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“Exposição de Camélias e Orquídeas” regressa ao Terreiro do Palácio Nacional de Sintra

Como já vem sendo tradição, uma vez que esta é a nona edição da exposição de camélias e a quinta da exposição de orquídeas, será possível observar os melhores exemplares destas plantas trazidos por cada um dos participantes. No dia 9, serão eleitas a melhor espécie de camélia e de orquídea em exposição; a melhor cultivar portuguesa de camélia em exposição; o melhor híbrido de orquídea em exposição; entre outras distinções.

Este ano, o evento é dedicado ao Japão, país com fortes ligações culturais a Portugal, desde há vários séculos, que se refletem, nomeadamente, no gosto pelas várias espécies de camélias e orquídeas oriundas do continente asiático que são cultivadas nas quintas, jardins e casas portuguesas desde o séc. XIX. Para os Samurais, certos tipos de camélias e de orquídeas revestiam-se de grande simbolismo. Refiram-se, a título de exemplo, as “camélias higo”, originárias de Kumamoto. Como prova da devoção ao seu mestre, mas também de fidelidade e de respeito pelos seus antepassados, os Samurais tinham a prática de plantar e cuidar da camélia favorita do parente falecido.

É esta cultura milenar que se celebra nesta edição, onde será possível participar em workshops de bonsai, assistir a demonstrações de técnicas de origami e apreciar a singularidade do teatro de sombras e das artes marciais japonesas. Também as visitas guiadas que integram o programa permitem, por um lado, entender a relação Portugal-Ásia ao longo dos séculos, através de um percurso no Palácio Nacional de Sintra, e, por outro lado, apreciar a beleza poética das camélias em flor no Parque da Pena. Todas as atividades são de entrada livre, mas, em alguns casos, implicam uma inscrição prévia.

O cultivo de camélias e orquídeas em Sintra

A primeira camélia introduzida na Europa deverá ter chegado a Portugal no século XV. Já no séc. XIX, explorou-se o seu potencial de cultivo no exterior, com propósitos ornamentais, e assistiu-se ao desenvolvimento de novas cultivares por colecionadores botânicos privados e viveiristas portugueses. Em Sintra, as camélias assumiram-se, então, como o ex-libris do inverno. D. Fernando II introduziu no Parque da Pena uma coleção fornecida pelos mais prestigiados viveiristas europeus, com destaque para a coleção de cultivares portuguesas produzidas pelo viveirista Marques Loureiro, do Porto.

Em 2014, o estudo e a identificação dos 2258 exemplares de espécies e cultivares existentes no local culminou na classificação do Parque da Pena como Jardim de Camélias de Excelência, pela Associação Internacional de Camélias. O valor botânico e a diversidade da coleção da Vila Sassetti também merecem referência.

No que diz respeito às delicadas orquídeas, é de salientar que, desde muito cedo, despertaram a atenção de colecionadores botânicos, bem como da casa real portuguesa e dos proprietários das quintas de Sintra. Sublinhe-se que importantes viveiristas da Serra de Sintra dedicaram uma importante parte da sua atividade à produção de flor de corte com os conhecidos “sapatinhos” (Paphiopedilum), naturais do continente asiático.

PROGRAMA:

Sábado, 9 de fevereiro

10h00 – 18h00 – Exposição e venda de camélias e orquídeas | Terreiro – tenda (entrada livre)

11h00 / 15h30 – Demonstrações de propagação, envasamento e manutenção de orquídeas | Terreiro – tenda (gratuito, limitado à capacidade do espaço)

11h15 / 15h45 – Workshop de bonsai (duração 1h00) | Área de estar (gratuito, mediante inscrição prévia. Máx. 10 pessoas por grupo)

12h00 / 16h00 – Demonstrações de técnicas de propagação e poda de camélias | Terreiro – tenda (gratuito, limitado à capacidade do espaço)

13h00 / 16h30 – Demonstrações de técnicas de origami | Terreiro – tenda (gratuito, limitado à capacidade do espaço)

14h30 – Abertura oficial da exposição e entrega de prémios | Terreiro – tenda (entrada livre)

  • Melhor espécie de camélia em exposição
  • Melhor cultivar portuguesa de camélia em exposição
  • Melhor espécie de orquídea em exposição
  • Melhor híbrido de orquídea em exposição
  • Melhor expositor de venda de camélias e orquídeas
  • Melhor mesa em exposição

14h30 – Visita guiada “Camélias de Excelência” no Parque da Pena | Ponto de encontro: Entrada Portão dos Lagos do Parque da Pena (gratuito, mediante inscrição prévia. Máx. 20 pessoas)

15h00 – Exibição de artes marciais japonesas | Terreiro do Palácio Nacional de Sintra (entrada livre).

Domingo, 10 de fevereiro

10h00 – 18h00 – Exposição e venda de camélias e orquídeas | Terreiro – tenda (entrada livre)

11h00 – Visita guiada ao Palácio Nacional de Sintra: Relação Portugal-Ásia | Ponto de encontro: Entrada do Palácio Nacional de Sintra (gratuito, mediante inscrição prévia. Máx. 20 pessoas)

11h00 / 15h30 – Demonstrações de propagação, envasamento e manutenção de orquídeas | Terreiro – tenda (gratuito, limitado à capacidade do espaço)

12h00 / 16h00 – Demonstrações de técnicas de propagação e poda de camélias | Terreiro – tenda (gratuito, limitado à capacidade do espaço)

13h00 / 16h30 – Demonstrações de técnicas de origami | Terreiro – tenda (gratuito, limitado à capacidade do espaço)

15h00 – Teatro de sombras “O Rapazinho do Carvão” (p/ maiores de 6 anos, duração 30 min.) | Área de estar (gratuito, limitado à capacidade do espaço). 

– Todas as inscrições devem ser feitas até dia 7 de fevereiro, para o email info@parquesdesintra.pt. A inscrição é finalizada após receção de email com a confirmação.

– As atividades no exterior poderão ser canceladas, caso as condições meteorológicas sejam adversas.

– Mais informações sobre o programa em www.parquesdesintra.pt

Fevereiro traz o colorido das flores e muita diversão aos parques e monumentos de Sintra

créditos: PSML/LuisDuarte

No fim de semana de 9 e 10 de fevereiro, das 10h00 às 18h00, o Terreiro do Palácio Nacional de Sintra fica mais colorido com a “Exposição de Camélias e Orquídeas”. Antecipando a primavera que se aproxima, este evento anual promove o valor botânico associado às camélias e orquídeas em Sintra e permite admirar os melhores exemplares destas espécies trazidos pelos participantes. Também é possível adquirir plantas e assistir a demonstrações gratuitas de técnicas de propagação, de poda, de envasamento e de manutenção. A edição de 2019 é dedicada ao Japão e conta com espetáculos, workshops e visitas guiadas, tudo atividades com entrada livre, mas que, em alguns casos, implicam uma inscrição prévia. A exposição é organizada pela Parques de Sintra em colaboração com a Associação Portuguesa de Camélias (APC) e com o Clube dos Orquidófilos de Portugal (COP).

A 16 de fevereiro, às 9h30, na Quintinha de Monserrate, celebra-se o dia de Darwin (que se assinala a 12 de fevereiro), com uma sessão de anilhagem. Através desta iniciativa, pretende-se que todos possam descobrir um pouco daquele que é o trabalho diário fascinante de muitos cientistas, que trabalham para estudar e proteger a biodiversidade. A anilhagem é uma técnica científica que, embora simples, permite aceder a várias informações sobre as aves (peso, sexo, idade, entre outras), através da sua captura temporária e colocação de uma anilha de identificação em cada indivíduo. É um processo muito importante na conservação da avifauna, que os participantes nesta sessão podem conhecer melhor. Além disso, é uma oportunidade de observar de perto os exemplares capturados e de aprender a distinguir as várias espécies de aves, bem como as suas características.

Para prosseguir a divertida exploração do mundo animal, outra proposta: “Aqui Há Burro!”, na Tapada de D. Fernando II, junto ao Convento dos Capuchos. Todos os sábados, às 10h00, 12h00 e 15h00, crianças e adultos são convidados a interagir com os afáveis, pacientes e calmos burros. A atividade revela aspetos menos conhecidos destes simpáticos animais e termina com um agradável passeio pela floresta de Sintra, em que as crianças montam e os pais conduzem os burros à guia, num clima de cumplicidade.

PROGRAMAÇÃO

Viagem à Corte do Século XVIII

Sábado, 2 de fevereiro, 15h00, Palácio Nacional de Queluz

Pé ante pé, os participantes são convidados a conhecer todos os recantos do Palácio Nacional de Queluz, a ouvir a sua história, a ver pessoas de outra época. Vão ouvir cantar, tocar e ver dançar músicas de setecentos e saber como ali se realizavam grandes festas, que vestidos e outros trajes se usavam neste espaço de enorme beleza e requinte. Vão aprender que os príncipes e os infantes não iam à escola mas tinham muitas matérias para aprender. E muito mais surpresas para descobrir.

– Destinatários: recomendado para famílias com crianças a partir dos 5 anos

– Duração: 2h

– Tarifário: 9€/participante

– Requer inscrição prévia: info@parquesdesintra.pt; +351 21 923 73 00 (dias úteis das 09h30 às 18h30)

– Nota: A realização da atividade depende de um número mínimo de participantes

“Exposição de Camélias e Orquídeas”

Sábado e domingo, 9 e 10 de fevereiro, Terreiro do Palácio Nacional de Sintra

O Terreiro em frente ao Palácio Nacional de Sintra recebe, no fim de semana de 9 e 10 de fevereiro, a “Exposição de Camélias e Orquídeas”, um evento anual que promove o valor botânico associado às camélias e orquídeas em Sintra e que permite observar os melhores exemplares destas espécies trazidos por cada um dos participantes. Nesta mostra é, ainda, possível adquirir plantas e assistir a demonstrações de técnicas de propagação, de poda, de envasamento e de manutenção. Com o tema do Japão em destaque, a edição de 2019 será animada por espetáculos e oferecerá a oportunidade de participar gratuitamente em workshops e visitas guiadas. A exposição é organizada pela Parques de Sintra com a colaboração da Associação Portuguesa de Camélias (APC) e o Clube dos Orquidófilos de Portugal (COP).

– Destinatários: todos

– Duração: das 10h00 às 18h00

– Tarifário: entrada livre. Algumas atividades requerem inscrição prévia e estão sujeitas a um número limitado de participantes.

– Mais informações brevemente em: www.parquesdesintra.pt

Famílias na Floresta

Sábado, 16 de fevereiro, 11h00, Quintinha de Monserrate/Tapada de Monserrate

Oportunidade única para as famílias partirem à descoberta da natureza, onde haverá tempo e lugar para correr, trepar, jogar, dar asas à criatividade e fazer abrigos e obras de arte com elementos naturais. A brincar, faça chuva ou faça sol, estimula-se a aquisição de competências individuais e coletivas, o espírito de equipa, a cumplicidade, a valorização e o respeito pelos outros e pela biodiversidade. As sessões, implementadas pela Parques de Sintra e pela Movimento Bloom, pautam-se por atividades Sharing Nature, metodologia de aprendizagem inspirada no método de Flow Learning, que valoriza a aplicação da componente lúdica aos jogos, atividades e oficinas a realizar, permitindo por meio do brincar, que os participantes aprofundem as relações consigo próprios, com as outras pessoas e com o mundo natural.

A Movimento Bloom é uma associação ambiental, sem fins lucrativos, que dirige, desde 2012, a Sharing Nature Portugal e tem como missão promover, incentivar e divulgar a conservação do meio ambiente, junto das crianças e suas famílias, através de iniciativas que visam a sua ligação à natureza, contribuindo para que estas tenham um papel ativo na sua conservação.

– Destinatários: recomendado para famílias com crianças dos 4 aos 12 anos

– Duração: 2h

– Tarifário: 8€/participante

– Requer inscrição prévia: info@parquesdesintra.pt; +351 21 923 73 00 (dias úteis das 09h30 às 18h30)

– Nota: A realização da atividade depende de um número mínimo de participantes. Recomenda-se a utilização de roupa confortável que se possa sujar e botas de chuva. Os participantes devem trazer muda de roupa completa numa pequena mochila (incluindo calças, meias, roupa interior, t-shirt, camisola).

Anilhagem na Quintinha

Sábado, 16 de fevereiro, 9h30 (Comemoração do dia de Darwin), Quintinha de Monserrate

A anilhagem, técnica científica embora simples, permite obter informações sobre as aves (peso,  sexo, idade, entre outras), através da sua captura temporária e colocação de uma anilha de identificação em cada indivíduo. Na sessão proposta os  participantes terão oportunidade de observar de perto os exemplares capturados, aprender a distinguir as várias espécies de aves, as suas principais características e a importância do processo de anilhagem na conservação da avifauna.

– Destinatários: todos

– Duração: 2h30

– Tarifário: gratuito

 – Inscrição prévia obrigatória: info@parquesdesintra.pt; +351 21 923 73 00 (dias úteis das 09h30 às 18h30)

Nota: Limitado a 15 participantes. Recomenda-se uso de calçado confortável e roupa adequada às condições climatéricas. A sessão pode ser cancelada na altura se as condições meteorológicas forem adversas.

Do Parque à Tapada: a Natureza em Sintra e em Mafra

Sábado, 16 de fevereiro, 10h00, Tapada de Monserrate, e 14h30, Tapada de Mafra

Programa conjunto de visita a Sintra e a Mafra, que dá a conhecer a diversidade de ecossistemas do Parque Natural de Sintra – Cascais – área protegida à qual pertence a Tapada de Monserrate – e a magnífica floresta antiga e autóctone que caracteriza a Tapada Nacional de Mafra. Na Tapada de Monserrate, o visitante explora a história natural da serra de Sintra, o seu microclima peculiar, conceitos como a forest food, a sucessão ecológica, as espécies invasoras, entre outros. Ao longo do percurso, os visitantes serão ainda surpreendidos pela presença de esculturas em madeira de mamíferos de médio e grande porte, atualmente inexistentes na serra de Sintra mas que, num passado recente, habitaram esta paisagem. Em Mafra, por um trilho menos explorado, os visitantes descobrirão uma floresta madura e que, ao estar protegida por um muro, consegue garantir condições de excelência para espécies vulneráveis e mesmo em perigo de extinção que aqui se alimentam, reproduzem e se abrigam.

– Destinatários: todos

– Duração: 1h30 em Monserrate, 2h00 em Mafra

– Tarifário: Adultos: 13€/participante | Jovens e seniores: 11€/participante | Famílias (2 adultos + 2 crianças): 45€

– Requer inscrição prévia (dias úteis das 9h30 às 18h30)info@parquesdesintra.pt; +351 21 923 73 00

– Nota: a realização da atividade depende de um número mínimo de participantes. As visitas poderão ser canceladas, caso as condições meteorológicas sejam adversas.

Apresentações de Arte Equestre

Gala: sexta-feira, 22 de fevereiro, 21h30, Picadeiro Henrique Calado (Calçada da Ajuda)

“Manhãs da Arte Equestre”: regularmente (calendário em www.arteequestre.pt/bilheteira

O Picadeiro Henrique Calado recebe regularmente as “Manhãs da Arte Equestre”, iniciativa que dá a conhecer o dia a dia na EPAE, e galas temáticas.

– Destinatários: todos a partir dos 6 anos

– Tarifário: Galas – 25€ // “Manhãs da Arte Equestre” – 8€

– Mais informações: www.arteequestre.pt / info@parquesdesintra.pt / +351 21 923 73 00

Sentir o Património

Sábado, 23 de fevereiro, 10h00, Parque de Monserrate

Por entre ruínas românticas e cascatas, o visitante descobrirá os Jardins de Monserrate através do tato, audição e olfato. Será possível tocar na água da cascata, perceber variações de temperatura e conhecer várias espécies botânicas, sentindo texturas e odores exóticos. Em redor do Palácio de Monserrate será possível conhecer todos os materiais que constituem as fachadas.

– Destinatários: direcionada para visitantes cegos ou com baixa visão

– Duração: 1h30

– Tarifário pessoa com deficiência: bilhete de entrada + suplemento de visita guiada 5€
Tarifário regular: bilhete de entrada + suplemento de visita guiada 5€

– Requer inscrição prévia (dias úteis das 9h30 às 18h30)info@parquesdesintra.pt; +351 21 923 73 00

– Nota: esta atividade conta com o apoio da ACAPO – Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal. Recomenda-se uso de calçado confortável e indumentária adequada às condições meteorológicas. A visita poderá ser cancelada, caso as condições meteorológicas sejam adversas, ou adaptada apenas ao interior do Palácio de Monserrate.

Jardins de Monserrate sem Barreiras

Sábado, 23 de fevereiro, 10h30, Parque de Monserrate

Visita direcionada para pessoas com mobilidade condicionada, que poderão percorrer os jardins com autonomia através de um equipamento que quebra a barreira da inclinação e facilita a mobilidade de cadeiras de rodas manuais. Contará com a exploração do Vale dos Fetos, Jardim do México, Roseiral, Relvado e Lagos, no Parque de Monserrate.

– Destinatários: direcionada para visitantes com mobilidade condicionada

– Duração: 1h30

– Tarifário pessoa com deficiência: bilhete de entrada + suplemento de visita guiada 5€
Tarifário regular: bilhete de entrada + suplemento de visita guiada 5€

– Requer inscrição prévia (dias úteis das 9h30 às 18h30)info@parquesdesintra.pt; +351 21 923 73 00

– Nota: o visitante poderá trazer a sua própria cadeira de rodas ou utilizar a cadeira de rodas disponibilizada pela Parques de Sintra (sem custo acrescido). Aberto a acompanhantes. O equipamento de tração adapta-se à grande maioria das cadeiras de rodas. A visita poderá ser cancelada, caso as condições meteorológicas sejam adversas.

Património em Gestos

Sábado, 23 de fevereiro, 14h30, Parque de Monserrate

Visita aos jardins e Palácio de Monserrate, com interpretação em Língua Gestual Portuguesa. A visita aos jardins, uma das mais belas criações paisagísticas do Romantismo em Portugal, que alberga mais de 3.000 espécies de plantas de vários cantos do mundo, passa pelo Vale dos Fetos, Jardim do México, Roseiral e Relvado, terminando no Palácio de Monserrate.

– Destinatários: direcionada para visitantes surdos

– Duração: 1h30

– Tarifário pessoa com deficiência: bilhete de entrada + suplemento de visita guiada 5€
Tarifário regular: bilhete de entrada + suplemento de visita guiada 5€

– Requer inscrição prévia (dias úteis das 9h30 às 18h30)info@parquesdesintra.pt; +351 21 923 73 00

– Nota: esta atividade conta com o apoio e a participação da APS – Associação Portuguesa de Surdos. Recomenda-se uso de calçado confortável e indumentária adequada às condições meteorológicas. A visita poderá ser cancelada, caso as condições meteorológicas sejam adversas, ou adaptada apenas ao interior do Palácio de Monserrate.

O Tesouro do Rei

Sábado, 23 de fevereiro, 15h00, Palácio Nacional de Sintra

Num palácio com mais de 700 anos de história, cheio de segredos por descobrir, os participantes são convidados a seguir pistas, resolver enigmas e completar tarefas para saberem finalmente o que é e onde está guardado o tesouro do rei. Trata-se de um jogo de pistas, através do qual é possível descobrir a história do Palácio Nacional de Sintra de uma maneira diferente e emocionante.

– Destinatários: recomendado para famílias com crianças a partir 8 anos

– Duração: 1h30

– Tarifário: 9€/participante

– Requer inscrição prévia: info@parquesdesintra.pt; +351 21 923 73 00

– Nota: A realização da atividade depende de um número mínimo de participantes

Aqui Há Burro!

Todos os sábados de fevereiro, 10h00, 12h00 e 15h00, Tapada de D. Fernando II (junto ao Convento dos Capuchos)

Pacientes, afáveis e muito calmos, os burros serão grandes cúmplices de miúdos e graúdos nesta extraordinária aventura. Feitas as apresentações, é hora de contar a sua história ao longo dos séculos e de saber que são animais meigos, que não dão coices nem mordem (quando são tratados com o respeito que merecem), que não são nervosos (quando se assustam param, em vez de fugir como os seus “primos” cavalos), que são comilões (deitam olhares gulosos para os bancos feitos de feno), que são fortes e, sim, que afinal são espertos! Segue-se um passeio na companhia destes novos amigos: as crianças montam, os pais conduzem os burros à guia e todos desfrutam de uma agradável caminhada pela floresta.

– Destinatários: recomendado para famílias com crianças dos 3 aos 12 anos

– Duração: 1h30

– Tarifário: 10€/participante

– Requer inscrição prévia (dias úteis das 9h30 às 18h30): info@parquesdesintra.pt; +351 21 923 73 00

– Nota: os passeios poderão ser cancelados, caso as condições meteorológicas sejam adversas. Atividade disponível todos os dias da semana, mediante reserva prévia.

Passeios a cavalo e de pónei

Todos os dias, Parque da Pena

Passeios a cavalo em que o visitante percorre, de uma forma diferente, os caminhos e trilhos do Parque da Pena. A duração dos passeios a cavalo pode variar entre os 30 e os 90 min, ou as 3h e as 6h. No programa mais longo, existe a possibilidade de visitar outros polos sob gestão da Parques de Sintra e até mesmo agendar um almoço em local a especificar. Todos os passeios são feitos mediante acompanhamento dos tratadores dos cavalos, que guiam os visitantes através do percurso.

A pensar nas crianças, a Parques de Sintra dispõe também de uma atividade que permite aos mais novos terem a sua primeira experiência a cavalo num pónei (treinado especialmente para o efeito) e acompanhados também por um dos seus tratadores.

– Passeios a cavalo: 15€/30 min, 30€/90 min, 50€/3h00, 100€/6h00 (acresce o bilhete de entrada no Parque da Pena)

– Passeios de pónei: 7€/15 minutos (acresce o bilhete de entrada no Parque da Pena)

– Mais informações e reservas: info@parquesdesintra.pt; +351 21 923 73 00

 – Nota: a realização do passeio depende das condições meteorológicas

– Saber mais: www.parquesdesintra.pt/experiencias-e-lazer/passeios-a-cavalo/

Passeios de Charrete

Parque da Pena

Os passeios de charrete no Parque da Pena proporcionam uma verdadeira viagem no tempo num percurso entre o Vale dos Lagos e o Chalet da Condessa d’Edla, passando pela Quinta da Pena e o Jardim da Condessa d’Edla. Este passeio pode ser livre ou acompanhado por um guia especializado. Conduz os visitantes à descoberta da história deste parque e dos seus criadores, das espécies botânicas e animais que surgem ao longo do percurso e dos edifícios históricos e recantos do jardim que se encontram no trajeto.

– O passeio pode incluir até 6 adultos ou 4 adultos e 4 crianças

– A partir de 01 de outubro e durante a época baixa, disponível apenas mediante reserva prévia

– Tarifário: 75€/1hora (acresce o bilhete de entrada no Parque da Pena, onde os programas decorrem)

– Nota: A realização da atividade depende das condições meteorológicas

– Saber mais: www.parquesdesintra.pt/experiencias-e-lazer/passeios-de-charrete/

– Mais informações e reservas: info@parquesdesintra.pt; +351 21 923 73 00

30 anos de experiência colocam a ULTRA-CONTROLO a anos-luz do resto do mercado

A indústria portuguesa começou por ser o primeiro setor a ser servido pela empresa que se dedicava às áreas do vácuo, ar comprimido, filtração de gases e controlo de processos industriais. Mais tarde surgiu a possibilidade de passarem também a trabalhar o sector da saúde na área dos gases medicinais que são utilizados no apoio respiratório, em equipamentos de suporte de vida, anestesia, reanimação e ainda em cirurgias e instrumentação cirúrgica.

A ULTRA-CONTROLO é o primeiro fabricante português de centrais para gases medicinais, certificadas de acordo com a Diretiva Europeia 93/42/CEE e o primeiro fabricante português de compressores de ar totalmente isentos de óleo.

Hoje, com mais de 30 anos de experiência na fabricação de centrais de produção de oxigénio medicinal, centrais de vácuo e centrais de ar comprimido para aplicação hospitalar, a empresa continua a sua trajetória de sucesso desde que se iniciou como representante em Portugal de marcas mundialmente famosas como a Rietschle – uma visão do CEO, Sabino de Pompeia.

Esta é, acima de tudo, uma área sensível, não estivéssemos a falar de equipamentos que produzem gases medicinais considerados medicamentos, e que por isso, deverão cumprir os mais elevados padrões de segurança, qualidade e eficácia.

Sabino de Pompeia iniciou a sua atividade profissional em 1979 na área industrial e hospitalar. em 1981 começou a trabalhar com marcas de renome mundial, fundou a empresa em 1987, e em 1989 as portas para a área médica abriram-se.

Na indústria, a ULTRA-CONTROLO tornou-se especialista em Sistemas Centralizados de Vácuo o que fez com que, em Portugal, se tornassem líderes de mercado durante quase duas décadas.

Com a famosa Rietschle, atual Elmo-Rietschle, que pertence a um dos maiores grupos internacionais de ar comprimido e vácuo, o grupo Gardner Denver, em 1986 concebeu a primeira central de vácuo, que ainda hoje funciona no Hospital dos Capuchos.

Sabino de Pompeia introduziu tecnologias totalmente inovadoras em Portugal com a implementação de sistemas centralizados de vácuo para laboração contínua em todo o tecido industrial português. Indústrias de envelopes e gráficas como a Porto Editora, Gráfica de Coimbra, Editorial do Ministério da Educação, indústria eletrónica como a antiga Ford Elecronica, Grundig e a Delphi ou a vidreira como a Crisal e a Santos Barosa, entre milhares de empresas portuguesas, continuam a ter o suporte técnico da sua empresa.

A empresa foi dividida, a certa altura, devido ao crescimento exponencial que teve em duas vertentes: a dos produtos standard e em desenvolvimento de equipamentos para exportar.

Na área industrial, um dos maiores marcos foi a introdução dos sistemas centralizados de vácuo que trouxe consigo o aumento da produtividade das máquinas, uma redução profunda nos custos energéticos e um melhoramento relevante no ambiente de trabalho das pessoas com a diminuição drástica do ruído das máquinas dos operadores.

Em 1989 começaram a trabalhar com os hospitais e esse tem sido um caminho bem percorrido, não contassem hoje já com cerca de 500 centrais instaladas em Unidades de Saúde, só em Portugal.

Em 1991 foram a primeira empresa a instalar uma central de ar medicinal totalmente isenta de óleo num hospital privado em Lisboa. A ULTRA-CONTROLO foi ainda a primeira empresa a instalar sistemas de tratamento de ar com secagem por refrigeração e adsorção, bem como cadeias de filtração de alta eficiência nas redes de ar respirável nos hospitais; em 1997 introduziu o conceito de total isenção de óleo nas redes hospitalares e desde esse ano começaram a equipar os hospitais com este tipo de tecnologias. O primeiro a receber o equipamento de topo de gama foi o Hospital Militar Principal de Lisboa, seguiu-lhe o Hospital da Cruz Vermelha, o Hospital da Marinha Portuguesa, os Hospitais da Universidade de Coimbra, e, mais recentemente, o Hospital de Braga e o Hospital de Santo António, no Porto.

O CEO da ULTRA-CONTROLO refere que a sua postura laboral sempre se moldou por tentar satisfazer os pedidos de quem os procura, colocando sempre a máxima qualidade. Sabino de Pompeia conheceu muitas das metodologias de vários países europeus onde visitou as fábricas das suas representadas com o intuito de saber o que de melhor se faz lá fora para depois replicar cá de forma ainda mais perfeita.

Os avanços foram muitos, mas cada passo, garante, “foi sempre a pensar de que forma poderíamos melhorar o trabalho de quem utiliza os nossos equipamentos. Na área hospitalar fomos os primeiros a instalar sistemas de retenção de CO e CO2. Percebemos que as centrais estavam próximas de parques de estacionamento, o que significava que havia uma maior concentração de monóxido e dióxido de carbono, o que afetava em larga escala a qualidade do ar. Daí a necessidade de instalar sistemas de tratamento de ar para baixar o teor para os níveis exigidos pela Farmacopeia Europeia”.

Portugal sempre mostrou dificuldades financeiras e uma das principais preocupações da empresa foi instalar sistemas que reduzissem ao máximo os custos operacionais, mas que ao mesmo tempo fossem de elevada qualidade e fiabilidade.

A ULTRA-CONTROLO desde cedo também apostou na formação dos engenheiros e técnicos das empresas portuguesas, bem como dos engenheiros hospitalares de modo a trabalharem mais eficazmente com os equipamentos e a respeitarem os procedimentos de manutenção adequada para garantir a operacionalidade e a longevidade dos mesmos.

PIONEIRISMO EM COMPRESSORES ISENTOS DE ÓLEO

“A partir de 1997 comecei um trabalho de campo para instalar compressores de ar isentos de óleo em Portugal, que era algo praticado só na Suíça. quando os vi achei que seria o melhor para os hospitais”.

Os compressores isentos de óleo possibilitam a eliminação do risco de contaminação do ar, reduzem os custos com a manutenção operacional no tratamento do ar comprimido e ainda diminui os custos de energia.

“Tenho sido desde então promotor do conceito de total isenção de óleo nas redes hospitalares. O investimento inicial é efetivamente o dobro em comparação com os sistemas tradicionais de compressores lubrificados mas na verdade trata-se de um investimento para um ciclo de vida útil de um equipamento que vai durar 30 a 40 anos. Comparado com os sistemas convencionais que terão de ser substituídos a cada 10-15 anos e com o risco de contaminação da conspurcação da rede  devido à possível contaminação com a presença do óleo, este é o melhor investimento que o Estado ou o privado pode fazer. Mas o mais importante é que com o nosso sistema isento de óleo o paciente começa a receber ar medicinal da melhor qualidade que supera a Farmacopeia Europeia e desde o primeiro minuto em que este equipamento começa a funcionar.

A maioria dos hospitais em Portugal ainda não têm compressores isentos de óleo. A ULTRA-CONTROLO é a única empresa do meio a promover este produto, que garantem a segurança e a qualidade do ar ao paciente.

“Estamos a trabalhar no sentido de introduzir novas tecnologias de produção de gases medicinais que vão não só beneficiar os utilizadores mas irão trazer uma larga redução de custos para os hospitais. Tanto em oxigénio como em ar comprimido e também no vácuo”.

“Existe um trabalho que está a ser feito com o Ministério da Saúde de forma a reforçar a iniciativa nos hospitais”, garante o CEO.

Há um ano e meio conseguiram instalar a primeira central em vácuo no SAMS em Lisboa, uma tecnologia que reduz 40% a energia e uma pequena intervenção de assistência feita apenas a cada 20 mil horas de serviço (a cada três anos).

“Há a necessidade de envolver o Estado nisto porque ele é o dono dos equipamentos”, explica o nosso interlocutor.

Os preços costumam ser um problema mas Sabino de Pompeia afirma que “Portugal tem beneficiado muito pela nossa presença como fabricantes pois desta forma, somos um regulador de mercado em relação à concorrência estrangeira, no que toca a preços. Por outro lado, uma vez que fazemos parte da fábrica das marcas que representamos, conseguimos beneficiar especialmente os hospitais portugueses com equipamentos de todo de gama a preços muito  reduzidos. Por isso os hospitais portugueses nesta área dos gases medicinais não estão um milímetro abaixo de qualquer outro país do mundo.”

A ULTRA – CONTROLO formalizou acordos com os quatro maiores gasistas (Linde, Praxair, Gasin e com a Air Liquide) para assistir às máquinas de cada um sob um modelo de subcontratação. “95% das centrais podem ser assistidas por nós em Portugal e somos a única empresa portuguesa com técnicos certificados pelo ISO 13485 nesta área ”, esclarece.

INTERNACIONALIZAÇÃO TEM SIDO SINÓNIMO DE SUPERAÇÃO

Em 2012 a ULTRA-CONTROLO  começou a sua expansão a nível internacional, com o apoio da AICEP e fazendo algumas mudanças necessárias a nível interno como disponibilizar o site em quatro línguas e a criação de departamentos para lidar em mercados distintos.

“A área mais difícil neste momento para nós é a internacionalização. Temos de lidar com marcas de topo em todo o mundo, para conseguirmos mantermos temos de ser imensamente rigorosos. Fazemos parte de um grupo de marcas que lideram qualitativamente o mercado mundial. O mais difícil é passar isto aos nossos colaboradores. Ao competir com grandes marcas a exigência é elevadíssima mas essa é também a nossa sorte, tal nível de exigência é-nos muito familiar porque nunca soubemos funcionar de outra forma”.

Mais do que exigentes, por vezes, os preços são algo a ter de ser posto à prova e comprovado. “Como somos Portugal o resto do mundo está à espera que sejamos baratos. Esquecem-se é que trabalhamos com equipamentos de topo de gama e que isso tem um preço. Depois de provarmos a nossa qualidade em todos os aspetos, torna-se mais fácil”.

Mas nem os preços se podem considerar um verdadeiro obstáculo para a empresa portuguesa uma vez que atualmente, exportam para 48 países e têm em curso projetos em mais de 60.

“Em Marrocos ganhámos o fornecimento integral da rede de gases medicinais para o maior hospital que está em construção, o Centro Hospitalar Universitário de Tânger. Entretanto estamos a trabalhar no sentido de entrarmos na Índia. Os meus pais vieram de Goa em 1958, a convite do Governo português e 60 anos depois, estou trabalhar nos maiores projetos de remodelação e construção de hospitais do Governo indiano.” Sabino de Pompeia já deu formação a engenheiros indianos que trabalham para o Estado e diz que o mais difícil de conquistar é a aprovação técnica no Ministério da Saúde indiano – que já alcançaram – e que agora se preparam para que nos próximos concursos que lá abrir, a ULTRA-CONTROLO seja uma empresa vencedora.

Das muitas provas que a ULTRA-CONTROLO já deu, faz parte o interesse que a gigante japonês Hitachi demonstrou.

“Andei 25 anos a tentar captar o interesse da Hitachi e quando nos viram a fabricar as centrais de produção de oxigénio foram eles que me procuraram”.

Neste momento pretendem consolidar os distribuidores que têm porque “queremos que eles continuem a aumentar a quota de mercado. É preciso dar-lhes uma boa formação e fazê-los crescer como nós. Fizemos um bom trabalho a nível industrial e na área hospitalar e queremos replicar este modelo que criámos fora de Portugal”.

A nível internacional, com a criação de um conceito de sistemas acessíveis para que não deixem de funcionar, mais intuitivos e que seja qual for o problema que qualquer técnico, de qualquer área, consiga resolver é uma das premissas da empresa cujo objetivo é tornar-se líder de mercado nos países onde operam.

SEF terá centro de acolhimento temporário em Sintra

© Global Imagens

Referindo que já era lago esperado há mais de uma década, o ministro anunciou o lançamento das obras “para o centro de acolhimento temporário com capacidade para 50 pessoas, com área de famílias e área de crianças”, adiantando que “dentro de meses está a funcionar em Almoçageme”.

Questionado sobre o funcionamento do centro de instalação temporária do aeroporto de Lisboa, onde ficam retidos menores filhos de requerentes de asilo, o ministro sublinhou que “o SEF [Serviços de Estrangeiros e Fronteiras] respeita a lei e cumpre a preocupação com a salvaguarda dos direitos humanos e a prevenção do tráfico de seres humanos”.

“Aquilo que fizemos de imediato foi, por existirem dúvidas, determinar a realização de um inquérito, reunir com a provedora de Justiça e fazer o ponto da situação rigoroso do estado de cumprimento das recomendações”, adiantou disse aos jornalistas Eduardo Cabrita, no Aeroporto Figo Maduro.

Na segunda-feira, o ministro determinou à Inspeção-geral da Administração Interna a realização de um inquérito ao funcionamento do Espaço Equiparado a Centro de Instalação Temporária do Aeroporto de Lisboa, além de ter também solicitado ao SEF “a elaboração de um relatório urgente sobre o cumprimento das recomendações da Provedoria de Justiça”.

O ministro reuniu-se, na segunda-feira, com a provedora de Justiça e com o diretor nacional do SEF “para análise do funcionamento” do Espaço Equiparado a Centro de Instalação Temporária do Aeroporto de Lisboa.

No domingo, o jornal Público noticiou que o SEF mantém no aeroporto de Lisboa menores, filhos de requerentes de asilo, violando as regras internacionais sobre direitos das crianças definidas pela ONU.

De acordo com o jornal, a ONU já alertou a Provedoria de Justiça, a quem cabe monitorizar o cumprimento dessas regras, para a presença destas crianças detidas pelo SEF, mas a provedora afirmou que lhe deram as competências, mas não os meios para as aplicar.

Segundo o SEF, num comunicado divulgado também no domingo, há um aumento do número de cidadãos estrangeiros que chegam indocumentados aos aeroportos portugueses, muitos deles com crianças menores, alertando para “fortes indícios” de casos de tráfico.

LUSA

Incêndio em zona florestal do Linhó (Sintra) combatido por 105 operacionais

Um incêndio deflagrou esta manhã numa zona florestal do Linhó, no Parque Natural Sintra-Cascais, adiantou à agência Lusa uma fonte da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC). A mesma fonte disse que o alerta de incêndio numa zona florestal do Linhó, em Sintra, foi dado às 07h11.

O incêndio já se encontra em fase de rescaldo. As causas que levaram à deflagração do fogo ainda não são conhecidas e a dimensão da área ardida ainda não foi apurada, relatou ao Observador uma fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro de Lisboa.

O combate às chamas mobilizou 105 operacionais, apoiados por 19 veículos das corporações dos concelhos de Sintra e Cascais.

15 países europeus assistidos a partir de Portugal

Já foi inaugurado, na sede da Mercedes-Benz Portugal, em Sintra, o Network Assistance Center (NAC), o novo centro de assistência da marca da estrela, que tem por missão prestar apoio técnico e aos processos pós-venda à rede de oficinas da Mercedes a nível europeu.

Numa primeira fase de implementação, o NAC conta apenas com uma equipa destinada a dar apoio ao mercado italiano, mas está já em preparação o alargamento aos mercados francês, espanhol e português no início do próximo ano. Até 2017, está previsto que este centro cubra um total de 15 países da Europa – o que motivou um processo de recrutamento em Portugal, em busca de candidatos com competências na área técnica e fluentes em idiomas.

A criação do NAC permitirá à Mercedes-Benz centralizar e harmonizar o primeiro nível de apoio à sua rede europeia de oficinas autorizadas de veículos ligeiros de passageiros (Mercedes-Benz e smart), no âmbito dos diferentes processos de pós-venda.

Sintra é destino com melhor reputação online

TrivagoSintra, Cascais e Funchal são os três destinos portugueses que conquistam uma posição no pódio das cidades com melhor reputação hoteleira em Portugal. O estudo trivago.pt, feito com base nos 200 milhões de avaliações de hotéis feitas por viajantes de todo o mundo, coloca ainda Porto e Lisboa entre os destinos com melhores reputações na Europa. Em Portugal, e olhando para a reputação online da hotelaria nacional, Sintra assume a primeira posição com uma média impressionante de 85,20, numa avaliação feita por viajantes de todo o mundo, numa escala de 0 a 100. Cascais e Funchal ocupam respetivamente a segunda e terceira posições, com cotações de 84,95 e 84,93. Fátima, Ericeira, Lagos, Porto, Lisboa, Vilamoura e Braga completam o top 10 português.

Porto e Lisboa em destaque na Europa

Relativamente ao contexto europeu, Portugal conquista dois lugares de destaque no ranking das 50 principais cidades europeias: Porto, com uma cotação de 82,89, assume a 7.ª posição, e Lisboa, com 82,73, o 8.º lugar. Porto e Lisboa encontram-se assim à frente de grandes cidades europeias como Roma (79,69), Atenas (79,11), Amesterdão (77,60), Milão (77,09) ou Londres (76,29). Com 83,89 pontos, em 100, Zagreb assume o primeiro lugar do ranking europeu, seguido por Cracóvia (83,79) e Dubrovnik (83,75).

Coimbra é cidade que gera mais conteúdo online

Na Europa, Londres é destino com maior número de opiniões: cerca de 3 milhões. Londres, Paris, Roma, Berlim, Barcelona e Amesterdão são as cidades do ranking com maior número de avaliações dos viajantes, recolhendo cada uma mais de um milhão de comentários. Em Portugal, a cidade com mais avaliações é, surpreendentemente, Coimbra, seguido de Lisboa e Vilamoura.

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