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“A Hyundai distingue-se da concorrência com a sua garantia exclusiva de cinco anos sem limite de quilómetros”

A Hyundai Portugal assume-se como um dos mais prestigiados players neste mercado. Neste sentido, que análise é possível perpetuar do crescimento da marca e quais as mais-valias que a mesma aporta ao cliente?

Nos últimos quatro anos, a Hyundai tem apresentado um forte crescimento, marcado pela renovação da sua Rede de Concessionários, pela sua gama de modelos jovem e alargada, e pela estratégia da marca de disponibilizar aos seus clientes soluções de mobilidade flexíveis e diferenciadoras que se adaptam tanto ao perfil do cliente particular como do cliente empresa.

A estratégia da Hyundai assenta em três pilares: a confiança, a performance e o progresso.

Desde logo a gama i, composta pelo i10, i20 e família i30, que democratizam a tecnologia, a segurança e o design.

A submarca N, a vertente desportiva da marca que incorporou o Know-How adquirido pela marca na sua aposta no desporto motorizado e conta já com dois modelos, o i30 N e o i30 Fastback N. Desta forma a marca disponibiliza aos seus clientes toda a emoção de uma utilização desportiva, na condução do dia a dia.

A gama SUV, onde a Hyundai tem um legado reconhecido com produtos de referência nos seus segmentos: o Santa Fe, o Tucson e o Kauai.

Na vertente da ecomobilidade, a Hyundai apresenta uma gama de produtos inovadores, como o IONIQ, a única plataforma no mercado que disponibiliza três motorizações ecológicas EV, PHEV e HEV. O NEXO, um SUV movido a hidrogénio que está na vanguarda desta tecnologia, e o novo Kauai EV que é atualmente o único SUV elétrico do segmento, com uma autonomia ímpar de 449 quilómetros (WLTP).

A Hyundai distingue-se da concorrência com a sua garantia exclusiva de cinco anos sem limite de quilómetros, que abrange todos os modelos ligeiros de passageiros da marca, e continua a comprovar a sua qualidade e a fiabilidade junto dos seus clientes. Esta garantia é complementada por cinco anos de assistência em viagem e cinco anos de check-ups gratuitos na rede autorizada Hyundai.

Estamos no início de 2019 e, portanto, pergunto de que forma é que vão procurar desafiar o setor automóvel?

Em 2019 a estratégia da Hyundai continuará a centrar-se no crescimento acelerado, suportado não só pela competitividade da sua gama renovada, como também pelo reforço da sua posição de liderança na ecomobilidade. Esta estratégia está refletida no lançamento do Novo Hyundai Santa Fe e i30 Fastback N, já no início do ano, assim como no reforço da sua oferta ecológica, que será alargada a vários modelos e contará com novas versões/motorizações ao longo deste ano.

A Hyundai pretende tornar-se mais do que uma marca automóvel, queremos ser um parceiro de mobilidade que disponibiliza soluções flexíveis e diferenciadoras que se adaptam ao perfil de cada cliente, como é o caso do Finance to Drive, que inclui várias alternativas de financiamento e mobilidade, tais como o Hyundai Open Drive, Hyundai Renting to Drive e Hyundai Credit to Drive.

Como analisa o presente e o futuro do setor do retalho automóvel?

O futuro é desafiante. Vivemos já no presente um momento de alterações no setor com o aumento de peso das motorizações ecológica e que será uma realidade que terá de encontrar um ponto de equilíbrio com as motorizações mais tradicionais Diesel e Gasolina enquadrando ainda as novas tecnologias que, acreditamos também, serão opção no futuro como é o caso da célula de combustível de Hidrogénio. A Hyundai é precursora nesta tecnologia tendo sido a primeira marca a produzir em série um carro a Célula de Combustível de Hidrogénio. Vivemos, portanto, um momento em que estas novas tecnologias vão encontrar o seu espaço no mercado, de acordo com as necessidades de cada cliente, redefinindo o mix de vendas atual.

A par desta tendência, o futuro trará a condução autónoma e as soluções de conetividade nas viaturas que constituirão uma mudança no paradigma de utilização das viaturas, permitindo novos modelos de mobilidade partilhada e integrada e novas formas de utilização, que seguramente obrigarão o setor a reformular-se e adaptar-se.

O grande desafio que se coloca ao retalho é continuar a manter-se como o fornecedor de mobilidade dos seus clientes, adaptando-se a esta nova realidade e às novas necessidades dos clientes. Tem, obviamente, condições privilegiadas para o fazer.

A transformação digital e as novas tecnologias são uma preocupação constante das empresas e os players do setor automóvel não fogem a esse desígnio. De que forma pretendem dar resposta às novas tendências da mobilidade?

A Hyundai quer estar cada vez mais conectada com os seus clientes. Assim, tem vindo a fazer uma forte aposta em comunicação digital para ir ao encontro dos clientes no meio digital. Em paralelo, a marca tem vindo a desenvolver e apresentar novas soluções aos seus clientes, em todos os serviços associados à sua viatura.

Sempre com o objetivo de garantir a máxima comodidade e qualidade em todos os serviços prestados, a Hyundai continuará a inovar e associar benefícios aos clientes Hyundai. O myHyundai, lançado recentemente pela marca, é mais uma prova disso. Um conceito inovador que pretende oferecer à comunidade myHyundai um conjunto de benefícios e ofertas exclusivas e diferenciadoras para o cliente e para a sua viatura.

A marca disponibilizou recentemente a marcação online das manutenções. De forma simples, rápida e totalmente transparente, todos os clientes da marca poderão efetuar a marcação da manutenção do seu Hyundai online, em www.hyundai.pt/servicos/marcacao-de-servico.

A Hyundai vai também lançar, em breve, a sua loja online onde o cliente poderá escolher acessórios para a sua viatura, merchandise oficial do Team Hyundai Portugal e da marca e conseguir rapidamente pedir homologações, tudo isto ao alcance de um clique.

Ao nível do renting, o que nos reserva este setor em 2019 e quais as dinâmicas da Hyundai Portugal para aportar mais-valias ao mercado?

A Hyundai tem campanhas e programas específicos desenvolvidos para renting em permanência, tanto para os veículos de passageiros, como para os comerciais que se adequam a todas as necessidades do mercado.

Como mais-valia para o mercado, destacamos a garantia Hyundai, única no mercado, com cinco anos e sem limite de quilómetros, assim como a flexibilidade e diversidade nas soluções de aquisição, como, por exemplo, as soluções do Hyundai Renting. Este produto específico foi desenvolvido de base para a gama Hyundai e é disponibilizado ao mercado, exclusivamente, através da rede de concessionários. É uma solução capaz de, em qualquer modelo, fornecer rapidamente os valores mais competitivos de acordo com as necessidades do cliente, adequando quilómetros, período de utilização e serviços. De momento, o Hyundai Renting apresenta em campanha especial para o Hyundai KAUAI Diesel e a i30 SW Diesel.

Hoje o setor do renting tem tido um crescimento exponencial em Portugal. Sente que este será, no futuro, um pilar de volume de negócios das marcas?

A Hyundai tem mantido um foco especial nas soluções de renting enquadradas no seu programa Hyundai Empresas, com soluções específicas que incluem vários serviços e são ajustáveis às necessidades e perfil de cada frota ou empresa.

No que se refere aos particulares, a Hyundai também tem investido cada vez mais em novas soluções de mobilidade que se adaptam perfeitamente às novas tendências do mercado e necessidades do consumidor atual, como é o caso do Hyundai FlexMobility. O FlexMobility foi criado em 2018 e viu no seu arranque uma campanha diferenciadora de renting para o Hyundai i20 que incluía a utilização de um Hyundai Tucson 15 dias por ano.

O que podemos continuar a esperar da marca em 2019? Que desideratos e novidades pretendem apresentar em Portugal?

Em 2019 a Hyundai pretende continuar a traçar um ritmo de crescimento acelerado no mercado automóvel nacional. No primeiro trimestre de 2019 a marca sul coreana cresceu 45,8%, no mercado de ligeiros, e registou o maior crescimento acumulado do Top 20 das marcas automóveis em Portugal e o melhor primeiro trimestre da marca em vendas desde 2002. Para isso vai dar continuidade à dinâmica de lançamentos dos últimos anos, mas também consolidar a presença da sua gama atual.

Adicionalmente, a marca vai continuar a inovar e a apresentar ao mercado novas soluções de mobilidade flexíveis e diferenciadoras para corresponder às expectativas e necessidades dos clientes.

Escolher Hyundai Portugal é…?

A Hyundai é uma marca de confiança, o que se comprova pela sua garantia de cinco anos sem limite de quilómetros, e que acredita que para garantir a satisfação dos seus clientes tem de exceder as suas expectativas e para isso tem desenvolvido novos modelos, versões e motorizações cada vez mais entusiasmantes, que incluem a mais recente tecnologia, e com design mais apelativo. Escolher a Hyundai é optar por uma marca fiável, dinâmica que procura sempre superar as expectativas dos seus clientes e que oferece ao mercado uma vasta gama de modelos equipados com as mais inovadoras soluções tecnológicas.

Volume de negócios recorde para a LIQUI MOLY em 2018

Ernst Prost, diretor da LIQUI  MOLY

No primeiro ano sob a égide do Grupo Würth, a LIQUI MOLY volta a registar um novo recorde no volume de negócios. Mas a curva de crescimento foi, este ano, mais plana.

A LIQUI MOLY registou vendas de 544 milhões de euros em 2018, o que representa só mais dois por cento do que o ano anterior. “Os conflitos comerciais internacionais, o verão quente e o aumento dos custos, nomeadamente o aumento dramático dos preços do petróleo, desaceleraram nitidamente o nosso crescimento em termos de volume de negócios e lucros”, afirmou Ernst Prost, diretor da LIQUI  MOLY.

Ao contrário dos anos anteriores, marcados por elevadas taxas de crescimento, o ano de 2018 foi moderado, à exceção de um ponto: com um volume de negócios de quase 54 milhões de euros e um crescimento de 34 por cento, o mês de outubro acabou por ser o mês de maior êxito da história de mais de 60 anos da empresa. Uma série de fatores impediu um crescimento semelhante para o ano inteiro: Os conflitos comerciais que se alastraram em todo o mundo tiveram também efeitos na LIQUI MOLY. Por exemplo, a atividade na China diminuiu mais de um terço. Também as atividades no mercado de exportações, de longe o mais importante para a empresa, a Rússia, regrediram fortemente devido à significativa desvalorização do rublo nos últimos 24 meses. “Estas mudanças deixam marcas”, explica o diretor de exportação, Salvatore Coniglio. “Se não estivéssemos representados em 150 países em todo o mundo, os resultados na China e na Rússia teriam um impacto muito maior. Podemos assim compensar as perdas de volume de negócios em vários países graças aos novos mercados.”

O crescimento subtil num mercado alemão muito competitivo também não atenuou as quedas nas exportações. “Dadas as circunstâncias, um crescimento de dois por cento na Alemanha e na Áustria é um verdadeiro êxito”, sublinhou o diretor, Günter Hiermaier. “Afinal, o número de concorrentes aumenta, mas o bolo a distribuir mantém-se igual. Por isso é que estes mercados são tão competitivos. Continuamos a apostar no marketing e na força de vendas.”

Paralelamente ao aumento mais lento do volume de negócios, os custos para a empresa aumentaram de forma dramática. Aos investimentos feitos em sistemas adicionais de administração de mercadorias, num novo software e noutro depósito de armazenagem de um montante aproximado de cerca de onze milhões de euros somam-se custos adicionais relacionados com o aumento dos preços do petróleo na ordem dos cerca de seis milhões de euros e com as condições meteorológicas: As altas temperaturas que se prolongaram no verão levaram a que uma navegação no Reno fosse impossível, ou fosse possível, mas apenas de forma limitada, pelo que o transporte de matérias-primas e produtos acabados encareceu. “Ao todo, os nossos custos de transporte e logística aumentaram 1,2 milhões de euros. Todos estes fatores foram um balde de água fria. É claro que o nosso lucro diminui significativamente com estes golpes, com custos mais altos e com volumes de negócios mais baixos do que o previsto. Mas a economia funciona como a vida real: devemos adaptar-nos às circunstâncias ou, então, ficamos para trás. E nem todos os anos são iguais”, explicou Ernst Prost.

Também as despesas de marketing e de pesquisa e desenvolvimento aumentaram, embora isso estivesse previsto. Em 2017, a LIQUI  MOLY investiu 19,8 milhões de euros na visibilidade da marca enquanto, em 2018, o investimento aumentou quase um milhão de euros. “O maior feito é seguramente o contrato publicitário com os Chicago Bulls. Esta equipa de basquetebol é uma das marcas desportivas mais conhecidas do mundo. Estima-se que tenha 175 milhões de adeptos. Nenhuma outra equipa profissional dos EUA consegue igualar este número”, sublinhou o diretor de marketing, Peter Baumann, ao referir-se à importância das campanhas internacionais para a empresa alemã.

A qualidade “Made in Germany” continua a ser um enorme trunfo para a LIQUI MOLY, tanto a nível nacional como internacional. E esta qualidade elevada constante é garantida pela pesquisa e pelo desenvolvimento, motivo pelo qual as despesas nesta área aumentaram para os quase 6 milhões de euros. “Os lubrificantes modernos são fórmulas altamente complexas. Quem quer ser líder de mercado precisa das técnicas mais modernas para o desenvolvimento e os testes de qualidade”, explicou David Kaiser, responsável por esta área e pela tecnologia de aplicação.

Mas houve outro número que também implicou custos adicionais: o dos co-empreendedores, nome pelo qual são designados os funcionários da LIQUI MOLY. Foram criados 24 postos de trabalho em 2018. Ao todo, 848 pessoas trabalham nas instalações de Ulm e Saarlouis, bem como nas filiais estrangeiras. “É com todo o gosto que gastamos esse dinheiro porque é um prazer criar postos de trabalho. Também não nos importamos de ter custos adicionais na ordem de um milhão de euros para o novo acordo salarial do sindicato das indústrias do setor mineiro, químico e energético porque isso é importante para as pessoas da família LIQUI MOLY”, afirmou Ernst Prost.

Depois de o antigo sócio-gerente vender as suas participações ao Grupo Würth no início do ano, muitos receavam uma mudança radical na LIQUI MOLY. “Mas aconteceu precisamente o contrário”, afirmou Ernst Prost. “O meu cartão de visita já só tem o nome Diretor em vez de Sócio, e Günter Hiermaier, o nosso diretor de vendas de há muitos anos, subiu para o posto de diretor-adjunto. De resto, continua tudo igual.”

Sobre a LIQUI MOLY

Com cerca de 4000 produtos, a LIQUI MOLY oferece uma gama de produtos ampla e única a nível mundial para o setor automóvel: óleos de motor e aditivos, lubrificantes e massas, sprays e tratamento automóvel, substâncias adesivas e produtos selantes. Fundada em 1957, a LIQUI MOLY desenvolve e produz exclusivamente na Alemanha, onde é líder de mercado incontestável no setor dos aditivos e é repetidamente escolhida como a melhor marca de óleo. A empresa vende os seus produtos em mais de 120 países e conseguiu, em 2017, um volume de negócios de 532 milhões de euros.

Volkswagen: Centro de desenvolvimento de software em Lisboa

Segundo uma nota de imprensa da Volkswagen, o novo centro de desenvolvimento dará emprego a cerca de 300 especialistas, entre os quais se incluem engenheiros informáticos, programadores web e designers UX, que irão dedicar-se ao “desenvolvimento de soluções de software baseadas na nuvem (cloud) para uma maior digitalização dos processos corporativos no seio do Grupo e para os veículos conectados”.

Segundo Martin Hofmann, CIO (Chief Information Officer) do Grupo, citado no comunicado da Volkswagen, o novo centro de desenvolvimento de software em Lisboa representa “um passo decisivo para o futuro”.

“Estamos a transferir a história de sucesso dos nossos laboratórios digitais de Berlim para Portugal”, diz Martin Hofmann, adiantando que o objetivo é “aliar tarefas empolgantes aos métodos de trabalho agilizados mais avançados no setor das Tecnologia de Informação”.

Para o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, também citado no comunicado da Volkswagen, a vinda deste centro de desenvolvimento de software para Lisboa vai ajudar a “captar talentos e a criar emprego especializado nos setores do digital e da mobilidade do futuro”.

“É com grande alegria que fazemos parte da próxima geração de soluções para o Grupo Volkswagen e podem contar com o nosso total apoio no futuro”, acrescenta o presidente da Câmara Municipal de Lisboa.

LUSA

IDEIAS INOVADORAS, O GARANTE DO SUCESSO DOS SEUS CLIENTES

Há 16 anos a operar em Portugal, Schnellecke apresenta-se no mercado como um player facilitador em processos complexos de outsourcing de serviços de logística.

A filial do grupo alemão conta como cliente a Autoeuropa para a montagem final e prefabrica componentes para a carroçaria dos modelos produzidos na Volkswagen. Pretendem tornar-se numa referência tanto na produção de componentes para automóveis de peças soldadas como na logística. Qual tem sido a estratégia usada para essa consolidação?

Inovação é a palavra de ordem na Schnellecke. Todos os anos, a empresa lança um prémio de Inovação a nível internacional, que é entregue à melhor ideia inovadora implementada durante o ano anterior numa das unidades da empresa. Em 2015, o projeto inovador escolhido para representar Portugal nos prémios foi a impressora 3D para peças suplentes em equipamento industrial.

A Gestão de Pessoas e Talentos é, igualmente, um dos pilares fundamentais para o crescimento e sucesso da empresa. Atualmente a Schnellecke está presente em cerca de 50 localizações, contando com o talento de 18.000 colaboradores. Esse é o segredo para a estrutura funcional e competitiva da empresa? A verdade é que ao longo dos últimos anos a Schnellecke Portugal tem apostado no desenvolvimento das competências dos seus colaboradores, quer através de ações de formação, do envolvimento dos colaboradores na implementação e/ou desenvolvimento de melhorias, mas também através da aposta numa política de comunicação, abertura, transparência e partilha de informação, promovida pela liderança. Os colaboradores motivados empenham-se e responsabilizam-se mais pelas decisões tomadas, por sentirem também a empresa como sua. “Como prestadores de serviços que trabalha com e para pessoas valorizamos muito a componente humana. Um dos dez princípios da Schnellecke Spirit guia-nos para a colaboração permanente”, realça Max Dores, Business Development Production da Schnellecke em Portugal e Espanha.

Schnllecke em Portugal

Durante o ano 2000 a Schnellecke instalou-se em Portugal, no mesmo ano a empresa iniciou atividade com duas naves destinadas à área da produção e da logística.

Cinco anos depois a empresa mudou-se para novas instalações feitas “à medida” de forma a tornar a Schnellecke apta para conseguir ter capacidade de resposta eficaz e satisfazer o cliente AutoEuropa, bem como clientes a Norte do País. Uma vez que o norte de Portugal tem uma concentração industrial significativa, a Schnellecke decidiu abrir um escritório na Trofa, trazendo valor acrescentado aos clientes que optem pelo outsourcing da logística. “Queremos que este seja o nosso ponto forte: a flexibilidade e a proximidade ao cliente. Queremos primar pelo rigor e permitir uma redução de custos ao cliente, bem como criar uma ligação de confiança duradoura”, afirma Max Dores.

Afirmou-se em tempos que não é possível em Portugal superar a produtividade alemã. Max Dores responde: “Não é verdade. A indústria alemã é eficaz, mas se compararmos as mesmas condições entre os dois Países conseguimos constatar que os portugueses são mais práticos e eficazes. São “desenrascados”. Infelizmente, Portugal ainda não é visto como um país industrial. Mas, a indústria, em particular a indústria automóvel está a crescer significativamente contribuindo para o PIB português”, explica o gestor.

Schnellecke Logística: Fatores diferenciadores

A abordagem ao mercado e o compromisso é o que distingue a Schnellecke. Não aguardam pelo contacto.

A Schnellecke Logistics demonstra a sua pro-atividade e a procura das melhores soluções para os seus parceiros.

A peculiaridade inicia-se nos primeiros contactos quando se estabelecem as convergências para a apresentação de soluções logísticas customizadas para cada parceiro, para cada projeto e para cada processo.

O suporte técnico da equipa de engenharia é fundamental no levantamento de necessidades in Loco, no design do projeto, na procura da inovação e da melhoria contínua, no estabelecimento de prazos, na implementação, na definição de objetivos e no acompanhamento do desenvolvimento da atividade. À semelhança das melhores consultoras logísticas do mercado, a Schnellecke tem a expertise em casa e usa-a em benefício dos seus clientes, os quais são considerados parceiros. “Mas somos diferentes: propomos e queremos fazer parte integrante na implementação das soluções apresentadas. Envolvemo-nos, responsabilizamo-nos diariamente e agendamos reuniões de follow up frequentes com os parceiros. Queremos acrescentar-lhes valor. Procuramos parcerias duradouras”, segundo João Reis, Key Account Manager Logística da Schnellecke Portugal.

Hoje, transportam todo o conhecimento que possui da indústria automóvel, que é extraordinariamente exigente e específica, para os restantes ramos da indústria transformadora. Sentem a necessidade da indústria portuguesa para se tornar mais competitiva nos mercados da europa central. Atrevem-se a afiançar que nenhum competidor do mercado logístico detém estas valências.

O que diferencia a Schnellecke dos demais concorrentes é a múltipla capacidade de associar várias competências no domínio da consultoria, da logística e da produção na indústria transformadora, sob a mesma jurisdição. Possui produção própria proporcionando um melhor entendimento das necessidades e especificidades da indústria em geral.

A Schnellecke é detentora de inúmeras certificações. Algumas pouco comuns e específicas dos setores industriais, que atestam o empenho e a qualidade, que a distingue no mercado em que opera.

BEST 2020  é o nosso compromisso de excelência com os nossos clientes e, em sintonia com o Schnellecke Spirit, é também a base para a colaboração profissional entre os colaboradores. As auditorias personalizadas são o exemplo de como uma boa ideia pode influenciar de forma positiva e assim melhorar os processos de trabalho além-fronteiras.

Porsche distribui bónus de 9.000 euros aos trabalhadores

Os “resultados excecionais” da Porsche no ano passado vão valer aos trabalhadores um prémio extra nas contas bancárias. De acordo com a Agência Reuters, a marca de carros desportivos do grupo Volkswagen anunciou um pagamento de 8.910 euros a ser feito em duas partes, de forma a recompensar os funcionários pelo “melhor ano de sempre”.

Há um ano, o pagamento tinha sido de 8.600 euros, mas a administração da Porsche considerou que os funcionários mereciam uma compensação maior pelos números apresentados “num contexto que era tudo menos fácil”. O escândalo das emissões que rebentou na segunda metade do ano passado dificultou a vida de todo o grupo Volkswagen, mas a Porsche conseguiu ficar imune a grande parte dos efeitos negativos que afetaram a empresa-mãe.

Os cortes da despesa no grupo Volkswagen deverão obrigar as restantes marcas do grupo a não seguir o exemplo da Porsche e prevê-se uma redução dos bónus pagos aos trabalhadores. Foram também anunciados pelo menos 3.000 despedimentos para ajudar a compensar as perdas com o processo das fraudes nos motores para esconder as verdadeiras emissões de gases poluentes.

Marcas clássicas vs tecnológicas: quem deve conceber o automóvel do futuro?

Na sua maioria, os automobilistas portugueses consideram que os construtores de automóveis são quem deve conceber e propor uma viatura conectada (69%). Os especialistas de TI surgem em segunda posição, com 57% dos portugueses a atribuírem-lhes a sua confiança, à frente dos fornecedores de equipamentos automóveis (33%).
Os gestores de infraestruturas de transportes (estradas, estacionamentos, estações de carregamento de veículos elétricos) (19%), os distribuidores/reparadores que estão regularmente em contacto com os clientes automobilistas (17%) e as empresas de telefones e de telecomunicações (14%) fazem também parte desta lista.
Tal como os portugueses, a generalidade dos automobilistas dos 15 países analisados pelo Observador Cetelem consideram que as marcas clássicas possuem mais legitimidade para fazer progredir o automóvel. Em média, 62% dos automobilistas atribuem-lhes a sua preferência na construção da viatura conectada, enquanto os especialistas de informação recolhem 46% das opiniões, seguidos pelos fornecedores de equipamentos automóveis (36%).

Mas em determinados países a competição entre construtores tradicionais e gigantes técnicos arrisca ser muito renhida. É o caso do Brasil e do México, onde os consumidores são quase tão numerosos a colocar a sua confiança nas grandes empresas de TI como nas marcas clássicas. A China chega mesmo a reconhecer mais crédito aos intervenientes do digital (63%) do que aos construtores de automóveis (53%).
«A maioria dos automobilistas está ainda muito ligada às marcas clássicas, mesmo nos países sem tradição na construção automóvel, como é o caso de Portugal. É incontornável que os construtores tradicionais têm trunfos sérios para enfrentar as grandes empresas tecnológicas neste duelo: possuem savoir-faire, experiência e já começaram a reagir e acelerar na implementação de estratégias que lhes permitam responder a esta nova realidade», explica Diogo Lopes Pereira, diretor de marketing do Cetelem.

As análises económicas e de marketing, bem como as previsões foram efetuadas em colaboração com a empresa de estudos e consultoria BIPE (www.bipe.com). Os inquéritos de campo ao consumidor foram conduzidos pela TNS Sofres, durante o mês de julho de 2015, em quinze países (África do Sul, Alemanha, Bélgica, Brasil, China, Espanha, Estados Unidos, França, Itália, Japão, México, Polónia, Portugal, Reino Unido e Turquia). No total, foram questionados mais de 8.500 proprietários de ma viatura adquirida nos últimos cinco anos.

Vendas da Volkswagen sobem 3,7% em janeiro

O presidente da Volkswagen, Matthias Müller, informou em comunicado que “as marcas do consórcio registaram em janeiro um aumento de vendas” em relação ao mesmo mês de 2015.

“O resultado dos mercados a nível mundial mostra-se desigual no início do ano. Brasil e Rússia seguem tensos, a China ganhou de novo velocidade e a Europa tem-se revelado estável”, segundo Müller.

No mês passado, o grupo Volkswagen vendeu na Europa 292.600 viaturas, uma subida de 1,8%. Na Alemanha, a subida foi de 0,4%.

Mas, as vendas na Rússia caíram 29,5% para 9.700 unidades e nos Estados Unidos foi registada uma redução de 7% para 36.400 unidades, porque vários modelos foram retirados após ser divulgado o escândalo da manipulação de emissões poluentes.

Na América do Sul as vendas também desceram (32,2%) para 36.500 veículos, devido à queda de quase 39% no Brasil. Na China, foi registado um crescimento em janeiro e a Volkswagen vendeu 400.100 unidades, um aumento de 13,9%.

Vendas da Volkswagen caíram 2% em 2015

O grupo, que tem entre outras as marcas Volkswagen, Audi ou Porsche, vendeu 9,93 milhões de veículos em 2015, ficando abaixo da fasquia dos 10 milhões que tinha atingido no ano anterior.

De acordo com os dados divulgados, o recuo das vendas mundiais foi de 5% no mês de dezembro. Em relação à marca Volkswagen, o recuo em dezembro foi de 8% nas vendas e de 5% no ano.

No ano passado, a marca vendeu 5,82 milhões de viaturas em todo o mundo, um recuo de 5% em relação ao ano anterior, de acordo com os números. A nível mundial esta é a primeira baixa nas vendas desde há 10 anos.

Desde setembro, o grupo enfrenta um escândalo devido à instalação em 11 milhões de veículos de várias marcas de um dispositivo para deturpar os testes antipoluição e tem de chamar às oficinas para reparação cerca de 8,5 milhões de viaturas na Europa a partir de janeiro.

Mercedes fatura 600 milhões de euros em Portugal e lidera marcas de luxo

A marca comercializou em Portugal 13.525 automóveis no ano passado, registando, assim, “um recorde absoluto no mercado nacional”, segundo o diretor-geral de vendas e marketing da empresa, Carsten Dippelt, acrescentando que foi igualmente alcançada uma quota de mercado de 7,6% em Portugal, uma das mais elevadas a nível europeu.

Também a smart, outra marca do grupo Daimler, atingiu um crescimento de 80% ao vender 2.597 unidades smart, correspondendo a 1,5% de quota de mercado, acima do registado em 2014.

Com estes resultados, a Mercedes-Benz Portugal ultrapassou a BMW em vendas no mercado de luxo, deixando também a Audi no terceiro posto.

A razão do sucesso de vendas foi, segundo Carsten Dippelt, o alargamento de novos modelos, uma situação que se iniciou em 2012 com o lançamento do Classe A, mas também “numa aposta clara na imagem da marca e do trabalho do pós-venda”.

Entre os modelos Mercedes-Benz mais procurados pelos clientes no ano passado, destaque para o Classe A com 4.303 unidades comercializadas.

No total, o segmento compacto da Mercedes-Benz comercializou 8.333 unidades em 2015, o que corresponde a um peso de cerca de 60% no total de vendas da marca alemã.

O novo Classe C Limousine e Station reforçaram também o volume de vendas da marca com 2.632 unidades. No segmento executivo, o Classe E (nas variantes limousine, station, coupé e cabrio) comercializou 1.147 unidades, enquanto o CLS Coupé e o CLS Shooting Brake registaram 272 unidades comercializadas.

O Classe S registou 133 unidades entregues a clientes, este que é o modelo de referência das limousines de luxo, e o Classe S Coupé que registou 28 unidades.

Para 2016, a Mercedes-Benz espera uma forte desaceleração das vendas, isto porque considera que o mercado português atingiu o seu ponto de maturidade com vendas a oscilar entre as 180 e as 200 mil unidades.

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