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Blackberry KEY2 LE Atomic disponível para pré-encomenda a partir de hoje

Pode desde já pré-encomendar o BlackBerry KEY2 LE Atomic em Portugal e em toda a Europa[1][1] a partir de hoje na loja online oficial da BlackBerry®. [1][1] Lista dos países disponível aqui.

Esta nova adição à família de smartphones da série BlackBerry KEY perpetua a evolução de design do BlackBerry KEY2, que inclui uma moldura de ecrã minimizada e uma estrutura redesenhada para uma aparência e sensação mais sofisticadas. Integra igualmente a recém-apresentada Speed Key, para uma experiência de acesso às aplicações por atalho universal mais personalizada. Para além do seu sistema operativo Android™, torna também possível a utilização de algumas das aplicações mais populares do momento, como o Google™ Assistant, o Google™ Lens e o Google™ Pay.

Os smartphones de hoje procuram oferecer uma solução única, o que nem sempre é uma aposta realista vista a atual diversificação do mercado“, comentou Alain Lejeune, vice-presidente sénior da TCL Communication e Presidente da BlackBerry Mobile. “É por isso que a nossa prioridade é tornar os smartphones BlackBerry modernos, como o BlackBerry KEY2 LE. São produtos distintos, que oferecem uma ótima experiência para a comunicação diária, com acesso a todos os recursos, conectividade e aplicações que nossos clientes necessitam.”

O BlackBerry KEY2 LE traz uma nova personalidade à série BlackBerry KEY2 da TCL Communication, sem deixar de incluir todos os recursos de segurança que fazem com que os telefones BlackBerry sejam os smartphones Android ™ mais seguros do mundo”, disse Alex Thurber, vice-presidente sénior e diretor geral das soluções de mobilidade da BlackBerry. “Com esta nova adição à linha de produtos BlackBerry KEY, o BlackBerry KEY2 LE, que continua a exibir o estilo emblemático a que a BlackBerry nos habituou, oferece uma opção acessível para que os nossos fãs de todo o mundo possam desfrutar de um smartphone BlackBerry moderno.

UM DESIGN FUNCIONAL PARA O COMUNICADOR MODERNO

Com o equilíbrio perfeito entre o design emblemático da BlackBerry e os elementos modernos, o BlackBerry KEY2 LE tem uma estrutura leve, em policarbonato, bem como uma parte traseira texturizada, com melhor aderência e resistência à queda. Inclui também um ecrã 2.5D Full-HD. Com dimensões semelhantes aos restantes smartphones da série BlackBerry KEY, o BlackBerry KEY2 LE é mais fino e leve, com um teclado redesenhado com teclas quase 10% maiores que as do BlackBerry KEYone. Projetado para quem busca precisão e eficácia, o teclado físico inclui uma tecla Speed Key que ativa o acesso a várias funções por atalho a qualquer momento, sem precisar de voltar ao ecrã inicial ou de pesquisar as pastas para aceder às aplicações, contactos e funções mais utilizados. A Speed Key é complementada por 52 atalhos personalizáveis que permitem programar cada tecla para exibir instantaneamente os contactos e aplicações favoritos do utilizador. 

O BlackBerry KEY2 LE vem igualmente equipado com uma câmera traseira dupla (13MP + 5MP) com uma ótima nova experiência de captura, incluindo em modo Retrato. A esta junta-se uma câmara frontal de 8 MP com flash LCD e novos modos de captura como o Wide Selfie (selfie panorama) e o Face Beauty, que permitem capturar selfies ainda mais favorecedoras. Graças à integração da câmara Google™ Lens o utilizador pode agora também aprender mais sobre o mundo que o rodeia, acedendo rapidamente a informações sobre pontos de referência, edifícios, livros e muito mais, apontando simplesmente a câmara para o objeto em questão.

MAIS PRIVACIDADE E CONTROLO

Agora o utilizador já pode assumir o controlo da privacidade do seu smartphone pessoalmente, graças a recursos como o Locker, que permite gerir as informações compartilhadas na nuvem, como fotos e documentos. O Locker fornece um espaço pessoal no dispositivo onde é possível armazenar as aplicações que se deseja manter privadas, além de quaisquer documentos ou fotos confidenciais. Está igualmente incluído o Firefox Focus, o navegador privado da Mozilla, permitindo evitar os trackers e apagar automaticamente a sessão de navegação quando a aplicação é fechada. O BlackBerry KEY2 LE inclui igualmente a aplicaçãp DTEK™ by BlackBerry, atualizada e com novos recursos de verificação em matéria de segurança, permitindo identificar e mitigar com facilidade possíveis riscos de segurança, como acessos indesejados aos dados por aplicações descarregadas no smartphone. Além disso, a garantia de atualizações mensais de segurança do Android™ é sempre sinónimo de proteção contra as ameaças mais recentes. 

UM NÍVEL DE PRODUTIVIDADE QUE SÓ SE ENCONTRA NUM SMARTPHONE BLACKBERRY

Com o BlackBerry KEY2 LE, o utilizador tem todas as ferramentas necessárias para gerir o seu trabalho, as suas viagens e a sua vida pessoal, mesmo em movimento. Inclui suporte para contas pessoais duplas e um software adaptado para o dia-a-dia dos negócios, facilitando a gestão de todos os aspetos práticos do quotidiano. A gestão de contas duplas permite administrar diferentes perfis de redes sociais pessoais e profissionais separadamente, em aplicações com o Facebook e o Instagram. Na variante dual SIM do BlackBerry KEY2 LE,  também é possível ter duas contas WhatsApp®, bem como outras que exigem números exclusivos. Vem também equipado com o BlackBerry Hub, que centraliza todas as mensagens num único espaço consolidado, incluindo e-mails, mensagens de texto e mensagens de praticamente qualquer conta das redes sociais, incluindo o WhatsApp®.

BATERIA PARA MAIS DE UM DIA INTEIRO

Com a potência e o desempenho esperados de um smartphone BlackBerry, o BlackBerry KEY2 LE vem com 4 GB de memória e em variantes de armazenamento de 32 GB e 64 GB – sendo que ambos permitem expandir a sua capacidade de armazenagem com um cartão MicroSD. É alimentado por um processador Qualcomm® Snapdragon ™ e uma bateria ultra eficaz que oferece até 22 horas de uso misto, permitindo ao utilizador usar o equipamento durante todo o dia, mesmo em dias intensos, podendo durar inclusive até ao dia seguinte. Além disso, o BlackBerry KEY2 LE possui o Qualcomm® Quick Charge ™ 3.0, que lhe permite recarregar-se até 50% em cerca de 36 minutos – energia suficiente para durar todo o dia. O BlackBerry KEY2 LE conta também com um lembrete de bateria contextual e uma opção de carregamento em modo Boost, que aprendem com os hábitos de carregamento diários e compromissos do calendário para recomendar quando carregar, para garantir que o utilizador tem sempre a bateria que precisa, quando mais precisa. 

Para mais informações sobre o novo BlackBerry KEY2 LE e para se registar e obter todas as informações relativas às novidades e atualizações da BlackBerry mobile, visite www.BlackBerryMobile.com.

Sobre a TCL Communication

A TCL Communication Technology Holdings Limited (TCL Communication) concebe, fabrica e comercializa a nível global um gama cada vez mais ampla de aparelhos móveis e serviços Internet para três grandes marcas – TCL, Alcatel e BlackBerry. O seus produtos são atualmente comercializados em mais de 160 países espalhados pelas Américas, pela Europa, pelo Médio Oriente, pela África e pela Ásia. A TCL Communication figura no ranking Top 10 dos fabricantes de smartphones da IDC. Com sede em Hong Kong, a TCL Communication conta com nove centros de R&D a nível mundial, que empregam milhares de especialistas. Para mais informações, visite www.tclcom.com. 

TCL é uma marca registada da TCL Corporation. Todas as demais marcas são propriedade dos respetivos titulares. A Alcatel é uma marca da Nokia usada mediante autorização pela TCL Communication. 

As marcas, incluindo, mas não exclusivamente, a BLACKBERRY e o símbolo EMBLEM são marcas ou marcas registadas da BlackBerry Limited, usadas mediante autorização. Os direitos exclusivos destas marcas são explicitamente reservados. Todas as demais marcas são propriedade dos respetivos titulares. A BlackBerry não é responsável pelos produtos nem pelos serviços de terceiros.

 

Nova app portuguesa quer ajudar a reduzir o risco do cancro

São gestos simples, mas têm repercussões: comprar fruta e vegetais no supermercado, ir para debaixo do guarda-sol na praia, substituir a cerveja por uma bebida sem álcool, fazer o exame médico que está atrasado, levantar-se do banco e caminhar no jardim. Com os anos, a soma destas acções tem influência na saúde e pode ajudar a diminuir o risco de doenças como o cancro. Mas na nova aplicação portuguesa para telemóveis, a HAPPY, este tipo de acções dão pontos. Quem tiver 150 pontos está a fazer tudo o que pode, dentro do universo da aplicação e das suas sugestões diárias, para reduzir o risco de vir a ter cancro.

Criada e desenvolvida nos últimos dois anos no Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (I3S), a HAPPY (sigla em inglês para Health Awareness and Prevention Personalized for You, qualquer coisa como Sensibilização para a Saúde e Prevenção Personalizada para Si) já está pronta para ser descarregada gratuitamente. Os utilizadores que fizerem o download da aplicação em Setembro e Outubro com idade entre os 18 e os 40 anos poderão entrar num estudo anónimo de Nuno Ribeiro, investigador do I3S, que vai analisar a eficácia da aplicação na prevenção do cancro.

“Não basta ter o conhecimento [sobre os riscos associados ao cancro] para alterar o comportamento. Muitas vezes, as pessoas conhecem o risco mas assumem-no ou ignoram-no e continuam com o comportamento que lhes dá prazer”, diz Nuno Ribeiro ao PÚBLICO, dando o exemplo de quem continua a fumar. A aplicação não dá só informação às pessoas, também oferece “a oportunidade de alterar os comportamentos”.

A HAPPY envia diariamente uma única mensagem a cada utilizador. Essa mensagem é aleatória em relação à hora do dia e ao tema do conteúdo, mas está condicionada pela situação em que o utilizador se encontra. A aplicação tem acesso temporário ao lugar onde o utilizador está. A partir daí, tem em conta factores como a meteorologia, os raios ultravioleta ou se alguém está num supermercado, para escolher dentro da sua colecção de mais de 1500 mensagens aquela que é mais apropriada.

“São coisas simples. Mudar uma sobremesa por outra, fazer um exame médico”, diz o investigador, que trabalha há alguns anos na área da prevenção na saúde e está a fazer um doutoramento, na Universidade de Aveiro, onde está a desenvolver esta aplicação. À medida que os utilizadores vão cumprindo as acções, ganham pontos, até um total de 150. Podem depois “competir amigavelmente” com outros utilizadores para ver quem tem mais pontos. “O principal desafio é que as pessoas mantenham o uso da aplicação e depois alterem elas próprias o seu comportamento. Às vezes, mudar uma coisa simples tem uma amplificação na vida das pessoas porque mostra que somos capazes de mudar.”

HUGO SANTOS

Nuno Ribeiro foi durante dez anos professor de ensino básico e secundário na área da Biologia e da Geologia. Em 2006, ligou-se ao Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto (Ipatimup), hoje integrado no I3S. Lá, desenvolveu projectos para a sensibilização sobre o cancro, mais precisamente, como se pode reduzir o risco de desenvolver estas patologias.

“Havia algum aumento do conhecimento por parte das pessoas e um indício de que podia haver uma mudança de comportamento”, explica. Mas isto pode não ser suficiente. Há três factores importantes para haver uma mudança de comportamento: tem que haver motivação para isso, a pessoa tem que ser capaz (é preciso ter sapatos de desporto para correr, por exemplo) e, por fim, tem que se ser lembrado no momento mais apropriado para se mudar o comportamento.

“Há automatismos instituídos em nós que são difíceis de quebrar porque não temos consciência deles. O uso de tecnologias é uma forma de chamar a atenção para esses automatismos”, diz Nuno Ribeiro, que contextualiza a sua investigação com a teoria desenvolvida pelo investigador norte-americano B. J. Fogg, que na década de 1990 fez uma série de experiências na área da psicologia experimental demonstrando que os computadores eram capazes de influenciar os comportamentos humanos.

“Hoje, estamos rodeados por tecnologias persuasivas”, escreveu este teórico da Universidade de Stanford, em São Francisco (EUA), num artigo em 2010, referindo-se a todo o aparato tecnológico com que lidamos, dossmartphones às redes sociais como o Facebook. “Em todos os locais onde osmedia digitais tocam nas nossas vidas, há um elemento de persuasão.” Para Nuno Ribeiro, este tipo de persuasão é mais positiva ou menos positiva, dependendo da “intenção que está por trás”. Por isso, é necessário estar bem informado para compreender essa intenção, argumenta.

A HAPPY está dirigida a utilizadores entre os 18 e os 40 anos. Quanto mais cedo alguém adoptar comportamentos saudáveis, mais impacto essa mudança terá anos depois, quando o risco de se ter cancro aumenta. As pessoas acima desta faixa etária poderão usar a HAPPY, mas a aplicação não tem todas as recomendações previstas para a redução do risco do cancro (há exames médicos que só são recomendados a partir de uma certa idade, por exemplo).

Durante os testes da versão beta da aplicação, 32 pessoas usaram-na durante um mês. “Houve uma redução no número de cigarros fumados e no álcool”, refere Nuno Ribeiro, acrescentando que 83% dos utilizadores recomendariam a aplicação a outras pessoas.

Para já, a ciência associada à aplicação irá continuar. Os utilizadores que quiserem fazer parte da experiência irão ajudar Nuno Ribeiro a avaliar a eficácia da aplicação, se há mudanças no comportamento e se há aumento de conhecimento sobre este tema: “A aplicação é completamente gratuita e sem publicidade associada. Não é para a promoção de nada, a não ser da saúde. Não tem nenhum pensamento institucional por trás. As directrizes de saúde por trás da aplicação são internacionais, fruto de um consenso.”

Em 2015 as vendas de smartphones atingiram valor mais alto de sempre

No total em 2015 foram vendidos cerca de 1.3 mil milhões de smartphones, o que contribuiu para que fosse o ano com valor mais alto de sempre no que toca a vendas, algo que todavia não se verificou na receita que reduziu 0,2% face a 2014, diz a Gfk em comunicado.

Este crescimento de 6,4% no número de vendas em relação ao ano transacto teve como grande responsável a China, território quem no quarto trimestre acabou por compensar com um aumento de vendas de 12%. Esta recuperação juntamente com o continuado sucesso dos mercados emergentes terá sido o ‘trunfo’ do valor recorde.

Agora, já em 2016, é esperado que o mercado de smartphones continue a crescer, com o director de tendências e previsões da Gfk, Kevin Walsh, a mostrar-se otimista. “Espera-se que 2016 seja mais um ano de crescimento global, uma vez que é cada vez mais importante para as empresas compreender as tendências individuais de cada país e respetivos segmentos de mercado”, afirma Walsh.

 

Apple dominou época natalícia

Apple

De acordo com os dados fornecidos pela plataforma de analítica Flurry, a Apple teve quase metade das ativações de dispositivos móveis durante a época natalícia com 49.1%, deixando uma grande margem para a segunda classificada, a Samsung, com apenas 19.8%.

Como aponta o TechCrunch, os consumidores também ‘falaram’ a favor de dispositivos móveis de grandes dimensões, mais conhecidos como ‘phablets’. Estes dispositivos, com dimensões acima de 5.5 polegadas de ecrã, reuniram a preferência de 27% dos consumidores enquanto no ano passado apenas 13% optaram por eles.

A acompanhar esta tendência está o número cada vez mais reduzido de smartphones de dimensões médias e os praticamente inexistentes 1% de consumidores que ainda optam por telemóveis de pequenas dimensões.

Aplicação mytaxi chega a Lisboa com desconto de 50%

A empresa pretende contribuir para a mobilidade urbana da capital portuguesa através da transformação do sector do táxi. O objectivo da mytaxi é unificar e globalizar a forma como se chama um táxi, apostando na mobilidade sustentável e eficiente.

Lançada em 2009 na Alemanha, a mytaxi foi a primeira aplicação de táxis a conectar passageiros com os táxis mais próximos, em qualquer lugar. A tecnologia pioneira da mytaxi permite que os utilizadores possam conhecer o perfil do motorista de táxi, ver as avaliações de outros utilizadores e pagar através do smartphone, tornando todo o processo de pedido de um táxi mais conveniente, transparente e fácil. A aplicação mytaxi está disponível para iOS, Android, Windows Phone e Blackberry.

A mytaxi que ser a aplicação de táxis «número 1» na Europa e posiciona-se como a app de táxis mais popular e com um crescimento mais rápido entre os utilizadores da União Europeia com mais de 10 milhões de downloads.

Antonio Cantalapiedra, CEO da mytaxi para Portugal e Espanha, está muito satisfeito com a chegada da mytaxi à capital portuguesa: «Lisboa está preparada para a nossa forma inovadora de pedir um táxi. Os lisboetas estavam à espera de um serviço transparente e agora podem beneficiar de uma forma conveniente de pedir um táxi através de uma app, podendo escolher o seu motorista de táxi favorito e, dessa forma, transformar e dar um toque mais pessoal às suas viagens de táxi.»

Para que os motoristas de táxi possam aderir à plataforma, a mytaxi estabelece elevados padrões de qualidade, determinando que os veículos têm de estar em perfeitas condições e os motoristas têm de ser entrevistados e assistir a uma sessão de formação específica.

Vera Falcão, City Manager da mytaxi, afirmou: «A qualidade do nosso serviço é o que nos diferencia de outras empresas e é o que os nossos clientes valorizam acima de tudo: táxis limpos e um trato educado por parte dos motoristas. Os smartphones podem ter um impacto enorme na mobilidade urbana. Na mytaxi queremos repensar e reformular a forma como são efetuadas as viagens de táxi. Os passageiros e os motoristas querem soluções convenientes, transparentes e desenhadas de acordo com as suas necessidades. Nós queremos dar resposta a esses anseios.»

Para celebrar a chegada a Lisboa, a mytaxi vai oferecer um desconto de 50% em todas as viagens até ao final do ano. Para beneficiar desta promoção, os utilizadores apenas têm de descarregar a app, registar-se e seleccionar a funcionalidade de pagamento através da aplicação e o desconto será aplicado automaticamente.

Smartphones da Samsung esperam salvação com novo líder

A Reuters avança que a divisão de smartphones da Samsung tem um novo líder, Dongjin Koh, o até responsável pelo departamento de pesquisa e desenvolvimento da tecnológica sul-coreana.
O anterior responsável pela divisão, JK Shin, continuará como co-CEO e ficará focado em novos negócios e estratégia a longo prazo. A substituição deverá ajudar a trazer uma nova ‘frescura’ à divisão, que até agora tem visto os seus lucros baixar quase consecutivamente.
Koh é olhado como uma solução para esta área dentro da tecnológica sul-coreana por ter tido alegadamente um papel preponderante no desenvolvimento do Galaxy Note 5 e do Galaxy S6. Espera-se que o agora líder consiga bater-se com a Apple e o seu atual domínio no mercado.

Smartphones chineses em contraciclo com mercado mundial

Smartphone Huawei

O mercado mundial dos smartphones está a desacelerar. De acordo com a Standard & Poor’s, o crescimento de 2015 foi de 10%, em comparação com o incremento de 30% no mesmo período de 2014.

Tal como salientou um dos autores do estudo agora divulgado, a principal causa desta desaceleração é a economia chinesa. A China é o país onde se vendem mais smartphones em todo o mundo. Além disso, o mercado de smartphones começou a consolidar-se há pouco tempo, pelo que os consumidores estariam agora a começar a renovar os equipamentos comprados como primeiro smartphone.

De acordo com o estudo, a crise não afeta apenas o mercado chinês. A recessão da economia asiática tem repercussões também nos EUA e Europa Ocidental, enquanto que em outros países como a Índia, Médio Oriente e África espera-se uma “maior procura” nos próximos dois anos.

Por empresas, Xiaomi ou Huawei começam a ganhar terreno a empresas como a Samsung, que em 2012 era a segunda marca mais vendida na China e agora ocupa o quarto lugar atrás da Xiaomi, Huawei e Apple.

No resto do mundo, a Huawei e Xiaomi superaram as vendas de empresas como a LG ou a Sony e continuam no encalce da Samsung e Apple.

O estudo revela que o principal motivo pelo qual estas empresas chinesas começam a superar os seus rivais é o preço. Os terminais que comercializam são mais baratos e têm características similares aos da concorrência.

De acordo com outro dos autores do estudo, a Apple é a única que se mantém “extremamente forte” no mercado graças à lealdade que existe à marca.

Em 2014, venderam-se mais de 1.300 milhões de smartwatches em todo o mundo, mais 300 milhões do que em 2013, dos quais 40% foram fabricados na China, país que comprou no ano passado cerca de 30% do total mundial.

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