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SIBS REFORÇA INVESTIMENTO EM CASTELO BRANCO CRIANDO MAIS 200 POSTOS DE TRABALHO

De recordar que a SIBS está presente neste Município desde 2012, empregando, atualmente, 300 pessoas nas suas equipas de continuidade de operações de BPO, nomeadamente em serviços de Backoffice.

 Estas novas instalações cumprem o objetivo da SIBS de reforço e complemento das suas equipas em Lisboa, descentralizando as operativas de BPO e garantindo um sistema ativo-ativo operacional.

A criação destes postos é um investimento da SIBS para o desenvolvimento da economia desta região, sendo, em paralelo, uma oportunidade para jovens albicastrenses poderem desenvolver carreira na sua localidade de origem, numa das maiores empresas que aqui tem desenvolvido atividade no Município, permitindo igualmente demonstrar o potencial do centro do País.

Este Município tem visado criar condições para a domiciliação de empresas na região, ajudando empresas como a SIBS a eleger Castelo Branco como local ideal para, descentralizar a sua atividade e serviços prestados, criando assim externalidades positivas para o próprio concelho.

“Castelo Branco é uma localidade com uma população jovem, ativa e com excelente capacidade profissional que tem ajudado a SIBS a fazer crescer o seu negócio na região”, afirma João Luís Baptista, COO e Administrador Executivo da SIBS, acrescentando que “estamos certos que o investimento nestas novas instalações demonstra o reforço da aposta da SIBS na região, garantindo a empresa níveis adequados de resiliência operacional mediante a localização do seu negócio em diferentes áreas geográficas seguindo assim as melhores práticas de mercado”.

A SIBS é uma empresa de referência nacional de Business Process Outsourcing, prestando serviços que combinam de forma única, tecnologia e pessoas. Complementando as suas soluções tecnológicas com equipas eficientes e eficazes, a SIBS posiciona-se como um importante parceiro de negócio no mercado de transformação digital de processos, trabalhando em segmentos como a Banca, Seguros, Saúde, Telecomunicações, Utilities e Distribuição

CARRIS e SIBS lançam projeto piloto de pagamento e validação com QR CODE

Este projeto, desenvolvido em parceria com a SIBS, vai permitir adquirir e validar o título de transporte através da APP CARRIS. Durante a fase de testes, que vai decorrer até dezembro, um grupo de 150 utilizadores da carreira 15E terá acesso à plataforma de pagamento e validação, utilizando smartphones iOs ou Android e pagamentos MB WAY.

Este projeto piloto enquadra-se na estratégia de digitalização da CARRIS e na vontade que temos de acrescentar valor e conforto à experiência dos nossos clientes. Os resultados que esperamos recolher e analisar até ao final do ano, vão permitir afinar a estratégia de investimento em equipamentos de bilhética. A CARRIS aposta agora numa solução pioneira de utilização de QR CODE nos transportes públicos urbanos em Portugal, porque acredita que a inovação no relacionamento com os clientes é fundamental para promover uma mobilidade sustentável assente numa maior utilização do transporte público“, esclarece António Pires, Vice-Presidente da CARRIS.

A SIBS visiona contribuir ativamente para uma economia cada vez mais digital, em que o dinheiro, no seu formato básico, tende a tornar-se menos relevante, fomentando uma sociedade progressivamente mais cashless. A desmaterialização do dinheiro passa não só por uma utilização cada vez maior dos cartões, mas também por outros meios de pagamento eletrónicos que combinam segurança e fiabilidade, como é o caso do MBWAY em Portugal. A parceria com a CARRIS no âmbito do serviço Pay-as-you-go, vem reforçar a posição da SIBS na sua missão de simplificar o dia a dia das pessoas e fazer com que o futuro dos pagamentos seja cada vez mais focado na melhoria de experiência do cliente/utilizador“, afirma Gonçalo Amaro, Diretor de Digital & Ecommerce da SIBS.

Dona do Multibanco garante que mudanças nos cartões não penalizam consumidores

A Sibs, dona do Multibanco, garantiu nesta terça-feira que as alterações nos terminais de pagamento automático não trazem mais custos para os consumidores e não implicam o pagamento a crédito das compras.

Desde 6 de Junho que os terminais de pagamento automático passaram a incluir a opção de escolha quanto à rede que o cliente pretende usar para pagar. Mas a mudança, imposta por regulamentação europeia, está a deixar confusos os consumidores. Além do código, passa a ser preciso indicar se o cartão é da Visa, da MasterCard, da American Express ou do Multibanco (em Portugal a expressão “multibanco” é usada para designar genericamente os cartões de débito, mas esta é apenas umas das marcas de pagamento).

No caso de cartões que são, em simultâneo de crédito e débito (os chamados híbridos, pouco significativos em Portugal), é preciso também escolher qual é a forma de pagamento. Ao PÚBLICO, a Sibs esclare que quem tem cartões híbridos sempre teve “a possibilidade de indicar aos comerciantes a modalidade com que queria efectuar o seu pagamento (débito ou crédito)”. “Com esta evolução, esta opção tornou-se ainda mais transparente uma vez que cabe ao próprio cliente selecionar no terminal de pagamento a modalidade com que pretende efcetuar a sua compra”, adianta fonte da empresa.

Quanto aos cartões convencionais, a Sibs adianta que de acordo com o regulamento da União Europeia, publicado em finais de Abril de 2015, o pagamento a crédito só pode ser “efectuado caso o cliente utilize um cartão com esta modalidade para efectuar a operação”. Ou seja, se o cartão é de débito, a transacção é feita a débito, “estando o consumidor apenas a escolher fazer a compra através da marca”. “A opção dada ao consumidor não é, portanto, entre a operação ser realizada a débito ou a crédito, mas sim entre a marca Multibanco ou outra marca internacional. A selecção referida não tem implicações para o cliente”, continua a empresa.

Também numa nota que fez chegar aos clientes, a Caixa Geral de Depósitos explica que “os pagamentos feitos com cartão de débito são debitados na conta à ordem e os pagamentos feitos com cartão de crédito são debitados na conta cartão”. “Independentemente da rede que escolher, em nada muda a forma de funcionamento dos seus cartões”, indica o banco público. O mesmo fez o Novo Banco que garante ter enviado mais de três milhões de comunicações aos clientes.

Comerciantes na expectativa

Para os comerciantes, as mudanças não trazem impacto imediato, mas há riscos de um aumento de custos. “Nem todos os terminais podem ter esta opção e alguns terão de ser substituídos. Esperamos que a banca não aproveite isso para subir preços”, disse ao PÚBLICO João Vieira Lopes, presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP). Outro risco tem a ver com a escolha dos clientes que possuem cartões híbridos: se, ao serem confrontado com a opção de escolha, optarem por pagar a crédito, o comerciante terá de pagar taxas mais elevadas (para compras a débito a taxa máxima a pagar na União Europeia sobre o valor da transacção é de 0,2%, no caso do crédito é 0,3%).

“Será que ao ter de fazer a opção em cada transacção, o consumidor optará mais vezes por crédito? Só a experiência o vai demonstrar. Se isso acontecer é pior para os comerciantes porque terão de pagar mais taxas”, detalha João Vieira Lopes, defendendo que a banca deveria ter dado mais explicações sobre esta alteração.

A intenção do regulamento europeu é promover a transparência e a concorrência do mercado europeu de cartões, através da uniformização de requisitos em toda a Europa. Em Portugal, há acordo entre os bancos para a utilização dos cartões em todos os terminais automáticos e caixas automáticas multibanco, o que não sucede noutros países. As novas regras de Bruxelas incluíram a definição, pela primeira vez, de limites máximos às taxas cobradas aos comerciantes pela utilização de cartões bancários (as chamadasinterchange fees).

Valor das compras com Multibanco cresceu no início da época de Natal

Ainda segundo a empresa gestora da rede Multibanco, o valor médio dos pagamentos em lojas, nos terminais de pagamento automático do Multibanco, foi de 40 euros, menos um euro do que entre 24 e 30 de novembro de 2014.

No entanto, o número de transações foi maior, de 17,6 milhões, pelo que foram gastos 699 milhões de euros em compras nos primeiros dias da época de Natal, quando em período comparável de 2014 foram gastos 646 milhões de euros.

Já em termos de levantamentos feitos nas caixas automáticas da rede Multibanco, houve uma diminuição de 5,9% face ao período comparável do ano passado para 512 milhões de euros.

Também caiu o valor médio levantado por dia, em um euro, para 63 euros.

No total, no período entre 23 e 29 de novembro, foram efetuados 8,1 milhões de levantamentos no valor de 512 milhões de euros e feitas 17,6 milhões de compras no valor de 699 milhões de euros.

Assim, somando os números disponibilizados pela SIBS, nos primeiros dias da época natalícia foram processados 1211 milhões de euros na rede Multibanco em Portugal.

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