rua, nem que estejam só a dar uma volta. As pessoas têm sempre de olhar em seu redor, para verem se os carros param nos sinais vermelhos”, disse o porta-voz do organismo, Jose de Long.

De acordo com o jornal holandês “DutchNew”, Long acusou o sistema em causa de “compactuar com as más condutas dos peões”.

Sabia que conduzir com casaco vestido pode ser perigoso?

A notícia surge após um estudo do Comissariado Europeu do Automóvel (CEA) em Espanha, segundo o qual um em cada cinco automobilistas conduz com o casaco vestido no inverno. Com quase 96% dos 1.025 condutores inquiridos a assumirem a sua crença de que utilizam a roupa mais adequada, a indicação de que, daquele valor, 15,12% conduz com o casaco vestido vem mostrar que existe um desconhecimento entre o que é recomendável e o que se crê como apropriado.

Assim, a Fundação CEA indica que os casacos são mesmo um dos elementos a evitar quando se senta ao volante, seja qual for o tecido. Uma das questões importantes tem a ver com a grossura, que faz com que se crie mais espaço entre o corpo e o cinto de segurança, podendo fazer com que o sistema de retenção não desempenhe a sua função de forma mais adequada, deixando aproximar em demasia o corpo do volante.

A utilização de cachecóis merece igualmente um sinal de desadequação, já que impede a total movimentação da cabeça durante a condução, podendo impedir, por exemplo, a observação correta dos espelhos retrovisores. De fora dos equipamentos adequados para a condução deverão ficar também as luvas, que retiram sensibilidade aos condutores, por exemplo no manuseamento do volante. Quanto ao calçado, as botas são pouco ‘amigas’: mesmo que tragam consigo maior conforto, retiram alguma da sensibilidade ao condutor.

Os mesmos conselhos são aplicáveis para crianças, que não devem sentar-se nas suas cadeirinhas vestidas com casacos grossos, correndo o risco de não ficarem convenientemente seguros.

Num laboratório do Michigan foram feitos testes de colisão, a 50 quilómetros por hora, onde pode ver-se uma simulação em que a criança parecia estar firmemente apertada na cadeira do carro, mas foi projetada para fora dela.

Helena Sacadura Botte, secretária-geral da APSI – Associação para a Promoção da Segurança Infantil, disse ao site da RTP que “normalmente os pais não têm o cuidado de ajustar diariamente o arnês, o cinto interno da cadeira, ao corpo da criança, e no inverno, quando usam casacos grossos, têm tendência a deixá-los assim com aquela medida e depois quando a criança viaja sem casaco, o arnês fica muito largo e isso não protege a criança”.

Além disso esta responsável adianta que “basta usar um casaco grosso para que esse casaco interfira com a colocação do arnês, que não vai assentar bem em cima dos ombros e muitas vezes tem tendência a ficar descaído sobre os braços, o que pode causar lesões”.

 

Operação “Natal Tranquilo” arranca amanhã

Em comunicado, a Guarda Nacional Republicana (GNR) avança que a operação “Natal Tranquilo” tem como objetivos prevenir a sinistralidade rodoviária, garantir a fluidez do tráfego e apoiar todos os utentes das vias, no sentido de lhes proporcionar uma deslocação em segurança.

Durante a operação, os militares da GNR vão, sobretudo, controlar a falta de cartas de condução, a condução sob influência de álcool e substâncias psicotrópicas, excesso de velocidade, incorreta ou não utilização de cintos de segurança e sistemas de retenção para crianças e utilização indevida de telemóvel.

Lisboa debate hoje injeção de 13 milhões na Segunda Circular

A proposta da maioria PS na Câmara de Lisboa, que visa aumentar a segurança rodoviária, a fluidez do trânsito e a qualidade ambiental, já foi apreciada pelo executivo em dezembro passado, mas a oposição pediu o seu adiamento de forma a ouvir a população.

“Na sequência deste processo participativo […] e à luz dos contributos recolhidos, foi alterado o projeto, tendo sido introduzidas melhorias”, vinca o vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, no documento que hoje vai ser apreciado.

Entre as principais alterações está a substituição de árvores da espécie lódão por freixos, o alargamento do separador central para a extensão mínima possível em cada zona, a aplicação de um sistema de retenção de veículos, a introdução de guardas de segurança e a criação de zonas de transição nos acessos da A1 (Autoestrada do Norte) e IC19 (Itinerário Complementar) à Segunda Circular.

Paralelamente, a autarquia quer “melhorar a velocidade comercial dos autocarros” que por ali passam, explica Manuel Salgado.

Em causa está um concurso público com publicidade internacional de quase 13 milhões de euros (incluindo o Imposto sobre o Valor Acrescentado), investimento que, na proposta inicial, rondava os 10 milhões.

Também o prazo da obra — que deve ter início em junho — passou de dez para oito meses.

Continua a prever-se a reformulação de nós de acesso, a redução da velocidade de 80 para 60 quilómetros/hora, a diminuição da largura da via em alguns locais, a montagem de barreiras acústicas, a reabilitação da drenagem e do piso e a renovação da sinalética e iluminação.

Na reunião, que decorre à porta fechada, será ainda debatida a cedência de terrenos com 21 mil metros quadrados à ANA – Aeroportos de Portugal.

 

Mais acidentes de viação mas menos mortos e feridos graves nos dois primeiros meses do ano

Nos primeiros dois meses deste ano registaram-se 21.205 acidentes nas estradas de Portugal continental, mais 1.966 do que em igual período de 2015, dos quais resultaram 73 mortos, menos seis do que um ano antes, 306 feridos graves (-1 do que em 2015) e 6.046 feridos ligeiros (mais 579), informa a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR).

Lisboa é o distrito com maior número de vítimas mortais – 12 -, tendo registado mais oito óbitos do que em igual período de 2015. Seguem-se Aveiro, com nove mortes (menos três) e Setúbal, com oito vítimas mortais (mais sete).

No extremo oposto, o distrito de Viana do Castelo ainda não registou qualquer morte, enquanto a Guarda contabiliza uma vítima mortal. Beja, Braga, Bragança, Faro e Vila Real registaram duas mortes cada.

As estatísticas da ANSR, com base em dados da GNR e PSP, apenas contabilizam como vítimas mortais aquelas cujo óbito ocorre no local do acidente ou no transporte até à unidade de saúde.

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