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Sismo de magnitude 4,1 na escala de Richter sentido no Faial, Pico e São Jorge

direitos: Agência LUSA

Um sismo de magnitude 4,1 na escala de Richter foi sentido na quinta-feira nas ilhas do Faial, Pico e São Jorge, informou esta sexta-feira o Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores (CIVISA).Segundo um comunicado do CIVISA, o epicentro do sismo, sentido às 22h47 de quinta-feira, foi registado “a cerca de 32 quilómetros a oeste do Capelo”, no Faial.De acordo com a informação disponível até às 5h de sexta-feira, o abalo foi sentido com intensidade máxima IV/V, na escala de Mercalli Modificada, nas freguesias do Capelo e de Castelo Branco, no concelho da Horta.

No mesmo concelho, foi sentido com intensidade IV nas freguesias de Praia do Norte e Feteira e com intensidade III/IV nas freguesias de Cedros, Salão, Ribeirinha, Flamengos, Pedro Miguel, Praia do Almoxarife, Conceição, Matriz e Angústias. á na ilha do Pico, foi sentido com intensidade III na freguesia de São Roque do Pico (concelho de São Roque do Pico) e na freguesia de São Caetano (concelho de Madalena), indicou o CIVISA.

A intensidade III foi também registada na ilha São Jorge, na freguesia de Velas (concelho de Velas). “O CIVISA continua a acompanhar o evoluir da situação, emitindo novos comunicados caso necessário”, referiram as autoridades.

Agência Lusa

Número de mortos do sismo na ilha indonésia de Lombok aumenta para 387

Dezenas de milhares de casas, mesquitas e empresas ficaram destruídas no sismo de magnitude 6,9 que teve o seu epicentro no norte da ilha de Lombok.

“Prevemos que o número de mortos aumente porque ainda há muitas vítimas soterradas nos escombros. Por outro lado, há pessoas que não estão registadas”, afirmou o porta-voz da agência nacional de gestão de desastres, Sutopo Nugroho.

O terramoto destruiu, pelo menos, 67.875 casas, 468 colégios, seis pontes, 15 mesquitas e 13 centros de saúde.

O número de pessoas obrigadas a fugir das suas casas rondou os 387 mil e estima-se que haja mais de 13 mil feridos, segundo o porta-voz.

A maior parte das estradas no norte de Lombak está destruída, sendo essa a principal dificuldade das autoridades que tentam distribuir comida e medicamentos à população afetada.

Muitos moradores deixaram as habitações para se abrigarem em tendas ou abrigos temporários, sob o calor tropical que assola o arquipélago do Sudeste Asiático no verão.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, ofereceu a ajuda daquela organização ao país situado no chamado “Anel de Fogo do Pacífico”, zona de grande atividade sísmica e vulcânica que regista cerca de sete mil terramotos por ano, na maioria moderados.

Os sismos são classificados segundo a sua magnitude como micro (menos de 2,0), muito pequeno (2,0-2,9), pequeno (3,0-3,9), ligeiro (4,0-4,9), moderado (5,0-5,9), forte (6,0-6,9), grande (7,0-7,9), importante (8,0-8,9), excecional (9,0-9,9) e extremo (superior a 10).

LUSA

UE ajuda população afetada pelo sismo na Indonésia com 150 mil euros

© Reuters

De acordo com o executivo comunitário, a verba ajudará a Cruz Vermelha da Indonésia na distribuição de material para a construção de abrigos temporários e de bens de primeira necessidade, como cobertores e produtos de higiene, e beneficiará 4.000 pessoas nos distritos mais afetados pelo sismo.

“A assistência também assegurará o acesso a água potável, serviços de higiene, cuidados básicos de saúde, assim como apoio psicológico às famílias afetadas”, precisa a nota da Comissão Europeia.

Bruxelas anunciou ainda ter entregado às autoridades indonésias os primeiros mapas elaborados através do sistema de emergência da União Europeia (UE) de navegação por satélite Copernicus, e ter ajudado cerca de 1.000 turistas europeus através dos serviços consulares.

Cerca de sete mil turistas foram retirados das ilhas Gili, perto de Lombok, onde um sismo de magnitude 6,9 provocou, no domingo, pelo menos 131 mortos e centenas de feridos.

O sismo, com o epicentro a dez mil metros de profundidade, ocorreu uma semana após um outro abalo também na ilha turística de Lombok, que provocou 17 mortos e mais de 300 feridos.

Em 2004, um sismo na costa norte da ilha indonésia de Sumatra originou um tsunami que provocou pelo menos 280 mil mortos em 12 países banhados pelo Índico, a maioria na Indonésia.

A ilha de Lombok, dominada pelo vulcão Rinjani, encontra-se a leste de Bali, o principal destino turístico da Indonésia.

A Indonésia está localizada no designado “anel de fogo do Pacífico”, área de grande atividade sísmica, que regista anualmente cerca de 7.000 sismos, a maioria dos quais moderados.

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Novo sismo sentido hoje em Vila Verde

© iStock

Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), o sismo de hoje teve o seu epicentro a cerca de quatro quilómetros a nordeste de Vila Verde e foi registado às 07:34.

A nota do IPMA refere que não há registo de danos pessoais ou materiais, embora o abalo tenha sido sentido, com intensidade máxima III/IV (escala de Mercalli modificada), na região de Ponte de Lima.

Na segunda-feira, dois sismos ocorreram de manhã também em Vila Verde, sendo pelo menos um deles sentido, o de 3,2 na escala de Richter.

Os sismos são classificados segundo a sua magnitude como micro (menos de 2,0), muito pequeno (2,0-2,9), pequeno (3,0-3,9), ligeiro (4,0-4,9), moderado (5,0-5,9), forte (6,0-6,9), grande (7,0-7,9), importante (8,0-8,9), excecional (9,0-9,9) e extremo (superior a 10).

LUSA

Cerca de sete mil turistas retirados das ilhas Gili após sismo

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Os milhares de turistas foram transportados para Lombok, onde aguardam transporte para a ilha turística de Bali ou para a capital, Jacarta, de acordo com a agência noticiosa Antara, que cita o ministro da Segurança indonésio, Wiranto.

As equipas de emergência indonésias prosseguem hoje com as operações de resgate. De acordo com o porta-voz da Agência Nacional de Gestão de Desastres, as equipas já conseguiram retirar, com vida, uma pessoa que se encontrava numa mesquita que desabou no norte de Lombok, a área mais afetada, com 72 mortos.

O sismo, com o epicentro a dez mil metros de profundidade, ocorreu uma semana após um outro abalo também na ilha turística de Lombok, que provocou 17 mortos e mais de 300 feridos.

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, já ofereceu a ajuda da entidade ao país, situado no Fogo do Pacífico”, uma região de grande atividade sísmica e vulcânica que regista cerca de sete mil terramotos por ano, na maioria moderados.

Em 2004, um sismo na costa norte da ilha indonésia de Sumatra originou um tsunami que provocou pelo menos 280 mil mortos em 12 países banhados pelo Índico, a maioria na Indonésia.

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Sismo de magnitude 2,9 na escala de Richter sentido perto de Barrancos

O sismo, cujo epicentro se localizou a cerca de 30 quilómetros a nordeste de Barrancos, concelho do distrito de Beja que faz fronteira com Espanha, foi registado nas estações da Rede Sísmica do Continente, refere o IPMA.

Segundo as autoridades locais, não há relatos de vítimas pessoais ou estragos materiais.

Sobe para 32 o número de vítimas mortais do sismo no México

O sul do México registou esta madrugada um sismo de 8,2 da escala de Richter. O balanço anterior era de 15 mortos.

O tremor de terra, o mais forte do último século no país, foi sentido com especial intensidade na costa sul do México. Na capital, Cidade do México, muitos edifícios abanaram violentamente.

O epicentro foi registado no sudeste do estado de Chiapas (sul).

O sismo levou ao levantamento de um alerta de tsunami para mais de 50 países.

As autoridades desencadearam o alerta de tsunami, que não afeta apenas a costa mexicana. Guatelama, El Salvador, Costa Rica, Nicarágua, Panamá, Honduras e Equador são outros dos países sob risco de serem abalados por ondas gigantes provocadas pelo forte sismo. Admite-se que possam chegar a terra firme ondas de até quatro metros de altura, na costa mexicana e da Guatemala, mas a lista de países sob risco de testemunhar as consequências do tsunami tem 56 países. No México, a operação de evacuação da zona costeiro do país já está em marcha, com a população a ser encaminhada para albergues.

Ondas de tsunami registadas no Pacífico, ao largo do México

Ondas de um metro acima do nível da maré foram medidas ao largo de Salina Cruz, enquanto ondas mais pequenas foram observadas na costa ou registadas por medidores oceânicos noutros locais, afirmou.

O centro indicou que o Equador, El Salvador e Guatemala podem verificar ondas de um metro ou menos.

Um sismo de magnitude 8,4 atingiu na quinta-feira à noite a costa sul do México, causando pelo menos cinco mortos, incluindo duas crianças.

México: 5 Pessoas morreram no sismo

sismo que abalou, esta madrugada, a costa sul do México fez cinco mortos, entre eles duas crianças. O governador Arturo Nunez indicou que uma das crianças morreu na sequência da derrocada de uma parede, e a outra, um bebé, morreu num hospital pediátrico que ficou sem eletricidade, interrompendo o funcionamento do ventilador a que estava ligado.

As outras três mortes foram registadas no estado de Chiapas, em San Cristobal de las Casas. Segundo o jornal nacional La Prensa, em Chiapas foi reportada a morte de duas mulheres.

O terramoto teve uma magnitude de 8.4 na escala de Richter e fez emitir alerta de tsunami para oito países. O abalo teve o epicentro junto à fronteira com a Guatemala e sentiu-se na Cidade do México, capital do país.

Inicialmente, foi referido que o terramoto havia tido uma intensidade de 8.1, entretanto atualizada para 8.4 na escala de Richter. Foram ainda registadas cinco réplicas de magnitudes 5.4 e 5.7.

O Centro de Alerta do Pacífico informa que o tsunami já se começou a formar. Os países sobre os quais incidem o alerta são México, Guatemala, El Salvador, Costa Rica, Nicarágua, Panamá, Honduras e Equador.

As autoridades nacionais apelam aos populares para que usem as redes de telecomunciações apenas para contactos de emergência, de forma a evitar uma saturação. Comunicações via WhatsApp são uma alternativa.

Sismo de 7,1 na escala de Richter abala a Nova Zelândia, mas foi só um susto

Um sismo de 7,1 na escala de Richter abalou a Nova Zelândia ainda de madrugada, mas não foram registadas vítimas nem estragos de relevo. Segundo o site GeoNet, o epicentro fica no mar, a 130 quilómetros do nordeste do país e ocorreu a 55 quilómetros de profundidade. As réplicas continuam — já foram mais de 100 — mas as autoridades neozelandesas já descartaram o alerta tsunami.

O sismo foi sentido por volta das 4h37 locais (17h37 de Lisboa). 18 horas e 30 minutos antes já tinha havido um primeiro tremor de terra, com uma intensidade de 5,7 na escala de Richter. Foi registado na quinta-feira, às 10h04 locais (21h04 de Lisboa, ainda de quarta-feira) e também foi sentido na nordeste da Nova Zelândia.

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Depois do sismo desta quinta-feira, as autoridades neozelandesas chegaram a declarar um alerta tsunami que na sua fase inicial abrangeu praticamente a totalidade da costa Este do país, depois de terem sido registada uma subida do mar nalgumas zonas da costa Este. Porém, quase quatro horas depois as autoridades neozelandesas cancelaram o alerta de tsunami, mantendo apenas o apelo à população para que evitasse as zonas costeiras. Segundo o GeoNet, têm sido registadas várias réplicas na mesma zona afetada pelo sismo, a maioria de intensidade “fraca” e “leve”.

Numa conta do Twitter que pertence à Civil Defence, foi feito um aviso claro à população para que não fosse para perto do mar: “As pessoas nas zonas de costa devem afastar-se da água. Afastem-se das praias e da costa”. Mais tarde, perante a continuação das réplicas, tornou a deixar recomendações aos cidadãos. Em caso de novo tremor de terra, devem deitar-se debaixo de um objeto robusto — idealmente, uma mesa — e a agarrá-lo.

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A localidade mais próxima do epicentro é Te Araroa, com cerca de 600 habitantes. Em declarações à Radio New Zealand, Aomihi Cook, que vive em de Te Araroa, contou como viveu o momento em que sentiu o tremor de terra. “Olhei para o relógio, eram 4h38, a casa abanou como tudo. Foi o [sismo] mais assustador que alguma vez senti”, disse. Neste momento, juntamente com várias pessoas daquela localidade que saíram de casa, está numa colina, para onde fugiu com o marido. Com um humor invulgar para uma situação deste calibre, disse que o cão ficou em casa, apesar de ter tentado que ele saísse. “Fui ter com o meu cão, mas ele não se quis mexer, e eu disse ‘bom, podes ficar aí, eu vou para a colina!’”, disse. “Ele estava a dormir!”

Outro habitante de Te Araroa disse à Radio New Zealand que se sente “aliviado”, depois do “choque” inicial. Também referiu que não havia estragos visíveis em propriedade, “mas ainda é cedo falar”. Ainda assim, refere que sentiu réplicas do sismo.

A cidade de maior dimensão que fica mais próxima do epicentro é Auckland (quase 1,4 milhões de habitantes), onde testemunhas no local dizem ter sentido o sismo e ainda algumas réplicas.

A Civil Defence de Auckland (órgão com funções análogas à Proteção Civil) escreveu na sua conta oficial de Twitter que “não acreditamos haver nenhum risco para Auckland”, mas disse que a situação ainda estava a ser avaliada.

Pouco tempo depois das primeiras notícias de um sismo naquela região, várias pessoas reagiram nas redes sociais, contando a sua experiência. A maior parte dos testemunhos partiram da cidade de Auckland.

Foi o caso de Simon Sminth, que pouco tempo depois do sismo de 7,1 escreveu: “Ainda estou a sentir réplicas”.

“O nosso hotel estava sem dúvida a abanar por volta das 4h45”, testemunhou Ògbẹ́ni Omoluabi.

Também houve quem desse conta de uma sirene a soar em Auckland, possivelmente devido ao risco de tsunami.

Mas também houve quem não se tivesse apercebido do sismo. Foi o caso de de Steven Stowers, que escreveu no Twitter: “Terramoto? Não senti nada por aqui em Auckland”.

Por ocasião do sismo de 5,8 de intensidade que antecedeu o desta quinta-feira, a Earthquake Commission, autoridade governamental para situações de terramotos, aconselhou toda a gente a tomar medidas de precaução.

Artigo atualizado dia 2 de setembro às 6h50.

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